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07 jun13:46

Caso Luana: polícia pretende fazer investigações na Argentina

Foto: Arquivo Pessoal

Cresce a expectativa sobre o paradeiro da adolescente Cíntia Luana Ribeiro de Moraes, desaparecida desde 13 de julho do ano passado, de Três Passos, no Noroeste. Na época, ela tinha 14 anos e estava grávida de sete meses. Uma denúncia de que a menina estaria na Argentina, no município de Colônia Aurora, reacende as esperanças da família em encontrá-la.

— Estou esperando por novidades, sinto falta dela, os amigos não param de ligar e perguntar por ela. Ainda assim, acho estranho que ela esteja na Argentina. Morei nesse município há quase 40 anos, mas nunca mais voltei, não conheço ninguém que viva lá. Minha filha nunca esteve nessa cidade — comenta a mãe de Luana, Ivone Ribeiro Moraes, 54 anos.

Segundo a delegada Caroline Bamberg Machado, moradores do município argentino teriam dito à Brigada Militar que Luana (como é chamada) teria estado no local e dito que não pretendia retornar ao Brasil em razão de problemas familiares. Segundo os relatos, ela teria mudado a cor do cabelo de castanho para loiro. A equipe da Polícia Civil deverá fazer novas diligências nos próximos dias.

— Como se trata de um outro país, precisamos de autorização das autoridades brasileiras para dar continuidade à investigação. Assim que tivermos retorno disso, iremos até lá para buscar novas pistas. Em breve, definiremos os detalhes desta nova etapa das investigações — diz a delegada.

O bebê de Cíntia Luana Ribeiro de Moraes teria, agora, nove meses. Quando saiu de casa, a jovem disse que voltaria em 20 minutos. Ela pretendia se encontrar com o suposto pai da criança, um homem de 27 anos, casado, cuja identidade é mantida sob sigilo pela polícia. Ele chegou a ser apontado como suspeito de envolvimento no sumiço de Luana, mas, até agora, nada foi provado. Por enquanto, a polícia trabalha com três hipóteses para o caso: homicídio, cárcere privado e fuga por conta própria.

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