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17 jul11:50

Clima favorável e bom preço animam produtores gaúchos

Roberto Witter / roberto.witter@zerohora.com.br

A chuva e o frio dos últimos dias, aliados à reação no preço, animam produtores de trigo do noroeste do Estado, principal região produtora. No entanto, a nova instrução normativa, que aumenta o padrão de classificação do grão, surge como alerta ao exigir maior qualidade.

Atento ao mercado, agricultor Roberto Durigon (à direita) aumentou área plantada em Cruz Alta. Foto: Roberto Witter, Agência RBS.

Segundo a Emater, a cultura deverá ter um aumento de 6,51% na área cultivada em relação à safra passada. Na maioria dos casos, a ampliação ocorre na tentativa de amenizar prejuízos do inverno.

— Aumentei a área plantada de 130 para 230 hectares. O preço está bom e o clima também está ajudando. A perspectiva é lucrar mais do que no ano passado — projeta Roberto Durigon, 47 anos, agricultor de Cruz Alta.

A lavoura dele foi cultivada há cerca de 20 dias e, até agora, apresenta excelente desenvolvimento. Durigon explica que a terra úmida beneficia a germinação e o frio faz com que o trigo fique mais baixo. Com isso, a planta não corre risco de acamar (quando o vento derruba o pé de trigo, o que evita que nutrientes circulem e impede o enchimento dos grãos).

— O perfilhamento, que é a formação de ramos laterais que mais tarde originam os grãos, também é maior, o que tende a ampliar a produtividade obtida — explica o engenheiro agrônomo Nédio Giordani, que presta assistência técnica na propriedade de Durigon.

O mercado também está aquecido. Segundo o presidente da Cooperativa Tritícola Regional Sãoluizense (Coopatrigo), Paulo Pires, muitos já negociam o produto antecipadamente. O preço gira em torno dos R$ 30 pela saca de 60 quilos. A valorização ocorre porque o trigo é balizado pela bolsa de Chicago e os Estados Unidos enfrentam problemas nas safras de trigo e milho.

— Isso, aliado à alta no dólar, eleva o preço. Mas ainda é cedo para avaliar como será na época da colheita — observa Michael Prudêncio, analista de mercado da Safras & Mercado.

A cautela também é recomendada diante da previsão de inverno chuvoso, o que exige maior controle de pragas e pode elevar o custo de produção. Outra preocupação é a necessidade de investir mais em qualidade, uma vez que a comercialização da próxima safra seguirá as regras da nova instrução normativa.

Analista prevê intervenção do governo

Economista da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado (Fecoagro), Tarcísio Minetto acredita que, apesar de o cenário estar aquecido, a comercialização do trigo nesta safra ainda precisará de auxílio do governo, a exemplo da safra de 2011, quando produtores gaúchos conseguiram negociar o grão estocado desde outubro só a partir de fevereiro, com leilões de Prêmio de Escoamento de Produto (PEP) e de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro).

— Pelo que ocorre no mercado internacional, o preço deveria estar ainda melhor. Como também há exigência por maior qualidade, dificilmente o governo federal não terá de intervir novamente — afirma o economista.

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17 jul11:46

Loja de eletrodomésticos é arrombada em Tucunduva

roberto Witter / roberto.witter@zerohora.com.br

Uma filial da rede de lojas de eletrodomésticos Quero-Quero foi arrombada na madrugada desta terça-feira, em Tucunduva, no noroeste do Estado. Os ladrões chegaram a ser perseguidos pela Brigada Militar (BM), mas abandonaram o veículo e conseguiram fugir.

Testemunhas perceberam a ação dos criminosos, por volta das 2h, e acionaram a BM, informando as características do veículo: um Pálio, verde, que fugia em direção a Horizontina.

A Brigada Militar de Horizontina montou uma barreira, mas os criminosos se recusaram a parar. Após serem perseguidos pela rodovia Horizontina – Três de Maio (ERS-342), um pneu do Pálio em que estavam os suspeitos furou. Eles abandonaram o carro e conseguiram fugir, pouco antes das 6h.

O veículo foi recolhido para um depósito e periciado. Dentro do automóvel estavam alguns dos objetos furtados. Até o momento ninguém foi preso. O caso está sendo investigado.

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11 jul11:17

Escolas rurais dão lições de criatividade e eficiência no Ensino Fundamental

Vanessa Franzosi / vanessa.franzosi@zerohora.com.br

Colaborou Marielise Ferreira  / marielise.ferreira@zerohora.com.br

Longe dos centros urbanos é que se concentraram os maiores índices de aprovação do Estado no Ensino Fundamental. No ano passado, nenhuma dos 496 cidades gaúchas tirou nota 10 no quesito aprovação total dos alunos nas áreas urbanas. O índice chega a 100% somente em 24 municípios do Estado quando se olha para as escolas rurais.

Em comum entre os municípios destacados no levantamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação, está o pequeno ou médio porte dos locais, foco em disciplinas diferenciadas e maior participação das comunidades.

— A grande diferença entre as escolas urbanas e rurais está no entorno. Tendo maior tranquilidade, a tendência é que se consiga exercer o trabalho de uma forma mais efetiva — avalia a doutora em Educação e professora da faculdade de Educação da PUC Helena Sporleder Côrtes.

Sem os obstáculos que o ensino enfrenta nas áreas urbanas, como número excessivo de alunos, professores sobrecarregados e problemas externos que adentram o portão das instituições, as escolas rurais têm vantagens.

Os professores, mesmo atendendo a alunos de séries diferentes em uma mesma sala de aula, dedicam-se ao ensino, não se preocupam tanto com problemas de segurança ou questões como drogas. Os pais se envolvem mais na educação dos filhos, têm mais tempo para estarem presentes na escola e colaboram com as atividades.

— Há um acompanhamento maior dos pais numa tentativa de qualificar muito mais a geração seguinte do que a sua — amplia Helena.

A aprovação máxima, recorde em muitos municípios, também é justificada pelos secretários de Educação municipais pela pequena quantidade de alunos, o que garante uma atenção maior do professor.

Mas o Interior quer ainda mais qualidade: investe em aulas no turno inverso, atividades de dança e esporte, cooperativas escolares e viagens para envolver ainda mais os alunos, garantindo a continuidade dos bons índices de aproveitamento já conquistados.

Um chute na reprovação
Amanda Refinski, seis anos, chuta alto e com vontade para afastar o fantasma da reprovação. No seu primeiro ano na escola, na localidade Anchieta, interior de Três Arroios, ela faz parte de um sistema de aulas em turno integral, que tem auxiliado no desempenho dos alunos. O município é um dos destacados por não ter reprovado nenhum aluno do meio rural no ano passado.

Alunos de Três Arroios são levados, de ônibus, para aulas de educação física e outras atividades. Foto: Marielise Ferreira, Agência RBS.


Além das aulas formais, durante a manhã, as crianças das duas escolas municipais são levadas de ônibus para o centro de Três Arroios, onde têm aulas de informática, Inglês, Taekwondo, Musicalização, Educação Física, reforço escolar e oficinas de aprendizado.

O professor Mauro Jean de Brum, faixa preta em Taekwondo, serve de modelo e estímulo para a busca da superação dos limites por meio da arte marcial.

— Eles vêm com vontade, sentem-se estimulados a melhorar em tudo — conta Brum.

Até o ano passado, as aulas extras eram integradas ao horário normal de aula, pela manhã. Mas foi sentindo a necessidade de mais horários, agregando e não substituindo as atividades, que os alunos passaram a ficar oito horas por dia, de segundas a quintas-feiras, em atividade escolar. Mesmo que para eles os encontros divertidos não pareçam uma aula, há a certeza de que estão aprendendo, com um ensino qualificado desde os primeiros anos.

Unidos em cooperativa
Os aprendizados das aulas tradicionais de matemática, noções de química e lições da vida, como a cooperação, também são ensinamentos que vão para o quadro em Linha Nova. Na cidade da Serra, a escola rural Júlio de Castilhos reúne todos os 34 alunos, de seis a 12 anos, em uma mesma atividade quando a aula é de cooperativismo.

Neste ano, o encontro semanal é para trocar experiências de gente grande conforme a idade de cada um permite na confecção de sabonetes e sabões naturais, e embalagens recicláveis.

— Os pequenos também são envolvidos, observam os maiores, ajudam a embalar os produtos — explica a diretora da escola, Jeane Schneider.

O resultado da cooperação está na integração dos colegas, que são também amigos na comunidade. A atividade também envolve pais e familiares, e estimula que os diferentes ensinamentos sejam trabalhados na sala de aula convencional.

Envolvimento comunitário é tema de casa
Mais do que dar continuidade ao ensino dentro de casa, o envolvimento direto da família nas escolas é apontado, por especialistas, como fundamental para o bom desempenho dos alunos.

Em Chiapeta, o trabalho dos pais foi o diferencial para que a escola São José, na localidade de Monte Alvão, fosse reerguida.

Nos últimos três anos, a administração municipal reformou o prédio, instalou um novo fogão, comprou material esportivo enquanto que o Conselho de Pais e Mestres (CPM) se mobilizou para unir a comunidade com festas, atividades de integração. O grupo também participa diretamente das reuniões pedagógicas.

— A escola tinha poucos recursos e, com os pais hoje é possível até que eles façam viagens de estudo — comemora a secretária de Educação da cidade, Tânia Maria Inheraski.

A comunidade também é decisiva em São José do Inhacorá, nas Missões. O foco da educação na cidade é na leitura, mas quem participa das aulas na escola rural Rui Barbosa são pais e funcionários públicos. Em uma das tarefas, é o pessoal da comunidade os convocados a estudarem as histórias para contá-las depois aos alunos.

O envolvimento que gera uma melhor interpretação desde a educação infantil ajudou na aprovação total dos 152 alunos que passaram pela escola no último ano.

Cidades com 100% de aprovação no meio rural*
Boa Vista das Missões
Boa Vista do Sul Camargo
Capitão
Centenário
Chiapeta
Dom Pedro de Alcântara
Ibiaçá
Inhacorá
Itapuca
Ivorá
Jacutinga
Linha Nova
Mariano Moro
Nova Bréscia
Novo Xingu
Ponte Preta
Santa Cecília do Sul
Santo Antônio da Palma
São José do Inhacorá
Tramandaí
Três Arroios
Vila Maria
Vila Nova do Sul

*Em 2011, em todos os anos do Ensino Fundamental, em todas as escolas rurais de cada município

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11 jul11:08

Compra de suínos para festas de fim de ano terá incentivo federal

Daniela Castro / daniela.castro@zerohora.com.br

Está tudo certo para o anúncio do pacote de medidas de socorro aos suinocultores, na quinta-feira, em Brasília. Na terça-feira, o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, conversou com parlamentares da Região Sul e confirmou a liberação de financiamento de R$ 200 milhões para enxugar o excesso de carne suína no mercado interno.

A medida, via Linha Especial de Crédito, será destinada a supermercados e frigoríficos para que antecipem as compras de leitões a serem abatidos para as festas de fim de ano. O financiamento, que terá juro anual de 5,5%, também poderá ser acessado por cooperativas e agroindústrias. Outra ação é o prolongamento das dívidas do segmento, estimadas pela Associação Brasileira de Criadores de Suínos em R$ 800 milhões. Somente o Rio Grande do Sul responde por quase R$ 700 milhões, calcula a entidade representativa no Estado.

Na avaliação dos parlamentares, o pacote vai ser suficiente para a recuperação dos preços pagos ao produtor ainda este mês.

– A novidade é que os supermercados poderão entrar nesse processo comprando para estocar para as festas de final de ano. Essa linha de crédito é a garantia de que o suinocultor pode buscar mais crédito – destacou o deputado federal Valdir Colatto (PMDB-SC).

Por meio do Prêmio para Escoamento do Produto (PEP), o governo vai pagar R$ 0,40 por quilo de carne suína para que os criadores não recebam valores tão abaixo do custo de produção.

Sobre as dívidas, as parcelas de custeio ficarão para janeiro de 2013 e as de investimento, para o último ano do vencimento do contrato. O detalhamento do pacote será feito pelo ministro amanhã, quando haverá uma manifestação de suinocultores na capital federal.

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11 jul11:05

Cerca de 5 mil pessoas fazem fila para se vacinar em Santa Rosa

A vacinação contra a gripe A em Santa Rosa, no noroeste do Estado, reuniu cerca de 5 mil pessoas em uma fila que chega a se estender por três quadras, na manhã desta quarta-feira. A imunização começou às 8h30min, no Centro Cívico Cultural, mas algumas pessoas chegaram a passar a noite no local. A população se concentra na Rua Buenos Aires e na travessa Praça da Bandeira, que tiveram o trânsito bloqueado pela Brigada Militar.

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A Fundação Municipal de Saúde distribui senhas para a população em geral e para pessoas do grupo de risco (gestantes, idosos, profissionais da saúde e doentes crônicos com laudo que comprove a enfermidade). Há 12 profissionais atendendo o público, distribuídos em quatro equipes. Crianças de 6 meses a dois anos de idade não estão sendo vacinadas o local, somente nas unidades de saúde. A imunização vai até as 18h, sem intervalo ao meio-dia.

Até o dia 9 de julho, a Secretaria Estadual de Saúde confirmou um caso de H1N1 na cidade. Nesta terça-feira, a 14ª Coordenadoria Regional de Saúde, responsável por 22 municípios, recebeu 39 mil doses da vacina, das quais 9 mil foram destinadas para Santa Rosa.

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10 jul11:46

Produtores temem que alto valor de produção e baixos preços tornem suinocultura inviável no Sul

crise na suinocultura está preocupando produtores e empresas do setor em todo o país. O Rio Grande do Sul é um dos Estados que mais sofre com o problema, já que é o segundo maior exportador e produtor do país. E os mais de 500 mil produtores gaúchos temem que o baixo valor pago pela carne e o alto valor da produção torne a cultura inviável na região.

atividade está à beira do colapso. A queda nos preços e o aumento nos custos de produção são os principais motivos da crise.

No Rio Grande do Sul o quilo do suíno vivo ultrapassava R$ 3 em 2004, mas a situacao piora a cada ano.  Em 2010, o preço ainda chegava a R$ 2,18. Já na semana passada, estava em R$ 1,78.

Enquanto isso, no mesmo período, os custos subiram muito. A saca de milho estava em quase R$ 17 em 2010, e o farelo de soja por R$ 577 a tonelada. Agora, o milho chega a R$ 25 e o farelo quase dobrou de preço, sendo cotado em mais de R$ 1 mil a tonelada (R$ 1003,33)

O produtor rural Mauri Marcon acredita que, se os preços continuarem assim, muitos suinocultores vão desistir da criação. As vendas já refletem isso, pois caíram 20% este ano, em relação ao mesmo período do ano passado.

– Em função da estiagem no Estado e acréscimo dos ingredientes de ração, que é basicamente farelo de soja e milho, isso desestimula. Não há nenhum estímulo dos nossos governantes para se manter na atividade. O valor ideal hoje gira em torno dos R$ 3 para poder empatar ou começar talvez a ganhar um pouco de dinheiro na questão da criação – explica Marcon.

Apenas no ano passado, a suinocultura do Rio Grande do Sul produziu 655 mil toneladas, gerando R$ 3,6 bilhões de faturamento. O número de empregos diretos proporcionados pelo setor foi de mais de 14 mil. São 10 mil produtores integrados e independentes distribuídos em pequenas e médias propriedades rurais, situadas em 308 municípios em todo o Estado.

Estima-se que 5,5% dos gaúchos dependem da suinocultura. Por isso o presidente da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), Valdecir Folador, espera que medidas efetivas sejam tomadas pelo governo federal.

– Não há medidas concretas hoje para o setor, somente paliativas. O que precisa é uma reestruturação do setor, senão estas medidas não adiantarão. E são as empresas que fazem com que o produtor não tenha renda. Enquanto os produtores vivem essa crise, as exportações estão bem e no mercado interno o consumidor paga mais caro pela carne suína. O produtor precisa ter renda – defende Folador.

A situação é tão preocupante que sete municípios já decretaram situação de emergência no norte do Estado. A falência da empresa Doux no RS também gerou tensão no mercado. A falta de pagamentos poderia contribuir para o endividamento de produtores integrados. Porém, a Brasil Foods assumiu as dívidas da empresa dando um novo fôlego ao setor.

– É muito difícil se manter neste ritmo para mais alguns dias, precisamos de um socorro imediato dos nossos governantes com políticas voltadas para manter essa atividade. As perdas são muito grandes. Essa crise acontece da porteira para dentro e afeta somente o produtor. Na indústria isso não acontece, lá essa crise não existe – declara o produtor Mauri Marcon.

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10 jul11:43

Número de mortes por gripe A sobe para 23 neste ano no Estado

Conforme o boletim divulgado na noite desta segunda-feira pelo site da Secretaria Estadual da Saúde, o Rio Grande do Sul registra 145 casos de gripe A em 57 municípios, com 23 mortes. Na última parcial disponível, do dia 4, eram 99 registros e 15 óbitos.

Os oito novos óbitos foram registrados nas cidades de São Borja (3), Soledade (1), Vitória das Missões (1), Alecrim (1), Porto Alegre (1) e Santo Ângelo (1). Os números confirmam a tendência de aumento da circulação do vírus no Estado — conforme publicado em reportagem nesta segunda-feira, em ZH, o pico deve acontecer na segunda quinzena de julho.

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Veja informações sobre os novos óbitos confirmados:

1- Criança de 2 anos, residente de São Borja. Não fez vacina, não apresentava a saúde debilitada por doença preexistente. Faleceu no dia 4 de julho.

2- 30 anos, residente de São Borja. Não vacinada, não apresentava a saúde debilitada por doença preexistente, mas era tabagista e dependente química. Morreu em 5 de julho.

3- 28 anos, residente de São Borja. Não apresentava a saúde debilitada por doença preexistente, não vacinado. Falaceu em 4 de julho.

4- 43 anos, residente de Soledade. Não vacinado, tabagista e pneumopata crônico. O óbito ocorreu no dia 29 de junho.

5- 45 anos, masculino, residente em Vitória das Missões. Não apresentava a saúde debilitada por doença preexistente. Não era vacinado. Faleceu no dia 4 de julho.

6- 46 anos, masculino, residente de Alecrim. Apresentava a saúde debilitada por doença preexistente, não vacinado. Óbito em 08 de julho.

7- 59 anos, feminino, residente de Porto Alegre. Paciente imunodeprimido, pneumopata crônico e renal crônico. O óbito foi em 7 de julho.

8 - 43 anos, masculino, residente em Santo Ângelo. Não era vacinado e nem apresentava a saúde debilitada por doença preexistente. Óbito em 8 de julho.

Principais sintomas da gripe A:

- Tosse e espirros
- Fortes dores no corpo, na cabeça e na garganta
- Febre alta,acima de 38°C
- Pode haver náuseas, vômitos e diarreia
- Falta de ar

Para prevenir a contaminação, é aconselhado:

- Higienizar as mãos com frequência, principalmente após tossir ou espirrar
- Utilizar lenço descartável para higiene nasal
- Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir
- Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca
- Não partilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal
- Evitar aperto de mãos, abraços e beijo social
- Reduzir contatos sociais desnecessários e evitar, dentro do possível, ambientes com aglomeração
- Ventilar os ambientes

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10 jul11:33

Produtores rurais protestam contra as dificuldades nos setores do arroz e da suinocultura

Rádio Gaúcha

Arrozeiros e suinocultores farão protestos pelo Estado nesta terça-feira, com a finalidade de chamar a atenção para as dificuldades vividas pelos dois setores.

Na manhã desta terça-feira, agricultores do setor do arroz entregaram cartas em instituições financeiras públicas e privadas pedindo prorrogação dos vencimentos dos financiamentos e dívidas, que chegam a três bilhões de reais.

O presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul, Renato Rocha, ressalta que muitos produtores não poderão acessar os créditos para esta safra e que um grande volume de dívidas se concentrou e os produtores não conseguirá quitá-las com a produção de apenas uma safra, que é a de 2011-2012.

Outra mobilização ocorre em Santa Rosa. Cerca de mil produtores de suínos devem participar de ato às 13h30min, no entroncamento da BR-472 com a RS-344, no chamado Trevo do Porquinho. O movimento, intitulado Preço Justo para Produzir, quer alertar a sociedade sobre os problemas vividos pelos criadores, com os baixos preços pagos pelo suíno e a alta dos insumos.

Segundo o presidente da Associação dos Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul, Valdecir Folador, esta combinação está inviabilizando a atividade de milhares de famílias e o objetivo do protesto é mostrar para a sociedade os problemas que comprometem a suinocultura e as propriedades.

O ato antecede mobilização nacional que ocorre em Brasília, na próxima quinta-feira. A expectativa é de reunir em torno de 500 suinocultores de dez Estados na capital federal.

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09 jul12:00

Santa Rosa registra segunda morte por Gripe A

Por meio de uma nota, o Hospital Vida & Saúde, de Santa Rosa, confirmou a morte de um homem de 46 anos, natural de Alecrim, que estava internado há 11 dias na instituição. Ele havia contraído o vírus H1N1 e morreu no domingo, 8 de julho. Esta é a segunda morte por Gripe A na cidade.

Durante a manhã, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Porto Alegre confirmou o terceiro óbito na Capital. Uma mulher de 59 anos, que estava internada desde o dia 22 de junho, morreu na sexta-feira passada. Ela não havia sido vacinada e apresentava doenças crônicas. Neste ano, foram confirmados 18 casos da doença na Capital.

A Secretaria Estadual da Saúde (SES) ainda não confirma mais estas mortes.

Secretaria Estadual de Saúde divulga novo boletim oficial nesta segunda

O último boletim da Secretaria Estadual da Saúde (SES), divulgado na quarta-feira passada, já registrava 15 mortes em decorrência da gripe A no Rio Grande do Sul. O número ultrapassa o contabilizado em todo ano passado, quando houve um total de 14 mortes. Ainda nesta segunda-feira, a SES irá publicar os dados atualizados.

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08 jul13:44

Gado holandês impulsiona produção de leite no Brasil

Pouco se sabe sobre a origem da raça holandesa, mas alguns registros datam de até 2000 a.C.. O rebanho mundial do gado está presente na maioria dos países com pecuária desenvolvida, totalizando 226 milhões de cabeças. No Brasil, a raça é responsável por impulsionar a produtividade do leite.

Raça funciona de base para a produção leiteira no Brasil. Foto: Roberto Witter / Agencia RBS.

Em Minas Gerais, onde se encontra a maior bacia leiteira do país, há 120 propriedades com rebanhos de seleção pura da raça. Mais de 10 mil animais estão inscritos no controle oficial de leite da associação mineira.

O mercado de genética holandesa tem conquistado cada vez mais espaço. Nos torneios leiteireos, algumas vacas chegam a produzir mais de 100 litros por dia, três vezes mais do que a média no rebanho comercial, que é de 30 litros.

>> Confira a reportagem no quadro Conheça a Raça, do Jornal da Pecuária, no site Rural BR

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