clicRBS
Nova busca - outros

Fotos

12 mai08:36

Fiscalização frágil nas fronteiras não consegue impedir entrada ilegal de produtos no Estado

Rafael Diverio / rafael.diverio@zerohora.com.br

Com apenas 20% do efetivo necessário na Receita Federal, as fronteiras gaúchas têm fiscalização insuficiente.

Assim, o Estado se torna entrada de contrabando, inclusive de drogas e animais, avalia o Sindicato Nacional dos Analistas Tributários da Receita Federal do Brasil (Sindireceita).

Em Porto Mauá, deficiência aumenta filas na balsa que faz travessia. Foto: Vilson Winkler / Reprodução.

Conforme Sérgio Castro, diretor do Sindireceita, dos 12 postos na fronteira com Uruguai e Argentina, só dois têm condições razoáveis de conter o descaminho. O número de servidores é o mesmo da década de 1980, quando o Brasil negociava US$ 40 bilhões, ante os atuais US$ 300 bilhões.

Com o quadro atual, diz Castro, é impossível fiscalizar no Estado. Diversos produtos sem indicação de procedência entram no Rio Grande do Sul. Em muitas passagens, não há agentes da Polícia Federal atuando.

— Na verdade, nossas fronteiras são peneiras. Temos sorte de que o crime não é organizado, senão estaríamos em uma péssima situação — resume.

Para mostrar a “situação de abandono” das fronteiras brasileiras, , conforme o Sindireceita, a entidade lançou um livro e um documentário chamados Fronteiras Abertas. De agrotóxicos e linhas de petshop a drogas e armas, o Estado recebe os mais variados tipos de produtos ilegais, sem incômodo para os autores.

A constância é tão grande que já foi possível mapear as mercadorias que chegam ao Rio Grande do Sul e quais seus principais acessos. Em Aceguá, a 60 quilômetros de Bagé, por exemplo, as ruas vicinais ao acesso principal entre a cidade gaúcha e a vizinha uruguaia são as mais usadas para trazer agrotóxicos ilegais chineses, que chegam pelo porto de Montevidéu.

Outro caso crítico está em Tiradentes do Sul. Não há posto da Receita e um funcionário é deslocado para atender durante o funcionamento das balsas, que levam veículos para as cidades vizinhas.

— Para falar com ele, temos de ligar para um bar, perto da aduana, e o pessoal lá o chama — explica Castro.

Na análise do Sindireceita, apenas em Uruguaiana, onde há o maior porto seco da América Latina, e São Borja, em que policiais e analistas da Receita atuam em conjunto com colegas argentinos, há condições de “encarar e combater o contrabando”.

Segundo a Polícia Federal, a operação Sentinela atua nas fronteiras, envolvendo Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Brigada Militar. Além disso, há delegacias em Chuí, Jaguarão, Bagé, Santana do Livramento, Uruguaiana, São Borja e Santo Ângelo.

Comente aqui
11 mai18:27

Clipe gera polêmica ao insinuar beijo lésbico dentro da catedral de Santo Ângelo

Juliana Gomes / juliana.gomes@zerohora.com.br

O clipe de uma banda de rock gravado dentro da Catedral Angelopolitana está dando o que falar na região das Missões. A polêmica teve início depois que a gravação foi parar na TV Garagem do Faustão, programa que vai ao ar no site do programa. Com a música Se Eu Não Olhar Pra Você, a banda Bardoefada apresenta a cena de um casamento, com irreverência e sensualidade. Ao longo da execução, a vocalista quase beija outra mulher.

A gravação é de 2011, mas agora despertou o descontentamento das pessoas ao ganhar as redes sociais e a atenção do público nacional. Principal atração turística da cidade, a catedral é uma réplica da igreja original das reduções jesuítico-guarani construída em 1706.

Conhecido por tocar no casamento de familiares, o baixista da banda, Ricardo Kiliam, que prefere ser chamado de Bardo, pediu autorização da paróquia para gravar o clipe.

— Pensamos que seria um vídeo para divulgar o trabalho dele. Consideramos as cenas impróprias para um espaço sagrado. Pedimos desculpas à comunidade. Já pedimos várias vezes para o que vídeo seja retirado da internet — diz o pároco Rosalvo Frey.

Bardo, no entanto, garante que a banda não teve a intenção de ofender os cristãos e que não pretende tirar o vídeo da internet.

— A banda tem como temática a relação homossexual e livre. Enfim, algo diferente da moral cristã. Não tivemos a intenção de ofender ninguém. Isso é arte e a arte não ofende. Tirar o clipe da internet está fora de cogitação. A web é um espaço livre — fala.

Assista o clipe

18 comentários
11 mai17:02

Produção de leite cresce mais de 60% em oito anos

Roberto Witter / roberto.witter@zerohora.com.br

O crescimento de mais de 60% na produção em oito anos revela uma nova face do leite gaúcho. A chegada de grandes indústrias leiteiras ao Estado na última década despertou o ímpeto das cooperativas, que até então não tinham concorrentes. O resultado foi o aumento na produção, que passou de 2,36 bilhões de litros em 2004 para 3,93 bilhões no ano passado.

A expansão da pecuária de leite também é constante. Há 30 anos, a bacia leiteira estava concentrada no sul do Estado e na Região Metropolitana. Hoje, apenas 90 municípios gaúchos não investem na atividade.

— O Noroeste foi onde a criação mais prosperou, porque os pecuaristas são agricultores natos. Essa cultura de produzir alimento para o gado fez com que a região se destacasse — avalia José Ferreira, presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando).

Outros dois fatores contribuem para que a região produza 70% do leite do Estado. O primeiro é o tamanho das propriedades. Sem grandes áreas, é preciso diversificar, e o leite é uma fonte de renda mensal. Além disso, há a organização das famílias.

— A atividade leiteira é muito desenvolvida por mulheres. Os filhos participam bastante. É uma criação que envolve a família — explica Ferreira.

As estações bem definidas são outro aliado. Com menos estresse climático do que no restante do país, as vacas criadas no Estado têm a segunda maior média produtiva anual, só perdendo para Santa Catarina. Em 2010, segundo o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado (Sindilat), cada animal produzia, em média, 2,43 mil litros de leite por ano.

Isso despertou a atenção de gigantes como a Nestlé, que se instalou em Palmeira das Missões, e a BR Foods, que assumiu o comando da Elegê. Para não perder a briga, cooperativas se reorganizaram, ganharam força e colaboraram para o aquecimento do mercado.

— Hoje produzimos quase 4 bilhões de litros de leite. Teríamos capacidade para chegar a 12 bilhões de litros só investindo na melhoria do manejo — estima Darlan Palharini, secretário executivo do Sindilat.

Comente aqui
11 mai11:00

Pedida indisponibilidade de bens de administradores de hospital de Três Passos

A Promotoria de Justiça de Três Passos ingressou na Justiça, nesta quarta-feira, 9, com ação cautelar com pedido de indisponibilidade de bens dos administradores do Hospital de Caridade da cidade. A ação, recebida pela 2ª Vara Cível da Comarca, é preparatória ao ajuizamento de ação civil pública por improbidade administrativa contra Armindo Leonhardt e Amarildo José Dall’Ago.

Conforme as investigações realizadas pela promotora de Justiça Aline Stefanello Segnor, já foram encontrados indícios de superfaturamento e desvio dos pagamentos de serviços de assessoria administrativa, prestada pela empresa Dall’Ago Assessoria, de propriedade de Amarildo José Dall’Ago. Além disso, teria ocorrido superfaturamento na compra de materiais de limpeza, além de serviços de higienização e lavanderia, prestados pela empresa Topclean.

Outra fraude seria a simulação de compra de macas e serviços de informática com o uso de notas fiscais “frias”, além do pagamento indevido de alta multa rescisória em contrato de prestação de serviços de psicologia. As apurações apontam, também, para a existência de um “caixa 2” e superfaturamento na indenização de viagens.

O inquérito civil instaurado pelo MP indica que os réus criaram a empresa Dall Ago Consultoria justamente para contratar com o hospital, com o superfaturamento de preços. Ela foi substituída por outra empresa, a Topclean Produtos de Higiene e Limpeza Ltda, cuja propriedade é de um terceiro envolvido na fraude. A troca manteria o envio de dinheiro desviado do Hospital para os dois demandados. O valor total de prejuízos ao erário é de R$ 807.933,36.

Fonte: Ministério Público do Rio Grande do Sul.

Comente aqui
11 mai09:44

Senadores defendem criação de um fundo da soja para controlar cobrança de royalties

Rural BR

A briga judicial no Rio Grande do Sul entre produtores de soja e a empresa multinacional Monsanto reacendeu o debate sobre a dupla cobrança de royalties. No Senado, os parlamentares estudam a criação de um fundo nacional da soja, que seria gerido pelo governo federal e distribuído entre empresas e pesquisadores.

As entidades que representam os produtores rurais defendem ainda regras mais claras para a cobrança. O tema foi debatido em uma audiência nesta quinta, dia 10, na Comissão de Agricultura, por pesquisadores, representantes da indústria e dos produtores.

O presidente da Aprosoja no Rio Grande do Sul, Ireneu Orth, sugeriu o fim da cobrança sobre a venda de soja. As perdas seriam compensadas a partir da criação de um fundo nacional, com recursos públicos e de toda a cadeia produtiva.

– Nos propomos que a cobrança continue sendo realizada na semente e que se crie esse fundo nacional que poderá incentivar que as tecnologias continuem avançando – disse Orth.

– Nós vamos ver de que maneira vamos encaminhar a solução de um projeto de lei, se for o caso, para criar esse fundo – declarou a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS).

No Brasil, três em cada quatro hectares de soja são plantados com sementes modificadas. Atualmente, cinco variedades de sementes transgênicas são comercializadas no país. As empresas de tecnologia argumentam que é o valor cobrado pelos royalties que financiam novas pesquisas. Os produtores nacionais de sementes defendem que o mercado regule a situação.

– Tem que haver uma maior concorrência entre as empresas, aí certamente o preço vai diminuir. Porém, é preciso que as empresas brasileiras tenham mais apoio, mais recursos, que mude a mensalidade para que as brasileiras possam competir nesse segmento – concluiu o diretor da Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem), Ivo Marcos Carraro.

Comente aqui
11 mai09:39

Saiba como prevenir doenças provocadas pelo contato com agrotóxicos

Rural BR

A má utilização de produtos agrotóxicos pode causar sérios danos ao ambiente e à saúde do agricultor. O uso das substâncias no campo é a segunda causa de intoxicação no país, ficando atrás apenas dos medicamentos, de acordo com um levantamento realizado em 2009 pelo Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Além disso, um estudo desenvolvido em parceria pela Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Universidade de Caxias do Sul (UCS) comprovou que a exposição a agrotóxicos pode causar alterações no DNA.

Os resultados das pesquisas reforçam o alerta a agricultores: a utilização de equipamentos de proteção é imprescindível no campo. Ao lidar com as substâncias químicas, é preciso estar atento a uma série de cuidados para prevenir problemas de saúde como impotência, depressão e, até mesmo, abortos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária produziu uma cartilha sobre cuidados com agrotóxicos. O guia contém dicas de compra, armazenagem e manipulação.

Clique aqui e confira o conteúdo:

Comente aqui
10 mai09:06

Argentina fixa importação de carne suína brasileira em 2,2 mil toneladas mensais

O governo da Argentina fixou em 2,2 mil toneladas por mês a cota de importação de carne suína brasileira. De acordo com a Agência Estado (AE), o país condicionou a reabertura do mercado ao cumprimento de, pelo menos, dois dos requisitos exigidos pelo secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, à indústria argentina: que as empresas exportem o mesmo valor importado e que apresentem listas de preços praticados no mercado doméstico. Segundo a AE, o acordo terá prazo de um ano, contando a partir deste mês, com revisão prevista em três meses.

Foto: Alan Pedro, Agência RBS.

O acordo para fixar a cota havia sido antecipado pela Agência Estado na semana passada, mas não atende às necessidades dos exportadores brasileiros já que o volume liberado é inferior ao esperado e se destina a todos os países, ainda que 80% das importações argentinas do setor venham do Brasil.

O ministro de Agricultura do Brasil, Mendes Ribeiro Filho, havia negociado com o ministro argentino Norberto Yauhar uma cota de entre 3 mil a 3,5 mil toneladas por mês. Porém, Moreno só aceitou um total anual de 26,4 mil toneladas de carne in natura e toucinho. O volume representa uma redução de 20% do que a indústria importou no ano passado e não poderá incluir nenhum produto industrializado, o que prejudica os exportadores brasileiros de frios e embutidos. No que diz respeito aos produtos industrializados, Moreno permitirá a entrada de um último carregamento de 60 toneladas de presunto cru espanhol, que se encontra no porto.

Embora esteja disposto a reabrir o mercado argentino que está fechado desde fevereiro, Moreno deu um prazo de sete dias para que a indústria apresente suas listas de preços aplicadas no mercado local e o compromisso de exportação. A indústria que não cumprir o prazo e os requisitos não poderá importar.

Os representantes da indústria estão otimistas sobre a reabertura do mercado, mas se mostram preocupados sobre a viabilidade de manter o acordo com o secretário Moreno. Os fabricantes de frios e embutidos argentinos não têm produção excedente para exportação. Por isso estão procurando exportadores de vinhos, queijos e outros produtos para formar alianças.

O acordo entre os frigoríficos e produtores foi entregue ao secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, na quarta da semana passada, dia 2. Porém, o funcionário solicitou a inclusão no texto de um compromisso por parte da indústria de compensar as importações com exportações no mesmo valor.  Moreno também pediu que o acordo explicitasse a proibição de importar produtos terminados e carne com osso e estabelecesse a obrigatoriedade do setor de apresentar listas de preços à Secretaria.

O texto incluiu ainda a proibição de importar tripas de bovinos para estimular a produção local. O principal fornecedor de tripas para o país é o Paraguai, que será afetado pela medida. A indústria e os produtores tiveram que reduzir as diferenças para chegar a um consenso sobre o volume de importação porque os frigoríficos trabalham com 25% de sua capacidade e a produção nacional de suínos não é suficiente para atender a demanda interna.

Fonte: Agência Estado

Comente aqui
09 mai19:32

Estiagem provoca queda nas exportações de soja

Rural BR

quebra de safra provocada pela seca derrubará as exportações de soja no Sul do país. Mesmo com o preço do grão em alta, o Porto de Rio Grande (RS) deve enviar para o exterior três milhões de toneladas da oleaginosa, queda de 50% na comparação com a safra anterior.

Para reverter o quadro, o Porto vai apostar no escoamento de outros grãos. As cargas de arroz destinadas a outros países devem dobrar.

— Nós estamos buscando outras cargas. Mesmo que elas não tenham um volume tão grande, elas têm um preço, um custo agregado que deixa um bom rendimento para o Porto. Então, é buscar também cargas que precisam do porto, como o arroz — afirma Dirceu Lopes, superintendente do Porto de Rio Grande.

A expectativa no Porto de Rio Grande é manter em 2012 a mesma média de 30 milhões de toneladas movimentadas no ano passado, mas o valor das mercadorias deve subir. No primeiro trimestre, o valor movimentado superou em 14% o mesmo período de 2011 e a soja teve papel importante nos números.

Segundo o analista de mercado Farias Toigo, pode faltar soja para atender a demanda mundial até a entrada da safra norte-americana. Com isso, a saca de 60 quilos pode atingir valores que superam o recorde de 2008, de US$ 16 por bushel.

— Há uma briga lá muito forte pela área plantada de milho e soja, que ainda não ficou totalmente definida. A gente vai ter esta posição oficial em 30 de junho. Havendo algum problema climático na soja, isso realmente vai ser uma bombinha no mercado. A gente não sabe a proporção que poderá ter — diz Toigo.

Comente aqui
09 mai10:46

Fraude é investigada no hospital de Três Passos

Uma intervenção temporária no Hospital de Caridade de Três Passos foi decretada na última segunda-feira pelo prefeito Cleri Camilotti (PTB). A partir da medida, foi destituída a diretoria da entidade. A decisão se dá depois do início de uma investigação de fraude e desvio de dinheiro. A apuração do Ministério Público aponta que as irregularidades estariam acontecendo há seis anos. Um membro da diretoria e dois contratados do hospital podem estar envolvidos. Um comitê gestor, formado por dois funcionários do hospital, dois médicos do corpo clínico e quatro funcionários municipais, foi designado para assumir a administração por 180 dias. De acordo com o MP, ainda é cedo para falar no valor desviado. Segundo o prefeito, a entidade tem uma dívida de pelo menos R$15 milhões.

O comitê deve dar condições para que se mantenha o atendimento da comunidade. Além disso, criará um novo estatuto para o hospital e elegerá nova diretoria.

_ A ideia é abrir as contas para facilitar o trabalho dos órgãos interessados em esclarecer a situação_ afirma Camilotti.

Segundo o relato de funcionários, empresas da região forneciam notas fiscais em branco nas quais eram lançados bens nunca adquiridos pelo hospital. O ex-presidente Armindo Leonhardt, renunciou ao cargo na semana passada assim que o caso veio a público. O administrador Jeferson Gomes de Oliveira teve o contrato rescindido pela diretoria. De acordo com testemunhas, ele teria conhecimento e era conivente com as irregularidades. Também está sendo investigado Amarildo Dall’Ago, antigo administrador do hospital. Ele dava assessoria à entidade e teve o contrato suspenso.

O vice-presidente do hospital Valcídio Reinheimer chegou a assumir a presidência interinamente e se disse surpreso com as revelações do Ministério Público.

_ Jamais imaginamos que pudesse haver qualquer irregularidade. É lamentável _ disse.

Uma equipe do Ministério Público foi designada exclusivamente para o caso. Desde a última sexta-feira, triplicou o número de pessoas dispostas a testemunhar. Segundo a promotora Aline Stefanello Segnor, pelo menos quatro empresas estariam envolvidas.

_ Ainda temos muito trabalho pela frente. É possível que aumente o número de envolvidos. Por enquanto, acreditamos que os demais integrantes da direção do hospital desconheciam o esquema_ diz a promotora.

O Hospital de Caridade de Três Passos é uma associação privada que recebe recursos dos municípios da região Celeiro, do Estado e da União. Do governo federal, seriam repassados ao mês, pelo menos, R$300 mil e das demais esferas outros R$500 mil mensais. Como o caso envolve verbas da União, o Ministério Público Federal será comunicado sobre o andamento do trabalho e a Polícia Federal deve auxiliar nas investigações.

Contraponto

O ex-presidente Armindo Leonhardt, o ex-administrador Jeferson Gomes de Oliveira e o ex-assessor Amarildo Dall’Ago não foram localizados por Zero Hora.

2 comentários
08 mai15:50

Localizado adolescente de São Luiz Gonzaga que estava desaparecido

Por volta das 13h desta terça-feira, Cassimiro Oliveira Caetano, 14 anos, foi encontrado em uma estrada de chão, na localidade de Rincão do Meio, interior de Santo Antônio das Missões.

O adolescente teria saído de casa de bicicleta por volta das 7h de ontem, para ir até o Instituto Estadual Osmar Poppe de São Luiz Gonzaga, onde estuda, e desde então a família não tinha mais notícias.

Segundo  o padrasto do menino, Luiz Felipe Cadore, ele foi encontrado caído na estrada, junto de sua bicicleta, por um motorista que passava pelo local e o reconheceu. As primeiras informações é que o garoto foi socorrido pelo Samu ao hospital e passa bem.
Ainda é desconhecido o motivo do seu desaparecimento.

Comente aqui