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aftosa

01 mai08:43

Começa nesta terça-feira campanha de vacinação contra aftosa

Foto: Luís Frey, especial

Nesta terça, 1º, será dada a largada para a primeira etapa da Campanha da Vacinação contra a Aftosa no Rio Grande do Sul. Pecuaristas devem vacinar os rebanhos bovinos e bubalinos até o dia 31 de maio. Uma das novidades da campanha deste ano é a doação de vacinas para proprietários enquadrados nos critérios do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e da Pecuária Familiar, com até cem cabeças. Nas edições anteriores recebiam gratuitamente a vacina os proprietários que tinham até 50 animais. O Governo do Estado, através da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa), investiu R$ 12 milhões na aquisição de 6 milhões de doses para atender à demanda.

A expectativa da Seapa é que nesta primeira etapa sejam imunizados 134,5 milhões de animais.

Na região de Santa Rosa, o lançamento da campanha ocorrerá amanhã, a partir das 13h30min, na propriedade rural de Antônio Frohlich, em Santo Cristo.

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07 jan10:39

De olho na aftosa, agentes fiscalizam propriedades e veículos no Noroeste

O cerco contra a aftosa seguiu nesta sexta-feira com vistorias em propriedades rurais e barreiras em rodovias da região de Santa Rosa. Agentes da Secretaria Estadual de Agricultura localizaram gado não vacinado em uma propriedade no interior de Novo Machado. Além disso, irregularidades na ficha do proprietário também foram encontradas.

_Havia uma diferença entre o que constava na ficha e o número real de cabeças de gado_afirmou o veterinário Antônio Valente, que integra uma das equipes volantes.

Também foram realizadas barreiras em rodovias e locais próximos a supermercados de Tucunduva, Tuparendi e Novo Machado. Foram fiscalizados em torno de quatro toneladas de produtos lácteos, quatro mil quilos de carne suína e dois mil quilos de carne de frango.

De acordo com o médico veterinário da Secretaria Estadual de Agricultura Antônio Valente são verificadas notas fiscais, carimbo de inspeção e se a mercadoria está sendo transportada em temperatura adequada.

Os fiscais também atuaram em Tiradentes do Sul, Três Passos, Porto Xavier e São Nicolau. O alvo foram estradas vicinais dos municípios. As quatro bases fixas de inspeção foram mantidas em Porto Mauá, Porto Xavier, Porto Lucena e Porto Soberbo.

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05 jan11:16

Fiscalização contra aftosa avança por, pelo menos, mais cinco municípios do Noroeste

Roberto Witter / roberto.witter@zerohora.com.br

No segundo dia de fiscalização em rodovias, pontos de atracação de balsas e propriedades rurais atrás de possíveis focos de febre aftosa, equipes da Secretaria da Agricultura, com apoio da Brigada Militar e do Ministério da Agricultura, avançam por, pelo menos, cinco diferentes municípios. Os fiscais atuam no noroeste do Estado, região que faz fronteira com a Argentina e que fica mais próxima do Paraguai, país onde um foco da doença foi descoberto esta semana.

De acordo com a divisão regional de Ijuí, as duas equipes volantes da unidade atuam em propriedades do interior do município de Crissiumal.

Fiscais de Santa Rosa atuam na fiscalização em rodovias e propriedades de Porto Lucena, Porto Vera Cruz e Alecrim.

Já a regional de São Luiz Gonzaga, que iniciou os trabalhos nesta quinta-feira, atua em estradas vicinais próximas do município de Garruchos.

Outras quatro barreiras fixas atuam desde quarta-feira em postos de atracação de balsas que transportam veículos e passageiros nos municípios de Porto Mauá, Porto Vera Cruz, Porto Xavier e Porto Soberbo, localidade no interior de Três Passos.

Propriedades que apresentaram grande movimento de gado, que são suspeitas de apresentarem falhas na vacinação, onde frigoríficos clandestinos foram fechados recentemente, ou que os donos possuem fazendas no Paraguai também serão priorizadas no cronograma de visitas das equipes volantes e das inspetorias veterinárias.

A fiscalização ocorrerá por tempo indeterminado no Estado.

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04 jan17:00

Fiscalização em Porto Mauá dá a largada a ações contra aftosa na região

Na propriedade de Luís Henrique Bordin, em Barra do Santo Cristo, interior de Porto Mauá, 100% dos animais foram vacinados. O produtor de 20 anos possui 220 animais e se diz consciente de que não vale a pena dar margem à doença.

_ Vacinar é o melhor caminho para evitar a perda econômica. Compramos a vacina e sempre aplicamos em todos os animais de acordo com o calendário_comenta Bordin.

A Secretaria Estadual de Agricultura de Santa Rosa começou sua fiscalização por Porto Mauá, na fronteira com a Argentina. No município, a cerca de 600km do foco da doença no Paraguai, foram montadas barreiras policiais e fiscalizadas propriedades rurais.

Para realizar o trabalho de vigilância ativa nos 21 municípios da região, com montagem de barreiras em estradas, vistoria a propriedades de risco e ações de vigilância sanitária, a equipe de Santa Rosa recebe reforço de fiscais de Osório e Cacequi.

Com a listagem das propriedades inadimplentes com a vacinação, a equipe da Secretaria Estadual de Agricultura fará visitas a esses lugares para a classificação e contagem de animais. Na região, cerca de 2% dos animais não foram vacinados.

_Se o produtor não conseguir comprovar a procedência de algum dos animais, ele fica como fiel depositário e o animal é recolhido _ explica o médico veterinário da Secretaria Estadual de Agricultura, regional de Santa Rosa, Robson Garagorry.

O novo foco


O foco da doença foi constatado na fazenda Gustavo Trugger, localizada no distrito de Piri Pukú, na periferia de San Pedro, a cerca de 340km da capital Assunção. O estabelecimento fica a 20 quilômetros da estância Santa Helena, onde foi constatado um outro foco em setembro do ano passado, o que implicou na declaração de emergência sanitária animal e a perda do status de país livre da aftosa pelo Paraguai. A nova manifestação da doença, que atinge pelo menos 170 cabeças da propriedade de Trugger, que está interditada, foi verificado no mesmo dia em que o governo paraguaio suspendia o estado de emergência sanitária.

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04 jan11:19

Fiscalização da Febre Aftosa começa hoje em propriedades do Noroeste

Roberto Witter / roberto.witter@zerohora.com.br


A reincidência de febre aftosa no Paraguai fez com que a fiscalização em propriedades próximas à fronteira com a Argentina – local que apresenta maior proximidade geográfica com o Paraguai – iniciasse nesta quarta-feira. O foco são os rebanhos bovinos do noroeste do Estado.

A partir das 14h, duas equipes da Supervisão Regional de Ijuí, da Secretaria de Agricultura do Estado, iniciarão a vistoria em propriedades. Eles farão a contagem do gado e a confrontação da coleta com os números contidos na ficha do pecuarista.

- Em caso de diferença no número de animais da propriedade com o que consta na ficha, o produtor tem até 48 para explicar para onde foram os animais que estão faltando ou porque possui mais animais do que o declarado. Caso não justifiquem, a propriedade será interditada. O objetivo é evitar esse trânsito de animais não declarados – explica Emílio Stumm, supervisor de Ijuí.

Além de percorrerem as propriedades do interior de Três Passos, município que faz parte da regional de Ijuí, uma terceira equipe montará uma barreira fixa na localidade de Porto Soberbo. A vistoria servirá para evitar a entrada no Estado de quaisquer produtos de origem vegetal ou animal vindos de outros países.

A supervisão de Santa Rosa também inicia os trabalhos na tarde desta quarta-feira. A fiscalização deverá começar por Porto Mauá, na fronteira com a Argentina. Segundo o supervisor regional Pedro Rauber, o foco das três equipes, integradas por quatro veterinários e dois auxiliares, é a identificação dos 2% de animais que não foram vacinados contra a febre.

- Tivemos esse pequeno índice de animais que não foram vacinados. Queremos saber por que isso ocorreu. Mas a situação não é uma emergência, apenas um alerta. A princípio estamos tranquilos porque o gado está vacinado – explica Rauber.

A terceira supervisão regional envolvida na fiscalização é a de São Luiz Gonzaga. No entanto, os trabalhos deverão começar somente na quinta-feira.

- Estamos com apenas uma equipe volante disponível. Até amanhã deveremos viabilizar outra e iniciar imediatamente a fiscalização – afirma o supervisor da região, Marco Morales.

>> Clique aqui para ler a matéria na íntegra em zerohora.com

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04 jan10:38

A 600km do foco de aftosa, Noroeste está em alerta

Mais uma vez um foco de aftosa no Paraguai deixa o Estado, em especial as áreas de fronteira, em alerta. A área fronteiriça, às margens do Rio Uruguai, totaliza aproximadamente 200km de linha de fronteira e pelo menos 60km no interior do território brasileiro.

Nos 29 municípios da região, onde estão instaladas as coordenadorias regionais do Departamento de Defesa Agropecuária de Santa Rosa, São Luiz Gonzaga e Ijuí, serão montadas seis equipes volantes, cada uma com um médico veterinário e dois auxiliares, que contarão com o apoio da Brigada Militar.

O trabalho de fiscalização começa nesta quarta-feira, com barreiras em Porto Mauá, a 41 km de Santa Rosa, e outros municípios de fronteira.

_Nós precisamos estar atentos. Não podemos aceitar o desvio de animais porque nos deixa numa situação de risco e estaremos atentos a isso_destacou o supervisor reginal da Secretaria Estadual de Agricultura Pedro Rauber.

As equipes de trabalho exercerão vigilância ativa, com montagem de barreiras, vistoria a propriedades de risco, fiscalização de estabelecimentos que comercializam carnes e derivados e executarão ações de vigilância sanitária.

O novo foco

O foco da doença foi constatado na fazenda Gustavo Trugger, localizada no distrito de Piri Pukú, na periferia de San Pedro, a cerca de 340km da capital Assunção. O estabelecimento fica a 20 quilômetros da estância Santa Helena, onde foi constatado um outro foco em setembro do ano passado, o que implicou na declaração de emergência sanitária animal e a perda do status de país livre da aftosa pelo Paraguai. A nova manifestação da doença, que atinge pelo menos 170 cabeças da propriedade de Trugger, que está interditada, foi verificado no mesmo dia em que o governo paraguaio suspendia o estado de emergência sanitária.

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25 nov08:37

Campanha de vacinação contra aftosa entra na reta final

Em situação de alerta sanitário desde setembro deste ano, após a confirmação de um foco de aftosa no Paraguai, o Estado se mobiliza para erradicar a doença. A segunda etapa da vacinação deve imunizar cerca de 4,5milhões de bovinos e bubalinos, com até dois anos de idade.

Até o dia 30 de novembro, o Rio Grande do Sul deve imunizar cerca de 4,5 milhões de bovinos e bubalinos, com até dois anos de idade.

Produtores enquadrados no Pronaf – Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, com até 50 animais , devem solicitar a vacina diretamente na inspetoria veterinária do seu município. No Estado, 200 mil produtores receberão gratuitamente a vacina para a aplicação em aproximadamente 1,9 milhão de animais.

Nos 21 municípios da região de Santa Rosa, 108 mil doses devem ser doadas para cerca de 18mil produtores.

Os produtores que não se enquadrarem no Pronaf devem adquirir as doses em agropecuárias credenciadas. A nota fiscal do produto e a classificação dos animais imunizados devem ser apresentadas no prazo máximo de cinco dias após a vacinação na unidade regional da Secretaria Estadual da Agricultura.

O supervisor do Departamento de Defesa Agropecuária da Regional de Santa Rosa, Pedro Rauber confirma que a propriedade que quiser movimentar animais precisa ter o comprovante de vacinação.

Mais de 26 mil animais tiveram que ser sacrificados nos anos de 2000 e 2001, quando foram registrados 52 focos de febre aftosa no Estado.

Multa para quem não aderir

O produtor que não aderir à campanha será multado e pode ter sua propriedade interditada. Ainda não receberá a Guia de Transporte Animal, o que impede que transporte o gado e faça sua comercialização.

- A multa é de 2% do valor dos animais não vacinados. Em caso de reincidência, a multa dobra. Pode ocorrer, inclusive, a interdição da propriedade – acrescenta o supervisor do Departamento de Defesa Agropecuária da Regional de Santa Rosa, Pedro Rauber.

Na primeira etapa da imunização, em maio, foram aplicadas vacinas em 95% das cerca de 14 milhões de cabeças de todas as idades.

- A Organização Mundial de Saúde Animal recomenda que 85% dos rebanhos sejam cobertos por vacina. Nós pretendemos chegar a 100% para não correr risco algum – afirma o secretário-adjunto da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Cláudio Fioreze.

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