clicRBS
Nova busca - outros

agricultura

30 dez10:24

Estiagem leva Coronel Bicaco a decretar situação de emergência

O prefeito de Coronel Bicaco Roberto Zanella assinou o decreto que declara situação de emergência devido aos efeitos causados pela estiagem na agricultora, que é a base da economia do município.

A falta de chuva registrada há mais de 40 dias já causou perdas de em torno de 80% nas lavouras de milho, além de ter prejudicado parte da produção de soja e da produção leiteira, em função da falta de pastagens.

O referido decreto foi encaminhado na quarta-feira para a Defesa Civil do Estado, com toda a documentação probatória e o levantamento feito pelos órgãos competentes do município a respeito das perdas econômicas e social para o município. O documento também autoriza a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil a desencadear um Plano emergencial de resposta aos desastres, causados pela estiagem. O decreto deverá vigorar por 90 dias podendo ser prorrogado por mais 90.

Perdas acima dos 80%


A Secretaria Municipal de Agricultura, juntamente com o Conselho Agropecuário e Emater/RS, divulgaram um levantamento preliminar das perdas ocorridas na agropecuária do município devido a estiagem.

De acordo com o laudo enviado à Defesa Civil do Estado, nas lavouras de milho, as perdas já ultrapassam os 80%, ou seja, cerca de 3,500 hectares. Nas lavouras de soja, a falta de chuva já prejudicou 10% do total plantado.

A produção de leite registrou queda de 40%, em virtude da falta de pastagens. O feijão, também com cerca de 300 hectares perdidos, aponta perdas de 70%. Além disso, a seca diminuiu drasticamente os mananciais e rios, causando recesso de águas no município.

Informações: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Coronel Bicaco

Comente aqui
29 dez13:05

Emater estima perda de até 40% nas culturas de verão

A situação das lavouras no Rio Grande do Sul, em função da estiagem, motivou uma reunião coordenada pela Delegacia Regional do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

O meteorologista do Cemetrs da Fepagro, Flávio Varone, apresentou as médias de ocorrência de precipitações nos últimos períodos e a projeção para os próximos três meses, que é de chuvas abaixo da média. Já o gerente técnico estadual da Emater/RS-Ascar, Dulphe Pinheiro Machado Neto, apresentou as estimativas de perda nas lavouras da safra de Verão, provocadas pela estiagem.

Ao final do encontro, ficou definida uma nova reunião para a próxima semana, com representantes de entidades e instituições envolvidas, uma vez que o prejuízo pode chegar a 40%.

Número exato do prejuízo será conhecido em janeiro


Segundo levantamento realizado pela Emater/Ascar no início do mês de dezembro, as culturas do milho e do feijão são as mais afetadas, podendo registrar perdas de até 40% das lavouras, em relação às expectativas iniciais. A soja ainda está sem confirmação de perdas e, no caso do arroz, deve haver redução da área cultivada nesta safra.

No Estado, entre 40% e 50% das lavouras de milho e do feijão estão nas fases de floração e enchimento de grãos, consideradas críticas quanto à presença de umidade no solo, fator indispensável para se garantir uma boa produtividade. Essa situação trará reflexos na produção total desta safra, uma vez que os danos em termos de diminuição do potencial produtivo podem ser considerados irreversíveis em 50% da área projetada.

As lavouras que se encontram em desenvolvimento vegetativo, cerca de 34% do total cultivado, também apresentam problemas na sua evolução, como murchamento das folhas basilares e crescimento deficiente.

Os prejuízos só serão conhecidos a partir do início de janeiro, quando os dados da segunda quinzena deste mês serão tabulados no Sistema de Monitoramento das Condições das Culturas. Até lá, o presidente da Emater/RS, durante assinatura de convênios entre SDR e prefeituras, ocorrida na manhã desta quarta-feira (28/12), solicitou aos prefeitos e secretários municipais de Agricultura que encaminhem informações sobre limites de abastecimento humano e animal de cada município, para que se possa ter a dimensão mais concreta do problema.

Informações: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar

Comente aqui
28 dez14:02

Estiagem deve provocar perda de cerca de R$ 2,5 bilhões na economia gaúcha

Cerca de R$ 2,5 bilhões devem deixar de circular na economia gaúcha em 2012 em razão da estiagem prolongada. Estimado pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado (Fecoagro) com base nas perdas das lavouras de milho, o prejuízo tende a provocar reação em série que afetará indústria, comércio e municípios.

— O impacto será forte se a quebra se confirmar, mas é preciso esperar até janeiro. Então, pode melhorar ou piorar — observa Tarcísio Minetto, economista da Fecoagro.

No noroeste gaúcho, em torno de 30% das lavouras foram perdidas. Mesmo se chover nos próximos dias, não há mais possibilidade de reverter o saldo.

_A expectativa inicial da produtividade era colher 4.351 Kg por hectare. Agora essa expectativa baixou para 3.482 Kg_ afirmou o engenheiro agrônomo e assistente técnico regional (ATR), Aldo Schmidt.

A colheita, prevista para iniciar em janeiro, já está sendo realizada em alguns municípios, como Maurício Cardoso, que já tem colhido 3% da área cultivada.

>> Clique aqui para conferir a situação em outras regiões do Estado, em reportagem de Zero Hora

Comente aqui
24 dez16:11

Chuva de 20mm na região Noroeste anima agricultores


Presente para os agricultores do noroeste gaúcho.
Às vésperas do Natal, os agricultores da região comemoram a média de 20mm de precipitação e a possibilidade de salvar as lavouras de soja.

No cultivo do milho, as perdas já são de 30% no noroeste. No entanto, a chuva do final de semana não poderá mais reverter o prejuízo. Se chover nos próximos dias, é possível que a soja ainda seja recuperada. Mas é preciso que o volume seja significativo e bem distribuído.

Nos 45 municípios das regiões Noroeste e Missões, foram cultivados 158,5 mil hectares de milho, com expectativa inicial de 4.300 kg/ha, e 652,6mil hectares de soja, podendo ser colhidos 2.400kg ha.

Comente aqui
23 dez15:17

Emater estima perdas de 23% nas lavouras de milho na região de Santa Rosa

Com a escassez de chuvas, os agricultores do noroeste gaúcho já contabilizam prejuízos nas lavouras de milho. Celso Weimer, de Três de Maio, é um dos poucos produtores rurais da região de Santa Rosa que está com a safra de milho garantida, devido ao sistema de irrigação implantado na lavoura.

_Desde que construí o açude de meio hectare de lâmina de água, não dependo mais de chuva para garantir a produtividade de 190 sacos por hectare. Há três anos não sei mais o que é ter perdas na lavoura_ comemorou.

Enquanto isso, a grande maioria das lavouras acumulam perdas que, em alguns casos, já chegam a 60% diante da estiagem que assola o Estado.

De acordo com os dados do Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (22/12), 73% do milho (158.510 hectares) já está plantado nos 45 municípios de abrangência do escritório regional da Emater em Santa Rosa. A estimativa das perdas, devido à seca, é de 23%.

_A expectativa inicial da produtividade era colher 4.351 Kg por hectare. Agora essa expectativa baixou para 3.482 Kg_ afirmou o engenheiro agrônomo e assistente técnico regional (ATR), Aldo Schmidt.

A colheita, prevista para iniciar em janeiro, já está sendo realizada em alguns municípios, como Maurício Cardoso, que já tem colhido 3% da área cultivada.

Informações: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar Regional de Santa Rosa

Comente aqui
23 dez12:09

Manhã registra chuva em lavouras do Noroeste

Roberto Witter | roberto.witter@zerohora.com.br

A manhã desta sexta-feira registrou chuva em algumas cidades do noroeste do Estado, uma das regiões afetadas pela estiagem. De acordo com a Central de Meteorologia da RBS, a precipitação em Cruz Alta foi de 31 milímetros. No interior do município, no entanto, a chuva foi mais fraca, em torno de 5 milímetros em algumas localidades.

Segundo a Emater, o volume é insignificante em relação às lavouras de milho e soja, que já registram perdas.

A véspera de Natal deve ser chuvosa em todo o Rio Grande do Sul, principalmente durante o período da manhã. No entanto, os acumulados ainda serão baixos. A temperatura entra em declínio, com máxima prevista de 27ºC.

A frente fria deixa o Estado no dia de Natal. Podem ocorrer algumas pancadas de chuva, mas fracas e isoladas.

Comente aqui