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16 jan10:46

NOROESTE EMPREENDEDOR: Ramos e Copini é destaque de empreendedorismo na região

Durante a trajetória de 21 anos, a Ramos e Copini traçou uma história de empreendedorismo. De uma pequena loja em Seberi a uma rede nas regiões Norte, Central e no Noroeste gaúcho, a empresa apresenta hoje, soluções eficientes em peças e acessórios para veículos leves e utilitários.

O princípio em Seberi, norte do Estado, foi singelo. Com planejamento estratégico e muito trabalho, após quatro anos a pequena loja já tinha seu espaço ampliado e investido em uma frota própria de veículos que realizava pronta entrega regional.

Hoje, seu portfólio já ultrapassa 30mil clientes de varejo e atacado entre varejistas, autocenters, oficinas mecânicas e consumidores particulares.

O estoque conta com mais de 20mil itens comercializados, entre eles as linhas de: suspensão, freios, escapamentos, motores, embreagens, injeção eletrônica, latarias, parachoques, vidros, pneus, rodas esportivas, som automotivo e acessórios em geral para veículos leves e utilitários das principais marcas nacionais e importadas.

Visão estratégica

Atendendo toda a região norte, noroeste e central do Rio Grande do Sul, hoje a Ramos e Copini já tem lojas em Seberi, Frederico Westphalen, Ijuí, Carazinho, Cruz Alta, Palmeira das Missões, Panambi e Santa Maria. Em 2011, dando continuidade à sua visão empreendedora, a Ramos e Copini chegou em Soledade e Santo Ângelo.

De acordo com um dos sócios da empresa, Fábio Ramos, a meta é superar a marca de 20 lojas até 2016.

Além dos preços acessíveis, a empresa tem como grande diferencial um Crediário Próprio, que financia as compras em até 12 vezes, através do Cartão Ramos e Copini.

O modelo de loja e o layout são destaques em diversas revistas especializadas do ramo automotivo, que já elegeram a empresa como destaque em premiações e reconhecimentos como “uma das 10 melhores lojas do sul e entre as 50 melhores do Brasil” (Revista Venda Mais) e também o “Prêmio Destaque Varejista do RS” (Sincopeças-RS).

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21 nov17:10

Supervalorização do piso regional preocupa empresários das Missões

Empresários gaúchos estão apreensivos com a proximidade do período de reajuste do salário mínimo regional. Eles defendem que os estados brasileiros que adotaram a política do piso regional criaram menos empregos e também apresentaram menor crescimento da renda média per capita.

_Existe uma supervalorização do mínimo regional, e nós somos contra que as pequenas e médias empresas é que tenham que arcar com o ônus_ destacou o empresário e presidente do Sindilojas Missões, Luiz Carlos Dallepiane.

Segundo ele o Sistema Fecomércio, a Farsul, Fiergs, Federasul, FCDL elaboraram um documento e entregaram ao governo do Estado, pedindo análise criteriosa sobre o impacto que o piso regional vem causando às empresas e uma revisão na regra do mínimo nacional.

_Entre julho de 2000 e setembro de 2011, o salário mínimo nacional teve um aumento nominal de 260,9%, sendo que, no mesmo período, o INPC (Indice Nacional de Preços ao Consumidor) variou 110,8%_destacou Dallepiane.

Durante o Governo Lula, o mínimo nacional experimentou um aumento nominal de 155% e, que no mesmo período, o INPC foi de 57%.

_Estamos pedindo uma revisão disso tudo. Antes de quantificar queremos que o governo estude o impacto que cada centavo vai gerar. Para ter dimensão do que vai causar cada índice concedido. E precisamos que ele faça isso antes de janeiro, que é o mês do reajuste anunciado_ acrescenta o presidente do Sindilojas Missões.

Informações: Edna Lautert, Assessoria de Imprensa Sindilojas Missões

>> Clique aqui para assistir ao vídeo gravado com a economista da Fecomércio-RS, Patrícia Palermo, que alerta para os quatro principais pontos que fazem do mínimo regional e de regras fixas para seu reajuste anual um mau negócio para o Estado.


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