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Noroeste

19 nov08:44

Região registra significativas diferenças no preço da cesta básica

Estabelecimentos comerciais de sete municípios da região vem sendo visitados ao longo de 2011 por alunos do curso de Economia da FAHOR. Um dos objetivos centrais é avaliar as diferenças de preços praticados da cesta básica e o grau de comprometimento do salário com os 13 produtos alimentícios que a compõem.

A pesquisa realizada no mês de novembro em Horizontina, Tucunduva, Doutor Maurício Cardoso e Três de Maio mostrou significativas discrepâncias de valor. Enquanto que em Horizontina e Doutor Maurício Cardoso o valor da cesta aumentou, os moradores de Três de Maio pagaram menos pelos alimentos em novembro.

Horizontina

Em novembro constatou-se o aumento de 4,24% no valor necessário para a aquisição dos treze itens da cesta básica, considerando os preços médios dos oito mercados pesquisados. Se em outubro eram necessários R$ 261,21 para a compra de uma cesta básica, em novembro este valor passou a ser de R$ 274,40.

Um dos principais fatores que levaram a esse aumento foi a alta nos preços de alguns alimentos: tomate, 31,67%; batata inglesa, 18,40%, e carne de gado 4,58%. Em contrapartida, poucos foram os produtos que obtiveram diminuição no preço, tais como a farinha de trigo (-33,62%); o pão (-5,27%); o açúcar (-4,00%); banana (-3,95%).

Neste mês de novembro foi possível constatar que os mesmos treze itens alimentícios (e suas respectivas quantidades) poderão ser adquiridos por R$ 175,25 quando forem escolhidos os menores preços, enquanto que R$ 382,20 serão necessários se escolhidos os mesmos produtos com os maiores valores.

Doutor Maurício Cardoso

A pesquisa dos preços da cesta básica no mês de novembro em Maurício Cardoso indicou uma elevação nos preços de novembro em relação a outubro. O aumento nos preços foi de 4,74%. A elevação nos preços da cesta básica foi resultado de diversos produtos que apresentaram significativos aumentos.

No decorrer do período em que a pesquisa foi possível observar que o tomate e a batata inglesa são os produtos que possuem maior oscilação em seus preços. Exemplo desta oscilação é o fato de que em setembro o tomate apresentou o seu menor preço, R$ 2,46 por quilo. Já em novembro o mesmo produto custa R$ 4,54, o kg.

Em Dr. Maurício Cardoso a pesquisa apontou ainda, que uma cesta básica poderá ser adquirida por R$ 277, 33 com base nos preços médios. Mas se o consumidor comparar os preços e escolher os itens mais baratos poderá adquirir os mesmos produtos com R$ 229,40. Por outro lado, aqueles que não efetuarem pesquisas ou optarem por determinadas marcas poderão pagar até R$ 332,55.

Tucunduva

Em relação aos valores apurados na pesquisa da cesta básica para o mês de novembro, constatou-se que em Tucunduva são necessários R$ 269,69. A título de comparação, no mês de outubro na capital gaúcha o consumidor desembolsava R$ 277,34 para a aquisição dos mesmos itens e quantidade.

Desta forma, os valores calculados da cesta básica para o mês de novembro em Tucunduva, permitem apontar que numa família composta por um casal e dois filhos pequenos (equivalentes a três adultos) serão necessários R$ 809,06 para a aquisição de alimentação básica.

Quando o consumidor escolher os menores preços, a cesta básica poderá ser comprada gastando R$ 202,45. Por outro lado, quando forem escolhidas as marcas mais caras o desembolso do consumidor de Tucunduva salta para R$ 337,39.

Três de Maio

Em Três de Maio, neste mês de novembro, constatou-se que são necessários R$ 259,03 para adquirir uma cesta básica. Este valor corresponde a um montante menor do que aquele obtido no mês de outubro. A queda no valor da cesta básica foi de 1,20%.

Os produtos que apresentaram as maiores quedas nos preços foram: a banana e o tomate. Já os produtos que apresentaram maiores elevações foram a batata inglesa, o arroz, farinha de trigo e o açúcar.

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18 nov08:14

Hospital de Três de Maio comemora o baixo índice de infecção hospitalar

É considerada infecção hospitalar aquela adquirida após a admissão do paciente, que se manifesta durante a internação ou após 72 horas da alta, quando puder ser relacionada com a internação ou procedimentos hospitalares.

De outubro de 2010 a outubro de 2011, o índice de infecção hospitalar no Hospital São Vicente de Paulo foi de apenas 0,96%. O índice é comemorado pelo de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) da instituição tresmaiense, uma vez que o indicador recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de 3%.

Porém, mesmo tendo esse índice abaixo do recomendado, é necessário que os visitantes dos pacientes também colaborem na manutenção deste indicador. Segundo a enfermeira responsável pelo SCIH, Mariliane Moura de Oliveira, os visitantes podem contribuir para que esse índice fique cada vez melhor, evitando assim problemas para os pacientes.

_Há uma preocupação constante em proteger os pacientes e familiares de infecções, de conservar o hospital limpo, organizado e manter o silêncio necessário para a rápida recuperação do paciente_ comenta Mariliane.

Em média, circulam no HSVP cerca de 5 mil pessoas por semana. Caso não houver os cuidados necessários, poderá ocorrer o aumento do índice de infecção no hospital, o que irá comprometer principalmente a qualidade do atendimento e a melhora dos pacientes internados.

Como a comunidade pode colaborar para ajudar a diminuir os riscos de infecção hospitalar

  • Não fumar, não falar em voz alta, não sentar nas camas;
  • Lavar as mãos ou usar álcool antes e depois do contato com qualquer paciente;
  • Evitar contato físico com o paciente;
  • Não fazer visitas hospitalares quando estiver com qualquer infecção (gripe, dor de garganta, doença respiratória aguda, doenças de pele, entre outros);
  • Evitar compartilhar alimentos, bebidas e objetos pessoais;
  • Não deixar refrigerantes e doces nos quartos;
  • O acompanhante deve fazer o lanche na cafetaria do hospital, auxiliando com a limpeza e controle de insetos;
  • Não levar chimarrão, colchões, televisão, aquecedores, cobertores e alimentos.

Informações: Assessoria de Comunicação do HSVP

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