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15 mai14:36

Valor da produção das lavouras em 2012 está estimado em R$ 211,24 bilhões

Valor Bruto da Produção (VBP), que é a soma do valor das principais lavouras do Brasil, está estimado em R$ 211,24 bilhões em 2012, segundo cálculo da Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento divulgado nessa terça, dia 15. Os dados são obtidos com base nos resultados verificados no mês de abril.

Chama atenção do governo que esse valor está abaixo doobtido no ano passado, de R$ 216,26 bilhões. Mesmo assim, é o segundo maior valor desde que foi iniciada a série histórica do VBP, em 1997. Os ajustes nas quantidades e nos preços mês a mês vão definindo a estimativa de valor para o ano em curso, uma vez que o valor bruto da produção é obtido através das informações de safras e dos preços, explicou o coordenador de Planejamento Estratégico do Mapa, José Garcia Gasques.

Os maiores destaques quanto ao aumento do VBP foram verificados no algodão, cuja elevação foi de 30,4%, cana-de-açúcar, 9,5 %, feijão, 4%, e milho, 16,4 %.

– Esses resultados vêm ocorrendo principalmente pelo aumento dos preços desses produtos – justificou Gasques.

Os produtos com pior desempenho neste ano, no entanto, foram a batata-inglesa, com redução no valor de 40,5 %; o fumo, 52,2 %; a cebola, que teve uma redução de 9,3 %; o cacau, 10,9 %; a laranja, 14,3 %; a soja, 12,9 % e o tomate, 4,7%, entre outros.

As reduções no VBP desses produtos se devem especialmente por conta dos   menores preços registrados no período. Na soja, em especial, a redução de 12,9% no valor em 2012 é atribuída aos problemas da seca no Sul, principalmente no Rio Grande do Sul e no Paraná, onde as quedas de produção foram acentuadas.

Resultados regionais
A seca ocorrida no final do ano passado e no início deste ano, no Sul, e a que assola o Nordeste, têm provocado perdas em muitas lavouras. As informações de safra referentes ao mês de abril mostram quedas de produção de feijão e milho no Nordeste.

Segundo Gasques, esse desempenho afeta os resultados obtidos com a venda da safra nas regiões que registraram irregularidades climáticas mais acentuadas. A queda do valor da produção de 20,3 % no Sul devido a esses resultados desfavoráveis, faz com que o ano de 2012 seja o primeiro onde o valor da produção do Centro Oeste supera o valor da região Sul.

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01 mai15:30

Novidade na Fenasoja: Gir Leiteiro é alternativa de produção de leite a baixo custo

Uma raça que se destaca pela rusticidade, longevidade produtiva e reprodutiva, baixo custo de mantença e versatilidade nos cruzamentos é novidade na exposição pecuária da 19ª Feira Nacional da Soja (Fenasoja) em Santa Rosa. Além das tradicionais Holandesa e Jersey, podem ser conferidos 20 animais da raça Gir Leiteiro, em exposição no Parque Municipal Alfredo Leandro Carlson.

Quem pretende produzir leite a baixo custo tem nessa raça uma interessante alternativa. Segundo o coordenador do Núcleo Gaúcho de Criadores de Gir Leiteiro do Rio Grande do Sul, José Amaral, vale a pena apostar na criação de animais desta raça.

_ Trata-se de um animal rústico, que tem alta capacidade de conversão alimentar. Como produz leite a pasto, seu grande diferencial é a produção de leite a baixo custo. Ainda, é resistente a parasitas_ afirma Amaral, que cria 70 cabeças da raça Gir, em sua propriedade em Caxias do Sul.

Pela sua rusticidade, o Gir Leiteiro, originário da India, tem menor custo de alimentação, medicamentos e assistência veterinária.

Com inserção recente no Estado, Amaral diz que a raça já apresenta crescimento na comercialização.

_ O Estado do Rio Grande do Sul foi o segundo maior comprador de sêmen dessa raça em 2011. Ficou atrás apenas de Minas Gerais. O número de doses compradas em 2011 ultrapassa 63 mil.

O agricultor Sandro Altair Taminski, 32 anos, se interessou nos benefícios e resolveu apostar na criação de Gir Leiteiro no ano passado. Morador de Porto Vera Cruz, no noroeste do Estado, possui 25 animais que produzem em media 15 litros já em sua primeira lactação.

_Mesmo que seja mais comum em outras regiões do Estado é possível criar no noroeste porque o clima é o mesmo. Na primeira lactação a média de produção de leite é de 13 a 17 litros, se a alimentação for a pasto. A vaca adulta produz normalmente de 30 a 40 litros_conta Taminski.

O Gir Leiteiro também é conhecido pelo bom temperamento que facilitam a ordenha, seja manual ou mecanizada. A docilidade da raça aliada a um bom manejo possibilitam a produção de leite em larga escala.

A Pecuária é uma das atrações da Fenasoja, que será realizada até o dia 6 de maio, no Parque de Exposições de Santa Rosa.

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01 mai08:43

Começa nesta terça-feira campanha de vacinação contra aftosa

Foto: Luís Frey, especial

Nesta terça, 1º, será dada a largada para a primeira etapa da Campanha da Vacinação contra a Aftosa no Rio Grande do Sul. Pecuaristas devem vacinar os rebanhos bovinos e bubalinos até o dia 31 de maio. Uma das novidades da campanha deste ano é a doação de vacinas para proprietários enquadrados nos critérios do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e da Pecuária Familiar, com até cem cabeças. Nas edições anteriores recebiam gratuitamente a vacina os proprietários que tinham até 50 animais. O Governo do Estado, através da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa), investiu R$ 12 milhões na aquisição de 6 milhões de doses para atender à demanda.

A expectativa da Seapa é que nesta primeira etapa sejam imunizados 134,5 milhões de animais.

Na região de Santa Rosa, o lançamento da campanha ocorrerá amanhã, a partir das 13h30min, na propriedade rural de Antônio Frohlich, em Santo Cristo.

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22 abr09:08

Sistema que combina produção de árvores, pastagens e gado será apresentado durante 19ª Fenasoja

Há poucos dias da feira, a área da Exporural aguarda com atrações tecnológicas e novidades de cultivo e manejo

Durante a 19ª Fenasoja, em Santa Rosa, uma ampla área deve apresentar  novas alternativas de cultura e manejo, especialmente para a região que sofre frequentemente com intempéries climáticas. Com espaço ampliado, a Exporural apresenta ideias alternativas para os produtores locais. Para além da tradicional cultura de milho, soja e trigo, surge a proposta de apostar na silvicultura, em função da crescente demanda de madeira para construção e móveis.

O sistema silvipastoril é uma forma de agregar renda em um mesmo espaço de terra.  Ao mesmo tempo que o produtor adere à silvicultura – exploração econômica da madeira – ele pode investir na pecuária e na produção de pastagens. Portanto, na mesma área pode-se produzir eucaliptos, por exemplo, e combinar com o plantio de pastagem e criação do gado.

A combinação intencional entre árvores, pastagens e gado, além de ser benéfico para o bolso do produtor, é uma forma sustentável de

Sistema silvopastoril combina plantio de árvores e pastagens com a criação de gado

criação dos animais.

_ Além da alimentação do gado, investe-se no bem estar-animal, à medida que as árvores disponibilizarão sombra durante o pastoreio. Ainda haverá proteção para o desenvolvimento da pastagem_ explica o presidente da Exporural Gabriel Augusto Weber.

Durante o evento serão apresentados cinco cultivares de eucalipto, adequados para a produção de móveis e aplicação na construção civil. As árvores e as forrageiras que serão apresentadas durante a Fenasoja permanecerão no Parque, onde será criada uma área de produção permanente. Assim, será possível acompanhar o desenvolvimento do local nas próximas edições da feira.

Na Exporural, os visitantes poderão conferir ainda, cultivares e tecnologias aplicadas no plantio de milho e soja, quintais orgânicos com árvores frutíferas cultivadas e nativas da Embrapa, case de aplicação de agroenergia, avicultura colonial proposta pela Emater, estandes de grandes empresas do agronegócio e palestras técnicas em diferentes áreas.

O evento ocorrerá paralelamente à 19ª Fenasoja, de 27 de abril a 6 de maio, no Parque Municipal de Exposições de Santa Rosa.

Valores dos ingressos

No primeiro dia da feira, quando ocorrerá o show de Luís Carlos Borges e Careca, a entrada ao parque será franca. Nos demais dias, o ingresso será de R$ 5,00, com direito a acesso aos shows, com excessão da quarta-feira, dia 2 de maio, quando será promovido o show de Guilherme e Santiago. Nesta data, o ingresso será de R$ 5,00 até às 14h, e a partir deste horário, R$ 25,00. Também haverá venda de ingressos antecipados, a R$ 15,00.

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10 abr15:34

Programa de produtividade de leite garante ‘Balde Cheio’ em Três de Maio

Foto: Ramone Pacheco, divulgação

Em dois anos de efetivação do programa de produtividade e qualidade do setor lácteo, Balde Cheio, propriedades rurais de Três de Maio registram significativa ampliação da produtividade de leite. De acordo com o Secretário Municipal de Agricultura Valdir Ortiz, a maioria ampliou a média de sete para doze litros de leite vaca/dia.

O Balde Cheio – resultante de convênio entre Cooperideal, Embrapa e Emater – surgiu com a meta de atender a demanda de leite de empresas do setor instaladas na região. Além de aumentar a produtividade, a finalidade é avançar na qualidade do leite e reduzir os custos da produção, mantendo o mesmo número de vacas em lactação.

Para se alcançar estes resultados, a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente disponibiliza uma assessoria técnica para a implantação de novas tecnologias nas propriedades, com a aplicação de metodologia recomendada pela Embrapa.

_O sucesso do Projeto foi tanto, que este processo será replicado em Três de Maio e implementado em mais quatro municípios, através de uma Unidade Demonstrativa e 20 Unidades Assistidas_destaca Ortiz.

Independência, Horizontina, Boa Vista do Buricá e São José do Inhacorá identificaram o potencial do programa e optaram por aderir à ideia, por meio de da FUNCAP-FBB/BNDES, com apoio das prefeituras municipais, Emater e os mantenedores da Funcap.

Além destes, o Projeto Balde Cheio despertou a curiosidade de autoridades de Santo Cristo, que foram a campo para conhecer a metodologia aplicada nas propriedades de Três de Maio.

No distrito de Barrinha, a realidade da família Zimpel, impressiona.

_Antes utilizávamos da pecuária leiteira apenas como complemento às atividades, e nossa produção era pouca, cerca de 123 litros de leite por dia. Mas a situação mudou, e hoje entregamos diariamente 298 litros de leite, sendo que já alcançamos a litragem de 325 em um único dia_ relata a produtora Neide Zimpel.

A produção de leite ajudou a minimizar os efeitos financeiros negativos em virtude da seca, sendo que as perdas nas lavouras de milho e soja foram quase totais.

Neide ressalta que nunca esperou chegar ao resultado de hoje, e que se não

_Se continuarmos aumentando nossa produção, ano que vem iremos trabalhar apenas com o leite_comenta Zimpel.

>> Com informações da Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Três de Maio

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07 abr11:43

Gaúchos devem ampliar área de cultivo do trigo para compensar prejuízos com a estiagem

Rogério Sartori, Especial

lara.ely@zerohora.com.br

Os dois maiores produtores de trigo do país, Rio Grande do Sul e Paraná, têm decisões opostas em relação ao cultivo do grão para a próxima safra.

Enquanto os paranaenses optam pela redução da área plantada, os gaúchos devem ampliar em até 18% suas lavouras como forma de compensar prejuízos da estiagem.

Com resultado muito abaixo do esperado, a colheita das culturas de verão fez com que os produtores depositassem expectativas no trigo. A opção pelo grão ocorre mesmo diante das dificuldades de venda dos estoques da última safra.

De acordo com o presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (Fecoagro), Rui Polidoro, o produtor vai aumentar a área plantada de 15% a 18% na expectativa de que a comercialização ocorra normalmente.

— Em contrapartida, para escoar a produção sem a dificuldade da safra passada, esperamos uma melhora no aspecto de venda e logística para garantir rentabilidade e comercialização com preço mínimo garantido — afirma.

Polidoro defende que não é necessário criar novos mecanismos de venda. Bastaria o governo usar os que já existem na época certa, como leilões de Prêmio de Escoamento da Produção (PEP) e financiamento de custeio.

A expectativa dos agricultores é de que no lançamento do Plano Safra – que deve ocorrer no próximo dia 15, o governo anuncie algum tipo de apoio ao setor.

Na região de São Luiz Gonzaga, onde a maioria dos agricultores não conseguiu colher mais do que cinco sacas de soja por hectare, o trigo será a primeira opção de recuperar a lavoura. É a estabilidade na produção, aliada à produtividade e a qualidade do grão, que motiva os agricultores.

De acordo com Paulo Pires, presidente da Cooperativa Tritícola Regional Sãoluizense (Coopatrigo), o produtor confia na estabilidade da cultura e na intervenção do governo para a comercialização no mercado interno:

— Estamos produzindo preferencialmente o trigo tipo pão, para atender à demanda do mercado, apesar de os moinhos só quererem comprar mercadoria de fora do país.

>> Clique aqui para ler a matéria na íntegra em zerohora.com

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31 mar14:23

Unidade de recebimento de grãos da Coopermil em Giruá inicia atividades

Uma nova estrutura localizada em Santo Antônio, município de Giruá, situada estrategicamente ao lado da RS-344, no sentido Girua – Santo Ângelo, passou a receber os grãos da safra de soja, desde a última quinta-feira, dia 29.

A 12ª unidade de recebimento de grãos da Coopermil está estruturada para acolher a produção dos associados e agricultores localizados nas proximidades da comunidade. O empreendimento conta com um tombador hidráulico para carretas, o que propicia uma maior agilidade no recebimento da produção.

Segundo o presidente da Coopermil, Joel Antonio Capeletti, o investimento realizado pela cooperativa nesta estrutura, de mais de R$ 1.500.000,00, demonstra a preocupação da Coopermil em oferecer aos associados e agricultores da região as melhores condições para a entrega de sua produção, com a tranquilidade e a credibilidade que são marcas da Cooperativa .

A direção da Coopermil está preparando para logo após o período de colheita da atual safra os atos oficiais de inauguração da nova estrutura, pois, de acordo com o superintendente da Coopermil, Gabriel Weber, a preocupação maior neste momento está voltada a oferecer aos produtores a alternativa de mais um ponto de recebimento, permitindo assim que ele tenha tranquilidade para efetuar a colheita de sua safra.

>> Com informações da Assessoria de Comunicação da Coopermil

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27 mar11:34

Apesar da perspectiva de chuva, agricultores temem mais perdas com a chegada do frio

Marielise Ferreira/marielise.ferreira@zerohora.com.br

A chuva não adianta mais para recuperar a safra frustrada e as perdas bilionárias na economia gaúcha. Mas a perspectiva de precipitações regulares e bem distribuídas até a primavera anima o campo — e exige cautela. Especialistas alertam que a redenção para os problemas no verão não deve ocorrer completamente no inverno.

— Não se pode querer compensar tudo no ciclo de inverno. É preciso manter o planejamento de rotatividade e prazos para plantio — observa Alencar Rugeri, engenheiro agrônomo da Emater.

A corrida por informações sobre novas culturas já foi deflagrada. A linhaça e a canola surgem como alternativas ao trigo em algumas

Foto: Roberto Witter/ Efeitos da seca ainda são percebidos no noroeste

regiões. Entre os agricultores do Noroeste, uma das regiões mais castigadas pela seca, a maior preocupação é com a cobertura de solo, o que indica um aumento no cultivo de aveia.

Antes da chuva, porém, a preocupação é que o frio provoque outro revés na safra de verão. Segundo a Emater, as baixas temperaturas previstas para os próximos dias podem prejudicar as lavouras remanescentes de milho e soja. Rugeri destaca que a variação extrema de temperatura é um risco para a planta.

O consultor Jorge Vargas observa que o objetivo deve ser reter o máximo de água no solo para tentar evitar perdas maiores na safra de verão. Se depender do clima, há esperança de sobra. Além da chuva mais frequente a partir de abril, a previsão é de volumes considerados bons até mesmo na primavera, quando começa a safra de verão.

— Tudo dependerá de como o solo vai absorver a água, mas se a primavera for mesmo chuvosa, há boas perspectivas de safras melhores — salienta Julio Renato Marques, professor da Faculdade de Meteorologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

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24 mar15:11

Com quebra na produção, abre oficialmente colheita de soja no Estado

Foto: Germano Rorato Neto, especial

Leandro Belles/ leandro.belles@diairosm.com.br

A colheita da soja no Estado foi aberta oficialmente na manhã deste sábado, em Tupanciretã, na região Central, com a presença do governador Tarso Genro. O município escolhido para a solenidade tem a maior área plantada do principal produto agrícola do Rio Grande do Sul: são 140 mil hectares de lavouras.

Tarso chegou à propriedade do produtor Dorival Terra, onde foi realizada a solenidade, pouco antes das 11h da manhã. Depois de participar da cerimônia e dar um breve passeio em cima de uma colheitadeira, ouviu as reivindicações de um grupo de produtores. Entre outros pedidos, foram solicitados mais atenção do governo para a programas de fomento à renovação das máquinas agrícolas e aumento de projetos de incentivo à irrigação.

Os agricultores também estenderam uma faixa com os dizeres: “os produtores rurais pedem socorro”. Em seu discurso, o governador prometeu empenho em atender os anseios do setor, castigado por uma das piores secas dos últimos anos:

- O governo gaúcho está pronto para atender os nossos agricultores. Estamos tomando medidas efetivas para solucionar os problemas.

A falta de chuva que marcou o verão gaúcho deve fazer com que os agricultores tenham perdas importantes. A Emater estima que a colheita de 2012 terá uma quebra de 30% em relação ao que era inicialmente estimado. No início do ano, esperava-se colher até 10,3 milhões de toneladas do grão, mas a falta de umidade no solo deve achatar a produção gaúcha para cerca de 7,1 milhões de toneladas.

>> Clique aqui para conferir a matéria na íntegra, em zerohora.com

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10 mar10:20

Vendas de sêmen de bovinos de corte aumentam 26,8% em 2011

Em 2011, foram comercializadas 7,01 milhões de doses de sêmen de bovinos de corte, o que representa um aumento de 26,8%, sobre os números de 2010. Foram vendidos 3,01 milhões de doses de sêmen de nelore. O número representa 43% do total de sêmen de raças de corte de 2011. A análise é da Scot Consultoria, baseada nos dados do último relatório da Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia).

Em relação a 2010, os negócios para o nelore cresceram 20,8%. A participação no total recuou 2,1 pontos percentuais.

Já os animais angus tiveram 34% do sêmen de raças de corte negociado. Entre as raças analisadas, teve o maior incremento nas vendas quando comparado com 2010, 39,8%. A participação no total negociado aumentou 3,2 pontos percentuais.

O nelore mocho teve crescimento de 27,5% nas doses comercializadas, ficando na terceira posição entre as raças de corte, com 3,7% de participação em 2011.

As vendas de sêmen de brahman tiveram recuo. No ano passado, foram negociadas 219,6 mil doses, contra 227,1 mil doses em 2010, queda de 3,3%. Para o guzerá, o incremento das vendas foi de 20,9%, saindo de 140 mil em 2010, para 169,3 mil em 2011.

Scot Consultoria via Ruralbr.com

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