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Posts de abril 2010

Cores da Caatinga

30 de abril de 2010 0

Quarta-feira, dia 28, foi o Dia da Caatinga.

Para comemorar a data, a The Nature Conservancy e o Ministério do Meio Ambiente montaram uma exposição com essas imagens aqui embaixo.

Produzida pela cineasta, biólogo e autor dessas fotos, Toni Martin, a mostra Expedição Caatinga queria lembrar da importância de unidades de conservação do bioma caatinga como o Parque Nacional Boqueirão da Onça, que está em fase de avaliação.

Toni ficou uma semana produzindo as imagens e os vídeos que compõem a exposição. No total, são mais de 400 fotos. As melhores, foram expostas na quarta-feira no 10º andar do Congresso Nacional (anexo 4), em Brasília.

Na Caatinga, hoje, a maior parte das unidades de conservação são Áreas de Proteção Ambiental (APAs) que, somadas, representam 5,7% do Bioma. Já as Unidades de Conservação de Proteção Integral somam apenas 0,9 %.

Em breve, os vídeos devem estar disponíveis online. Por enquanto, confere aqui no blog essas fotos bacanas da região.

Pensando no sol

29 de abril de 2010 0

Quando o sol entra assim pela janela, você gasta menos energia com as luzes apagadas.

Pois é assim que pensam muitos arquitetos japoneses que trazem seus projetos para Porto Alegre.

Divididos em quatro seções – Ciclo Urbano, Ciclo da Vida, Ciclo da Cultura, Ciclo da Habitação – os painéis da exposição Parallel Nippon serão abertos hoje na PUCRS.

Parallel Nippon – Arquitetura Contemporânea Japonesa  1996 – 2006 é composta por cem painéis fotográficos que estarão distribuídos no Átrio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da PUCRS.

A abertura é hoje às 19h e a mostra fica até o dia 18 de maio com entrada franca.

Escritório Consular do Japão em Porto Alegre e a Fundação Japão organizam a Parallel Nippon, que também contará com maquetes e vídeos.

Quando? de 30 de abril a 18 de maio de 2010. Sempre das 8h

Onde? Átrio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da PUCRS

(Av. Ipiranga, 6681 – Prédio 9 – Porto Alegre)

A foto é do Koji Okamoto, divulgação do Consulado do Japão.

Resíduo Zero - Lixeiras vazias no Japão

28 de abril de 2010 0

Uma pequena aldeia de 2 mil habitantes no Japão é um exemplo para o mundo. Por não haver lugar para descartar seu lixo e ter de manter a taxa de controle de toxinas produzidas pela incineração, a vila de Kamikatsu, na ilha de Shikoku, quer atingir uma taxa de resíduos invejável: zero.
O projeto Resíduo Zero foi implantado em 2001 e exige bastante da população. Os japoneses separam, com a disciplina que lhes é característica, o lixo em 34 categorias diferentes.
Para se ter uma ideia, é preciso separar garrafas PET de suas tampas. As tampas ainda são divididas por cores e as garrafas pelo líquido que continham. Até pauzinhos de madeira (os hashis) são descascados e transformados em papel.
A maioria das casas tem sua própria composteira - que transforma em adubo o que é lixo orgânico – e o governo incentiva a participação doando bilhetes de loteria e bônus de alimentos.
Em quase dez anos, a taxa de reciclagem de Kamikatsu subiu de 55% para 80%. O projeto do governo é desativar todos os incineradores e aterros sanitários até 2020.
O exemplo ficou famoso no Japão e, agora, o país quer reproduzir o projeto em outras localidades.

A foto é do Ricardo Chaves

Arte e interatividade para mudar o mundo

27 de abril de 2010 0

Provocar por meio da arte e da interatividade uma postura ativa da nova geração. É isso que propõe a Global Inheritance (GI), uma organização sem fins lucrativos sediada em Los Angeles, nos EUA. Por meio da campanha The TRASHed, por exemplo, a GI promove um programa contínuo de educação para a reciclagem. Sem que o tema se torne chato.

A organização reúne trabalhos de artistas não em telas, mas em recipientes para reciclagem – desde composteiras até grandes contêineres. Uma das últimas intervenções foi no Coachella – badalado festival de música que rolou na Califórnia na semana passada. As pinturas, dessa vez, foram estampadas em lixeiras de resíduos recicláveis. Aqui alguns trabalhos e aqui, mais deles.

Arte com quilômetros de história

26 de abril de 2010 3

Como cicatrizes em um corpo, a arte produzida por Gabi Gonçalves tem história. A matéria-prima da artista plástica formada pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em Minas Gerais, é a lona de caminhão.

Quem compra uma bolsa, uma mala de viagem, um cinto ou uma capa para o estepe do carro não sabe quantas vidas passaram por aquele pedaço de tecido. Nem quantos quilômetros ele andou.

Em vez de serem queimadas ou jogadas no lixo, as lonas ganham forma em um processo artesanal e pinturas exclusivas. Após uma lavagem sem produto químico, tintas atóxicas são jogadas sob uma tela que um dia protegeu cargas Brasil afora.

A artista, que começou a fazer artesanato quando ainda estava na escola, uniu o desejo de exaltar o diferente com sua própria história. Neta de caminhoneiros, ela levou a lona que via na garagem do avô para o ateliê.

A marca Maria Buzina, lançada em 2004, produz 200 peças por mês e vendeu até para Austrália, Chile, Equador, Grécia e Inglaterra. Além das vendas pela internet, hoje a grife exporta para Alemanha, Estados Unidos e Portugal.

Independente de onde vem e o que traz sua matéria-prima, Gabi não abre mão de preservar suas marcas, manter os vestígios:

- Para entender a si mesma, a pessoa precisa valorizar as histórias. Sejam elas costuradas, manchadas ou remendadas.

As fotos são do Robson Bolsoni, de divulgação

Mudança que vem de baixo

26 de abril de 2010 0

Um sapato que tem no seu DNA a mudança de postura.

É isso que traz o Ecocalçado, desenvolvido pelo Centro Tecnológico do Calçado Senai, de Novo Hamburgo.

Ao mudar a fonte e a forma de tratar a matéria-prima, a tecnologia vai além do reaproveitamento de materiais e destinação correta dos resíduos.

Ela altera o jeito de fazer calçados.

E o resultado não perde em design e conforto para os modelos tradicionais.

Leia a matéria completa sobre o Ecocalçado na edição de hoje da Zero Hora.

Dois dias para neutralizar

25 de abril de 2010 0

Se você foi um dos planetários que soltou todas as feras na última edição do Planeta Atlântida 2010 – RS, atenção!

Na próxima terça e quarta-feira, dias 27 e 28 de abril, o Grupo RBS planta 1100 mudas em Xangri-Lá para neutralizar as emissões de gases geradas na última edição do evento.

Para chegar ao número 1100 foram contabilizados os deslocamentos aéreos e terrestre dos artistas, o deslocamento dos equipamentos que estruturaram o palco (aqui na foto abaixo), o consumo de energia elétrica e a geração de efluentes e resíduos. O soma foi de 172,87 toneladas de carbono.

O plantio acontece só agora pois o clima é favorável para o crescimento das mudas nativas que ficarão no Parque Central, em Atlântida.

Foram escolhidas 30 espécies de árvores nativas do Rio Grande do Sul. Entre elas:

- Carobão (Jacaranda micrantha), Camboatá-vermelho (Cupania vernalis), Aroeira-vermelha (Shinus terebinthifolis), Angico (Parapiptadenia rigida), Araçá-amarelo (Psidium cattleyanum),Ipê-amarelo (Tabebuia Alba), Chal-chal (Allophylus edulis), Cedro-rosa (Cedrella fissilis) e Ingá-feijão (Inga marginata).

Agora é só escolher os artistas e preparar o palco para 2011!

A foto é da Tatiana Cavagnolli do jornal Pioneiro. E a do palco do Planeta, do Genaro Joner.

Para os jornalistas

24 de abril de 2010 0

Essa é para os jornalistas que moram no Brasil, incluindo os free-lancers. O 10º Prêmio de Reportagem sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica teve suas inscrições prorrogadas até o dia 3 de maio, a outra segunda-feira. As inscrições  e podem ser feitas no site e a ideia é, além de preservar a Mata, promover trocas entre os profissionais das categorias Impresso e Televisão.

O concurso é uma parceria entre as ONGs Conservação Internacional e SOS Mata Atlântica e a idealizadora Aliança para a Conservação da Mata Atlântica.

Os trabalhos finalistas de todas as edições ficam disponíveis no site e podem ser usados para pesquisa  e educação ambiental.

É preciso ser residente no Brasil, não vale os correspondentes internacionais, e ter trabalhos relacionados à Mata Atlântica.

A foto foi feita na Redação de ZH pelo Ricardo Chaves.

Em busca de uma nova Terra

23 de abril de 2010 0

No outro final de semana, dias 1 e 2 de maio, os cariocas se reunirão em um evento que une conscientização e entretenimento. O Nova Terra Festival terá desde palestras e workshops até terapias holísticas e shows.

O ponto de encontro é o Sítio das Pedras, em Vargem Pequena onde os participantes poderão provar comidas e bebidas saudáveis, além de aulas de yoga, tai-chi-chuan e meditação. E quem é de fora do Rio de Janeiro poderá acampar por lá mesmo.

Entre os palestrantes, nomes como Ben Stewart , americano criador do Esoteric Agenda e Kymatica, Antônio Carlos Bola Harres. Sian – cacique Kaxinawã ganhador do prêmio Chico Mendes de Meio Ambiente e André Rivoola .


Interessou?

Aí vão os detalhes:

Nova Terra Festival – uma nova consciência está nascendo

Dias 01 e 02 de maio de 2010, a partir das 10h.

Sítio das Pedras – Vargem Pequena – Rio de Janeiro

Preços:

- para 1 dia: R$ 60

- para os 2 dias: R$ 100

Vendas: http://novaterrafestival.com.br/

Menores de 12 anos só podem ir ao festival acompanhados pelos pais.

A foto é da Nasa via agência AP.

Nossa casa

22 de abril de 2010 0

Nesse mesmo 22 de abril, no ano de 1970, o senador Gaylord Nelson criava, nos Estados Unidos, o Earth Day (Dia da Terra).

É uma data simbólica, que serve para lembrar a todos da importância de ter uma atitude mais consciente com relação ao planeta.

Não sabemos você, mas nós aqui do Nosso Mundo não temos a menor intenção de perder o que está nas fotos aí embaixo.

As

As fotos são, na sequência, de Paul Nicklen, Grasiela Cemin Gabriel (Arquivo Pessoal) e Cesar Leandro Lucas (Arquivo Pessoal)