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Posts de novembro 2010

O carvão e sua história

30 de novembro de 2010 0


O vídeo é em inglês, mas as produções da Annie Leonard costumam valer a pena. E ela não para de produzir novos vídeos!
Desta vez, ela conta no The Story of Coal (A História do Carvão), os impactos de algo difícil de mensurar, o carvão.
Além de quilos, toneladas e megatoneladas de carbono, você vai entender o quanto usar eletricidade pode afetar o planeta. É só clicar o play.



COP 16 dá início aos trabalhos

29 de novembro de 2010 2


CANCÚN, México – A conferência das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas, inagurada hoje em Cancún, no México, abriu 12 dias de conversações destinadas a devolver a credibilidade a um processo de negociação internacional debilitado pelo fracasso em Copenhague, no ano passado.
Dos mais de 190 países-membros da Convenção-quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, as delegações de 132 nações estavam presentes na abertura, organizada em um luxuoso hotel do balneário mexicano, onde as negociações serão celebradas até 10 de dezembro.
- Quem os recebe é um país que, como todos os da região, é um dos que mais sofrem com os efeitos das mudanças climáticas – afirmou, em sua mensagem de boas-vindas, o presidente do México, Felipe Calderón, em alusão à grave temporada de chuvas e furacões que o país sofreu este ano, depois de ter registrado, em 2009, a pior seca em mais de meio século.
- As mudanças climáticas já são para nós uma realidade e estão tendo gravíssimas consequências para nós e para o planeta – afirmou Calderón, referindo-se às dramáticas inundações que devastaram parte do Paquistão e à onda de calor e de incêndios florestais sem precedentes que a Rússia viveu no verão boreal.
São “fenômenos que afetam mais aos mais pobres e os tornam ainda mais pobres”, ressaltou.
- Continuamos presos a um falso dilema: ou combatemos as mudanças climáticas ou a pobreza em que vivem muitos dos nossos povos. Mas é um falso dilema porque é perfeitamente possível reduzir as emissões de gases de efeito estufa e, ao mesmo tempo, sustentar o crescimento econômico – acrescentou.
- A chave para resolver esse problema é fechar as duas brechas ao mesmo tempo: a da natureza e a da pobreza.  Esse caminho existe e devemos explorá-lo entre todos – afirmou.
- Por isso, durante as próximas duas semanas, aqui em Cancún, os olhos do mundo estarão sobre vocês –  disse presidente mexicano aos negociadores presentes.
O presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), o indiano Rajendra Pachauri, pediu aos países presentes para “cooperar o mais rápido possível” para levar adiante a luta contra as alterações no clima e a adaptação a suas consequências inevitáveis.
- Precisamos tecer uma teia de esforços muito mais rica, um tecido cheio de buracos não funcionará,  e os buracos só podem ser preenchidos com acordos – considerou, por sua vez, a costa-riquenha Christiana Figueres, secretária executiva da UNFCCC.
A conferência do ano passado, em Copenhague, deveria forjar um acordo para prosseguir e melhorar a luta mundial contra o aquecimento global a partir de 2012, ano em que expiram os compromissos do Protocolo de Kyoto.
No entanto, a conferência dinamarquesa terminou com a adoção de um decepcionante texto não vinculante, negociado na última hora por um punhado de chefes de Estado, que propôs limitar a elevação da temperatura no planeta a 2°C, sem detalhar os meios de consegui-lo.
Um novo fracasso este ano seria fatal para o processo. Organizadores e negociadores estão decididos a obter resultados que, embora não se concretizem na forma de um tratado internacional, consigam avanços com vistas à próxima conferência em Durban (África do Sul), prevista para o fim de 2011.
No entanto, alguns dos participantes já expressaram preocupação de que Cancún siga a dinâmica de Copenhague, cujo resultado foi repudiado por vários países – entre eles Bolívia, Venezuela e Cuba – por não ter sido negociado por todas as nações.
Diferente de Copenhague, a conferência de Cancún não espera a participação dos grandes líderes mundiais. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, que havia anunciado sua presença, informou esta segunda-feira que não irá ao México “devido à pesada agenda interna que precisa cumprir” no Brasil antes de passar a faixa presidencial à sua sucessora, Dilma Rousseff, em 1º de janeiro.
Via AFP


Verde e de sucesso

29 de novembro de 2010 0

A sustentabilidade esteve na pauta do XIV Encontro Internacional de Empreendedores que ocorreu no Rio de Janeiro agora em novembro. Promovido pelo SEBRAE, o evento chamou algumas empresas brasileiras para contarem como funcionam suas práticas sustentáveis aplicadas à realidade dos negócios. O evento reuniu representantes do Brasil, da América Latina e da África. Um dos cases de sucesso, é esse que você vê aqui no blog do Nosso Mundo. Os telhados verdes desenvolvidos pela Ecotelhado reduzem danos ambientais causados por, entre outros motivos, o aquecimento global e o crescimento da população nas grandes cidades.

Por que a gente é assim?

28 de novembro de 2010 0

Para questionar hábitos e valores praticados pelos brasileiros, duas produtoras de vídeo cariocas, Matizar e NoveNove, decidiram criar um projeto em diferentes mídias. O “Por que a gente é assim?” tem um site para colocar na roda assuntos como o consumismo, o bullying e, inclusive os ataques no Rio de Janeiro. Como a vontade é mexer com que temos na caixola, o símbolo é essa cabeça colorida que você vê aqui na página.


Além disso, pequenos programas de TV e perfil em redes sociais, como o Facebook, estão juntos na ideia de provocar e questionar.
Quem estiver afim de repensar seus hábitos e ações, não pode deixar de dar uma conferida no material que tem direção editorial do jornalista Arthur Dapieve. No conselho consultivo do projeto também estão nomes como o da atriz Camila Pitanga, da coordenadora do núcleo audiovisual do Nós do Morro,  Luciana Bezerra, da antropóloga  Regina Novaes, do cientista social Alberto Carlos de Almeida, do urbanista Mozart Vitor Serra e de Jailson de Souza, sociólogo e coordenador do Observatório das Favelas.



Festival, copos e blues

27 de novembro de 2010 0


Grandes nomes do blues contemporâneo estarão reunidos até hoje em Caxias do Sul. E quem for até o Moinho da Estação Blues Festival terá uma surpresa. Ao invés de copos de plástico, modelos como esse aqui da página, foram elaborados pela Coza especialmente para o evento. Feitos de poliestireno, os copos têm imagens de ícones do blues, são colecionáveis e, melhor parte, devem reduzir a quantidade de lixo do festival. Essa é a segunda vez que a Coza participa do Blues Festival, distribuindo, de forma gratuita, os copos.
Confere as imagens que você deve encontrar estampadas nos copos: os americanos Peter Madcat, esse que você vê aqui na nossa página, Donny Nichilo, Sax Gordon, Kenny Neal e Dave Riley.



Água na Oca

26 de novembro de 2010 0


O movimento CYAN, iniciativa da Ambev em prol do uso racional da água, já foi até capa do Nosso Mundo. Essa que você vê aqui do lado.
Agora a novidade é um desdobramento do movimento. A exposição Água na Oca inaugurada hoje no Pavilhão Lucas Nogueira Garcez (Oca), no Parque do Ibirapuera em São Paulo.
Com a curadoria de Marcello Dantas, a mostra trata da água em múltiplos aspectos. Além disso, uma instalação interativa traz dicas sobre como reduzir consumo.
Realizada pelo Instituto Sangari em parceria com o Museu de História Natural de Nova York, a exposição conta com quatro pavimentos misturando arte, ciência e tecnologia.


Interessou? Então confere esse super serviço:

De 26 de novembro de 2010 até 8 de maio de 2011

Pavilhão Lucas Nogueira Garcez (Oca) – (Av. Pedro Álvares Cabral, S/Nº – Portão 3, Parque do Ibirapuera)

Terças, quintas e sextas-feiras: das 9h às 18h (bilheteria até as 17h)

Quartas-feiras: das 9h às 21h (bilheteria até as 20h)

Sábados, domingos e feriados: das 10h às 20h (bilheteria até as 19h)

Inteira: R$ 20,00

Estudantes e professores com comprovantes: R$ 10,00 (meia-entrada)

Menores de 7 e maiores de 60 anos com documento não pagam.

No último domingo de cada mês, a entrada é gratuita.


Menos sacolas

26 de novembro de 2010 0


A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) anunciou, ontem, a meta de reduzir em 40% o uso de sacolas plásticas nos supermercados do país até 2015.
Até 2013, a expectativa é ter reduzido pelo menos 30%.
A iniciativa faz parte do Plano Abras de Ação Sustentável e visa promover a sustentabilidade e o consumo consciente.
- O problema das sacolas plásticas faz parte de uma discussão mais ampla a respeito da própria relação entre sociedade e meio ambiente. A Abras se propõe a ser parte da solução deste problema e também ser multiplicadora do consumo consciente. Vamos fazer a nossa parte – afirmou Sussumu Honda, presidente da Abras.
Honda, porém, também destacou a necessidade de mais ação do poder público. Uma das formas de fazer isso seria criar uma lei federal única para disciplinar a utilização das sacolinhas. Outra, defende o presidente da Abras, seria criar ações efetivas para aprimorar a coleta seletiva e a reciclagem.


Dilma pode ter órgão para mudanças climáticas

25 de novembro de 2010 0


A criação de um órgão para coordenar ações necessárias sobre as mudanças climáticas “está sendo considerada” pela equipe de transição de governo da presidenta eleita Dilma Rousseff.
A informação foi dada pelo subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil da Presidência da República, Johaness Eck, ao participar hoje de debate sobre a Conferência das Partes da Convenção de Mudanças Climáticas (COP-16), que será realizada em Cancun, no México, do dia 29 deste mês até 10 de dezembro.
Durante o debate, promovido pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) do Senado, Johaness Eck, que participa da equipe de transição do novo governo, disse que esse órgão será dotado de uma estrutura “robusta” para assumir as questões relativas às mudanças no clima, como a redução das emissões de carbono na atmosfera e do desmatamento, que é uma das causas do problema.
De acordo com o embaixador Sérgio Barbosa, que representou o Ministério das Relações Exteriores na audiência, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá comparecer à COP-16, mas ainda não há confirmação da ida da presidente eleita à Conferência.
O objetivo da audiência pública foi discutir os novos compromissos que o governo brasileiro deve assumir em Cancún, dando prosseguimento à política ambientalista que o país defendeu na conferência anterior, a COP-15, no ano passado, em Copenhague.
Sérgio Barbosa adiantou detalhes das posições que o Brasil defenderá em Cancún. Segundo ele, o país deixará clara sua disposição de cumprir os compromissos assumidos em Copenhague, sendo exemplo dessa determinação a aprovação da Lei 12.187, que instituiu a política nacional sobre mudanças climáticas.
- Esses compromissos são para valer e não estão condicionados ao que outros parceiros (países) façam a respeito. Consequentemente, nós temos condições de cobrar mais empenho dos outros – afirmou o diplomata.

Via Agência Brasil


Em defesa dos tigres

25 de novembro de 2010 0

Dirigentes de 13 países onde o tigre ainda vive, começando pelo primeiro-ministro russo Vladimir Putin, demonstraram vontade política inédita durante uma cúpula dedicada a discutir meios de garantir a sobrevivência desta espécie, que terminou em tom de otimismo ontem.

- É um acontecimento histórico. É como um sonho que se tornou realidade – declarou entusiasmado o chefe da delegação indiana, Satya Prakash Yadav, ministro do Meio Ambiente da Índia, que falou na sessão de encerramento.
Putin e quatro outros primeiros-ministros da Ásia (China, Laos, Nepal e Bangladesh), além de Robert Zoellick, presidente do Banco Mundial que supervisiona o financiamento dos programas de proteção ao tigre, participaram desta cúpula de quatro dias em São Petersburgo.
O ator americano Leonardo DiCaprio, que participou da reunião, doou R$ 1 milhão para o programa de proteção do felino, que corre risco de extinção.
China e Índia são o coração do problema
Notório defensor da natureza, Putin fez um apelo à comunidade internacional para que salve a espécie da “catástrofe”. O coração do problema está na Índia e na China.
O subcontinente indiano abriga metade dos tigres existentes, e representa 54% dos casos documentados de caça ilegal. Os chineses, por sua vez, são os principais consumidores de produtos derivados do animal, muito utilizados pela medicina tradicional.
Os participantes da cúpula aprovaram, na terça-feira, uma declaração, cujo objetivo é dobrar o número (de tigres) até 2022, próximo ano do tigre no calendário chinês.
Em um século, o número de indivíduos passou de 100 mil a 3,2 mil. Três subespécies desapareceram completamente, e várias outras, como o tigre de Bengala e o siberiano, estão gravemente ameaçadas.
Um plano de US$ 380 milhões
A cúpula de São Petersburgo, primeira reunião de chefes de Estado e governo – com a participação de organizações internacionais – para salvar uma espécie, deve ser concluída com o desbloqueio de US$ 380 milhões ao longo de cinco anos, para pôr em marcha um plano de ação mundial, segundo estimativas apresentadas ontem no encerramento da cúpula.
Mais de US$ 200 milhões devem vir de países e fundos ambientais. A Alemanha comprometeu-se com US$ 29 milhões, os Estados Unidos, com US$ 11 milhões, e o Fundo Mundial para a Natureza (WWF), com US$ 53 milhões. Outros US$ 180 milhões devem vir em forma de créditos, em particular do Banco Mundial (US$ 120 milhões).
Via Agência France Presse


Recorde de emissões em 2009

25 de novembro de 2010 1


O alerta foi feito ontem pela Organização Meteorológica Mundial (OMM). A emissão de gases de efeito estufa alcançaram um nível recorde em 2009, principalmente o dióxido de carbono (CO2) e o metano.
- O último boletim da OMM demonstra muito claramente que os principais gases de efeito estufa alcançaram os níveis mais altos jamais observados desde a época pré-industrial – declarou Jeremiah Lengoasa, secretário-geral da organização.
Por esse motivo, a OMN está preocupada com o aquecimento do planeta, que segundo a própria organização poderá gerar uma alta das emissões de metano nas regiões árticas.

Com informações da AFP