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Posts de agosto 2011

Mensagem com problema (ou sem) no Greenpeace

31 de agosto de 2011 0

O novo vídeo-protesto do Greenpeace não caiu bem, nem mesmo entre os ativistas da causa verde. Produzido com o objetivo de chamar a atenção para os problemas da pesca do atum, o filme acaba pecando pela agressividade exagerada e por simplesmente não explicar o problema.

Em artigo para o TreeHugger, Alex Davies criticou a produção e a falta de referência a problemas como o uso de dispositivos de concentração de peixes que pega indiscriminadamente todos os tipos de animais, a ausência de regulamentação da pesca do atum em águas internacionais e as práticas operadas por grandes nações, que roubam dos países menores uma renda valiosa ao pescar seu atum.

Confira o vídeo:


Blake S2 Leo S2 Planeta

31 de agosto de 2011 0

Que o ator Leonardo Di Caprio é um militante ativo da causa verde todo mundo sabe. Que ele influencia quem está ao seu redor também não é uma grande novidade (vide o caso de sua ex Gisele Bündchen), mas agora ele parece mesmo decidido a fazer escola. Sua nova aluna é a atual namorada, a atriz Blake Lively, estrela da série Gossip Girl.

Depois de comprar um híbrido Fisker Karma para chamar de seu, DiCaprio presenteou a amada com o novo Prius, da Toyota, também híbrido. De acordo com o site do Daily Mail, o astro não curtia muito ver a namorada circulando por Los Angeles em seu nada econômico Range Rover.

A presença da bicicleta em Porto Alegre

30 de agosto de 2011 0

Promessa é dívida. Aqui está o artigo do Igor Oliveira sobre as bikes na capital gaúcha.

O Igor é sócio da Semente Negócios Sustentáveis e consultor para novos negócios.

“A última sexta-feira de cada mês é o dia da Massa Crítica em mais de 400 cidades ao redor do mundo. Dezenas de milhares de pessoas saem às ruas para celebrar a bicicleta como meio de transporte. O evento foi criado em São Francisco, nos EUA, em 1992, por um grupo de usuários de bicicletas. O recorde de participação aconteceu em Budapeste, Hungria, quando 80 mil cidadãos pedalaram juntos. Não há organizadores oficiais. O evento é aberto e espontâneo.

A ideia é mostrar como seriam as ruas se os ciclistas fossem maioria. Seriam mais lentas, mais calmas, mais silenciosas, mais agradáveis, mais humanas, mais musicais. E, durante o evento, somos mesmo maioria.

Participei da Massa, como é conhecida por aqui, durante cerca de um ano, entre 2010 e 2011. A julgar pelo histórico de incidentes em outros países, não tinha o que temer. Nunca havia acontecido — e nem era possível imaginar — uma ação contra o aglomerado de ciclistas.

Pois foi exatamente o que aconteceu no dia 25 de fevereiro deste ano, na Rua José do Patrocínio, em Porto Alegre. Um motorista, em um Golf preto, acelerou contra os 150 participantes. As cenas foram gravadas e exibidas no mundo todo. Isso mudaria minha vida para sempre.

Acabara de me formar em Administração na UFRGS e me preparava para deixar o Estado rumo a uma das oportunidades que recebera. O choque, a insônia e a falta de apetite duraram semanas. Havia perdido a capacidade de estabelecer nexos. Não via mais sentido em nada do que estava fazendo.

A reação dos participantes da Massa Crítica entrevistados vinha em uníssono: “que punam o assassino”. Fui um dos únicos a me manifestar pela soltura do homem, réu primário que não oferecia riscos. A lei é clara e vale para todos: que respondesse em liberdade.

Meu esforço tinha um sentido claro: deixar de lado o sentimento de vingança e aproveitar a visibilidade que ganhamos para construir uma agenda positiva. E, dessa forma, tentar viabilizar a bicicleta como meio de transporte na cidade. Além disso, percebi que era necessário incentivar a cidadania e a inovação localmente.

Por conta do episódio, resolvi ficar em Porto Alegre. Abri uma empresa que transforma boas ideias (com impacto social e ambientalmente positivo) em negócios rentáveis. Também me envolvi em um movimento chamado Porto Alegre Como Vamos, que pretende promover a participação de todos os cidadãos nas políticas públicas.

Há quem pense que bicicleta é coisa de ecochato, e que as magrelas jamais serão uma parte importante dos hábitos de transporte. Talvez não saibam que isso já é realidade em alguns países. Em Copenhague, na Dinamarca, a bicicleta é o veículo mais utilizado, com cerca de 40% do total de deslocamentos. Na Holanda, há lugares onde só se pode ir de bike.

Em Bogotá, na Colômbia, um prefeito mandou transformar em ciclofaixas as áreas de estacionamento das principais ruas da cidade. Com essa e outras medidas ousadas, atingiu altíssimos níveis de popularidade e hoje é reconhecido como um dos responsáveis por uma revolução que elevou os níveis de qualidade de vida naquela cidade.

É consenso entre os urbanistas mais respeitados que os veículos à propulsão humana merecem a prioridade dos governos locais. E que devem ser tratados como meios de transporte eficientes que são, e não apenas como “alternativos”. Sabe-se, hoje, que é preciso harmonizar a convivência entre pedestres, ciclistas, usuários do transporte público e motoristas, nessa ordem.

Além disso, o investimento em transporte não-motorizado é, normalmente, rentável aos cofres públicos. A cada motorista convertido em ciclista, o Estado economiza fortunas em manutenção do espaço público e — pasme — em saúde. O carro é a maior causa mortis não-natural no Brasil.

A inovação na indústria de veículos não-motorizados tem possibilitado grandes avanços. Com 5% do preço de um carro popular, é possível comprar uma bike dobrável, que pode ser carregada como uma maleta. Em Porto Alegre, temos bons exemplos de negócios que usam a tecnologia das duas rodas de maneira inovadora. A Pedal Express é uma empresa de entregas que consegue, nos horários de pico, ser mais rápida que os tradicionais motoboys. Já a Vert Bike utiliza bicicletas com suporte para anúncios. E a Orca Bike produz bicicletas com quadros feitos de bambu, material mais leve e resistente do que o alumínio.

A bicicleta torna-se, aos poucos, o símbolo da chamada inovação sustentável, que se preocupa em encontrar soluções simples para os desafios da sociedade.”

Colabore e troque

30 de agosto de 2011 0

E o DescolaAí.com, pioneiro entre os sites de consumo colaborativo no Brasil, agora disponibiliza uma ferramenta para os internautas trocarem produtos.

Para participar, basta acessar o site e optar pelo sistema de trocas. Dá para negociar livros, CDs, DVDs e games. Depois de escolher o que você quer, é só dizer o que você tem a oferecer.

Bacana, né? Eu curti.

Debate no Jardim Botânico

29 de agosto de 2011 0

Rola amanhã o evento Verdes Debates: Rio+ 20 – Conquistas, trajetória e perspectivas, promovido pela Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, às 14h, no auditório do Jardim Botânico (Rua Salvador França, 1427 — Bairro Jardim Botânico, na Capital.

Em discussão, a Rio+20 — Conferência das Nações Unidas para Desenvolvimento Sustentável, que ocorre em 2012. Na oportunidade, ambientalistas e líderes do mundo inteiro estarão no Rio de Janeiro para uma nova reunião, 20 anos depois da Rio-92.

Quem participa do debate na Capital:

- Ivo Lessa, consultor técnico da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul)

- Tiago Pereira, consultor da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs)

- Beto Moesch, vereador de Porto Alegre

- Fernando Campos, representante da Assembleia Permanente das Entidades em Defesa do Meio Ambiente (APEDeMA)

- Representantes da Federação das Associações de Municípios de Rio Grande do Sul (Famurs).

Olhos atentos

27 de agosto de 2011 2

A proposta do blog Testando os Limites da Sustentabilidade é bem legal. Coordenado pelo jornalista Roberto Leite, o site se propõe a ler com atenção (coisa que pouca gente faz) os relatórios de sustentabilidade das grandes empresas e fazer questionamentos em cima deles. As perguntas são enviadas via assessoria ou SAC, e as respostas, quando vêm, publicadas no blog.

O único ponto, digamos, mais ou menos é a tendência a valorizar mais as coisas ruins do que as boas. Na divulgação do levantamento de seu primeiro ano de atuação, o foco ficou mais sobre os temas que as empresas não cumprem do que sobre o que está dando certo.

Mas, ao final, vale acompanhar.

Bolsa Verde

25 de agosto de 2011 4

Depois do Bolsa Família, o Bolsa Verde. A partir de setembro, gestores e coordenadores regionais de unidades de conservação (UC) de todo o país começam a cadastrar as famílias que têm direito aos benefícios do Programa de Apoio à Conservação Ambiental (Bolsa Verde).

O projeto do governo federal quer atender pessoas em situação de extrema pobreza que trabalham na proteção ambiental de áreas protegidas.

A meta é conseguir a adesão de mais de 14 mil famílias em 2011. A cada três meses, elas receberão R$ 300.

Projeto solar no Sul

24 de agosto de 2011 1

O primeiro passo para a concretização de um projeto gigante de geração de energia solar no Brasil foi dado hoje. A Eletrosul, subsidiária da Eletrobras com sede em Florianópolis, publicou nesta quarta, no Diário Oficial da União, um edital de concorrência internacional para contratar a empresa responsável pelo empreendimento.

O Megawatt Solar deverá ser implantado em oito meses, e o orçamento previsto é de cerca de R$ 10,8 milhões, com financiamento do banco de fomento alemão KfW.

As empresas que quiserem se candidatar têm 45 dias a partir de hoje para apresentar suas propostas.

Sobre o projeto

O Megawatt Solar prevê a instalação dos módulos fotovoltaicos nas coberturas do edifício-sede e dos estacionamentos da Eletrosul, em Florianópolis (SC), totalizando uma área de 10 mil metros quadrados.

A estrutura terá capacidade instalada de um megawatt-pico, será conectada à rede elétrica local e a energia produzida será vendida a consumidores livres.

Jogo pelo bioma

23 de agosto de 2011 1

Um jogo onde ganha mais pontos quem defender a natureza e proteger os recursos naturais dos biomas brasileiros. Essa é a premissa do Missão Bioma, primeiro newsgame (jogo baseado em notícias) lançado no dia 15 pela Rede Globo.

Em um tabuleiro virtual, o internauta é convidado a gerenciar recursos de forma a garantir um bom funcionamento do planeta. Esses recursos são ganhos mediante respostas corretas a perguntas sobre atualidades relacionadas ao tema publicadas dentro do projeto Globo Natureza.

Experimente em missaobioma.g1.globo.com

Um moço de bem

22 de agosto de 2011 1

O ator Mark Ruffalo emprestou sua voz para protestar contra a Keystone XL, que leva óleo de Alberta, no Canadá, até as refinarias no Golfo do México.

Ruffalo está buscando apoiadores para, junto dele, irem até o presidente Obama no final deste mês. A ideia é mostrar que o suporte do presidente americano é fundamental para a causa.

Confira o vídeo com o depoimento do ator.

“Eu vi o tipo de dano que essa energia fora do controle pode causar à água e às comunidades próximas da minha própria casa, onde as perfurações de gás natural estão causando poluição generalizada. Todos esses problemas estão conectados. Temos que abrir mão dos combustíveis fósseis.”