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Posts na categoria "Edição de segunda"

O que fazer no Rio

04 de junho de 2012 0

Você leu no Nosso Mundo desta segunda-feira sobre o que fazer  no Rio durante a Rio+20. Segue aqui o serviço para as atividades paralelas:

Cúpula dos Povos
– Reunirá cerca de 50 mil pessoas para assembleias, oficinas e mostra de estandes de participantes.
– De 15 a 23 de junho.
– Aterro do Flamengo (do Aeroporto Santos-Dumont, no Centro, ao início da Praia de Botafogo, na Zona Sul).
Como participar?
Acesse o site oficial para conferir a programação. Parte das atividades não requer inscrição. Sem custo.
Outras informações
www.cupuladospovos.org.br

Rio+Social
– Palestras que irão debater de que maneira as mídias sociais e a tecnologia podem contribuir para a conscientização das pessoas em relação à sustentabilidade.
– 19 de junho.
– Hotel Windsor Barra (Av. Sernambetiba, 2.630, Barra da Tijuca).
Como participar?
É preciso preencher um formulário online de inscrição, grátis. A partir daí, haverá uma seleção de participantes, conforme a ligação com o tema.
Outras informações
www.rioplussocial.com.br

Ideias Justas
– Organizado pelo Instituto Internacional para Desenvolvimento e Meio Ambiente, o evento conta com sessões plenárias, mesas-redonda e workshops para discutir soluções para um planeta sustentável.
– 16 e 17 de junho.
– PUC-Rio (Rua Marquês de São Vicente, 225, bairro Gávea).
Como participar?
Basta se inscrever pelo site, sem custo.
Outras informações
http://iied.org/registration-for-fair-ideas

Exposição Marco Universal  _ Rio+20 edição especial
– Com curadoria artística de Marcelo Dantas, quatro salas com exposições interativas tratarão o tema meio ambiente.  
– 13 de junho a 12 de agosto.
– Museu do Meio Ambiente, dentro do Jardim Botânico (Rua Doutor Salvador França, 1.427, bairro Jardim Botânico).
Como participar?
A entrada é livre, sem inscrição.
Outras informações
www.marcouniversal.com.br

E-vento
– Oficina de confecção e soltura de pipas com materiais reciclados.
– Confecção nos dias 16 e 17 de junho. Soltura nos dias 21 e 22.
_ Confecção no Parque Lage, dentro do Jardim Botânico. Soltura no Aterro do Flamengo e Riocentro.
– Grátis.
Como participar?
Não é preciso se inscrever.
Outras informações?
www.facebook.com/events/448134818530417/

Sustentabilidade e eu com isso?
– Mostra de cartazes de artistas e designers brasileiros em bibliotecas públicas de comunidades cariocas
– 11 de junho a 30 de julho
– Biblioteca Parque de Manguinhos (Av. Dom Helder Câmara, 1184, atrás do Colégio Estadual Luiz Carlos da Vila).
– Biblioteca Parque da Rocinha (Estrada da Gávea, 454).
– Biblioteca Pública de Niterói (Praça da República, sem número).
Como participar?
A visitação é livre.
Outras informações
Manguinhos: (21) 2334-8915.
Niterói: (21) 3601-1956.
Rocinha: (21) 2334-7096.

Uma chance para mudar

15 de maio de 2012 2

O episódio envolvendo as declarações do gerente de fiscalização de trânsito da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Tarciso Kasper, escancara como Porto Alegre parou no tempo em conceitos de mobilidade urbana.
Ao desdenhar do interesse público pelo transporte coletivo e, indiretamente, estimular o uso de veículos próprios, a EPTC tomou a contramão de uma tendência recorrente em economias desenvolvidas ou em desenvolvimento. Deixar o carro na garagem faz bem para os próprios motoristas – afinal, significa trânsito menos pesado – e para o planeta, já sufocado pelas emissões de dióxido de carbono.
Porto Alegre poderia olhar adiante do próprio umbigo. Já há no Brasil empresas especializadas em compartilhamento de carros, sem falar em sites para agendar caronas. Nos Estados Unidos, criaram-se faixas específicas para veículos com mais de uma pessoa – quem circular sozinho leva multa. Em Londres, os Jogos Olímpicos vão ocorrer sem estacionamentos para os espectadores, salvo em casos especiais, como portadores de deficiências.
Os ingleses apostam no próprio transporte público, e aí reside uma boa lição para a EPTC. Em vez de dar desculpas, o órgão deveria aproveitar a oportunidade para estimular a população a andar de ônibus. E, principalmente, melhorar a infraestrutura disponível. Porque mandar trocar o ônibus pelo carro, seja ou não nas entrelinhas, torna ainda mais tênue a linha que separa a incompetência da omissão.

Ainda Lutzenberger

14 de maio de 2012 0

Se você ainda não leu a reportagem especial sobre os 10 anos da morte do ambientalista José Lutzenberger, vale conferir o material especial publicado em zerohora.com.

Trata-se de um site especial. Boa leitura!

Time-lapse da casa do futuro

09 de abril de 2012 3

Na reportagem especial desta segunda-feira do Nosso Mundo Sustentável, mostramos como funciona uma casa sustentável alemã. Produzida pelo governo local, ela produz mais energia do que consome.

Aqui, você confere a time-lapse da construção da casa:

Etanol só vale a pena em SP e GO

13 de março de 2012 0

A última edição do Nosso Mundo mostrou a realidade do etanol no Brasil. Apesar de um discurso favorável ao biocombustível, na prática o consumidor é incentivado a seguir usando a gasolina. Fatores econômicos, climáticos e governamentais entram na equação.

Para valer a pena ao motorista, o litro de etanol deve custar menos de 70% do valor da gasolina, algo raro no Brasil. Um levantamento do Índice de Preços Ticket Car (IPTC) aponta que só em São Paulo e Goiás a conta é favorável ao álcool. Na média nacional, o etanol custa 79% do valor da gasolina.

No Rio Grande do Sul, afastado da zona produta de cana, a relação é de 87%. Usar etanol não compensa no bolso.

Raí: "O eleitor poderá acompanhar o que o candidato está fazendo"

13 de fevereiro de 2012 0

Tetracampeão com a Seleção Brasileira, Raí Oliveira, 46 anos, é conhecido por seu trabalho no terceiro setor – é presidente da Fundação Gol de Letra e Atletas pela Cidadania. Seu rosto está em uma das peças publicitárias da campanha Eu Voto Sustentável, do Programa Cidades Sustentáveis. Dois dias depois de receber em Londres o prêmio Laureus, considerado o Oscar do esporte, por seu trabalho social, o ex-jogador conversou com o repórter Guilherme Mazui, do Nosso Mundo, sobre os conceitos verdes nas eleições muncipais.

Nosso Mundo – Por que você aceitou participar da campanha?
Raí Oliveira – A campanha convoca a participação dos eleitores, trabalha com transparência e uma plataforma clara. É uma campanha muito direta, que passa pela participação da população de forma democrática. Além disso, conheço as instituições envolvidas, que são muito sérias.

NM – Como é o seu voto sustentável?
Raí – Escolher um candidato que se comprometa com uma plataforma voltada para sustentabilidade já é importante, pois busca caminhos para uma plataforma de governo que busca qualidade de vida, justiça social, que melhore a vida das pessoas.

NM – Ao assinar a carta da campanha, o candidato se obriga a, caso eleito, criar um plano de meta e prestar contas. É uma ferramenta clara de avaliação?
Raí – Se existe um compromisso firmado, isso pode ser muito bom para quem foi fiel e ao mesmo tempo ruim para quem não cumpriu. O eleitor poderá acompanhar o que o candidato está fazendo, avaliando o trabalho, o que pode ser decisivo em eleições futuras.

NM – As eleições municipais facilitam ou dificultam o trabalho de difundir a sustentabilidade?
Raí – Estar próximo da governança, do poder público, auxilia o debate. Mas em um país do tamanho do Brasil a divulgação da campanha é um desafio muito grande.

NM – Falando em sustentabilidade, qual o principal problema das cidades brasileiras?
Raí – É centralização do poder, que acaba prejudicando a transparência de uma forma geral. Se você centraliza as questões, favorece a corrupção, falta de transparência. O ideial é descentralizar o poder das decisões.

Concurso Cultural do Nosso Mundo

16 de janeiro de 2012 1

Já está valendo o Concurso Cultural Planeta Terra – Nosso Mundo Sustentável. Os vencedores serão premiados com um DVD da Coleção Earth, produzida pela BBC e disponível para venda pela RBS Publicações. Para participar, clique aqui.

Marina: "Estão fazendo uma política de avestruz"

05 de dezembro de 2011 0

Segunda parte da entrevista da ex-ministra Marina Silva ao Nosso Mundo (a primeira parte está no post abaixo):

Nosso Mundo _ A Rio+20 pode ser desidratada por chefes de Estado?
Marina Silva _ Olha, existe um grupo que fica trabalhando essa ideia de baixa expectativa. Ninguém que tem um parente ou um amigo na UTI aceita baixar as expectativas, a gente faz o melhor para essa pessoa sair da enfermidade. O planeta está enfermo e as pessoas estão querendo baixar as expectativas. Os países têm o compromisso de constranger os que estão tomando essa atitude. É no momento de crise que precisamos melhorar essa agenda ambiental. Alguns países como Estados Unidos, Canadá e Índia, com uma posição retrógrada, precisam ficar desconfortáveis por se esconderem para fazer vistas grossas. É fundamental continuar fazendo o constrangimento no espaço multilateral para que os países que respondem por mais emissões se comprometam mais.

NM _ A crise econômica pode atrapalhar as negociações?
Marina _ Temos de preservar os avanços e mudar a atitude com as emissões, o descaso que países como Estados Unidos, sobretudo, têm tido com essa agenda de clima, biodiversidade. Há uma preocupação muito grande com as posições da Índia, do Canadá. Estão fazendo uma política de avestruz. A realidade não mudou e os países ricos resolveram enterrar a cabeça para não ver a realidade das suas emissões. As mudanças climáticas continuam acontecendo. Essa crise é mais grave do que a crise da economia. É incompreensível investir trilhões de dólares, bilhões de euros para salvar o sistema financeiro, o setor imobiliário, quando não se faz o mesmo para nos tirar da crise ambiental, que foi causada pela ganância de poucos e os prejuízos com certeza ficaram para todos.

NM _ A senhora viu as propostas que o Brasil enviou à ONU? Qual a sua opinião?
Marina _ Eu tenho conhecimento da proposta. Acho que ainda há muitas lacunas. Mesmo na ideia da economia verde, a questão do desenvolvimento sustentável não está contemplada. Na questão da governança não há compromisso de criar um mecanismo novo para implementar a agenda. Sem isso, qualquer compromisso será mera retórica. Principalmente na agenda dos instrumentos econômicos, não há como pensar em economia verde se não tivermos três coisas: uma base legal para induzir as mudanças _ evitar a forma inadequada de fazer e criar as certas _, recursos financeiros para a implementação da agenda e colocar isso como centro das prioridades das políticas públicas nos diferentes setores.

Marina Silva: "O Brasil tem de se colocar como potência ambiental"

05 de dezembro de 2011 0

 



Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente. Foto: Antonio Cruz, Agência Brasil.



Ex-ministra do Meio Ambiente e responsável pela onda verde nas eleições presidenciais de 2010, Marina Silva espera que a Rio+20, em junho do próximo ano, defina uma agenda para implementar de vez o desenvolvimento sustentável. Ela está na reportagem de capa da edição desta segunda-feira do Nosso Mundo Sustentável. Aqui no blog, você confere a primeira parte da entrevista da ambientalista ao repórter Guilherme Mazui:

Nosso Mundo – Qual o principal desafio da Rio+20?
Marina Silva – O principal é avaliar corretamente esses 20 anos (depois da Eco 92) e assumir os compromissos necessários do ponto de vista efetivo para enfrentar o agravamento das mudanças climáticas. É preciso encarar a questão corretamente do ponto de vista da governança. O Brasil já se comprometeu em 2007, quando eu era ministra e o Celso Amorim estava na pasta das Relações Exteriores, em apoiar a França para criar no âmbito nas Nações Unidas um órgão semelhante à Organização Mundial do Comércio (OMC) com foco no meio ambiente. Infelizmente, o Brasil retrocedeu. A questão da implementação de uma agenda pós Rio+20 vai ficar à deriva. O Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) não tem estrutura financeira nem política para implementar essa agenda. É fundamental o Brasil ter posição firme na criação de um organismo social forte para agenda de meio ambiente e desenvolvimento sustentável.

NM _ Qual a expectativa da senhora sobre a atuação do Brasil?
Marina _ O Brasil não pode permitir retrocessos nas conquistas que tivemos nos últimos anos, e precisa batalhar para negociar na Rio+20 em cima de avanços. Espero que o país tenha protagonismo maior no âmbito da convenção, se distanciando das posições retrógadas do G-7 e, ao mesmo tempo, uma posição mais ousada dentro do G-20. O G-20 é responsável por 80% do PIB global. Esses países podem fazer a diferença, ainda que o acordo seja multilateral. Não se pode abrir mão dessas expectativas se o Brasil quiser fazer jus à potencia ambiental que é e ao que ele conquistou ao longo desses anos. Se ele é o anfitrião, tem a obrigação de se colocar como potência ambiental, país negociador e país importante entre os emergentes.

NM _ Passados 20 anos, o que foi implementado dos acordos da Eco 92?
Marina _ Houve baixa implementação dos acordos assumidos. Tivemos avanços significativos, houve toda uma agenda política e institucional no âmbito da ONU dos Estados nacionais, que serviu de base para medidas internas e no âmbito das convenções de desertificação, de clima e de biodiversidade. No entanto, ficou aquém do ponto de vista prático.

NM _ A senhora concorda com o foco da Rio+20 na economia verde e governança?
Marina _ Prefiro trabalhar com ideia de desenvolvimento sustentável. Suponhamos que economia verde esteja nesse contexto. Com a crise, países estão com a política de baixar as expectativas da Rio+20, o que não é aceitável. A realidade continua dramática e com o sentido de urgência que sempre teve. Só é possível enfrentar os problemas graves da mudança climática e da perda da biodiversidade pela mudança. Integrar economia e ecologia, fazer um esforço para passar no teste em vez de mudar o teste. Buscar a partir de uma nova visão novos processos, novas estruturas, novos produtos, novos materiais, uma nova base, novos conhecimentos. Assim poderemos ter uma economia próspera, que mude a vida das pessoas. Mas pelos caminhos da sustentabilidade, e não por esse modelos predatórios que vão inviabilizar no longo prazo a vida do planeta.

Edição de segunda

25 de setembro de 2011 2

Na próxima edição do caderno Nosso Mundo Sustentável, encartado amanhã em Zero Hora, você confere o grande projeto desenvolvido em Porto Alegre para melhorar a oferta de saneamento e diminuir a quantidade de esgoto sem tratamento lançado no Guaíba.

O caderno mostra o que e quem está por trás das obras do Programa Integrado Socioambiental, o Pisa.

O caderno também revela dados do último levantamento do Sistema Nacional de Informações Sobre Saneamento (Snis), que colocam o Estado em quinto lugar no ranking brasileiro de investimentos no setor.

O assunto estará em discussão no 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, que ocorre em Porto Alegre de hoje (domingo) até quinta-feira.

Também fique por dentro do derretimento no Ártico, que está ritmo cada vez mais acelerado, de acordo com estudos recentes.