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Posts na categoria "Energia"

Time-lapse da casa do futuro

09 de abril de 2012 3

Na reportagem especial desta segunda-feira do Nosso Mundo Sustentável, mostramos como funciona uma casa sustentável alemã. Produzida pelo governo local, ela produz mais energia do que consome.

Aqui, você confere a time-lapse da construção da casa:

Etanol só vale a pena em SP e GO

13 de março de 2012 0

A última edição do Nosso Mundo mostrou a realidade do etanol no Brasil. Apesar de um discurso favorável ao biocombustível, na prática o consumidor é incentivado a seguir usando a gasolina. Fatores econômicos, climáticos e governamentais entram na equação.

Para valer a pena ao motorista, o litro de etanol deve custar menos de 70% do valor da gasolina, algo raro no Brasil. Um levantamento do Índice de Preços Ticket Car (IPTC) aponta que só em São Paulo e Goiás a conta é favorável ao álcool. Na média nacional, o etanol custa 79% do valor da gasolina.

No Rio Grande do Sul, afastado da zona produta de cana, a relação é de 87%. Usar etanol não compensa no bolso.

A economia do horário de verão

05 de março de 2012 0

Saíram os números da economia de energia no período do último horário de verão:

Houve 2.555 MW de redução de demanda no horário de pico, sendo 1.840 MW no Sudeste/Centro-oeste, 610 MW no Sul e 105 MW no Nordeste (apenas a Bahia teve horário de verão).

Conforme o Operador Nacional do Sistema (ONS), foram economizados R$ 160 milhões. É porque o horário de verão evita que as usinas térmicas sejam ligadas para suprir a demanda do horário de pico.

Valencia ganha patrocinador solar

01 de fevereiro de 2012 0

Clube do atacante Jonas, ex-Grêmio, o Valencia anunciou o patrocínio da JinKO Solar, uma empresa chinesa focada em energias renováveis. A íntegra da notícia, divulgada pelo site valenciano superdeporte.es, está aqui.

O exemplo espanhol pode servir, no futuro, para os times brasileiros. Afinal, os chineses estão expandido o próprio mercado no futebol. Não seria absurdo que uma equipe de lá patrocinasse um time daqui.

Sediada em Xangai, a JinKO tem cerca de 10 mil empregados e ações em Wall Street.

Ecoclássico Gre-Nal dos estádios

09 de janeiro de 2012 4

Se você ainda não leu o Nosso Mundo de hoje, corra para conferir a matéria especial, assinada pelo repórter Guilherme Mazui, sobre as soluções sustentáveis aplicadas por Inter e Grêmio em seus novos estádios.

Você pode ter uma ideia do que vem por aí conferindo o nosso infográfico.

Marina: "Estão fazendo uma política de avestruz"

05 de dezembro de 2011 0

Segunda parte da entrevista da ex-ministra Marina Silva ao Nosso Mundo (a primeira parte está no post abaixo):

Nosso Mundo _ A Rio+20 pode ser desidratada por chefes de Estado?
Marina Silva _ Olha, existe um grupo que fica trabalhando essa ideia de baixa expectativa. Ninguém que tem um parente ou um amigo na UTI aceita baixar as expectativas, a gente faz o melhor para essa pessoa sair da enfermidade. O planeta está enfermo e as pessoas estão querendo baixar as expectativas. Os países têm o compromisso de constranger os que estão tomando essa atitude. É no momento de crise que precisamos melhorar essa agenda ambiental. Alguns países como Estados Unidos, Canadá e Índia, com uma posição retrógrada, precisam ficar desconfortáveis por se esconderem para fazer vistas grossas. É fundamental continuar fazendo o constrangimento no espaço multilateral para que os países que respondem por mais emissões se comprometam mais.

NM _ A crise econômica pode atrapalhar as negociações?
Marina _ Temos de preservar os avanços e mudar a atitude com as emissões, o descaso que países como Estados Unidos, sobretudo, têm tido com essa agenda de clima, biodiversidade. Há uma preocupação muito grande com as posições da Índia, do Canadá. Estão fazendo uma política de avestruz. A realidade não mudou e os países ricos resolveram enterrar a cabeça para não ver a realidade das suas emissões. As mudanças climáticas continuam acontecendo. Essa crise é mais grave do que a crise da economia. É incompreensível investir trilhões de dólares, bilhões de euros para salvar o sistema financeiro, o setor imobiliário, quando não se faz o mesmo para nos tirar da crise ambiental, que foi causada pela ganância de poucos e os prejuízos com certeza ficaram para todos.

NM _ A senhora viu as propostas que o Brasil enviou à ONU? Qual a sua opinião?
Marina _ Eu tenho conhecimento da proposta. Acho que ainda há muitas lacunas. Mesmo na ideia da economia verde, a questão do desenvolvimento sustentável não está contemplada. Na questão da governança não há compromisso de criar um mecanismo novo para implementar a agenda. Sem isso, qualquer compromisso será mera retórica. Principalmente na agenda dos instrumentos econômicos, não há como pensar em economia verde se não tivermos três coisas: uma base legal para induzir as mudanças _ evitar a forma inadequada de fazer e criar as certas _, recursos financeiros para a implementação da agenda e colocar isso como centro das prioridades das políticas públicas nos diferentes setores.

Lobão defende hidrelétricas

01 de dezembro de 2011 0

O movimento de Organizações Não-Governamentais (ONGs) contra a construção de grandes hidrelétricas foi duramente criticado pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.
– Somos atropelados a cada dia por gênios que querem nos impedir, a todo custo, de construir as hidrelétricas, que são a energia mais limpa e renovável do mundo – afirmou Lobão, na abertura do seminário A Lei do Gás e o Planejamento da Expansão da Malha de Transporte, em Brasília.

O ministro destacou que a construção de hidrelétricas como a usina de Belo Monte evita o uso de outras fontes energéticas mais poluentes, como o carvão e o óleo, e que há “desinformação a respeito do assunto”. Segundo Lobão, há representantes de ONGs que “se infiltram” entre os estudantes universitários para “denegrir” a imagem desses empreendimentos. Ele fez referência ao vídeo gravado por alunos da Unicamp.

Energia com biocombustível na Antártica

10 de novembro de 2011 0

 


Equipamento já está na base brasileira. Foto: Agência Petrobras/Marinha/Haroldo Palo Jr


O Brasil avança no projeto para gerar energia mais limpa na Antártica. A partir do etanol, o Brasil se tornará o primeiro país do mundo a utilizar biocombustível para produção de energia no continente antártico.

O etanol, fornecido pela Petrobras, e o motogerador feito da Vale Soluções em Energia (VSE) chegaram a Estação Antártica Comandante Ferraz, da Marinha, instalada na Baía do Almirantado, localizada na Ilha Rei George.

A Petrobras fornece 350 mil litros de etanol necessários à operação e, por meio de acompanhamento tecnológico, validará a utilização do combustível em condições de baixa temperatura.

O projeto é beneficiado pela Lei da Inovação, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), que promove e incentiva o desenvolvimento de produtos e processos inovadores voltados para atividades de pesquisa.

Projeto solar no Sul

24 de agosto de 2011 1

O primeiro passo para a concretização de um projeto gigante de geração de energia solar no Brasil foi dado hoje. A Eletrosul, subsidiária da Eletrobras com sede em Florianópolis, publicou nesta quarta, no Diário Oficial da União, um edital de concorrência internacional para contratar a empresa responsável pelo empreendimento.

O Megawatt Solar deverá ser implantado em oito meses, e o orçamento previsto é de cerca de R$ 10,8 milhões, com financiamento do banco de fomento alemão KfW.

As empresas que quiserem se candidatar têm 45 dias a partir de hoje para apresentar suas propostas.

Sobre o projeto

O Megawatt Solar prevê a instalação dos módulos fotovoltaicos nas coberturas do edifício-sede e dos estacionamentos da Eletrosul, em Florianópolis (SC), totalizando uma área de 10 mil metros quadrados.

A estrutura terá capacidade instalada de um megawatt-pico, será conectada à rede elétrica local e a energia produzida será vendida a consumidores livres.

Fonte renovável na Univates

09 de agosto de 2011 3

A Univates, de Lajeado, no Vale do Taquari, resolveu inovar na hora de buscar sua fonte de energia.

A partir de setembro a universidade passa a ser abastecida com energia 100% renovável, por meio de uma parceria com a empresa Electra Energy de Curitiba (PR).

Ao longo de três anos, a Univates vai utilizar recursos hídricos para suprir a sua demanda por eletricidade.