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Posts com a tag "Bike"

Bike na mão

02 de setembro de 2011 0

Aproveitando o tema do caderno desta semana — bikes —, o blog mostra mais um modelo dobrável que está chegando ao mercado. Criado pela Regatta, marca especializada no segmento náutico, as bicicletas pesam 16 quilos e suportam até 105 quilos.

Ótimo para quem quer combinar bike + ônibus ou bike + carro. As dobráveis da Regatta saem por um valor entre R$ 1 mil e R$ 1,4 mil. Mais em www.regatta.com.br


A presença da bicicleta em Porto Alegre

30 de agosto de 2011 0

Promessa é dívida. Aqui está o artigo do Igor Oliveira sobre as bikes na capital gaúcha.

O Igor é sócio da Semente Negócios Sustentáveis e consultor para novos negócios.

“A última sexta-feira de cada mês é o dia da Massa Crítica em mais de 400 cidades ao redor do mundo. Dezenas de milhares de pessoas saem às ruas para celebrar a bicicleta como meio de transporte. O evento foi criado em São Francisco, nos EUA, em 1992, por um grupo de usuários de bicicletas. O recorde de participação aconteceu em Budapeste, Hungria, quando 80 mil cidadãos pedalaram juntos. Não há organizadores oficiais. O evento é aberto e espontâneo.

A ideia é mostrar como seriam as ruas se os ciclistas fossem maioria. Seriam mais lentas, mais calmas, mais silenciosas, mais agradáveis, mais humanas, mais musicais. E, durante o evento, somos mesmo maioria.

Participei da Massa, como é conhecida por aqui, durante cerca de um ano, entre 2010 e 2011. A julgar pelo histórico de incidentes em outros países, não tinha o que temer. Nunca havia acontecido — e nem era possível imaginar — uma ação contra o aglomerado de ciclistas.

Pois foi exatamente o que aconteceu no dia 25 de fevereiro deste ano, na Rua José do Patrocínio, em Porto Alegre. Um motorista, em um Golf preto, acelerou contra os 150 participantes. As cenas foram gravadas e exibidas no mundo todo. Isso mudaria minha vida para sempre.

Acabara de me formar em Administração na UFRGS e me preparava para deixar o Estado rumo a uma das oportunidades que recebera. O choque, a insônia e a falta de apetite duraram semanas. Havia perdido a capacidade de estabelecer nexos. Não via mais sentido em nada do que estava fazendo.

A reação dos participantes da Massa Crítica entrevistados vinha em uníssono: “que punam o assassino”. Fui um dos únicos a me manifestar pela soltura do homem, réu primário que não oferecia riscos. A lei é clara e vale para todos: que respondesse em liberdade.

Meu esforço tinha um sentido claro: deixar de lado o sentimento de vingança e aproveitar a visibilidade que ganhamos para construir uma agenda positiva. E, dessa forma, tentar viabilizar a bicicleta como meio de transporte na cidade. Além disso, percebi que era necessário incentivar a cidadania e a inovação localmente.

Por conta do episódio, resolvi ficar em Porto Alegre. Abri uma empresa que transforma boas ideias (com impacto social e ambientalmente positivo) em negócios rentáveis. Também me envolvi em um movimento chamado Porto Alegre Como Vamos, que pretende promover a participação de todos os cidadãos nas políticas públicas.

Há quem pense que bicicleta é coisa de ecochato, e que as magrelas jamais serão uma parte importante dos hábitos de transporte. Talvez não saibam que isso já é realidade em alguns países. Em Copenhague, na Dinamarca, a bicicleta é o veículo mais utilizado, com cerca de 40% do total de deslocamentos. Na Holanda, há lugares onde só se pode ir de bike.

Em Bogotá, na Colômbia, um prefeito mandou transformar em ciclofaixas as áreas de estacionamento das principais ruas da cidade. Com essa e outras medidas ousadas, atingiu altíssimos níveis de popularidade e hoje é reconhecido como um dos responsáveis por uma revolução que elevou os níveis de qualidade de vida naquela cidade.

É consenso entre os urbanistas mais respeitados que os veículos à propulsão humana merecem a prioridade dos governos locais. E que devem ser tratados como meios de transporte eficientes que são, e não apenas como “alternativos”. Sabe-se, hoje, que é preciso harmonizar a convivência entre pedestres, ciclistas, usuários do transporte público e motoristas, nessa ordem.

Além disso, o investimento em transporte não-motorizado é, normalmente, rentável aos cofres públicos. A cada motorista convertido em ciclista, o Estado economiza fortunas em manutenção do espaço público e — pasme — em saúde. O carro é a maior causa mortis não-natural no Brasil.

A inovação na indústria de veículos não-motorizados tem possibilitado grandes avanços. Com 5% do preço de um carro popular, é possível comprar uma bike dobrável, que pode ser carregada como uma maleta. Em Porto Alegre, temos bons exemplos de negócios que usam a tecnologia das duas rodas de maneira inovadora. A Pedal Express é uma empresa de entregas que consegue, nos horários de pico, ser mais rápida que os tradicionais motoboys. Já a Vert Bike utiliza bicicletas com suporte para anúncios. E a Orca Bike produz bicicletas com quadros feitos de bambu, material mais leve e resistente do que o alumínio.

A bicicleta torna-se, aos poucos, o símbolo da chamada inovação sustentável, que se preocupa em encontrar soluções simples para os desafios da sociedade.”

De bike no Rio

17 de agosto de 2011 2

A prefeitura do Rio de Janeiro está decidida a investir na bicicleta como meio de transporte de sua população. Exemplo disso é o evento que vai promover entre 25 e 27 de setembro, o 1º Fórum Internacional da Mobilidade por Bicicleta — biciRio.

Hoje, o Rio conta tem 240 quilômetros de malha cicloviária em operação e outros cem quilômetros em construção. Até 2012, a ideia é chegar aos 300 quilômetros de ciclovias construídas.

O fórum será aberto e gratuito e, além das palestras técnicas, contará com um passeio ciclístico pelas ciclovias da Zona Sul no domingo, 25 de setembro.

Preparação para o VELO-CITY GLOBAL 2014

Em 2014, o Rio pode receber a Conferência Internacional VELO-CITY GLOBAL, que desde 1980 incentiva o planejamento cicloviário e congrega mais de mil cidades.

É uma iniciativa da Federação Europeia de Ciclistas e o mais importante encontro sobre o tema do mundo. Dentre os objetivos está o de fomentar o uso da bicicleta como modo de transporte.

Se o Rio for escolhido será a primeira vez que uma cidade da América Latina sediará um evento desse porte.

Álbum verde

12 de julho de 2011 1

Sobre o TreeHugger você já ouviu falar por aqui. É um site que reúne conteúdo sobre os mais diversos temas, como arquitetura, negócios, design, transportes e natureza, tudo sempre ligado à temática da sustentabilidade.

Pois eles acabam de criar uma página no Flickr para que o internauta possa colaborar com fotos legais a respeito da mesma temática. Esta aqui embaixo nós pegamos de lá.

Linda, não?

Cidades para pessoas

06 de julho de 2011 0

O primeiro vídeo do projeto Cidades Para Pessoas, da jornalista Natália Garcia, já está no ar.

Com a proposta de viajar pelo mundo e abordar as boas soluções para os problemas das grandes metrópoles, Natália vai discutir transporte público, trânsito, construções e vários outros temas.

No vídeo que já está no ar, ela mostra como Copenhague, na Dinamarca, conseguiu ampliar os espaços para as bicicletas e ainda lucrar com isso. São seis minutos valiosos para você investir.
Na foto abaixo, a prova de que mau tempo não é desculpa para deixar a bike em casa.


Para dar uma paradinha com a bike

19 de maio de 2011 0


Se na grande parte das cidades brasileiras, nem as ciclovias são realidade ainda, imagina o que dizer do pessoal que já está pensando muito além?
Bom, independentemente do que nós – os sem ciclovia – pensam, um escritório de design de Tóquio, no Japão, resolveu tornar mais prática a vida dos ciclistas.
Os artistas do Store Muu criaram uma espécie de mesa de descanso para quem está dando uma volta de bicicleta pela cidade ou em seus deslocamentos diários sobre duas rodas.
Basta chegar, “estacionar” e dar um tempo para fazer um lanche ou checar os e-mails.
Não sei vocês, mas eu achei meio bizarro, embora criativo (e útil), é claro.


Bike elétrica do Brasil

12 de maio de 2011 0


Um projeto 100% nacional de bicicleta elétrica. É o que promete a Ekolev com a Classic Bike.
O motor de 250 Watts é responsável por colocar em movimento a bicicleta de 40 Kg que alcança uma velocidade máxima de 25 Km/h. A bateria precisa de seis horas para ser recarregada.
A autonomia da bike é de 40 quilômetros, ou seja, dá perfeitamente para usar no dia a dia e carregar durante a noite. A fabricante estimula um custo de R$ 0,01 por quilômetro rodado.
Por enquanto, a Classic Bike está disponível nas cores Gre-Nal – azul e vermelha e sai por cerca de R$ 3 mil. Curti.


As cidades amigas da bicicleta

11 de maio de 2011 0

O Fabrício José Barbosa, de Blumenau (SC), enviou para o e-mail do Nosso Mundo o link para o vídeo Cycling Friendly Cities (Cidades Amigas da Bicicleta, em tradução livre).

São 15 minutos mostrando os exemplos positivos de Copenhague, na Dinamarca, Amsterdã e Houten, na Holanda, e Bogotá, na Colômbia.
O Fabrício coordena a Associação Blumenauense pró-Ciclovias e é uma daquelas pessoas que, como eu, acham o máximo cidades como as que aparecem no vídeo. Lugares onde dá para pegar a bike e ir até o trabalho sem medo de ser atropelado a qualquer momento.
Vale a pena assistir. Para morrer de inveja e para se empolgar na luta pela implementação de mais extensão de ciclovias no Brasil: