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Duas Caras termina com final feliz para Ferraço

31 de maio de 2008 8

Cena do hospital é prenúncio de final feliz/Divulgação

O último capítulo de Duas Caras – a novela das oito que começa às nove na Globo – não apresentou grandes surpresas dentro do que se previa nas últimas semanas, tanto nas revistas especializadas, como também nos sites e blogs – incluindo o do próprio autor, Aguinaldo Silva.
A primeira cena desta noite de sábado resgatou o dia anterior, com a perseguição policial para a captura de Silvia (Alinne Moraes). E então o capítulo passou a ser constantemente recortado por trocas de seqüências explorando os finais das tramas paralelas de diversos personagens importantes – além de muitos e longos intervalos comerciais. Confira abaixo o fim escolhido por Aguinaldo Silva (e desde já eu pergunto – o que vocês acharam? deixem seus comentários…):

Ferraço feliz: Liberto da cadeia, Marconi Ferraço (Dalton Vigh) recebe mesmo o trote de Maria Paula (Marjorie Estiano), que diz ter fugido com toda sua fortuna para o advogado Barreto. Mas depois da decpeção, ele recebe o telefonema da amada, pega uma passagem de avião e a encontra no Cariba, onde se beijam apaixonadamente na última cena. Ricos, casados, e com Renato (Gabriel Sequeira) a tira colo.

O diretor-sufocador: A surpresa da noite foi a aparição de Geraldo Peixeiro (Wolf Maya) como o Sufocador. O diretor da novela estava entre os cotados para ser o “cadeirudo de Duas Caras”, mas não liderava as bolsas de apostas. Ele retira a máscara para as câmeras após atacar a beata Edivânia (Susana Ribeiro) na mata da Portelinha. Ele consegue escapar livre.

Não teve beijo gay: Bernardinho (Thiago Mendonça) e Carlão (Lugui Palhares) se casam. Mas não se beijam. Aguinaldo Silva evita a polêmica. Os dois apenas se deram as mãos no altar, nada mais. Nem um selinho.

Fuga bem sucedida: A maluca Silvia é deixada por João Batista (Júlio Rocha) durante a fuga e desiste de matar Renato depois de ser enfrentada em uma discussão pelo menino. Ela abandona o carro com o qual seqüestrou Renato e fuge pela mata, deixando o filho de Maria Paula para trás. Em seguida, Silvia é atropelada por uma caminhonete, e recebe ajuda do motorista – com quem foge para Paris, levando JB a tira colo. Ela encerra a participação sorridente e envia uma carta para a mãe, relatando seu sucesso.

Alegria no BacalhauBernardinho, Dália (Leona Cavali) e Heraldo (Alexandre Slaviero) recebem um telefonema do advogado Barreto (Stênio Garcia) avisando que a Justiça autoriza o registro da menina Ana Rosa Maria com dois pais e uma mãe. O trio delira.

Fim do racismo: Barreto vai buscar o filho, a nora e o neto no Aeroporto, quando sofre um ataque racista do motorista do táxi. Ele revida, mas é espancado pelos taxistas do ponto. Barreto dá um fim ao racismo surgindo todo enfaixado para uma foto com a família inteira – a nora e o genro negros, mais a foto da avó, antes retirada do álbum da família.

Alzira vai para Ibiza: Alzira (Flávia Alessandra) se despede de Juvenal Antena (Antônio Fagundes) com um beijo apaixonado, dizendo que vai dançar em um famoso night club de Ibiza.

Juvenal fica na mão: O final do chefão da favela da Portelinha, o Justamente Bazuca, ou Juvenal Antena, foi bastante simplório. Depois de levar um pé de Alzira, Guigui (Marília Gabriela) pergunta se ele não vai se casar. E ele responde que “vai se casar com o povo dele”. Pronto. Ficou sozinho.

No Senado: Gioconda (Marília Pêra) mal aparece, mas Barreto passa aos telespectadores a informação. Ela se elegeu senadora, e está em Brasília.

Amara volta: Depois de bastante tempo afastada devido a problemas de saúde da atriz, Amara (Mara Manzan) retorna. A vidende Amora (Fafy Siqueira) – sua irmã – aponta o paradeiro dela a Bernardo (Nuno Leal Maia), que procura Amara e pede perdão de joelhos. O casal se abraça e sela a reconciliação com um caloroso beijo.
- Biju assume o lugar no centro de religião africana de Mãe Bina

Mais acontecimentos: Houve casamento coletivo, a eleição de Evilásio, a confirmação do Oscar para o filme Batalha da Portelinha, a ida de Petrus para um Intercâmbio na Suíça, e a reabertura do centro de religião africana da Portelinha, nas mãos de Biju.

*Post atualizado às 22h30min de 31 de maio de 2008.

Postado por Eduardo Cecconi

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Comentários (8)

  • livia clecia diz: 1 de junho de 2008

    bem, adorei o final da novela, sempre quis que Ferraço ficasse com Maria Paula, formam um casal lindissimoooooooo!!! para mim essa novela foi maravilhosa , principalmente aquela cena de Ferraço e Maria Paula no hospital !!! que lindoooooooooooo

  • Sandra diz: 1 de junho de 2008

    Que final lindo da Maria Paula e do Ferraço, eu até suspirei no final…ai,ai…
    pra quem dizia que o Dalton Vigh e a Marjorie Estiano não tinham química juntos, “pagou com a lingua”..rs
    fora esse final achei a o último capitulo medíocre..

  • Claudia diz: 1 de junho de 2008

    Nunca vi um final de novela tão medíocre!
    O final amalucado do “Caminhos do Coração” promete ser melhor que esse ai… e olha, que a novelinha foi ridícula!!!!
    O autor deveria se lembrar de dar final aos seus personagens.
    E me desculpem, não tem química alguma entre os protagonistas…

  • Gordão Farisa diz: 1 de junho de 2008

    Não consegui ver o último capítulo, mas pelo jeito não perdi nada. Esta novela das oito era para ter sido das sete. Humor barato e coisas sem sentido.

    Toda novela sempre acaba na sexta e repete no sábado, sendo que eu sempre posso ver nos dois dias. Agora que tinha compromisso no sábado, fizeram diferente.

    Seria um baita azar, se o último capítulo fosse bom. Ainda bem que não foi, como boa parte da novela.

  • Lincoln diz: 3 de junho de 2008

    O final da vilã Sílvia foi um bom resumo do que foi a novela. Tentou matar o ex, saiu da casa dele numa camisa de força(coisa que só existe em filme americano). Completamente surtada, ao invés de ser levada a um manicômio judiciário, foi levada à uma clínica, onde não foi medicada, apenas ficou delirando em uma sala isolada. Um enfermeiro apaixonou-se pela mulher surtada(aff), transa com ela(estupro, segundo o código penal) e a solta, já milagrosamente curada de seu surto. Daí , final feliz.Eca

  • paula diz: 31 de maio de 2008

    Pena que a Sílvia não acabou com o pirralho, nunca torci tanto contra uma criança antes… partindo do princípio que a novela não tinha muito sentido mesmo, vamos a alguns pontos: 1. e o Jojô? ninguém falou dele, da Eunice, dos 4 filhos, se é ou não biba, enfim, ficou sem explicação; 2. Amara disse que não era nada da Amora, que apareceu como um tapa-furo na novela e ficou completamente sem sentido; 3. UPM como uma das 5 melhores universidades privadas do Brasil? nem com Engov antes e depois;

  • paula diz: 31 de maio de 2008

    e só para completar, por mais dinheiro que o Ferraço tivesse, a Maria Louca passou a viver de rendas no Caribe? Pelo menos, finalmente passou a se vestir bem. Que fim levou Bárbara? E aquele documentário chinelo com o Justamente tirando bazuca sabe-se lá de onde, levar um Oscar??? É ruim, hein. Achei que o fim do Barreto foi ótimo. Minha ídola Silvia ficou bem melhor com o bonitão e o JB. E o maior mal-amado da novela tinha mesmo de ser o Sufocador (que afinal, fazia o que com as moças?)

  • Manu diz: 31 de maio de 2008

    o capitulo foi HORROROSO e pessimamente editado, salvo o lindo final da maria paula e do ferraço – que carregaram a novela nas costas. destaque para a tiradinha do diretor sufocador e o final feliz para a vilã silvia.

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