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No centro da Ciranda

14 de junho de 2008 0

Divulgação, Zé Paulo Cardeal / TV Glob

Há poucos meses, Tammy Di Calafiori podia ser vista trabalhando em uma loja de roupas num shopping do Rio de Janeiro. A transição de vendedora a atriz, no entanto, não foi instantânea: Tammy faz cursos de teatro desde os 11 anos e sempre teve como meta estabilizar-se nas artes cênicas, o que espera conseguir com a Virgínia de Ciranda de Pedra.

Alcançar objetivos requer dinheiro. Trabalhar no comércio foi a forma que eu encontrei para pagar meus estudos de teatro – conta a carioca, de 19 anos, sem se preocupar em glamourizar a profissão de atriz. – A instabilidade da atividade me ensinou a não cair no deslumbre. Só quem tem pais famosos já nasce neste meio.

Na trama das seis da Globo, Virgínia é filha de Laura (Ana Paula Arósio) e Daniel (Marcello Antony). Sem saber que o médico é seu verdadeiro pai, a mocinha foi criada por Natércio (Daniel Dantas) e precisa lidar com a falta de paciência e as implicâncias do vilão da história de Alcides Nogueira. Para piorar, suas irmãs mais velhas não são nada equilibradas. Enquanto Bruna (Anna Sophia Folch) passa o dia rezando obsessivamente, Otávia (Ariela Massotti) gasta seu tempo se atirando sobre qualquer garoto. Resta a Virgínia cuidar da mãe.

Quanto à atriz, Tammy mal acreditou quando descobriu que teria tamanho destaque na trama:

Batalhei tanto por um espacinho na TV e me deram um espação.

Apesar de ter levado anos para conseguir um papel na Globo, Ciranda de Pedra não é a primeira novela de Tammy na emissora. Em 2004, fez uma participação em Começar de Novo. No ano seguinte, viveu Nina em Alma Gêmea e participou da peça O Herdeiro Milionário. Em seguida, fez uma participação no filme Meu Nome Não É Johnny. Mas em nenhum outro trabalho, claro, viu tanta repercussão como no atual.

Uma vez, ao desembarcar no aeroporto, um monte de gente começou a gritar: ‘Virgínia! Virgínia!’. A novela ainda não tinha nem estreado. Fiquei abismada – confidencia a atriz, com um leve sotaque paulista, reflexo da personagem da novela. – Na hora da cena, é preciso prestar atenção em tanta coisa que resolvi adotar o sotaque paulista. Assim, a fala torna-se uma preocupação a menos.

Além das aulas de “paulistês” para viver Virgínia, a carioca Tammy assistiu a apresentações sobre o momento histórico em que a trama se passa. Fez aulas de interpretação com Ariela e Anna Sophia, além de lições de dança para aprender alguns passos de rock’n’roll:

Os jovens daquela época dançavam rock. Era como um funk de hoje em dia, algo subversivo.

Postado por TV+Show, Zero Hora

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