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Aos trancos e barrancos

29 de junho de 2008 3

Pedro Paulo Figueiredo, Carta Z

Desde o início, Vanessa Gerbelli não se conformou com sua mocinha Alice, de Amor e Intrigas, na Record. E a atriz tratou de ir transformando a personagem  extremamente ingênua ao longo da trama:

Não tinha como eu viver, aos 34 anos, uma protagonista tão bobinha. Tive de adaptá-la ao meu jeito.

Feliz com o resultado, Vanessa credita a audiência da novela ao fato de o público gostar de ver tragédias baseadas em  manchetes de jornais.

O povo lê esses jornais baratinhos, onde só existem crimes e sacanagens. Coisa de melodrama mesmo, com atentados em série. Amor e Intrigas tem isso: uma irmã quer matar a outra – resume.

Postado por TV+Show, ZH

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Comentários (3)

  • tudo diz: 5 de maio de 2009

    muito chata fora os mutantes

  • catila narciso diz: 25 de janeiro de 2009

    gostei muito desta novela foi um maximo

  • Selminha diz: 19 de abril de 2010

    Texto reposta de Vanessa Gerbelli, sobre o texto aqui postado, onde a repórter distorceu e mal interpretou os depoimentos.

    Segue abaixo o texto-resposta enviado para o Vanessa Gerbelli Fan Site e alguns jornalistas.

    Sinceridade de quem?

    Foi com indignação que li no jornal uma entrevista minha concedida à TV Press em minha casa, num dos raros intervalos entre gravações estafantes, cuidados com o meu bebê e dramas cotidianos.
    Não vou comentar a absoluta falta de sensibilidade da repórter em detalhes, mas queria dizer que sempre que vejo a mim ou algum colega de trabalho ser analisado e traduzido por alguém desprovido de discernimento e escrúpulo, fico realmente furiosa. Quando à isso soma-se a maledicência e a vontade mesquinha do sensacionalismo, fico pra morrer.
    Na entrevista, vi minha opinião ser distorcida e conduzida de forma descuidada e arbitrária. Pinta uma figura arrogante e um pouco ignorante, características que, para quem me conhece, não me configuram. A manchete diz “Vanessa Gerbelli é pura Sinceridade”. Sinceramente, não sou aquela que está ali para ser lida.
    Não costumo dar muitas entrevistas que não sejam por escrito justamente para evitar a manipulação das minhas idéias, a apropriação da minha individualidade e o desrespeito de quem absolutamente não me conhece e quer vender qualquer notícia.
    Fui perguntada sobre a razão do sucesso da novela que faço na Rede Record e respondi, dentre outras coisas, que acreditava que a tendência das novelas, que geralmente retratam o cotidiano e que buscam cumplicidade com o povo, é se aproximar dos dramas contados nos jornais. A tragédia desperta interesse (desde a Grécia antiga), basta ver a saída dos jornais mais populares, que vendem a tragédia escancarada. Acredito que o gênero melodrama (palavra que a repórter não entendeu), base em que as novelas são feitas, tem se aproximado do crime para contar suas histórias, também populares. É claro que, para aquela repórter não interessa a minha opinião sobre dramaturgia. Fui mal retratada e em sua resenha pareço uma atriz esnobe, que despreza o público para quem trabalha e não entende nada de nada. A mulher não compreendeu o que eu disse. E olha que eu dizia sempre “Você está entendendo?…
    É por isso que estou escrevendo. E-s-c-r-e-v-e-n-d-o. Da minha cabeça para o computador. Sem intermediários pouco sinceros. Obrigada pela leitura e desculpe o desabafo.

    Vanessa Gerbelli

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