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Um português destinado ao Brasil

20 de fevereiro de 2009 0

JORGE RODRIGUES JORGE, CZN

Ator Ricardo Pereira comemora seu segundo protagonista em novelas brasileiras

Ricardo Pereira, o João de Negócio da China, acredita que o Brasil estava em seu destino. O ator, nascido em Lisboa, Portugal, conta que sempre teve uma inexplicável “atração” por tudo o que se referia ao país. Quando começou a carreira de modelo, aos 16 anos, em sua primeira viagem para Milão, ele morou com três brasileiros. Seu bisavô veio para cá algumas vezes e um de seus tios mora aqui. Ou seja, Ricardo sabia que não teria como fugir da terra do Carnaval, do futebol e das belas praias.

– O Brasil tinha de entrar na minha vida de qualquer jeito – afirma, aos risos.

O que ele não imaginava é que conseguiria o que nenhum de seus conterrâneos alcançou até então: protagonizar uma novela na Globo.

– Não imaginava sequer uma, quanto mais duas – impressiona-se, referindo-se ao personagem atual e a Como Uma Onda, trama de 2004 em que ele estreou já no papel principal.

Na história de Miguel Falabella, João é um simpático padeiro perdidamente apaixonado por Lívia, mocinha vivida por Grazi Massafera. Depois do “sumiço” de Heitor, interpretado por Fábio Assunção, ele conquistou de vez o amor da moça. Mas, como nem tudo são flores, em breve ele deve disputar novamente seu
coração com Otávio, de Dalton Vigh. Afinal, o médico “balança” as estruturas da loura ao tentar salvar a vida de seu filho, Théo, personagem de Eike Duarte, que tem um tumor no coração. Esta é a quarta novela do ator de 29 anos no Brasil. Depois de Como Uma Onda ele participou de Prova de Amor, na Record, e
voltou para a Globo para atuar em Pé na Jaca, de 2006.

Mas sua trajetória em terras lusitanas é bem mais extensa. Fez 12 novelas por lá e ainda cerca de 12 filmes – um deles brasileiro, o longa Sonhos e Desejos, de Marcelo Santiago. Quando tinha apenas 16 anos, seu belo sorriso e os esfuziantes olhos azuis lhe renderam vários trabalhos como modelo.

– Ainda faço muitos desfiles e catálogos de moda até hoje – aponta.

Postado por Diário Catarinense

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