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A futilidade da perua Joelma em Negócio da China

26 de fevereiro de 2009 1

PEDRO PAULO FIGUEIREDO, CZN

Cabelo, maquiagem, joias e roupas caras. Em resumo: futilidades que o dinheiro compra. É só nisso que Joelma, personagem de Vera Zimmermann em Negócio da China, pensa.

– Ela é uma perua que só quer dinheiro. É tão prática que passa por cima de qualquer coisa pelos seus objetivos. Mas é bem divertida – enumera a atriz.

E bota pragmatismo nisso. A ponto de desconfiar que o marido, Mauro, de Oscar Magrini, tenha uma amante, mas só pense nos “louros” que vai colher quando tiver certeza. Ou seja: a loura pretende chantageá-lo – ela conhece todas as suas falcatruas – só para não perder a boa vida. O que ela não imagina é que sua
rival seja Denise, de Luciana Braga, justamente a pessoa em quem ela passou a confiar de uns tempos para cá.

– O que ela vai fazer quando souber? Simplesmente se separar e perder a vida boa? Ela é esperta…– diverte-se.

Mas nem por isso Joelma deixa de ser uma mãe zelosa. Ao contrário. A perua tem dedicado seus dias às preocupações com a gravidez da filha, Antonella, de Fernanda de Freitas. Isso porque o pai de seu neto é Diego, de Thiago Fragoso, herdeiro do milionário grupo Fontanera. Embora o moço não seja lá tão apaixonado assim por Antonella, Joelma faz de tudo para uni-los. É o dinheiro
falando mais alto, como sempre.

– As cenas são ótimas, fortes, boas de se trabalhar – comemora a atriz de 44 anos que, apesar de não ser tão vaidosa quanto a personagem, confessa gostar de se sentir bonita.

A paulistana começou sua trajetória profissional nos palcos. Aluna de cursos de teatro desde os 12 anos, ela ficou conhecida ao se tornar a musa inspiradora de Caetano Veloso para a música Vera Gata, aos 17 anos, após conhecer o cantor em um de seus shows na Bahia.

– Foi o destino.

Logo em seguida veio o convite do Antunes Filho – recorda ela, que atuou na encenação do diretor para quatro obras de Nelson Rodrigues. Apesar dos inúmeros trabalhos, Vera reclama da instabilidade da profissão.

– Nunca tive as coisas na mão. É sempre uma batalha solitária que cansa. Estou num momento ótimo, mas já tive outros bem complicados – pontua.

Tanto que ela é cautelosa ao falar dos próximos projetos, após o fim da novela, em março.

– Devo fazer uma peça e um filme – despista, afirmando não ter maiores sonhos, além da oportunidade de permanecer na ativa.

Postado por Diário Catarinense

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Comentários (1)

  • ana rita diz: 26 de fevereiro de 2009

    Por isso que o rapaz não deve casar com ela- não por ela, mas pela mãe que não pensa na filha e sim no dinheiro. Ele deve assumir o filho sim, mas casar com a Celeste.

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