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Juliana Schalch: Do Teatro para Três Irmãs

21 de março de 2009 0

JORGE RODRIGUES JORGE, CZN

Juliana Schalch adora um palco. Prova disso é que, depois de fazer teatro por três anos – ela começou aos 15 –, a atriz, que vive a surfista Juliana de Três Irmãs, parou para estudar Psicologia. Mas não aguentou.Foi quando a paulistana de 23 anos se “descobriu” de vez. Após vários cursos, não parou mais, até ser aprovada no teste para a novela, enquanto fazia a Oficina de Atores da Globo.

– É muito bom traçar um objetivo e conquistá-lo – salienta ela, que não largou a Psicologia e atualmente cursa o terceiro ano.

Em sua estreia na tevê, a atriz vive Juliana, temperamental filha de Hércules Galvão, interpretado por Bruno Garcia. No início da trama, seu maior conflito com o pai era o fato de culpá-lo por ter sido abandonada pela mãe, Sueli, de Bianca Byington. Problemas familiares à parte, a moça também passa por dilemas amorosos. Namorou Paulinho, de Kayky Brito, no início da trama. Embora ainda “arraste as asas” para o ex, agora a surfista está com Jerry, personagem de Omar Docena.

Juliana, que adora praia e está perfeitamente ambientada à vida no Rio de Janeiro, fez suas primeiras aulas de surfe antes do início da trama. Afinal, não é em toda cena que se apela para os dublês. Além de tratar a pele e o cabelo como nunca por causa do sol, cuidar da alimentação e praticar ioga, é a dança que a atriz salienta como sua outra paixão. Embora tenha diminuído o ritmo por conta das gravações, ela pratica dança contemporânea desde pequena. Tanto que já planeja fazer uma peça com tal linguagem.

Contratada pela Globo até o fim da trama, a atriz de 23 anos confessa que ainda não se adaptou totalmente às diferenças entre teatro e tevê. A falta de intimidade com os estúdios é  compreensível. Antes da novela, Juliana participou de montagens teatrais como Puts e Dança dos Signos, além do curta-metragem Formigamento, de Fábio Telles. Desde a construção da personagem, passando pela movimentação, voz e posicionamento de câmara, tudo para ela é como um “admirável mundo novo”.

– Sou bem crítica, assisto a tudo o que faço. Às vezes dou umas vaciladas, mas depois conserto. Estou pegando as manhas.

Postado por Diário Catarinense

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