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Malhação alerta para o transtorno bipolar

24 de março de 2011 1

Foto: Alex Carvalho, TV Globo

Em Malhação, a personagem Raquel (Ariela Massotti) sofre de transtorno bipolar. A menina alterna momentos de alegria intensa e depressão, deixando todos à sua volta preocupados.

Nos próximos capítulos, Raquel começa a dar sinais de que precisa de um tratamento, mas será difícil fazê-la aceitar a doença. Segundo a revista Minha Novela, ela passa mal e cai desacordada na piscina do clube. Pedro (Bruno Gissoni) salva a namorada e a garota descobre no hospital que possui o transtorno bipolar.

Na vida real, muitas pessoas sofrem do mesmo problema, que se caracteriza por alternar estados de euforia e depressão.

Na fase depressiva, os principais sintomas são:

- tristeza profunda
– abatimento
– ausência ou excesso de sono
– cansaço em atividades simples do dia a dia

Já na fase eufórica, é comum a pessoa apresentar:

– grande entusiasmo
– excesso de ideias
– ausência de medo em atividades arriscadas
– delírios

O tratamento é feito com medicamentos adequados e psicoterapia.

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Comentários (1)

  • shirley diz: 5 de maio de 2011

    “Não há testes científicos que comprovem os diagnósticos psiquiátricos(e psicológicos, já que, muitas vezes estes se baseiam naqueles). Não há como provar cientificamente que existe a depressão, a esquizofrenia, o transtorno obsessivo-compulsivo, e assim por diante. Os diagnósticos são feitos com base em um manual estatístico criado por consenso, e não por observações de mau funcionamento do corpo ou “da mente”. Os psiquiatras admitem isso, como pode ser visto no vídeo abaixo.

    [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=APBE5NJO12k&feature=related]

    Em um outro vídeo, o Dr. Thomas Szasz também comenta sobre o problema do diagnóstico psiquiátrico. Vejam:

    [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=uE0mysIHvvg]

    Os vídeos mostram como ainda há dificuldades para diagnosticar doenças mentais. Mesmo as inventadas. No entanto, eles somente resvalam em um assunto particularmente importante: a utilização de remédios para cuidar de transtornos ainda não efetivamente comprovados. Dizendo de forma bruta: receita-se remédios para doenças que não existem.”

    Robson Faggiani,Psicólogo.

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