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Posts do dia 6 outubro 2012

Avenida Brasil: Jorginho e Nina recebem homenagem da família de Tufão

06 de outubro de 2012 8

Depois que Carminha (Adriana Esteves) finalmente é desmascarada, Tufão (Murilo Benício) e sua família percebem a injustiça que fizeram com Nina (Débora Falabella) e Jorginho (Cauã Reymond).

Com a vilã fora da mansão, a família resolve chamar Jorginho e a namorada para um jantar de comemoração. De acordo com o ExtraTufão é quem dá a ideia:

- Eu acho que nós devemos receber a Nina aqui em casa. Nós temos que nos desculpar com ela.

Todos concordam e Tufão procura Nina para fazer o convite:

- Nina, tu tava certa em tudo que me disse. Me perdoa! Tu foi um anjo que veio libertar a minha família da Carminha e do Max. Eu quero abençoar teu casamento com o meu filho. Sejam muito felizes!

No jantar em homenagem a Nina, Leleco (Marcos Caruso) é o primeiro a dizer que a jovem é muito bem-vinda à família. Muricy (Eliane Giardini), que sempre foi a primeira a desconfiar da cozinheira, pede perdão:

- Nina, eu queria te agradecer de joelhos… É muito importante pra mim que você esteja aqui por que… De todos nessa casa, eu fui a pessoa que mais errou! Eu dei corda pra Carminha. Eu ajudei aquela mulher a fisgar o meu filho. Passei a vida apoiando, dizendo amém pra ela. Como eu fui burra! E fui desconfiar justo de quem? De você! Peguei tanto no seu pé, fui tão injusta… Eu precisava olhar no teu olho pra te dizer isso, Nina, pra te pedir perdão.

Ivana (Letícia Isnard) segue o exemplo da mãe e também se desculpa por tudo o que disse à Nina.

Mas é Tufão quem surpreende a todos ao falar que sua paixão por Nina não passou de uma ilusão, mas que agora ele resolveu abençoar a união da moça com seu filho:

- Hoje, tenho certeza que a Nina é uma mulher maravilhosa e também é a nora que eu pedi a Deus! Depois de tantos anos, eu finalmente vou poder fazer alguma coisa boa pelo Genésio: cuidar bem da filha dele. Olha aqui, moleque, se você aprontar alguma presepada com essa garota, vai se ver comigo, tá entendendo?

Todos comemoram, felizes, a harmonia familiar que há muito tempo não reinava na casa. Resta saber até quando Carminha vai deixar barato toda a humilhação que sofreu…

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O pior da semana: Guerra dos Sexos não combina com os dias atuais

06 de outubro de 2012 20

Confesso que comecei a semana meio deprimida, me sentindo “órfã” das Empreguetes. Depois do sucesso de Cheias de Charme, seria quase impossível que outra novela tivesse a mesma repercussão. Apesar da tristeza pelo fim da trama anterior, estava ansiosa pela estreia de Guerra dos Sexos, já que o elenco e a história prometiam agradar.

Porém, o que se viu foi uma história “antiga”, que não combina com os dias de hoje. A disputa entre homens e mulheres estava no auge em 1983, quando a primeira versão foi ao ar, mas em pleno século XXI é um assunto ultrapassado. Esse tipo de discussão era comum há 30 anos, não atualmente, quando as mulheres já ocupam espaços que antes eram tipicamente masculinos, tanto em casa quanto no mercado de trabalho.

As frases machistas e feministas ditas ao longo do primeiro capítulo só deixaram claro que a trama pertencia ao início da década de 80, não a 2012. Como disse sabiamente a personagem Juliana (Mariana Ximenes) em uma das cenas, “isso é tão anos 80″.

Sílvio de Abreu prometia atualizar a história, mas não foi o que vimos na telinha. Mesmo para quem, como eu, não assistiu à versão original, ficou parecendo “mais do mesmo”. Até a atuação forçada dos atores parece pertencer a outra época, quando a televisão era muito mais teatralizada.

Falando no elenco, não percebi nenhum grande destaque nos primeiros capítulos. Tony Ramos e Irene Ravache são sempre ótimos, não importa se a história é boa ou ruim. Já Glória Pires, Edson Celulari, Mariana Ximenes e Reynaldo Gianecchini pareceram pouco à vontade em seus papéis. Luana Piovani, nem preciso dizer, interpretou ela mesma, como sempre.

Jorge Fernando imprimiu sua assinatura na cena em que Roberta Leone (Gloria Pires) joga uma torta na cara de Felipe (Edson Celulari). Não sei vocês, mas a mim o estilo “pastelão” utilizado pelo diretor incomoda bastante. Não vejo a menor graça…

A única coisa que me chamou a atenção no início da trama foi a forma como a morte de Otávio (Paulo Autran) e Charlô (Fernanda Montenegro) foi apresentada. Imagens do site de notícias Globo.com mostravam que o casal morreu “durante o orgasmo”, achei que foi uma ideia inovadora e divertida. Além disso, os quadros animados dos inesquecíveis personagens, bem como imagens reais da primeira versão foram uma bela homenagem.

A abertura da novela também merece destaque. Uma animação mostra a famosa guerra de comida entre os protagonistas, enquanto casais de animaizinhos brigam pela casa. Deve agradar em cheio o público infantil.

No geral, Guerra dos Sexos é uma novela que já nasceu velha. Bem que Sílvio de Abreu poderia pegar algumas dicas com Maria Adelaide Amaral, que adaptou com maestria a história de Ti-ti-ti. Está aí, aliás, um belo exemplo de remake que fez tanto sucesso quanto a versão original, sem ser desatualizado nem copiar as mesmas ideias.

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