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Lado a Lado: Laura pede a separação e some por seis anos

05 de novembro de 2012 13

Decepcionada com Edgar (Thiago Fragoso), Laura (Marjorie Estiano) decide dar um basta em seu casamento. Tudo graças às armações de Catarina (Alessandra Negrini), que conseguirá enfim separar o casal.

No capítulo que vai ao ar nesta segunda-feira, segundo o site da novela, Laura diz a Edgar que o viu dormindo na casa de Catarina. Ele tenta se explicar, mas não sabe como tudo aconteceu e nem imagina que foi dopado pela ex-amante. Furiosa com o marido, Laura anuncia:

- Eu não posso continuar assim. Eu quero me separar.

Quem não gosta nada disso é Constância (Patrícia Pillar), que fica indignada com a decisão da filha, de acordo com o Extra:

- Na minha família as mulheres não se divorciam! Isso é coisa de gente desclassificada, sem princípio! Você é filha de uma baronesa e tá se comportando como uma lavadeira de beira de rio! Você não vai levar o nome da nossa família pro esgoto! Eu não vou deixar! Nem que eu tenha que te internar num manicômio, ouviu, Laura?!

Depois, já mais calma, a Baronesa conversa com Laura e sugere que ela se mude para outra cidade, para assim evitar um escândalo maior:

- Pois se pra você a felicidade é isso, vá ser feliz longe daqui! Arque com as suas escolhas! Uma mulher divorciada deve, no mínimo, se preservar. Sai da cidade, se recolha por uns tempos!

A família consegue abafar o assunto e divulga uma nota no jornal dizendo que Laura foi passar uns tempos na fazenda da família, pois ficou muito abalada com a perda do filho.

Mas a verdade é que a moça resolve seguir uma vida independente no interior. Ela começa a trabalhar como professora e passa seis anos sem dar notícias.

Enquanto isso, Edgar fica sozinho, tendo como única alegria a filha Melissa (Eliz David).

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Comentários (13)

  • Apaixonada diz: 5 de novembro de 2012

    Nossa eu achei seis anos tanto tempo, mas o autor deve ter algum objetivo com isso né?
    Eu achava mais a cara de Laura enfrentar a sociedade divorciada mesmo, assim como Isabel enfrentou grávida. Ou pelo menos engajar em um movimento feminista, talvez isso ainda possa acontecer né??

    Doida para chegar logo essa segunda fase e ver as novidades que vem por aí. Já se sabe que a Baronesa vai sair procurando uma noiva para o Albertinho e a escolhida tem um caráter duvidoso. É uma atriz novata tomara que fosse boa.

    Galera acho que essa semana vou aparecer menos por aqui ( vou tentar rs rs) Projetos…
    Então uma semana cheia de luz para vocês!!!!!

  • ana rita diz: 5 de novembro de 2012

    mas e já tinha divórcio naquela época?!

  • Rosane diz: 5 de novembro de 2012

    O objetivo dele é sem dúviida acabar com a novela!

  • maria regina diz: 5 de novembro de 2012

    Concordo com a ana rita,divórcio naquela época,acho que era desquite ou separação mesmo,mas divórcio?

  • Claudia diz: 5 de novembro de 2012

    O divórcio só passou a existir depois de 1977. Antes chamavam de “mulher separada” ou “mulher desquitada”, mas com certeza o termo divorciada não existia. Tanto que não era possível casar novamente.
    6 anos é muito tempo mesmo. O autor se puxou. Poderia dar um intervalo de 2 anos que já tava bom demais. Espero ao menos que a Laura não volte a mesma “mosca morta” que se tornou nos últimos capítulos e lembre a Laura do início da novela, aquela por quem tínhamos admiração.

  • Soní diz: 5 de novembro de 2012

    Percebí que neste blog pessoas que se conhecem a mais tempo se encontram e se comunicam entre elas. Sou nova por aqui e como nao consegui fazer parte do grupo, vou migrar para outros blogs. Vou tentar nao passar por cima de ninguem… boa sorte, Anjo Colorado, Rita, Rosane, Regina, Apaixonada e outros. Grande abraço

  • Anjo Colorado – Zé diz: 5 de novembro de 2012

    Não são apenas seis anos… Serão seis anos em que Edgar e Laura sem vão se olhar por acaso. Serão seis anos absoluta ignorância dos fatos um do outro.

    E como fica Catarina nisto tudo? Não terá nada com o advogado em seis anos de insistência?

    Mas sobre o divórcio eu achei isto aqui:

    1891 – Ante a persistência da realização exclusiva do casamento católico, foi expedido novo Decreto, no 521, em 26 de junho de 1890, dispondo que o casamento civil, deveria preceder as cerimônias religiosas de qualquer culto. Foi disciplinada a separação de corpos, sendo indicadas as causas aceitáveis: adultério; sevícia ou injúria grave; abandono voluntário do domicílio conjugal por dois anos contínuos; e mútuo consentimento dos cônjuges, se fossem casados há mais de dois anos.

    1901 – O jurista Clóvis Beviláqua apresenta, após seis meses de trabalho, seu projeto de Código Civil. Duramente criticado pelo então senador Rui Barbosa e por vários juristas, seu projeto sofreu várias alterações até sua aprovação, em 1916. Tal como no direito anterior, permitia-se o término da sociedade conjugal por somente por via do desquite, amigável ou judicial. A sentença do desquite apenas autorizava a separação dos cônjuges, pondo termo ao regime de bens. No entanto, permanecia o vínculo matrimonial. A enumeração taxativa das causas de desquite foi repetida: adultério, tentativa de morte, sevícia ou injúria grave e abandono voluntário do lar conjugal (art. 317). Foi mantido o desquite por mútuo consentimento (art. 318). A legislação civil inseriu a palavra desquite para identificar aquela simples separação de corpos.

    Achei mais coisas, mas basicamente o divórcio, como conhecemos hoje, só foi aprovada em 28 de junho de 1977. Os dois parágrafos acima são os mais pertinentes como referência histórica.

  • Anjo Colorado – Zé diz: 5 de novembro de 2012

    Peraí, Soní. Não precisa ser assim. É que alguns fazem parte do “grupo” que acompanhou A VIDA GENTE e foi algo muito polêmico. Acabamos, por nossas diferenças de opiniões, criando um vínculo, mas não quer dizer que a gente não goste das outras pessoas.

    Desculpe se tu se sentiu descriminada.

    Mas olha, eu nunca conheci nenhuma pessoa deste blog. Nem mesmo troquei msn.

  • Felipe diz: 5 de novembro de 2012

    Seis anos é um bom tempo pra que as crianças cresçam e possam fazer parte da história mais ativamente, assim como aconteceu em A Vida da Gente com a Júlia e o Tiago. Também vai fazer com que os personagens mudem, assim como os cenários, figurinos etc. Vai ser bom.

    Ansioso por essa passagem de tempo!

  • Apaixonada diz: 5 de novembro de 2012

    Soni
    Desculpa, se te ofendi de alguma forma. Tem uma galera que já se fala desde a época de A Vida da Gente. Na verdade nem sei se era assim cheio de recadinhos, não vejo isso em comentários de outras novelas. Esse aqui é um blog só de comentar e não de bate papo. Mas eu que já cheguei no último mês da novela, AVDG comecei comentar os comentários dos outros, comecei a mandar recado, desejar bom dia, boa noite e etc e acabei me entrosando.

    As vezes acontece do seu comentário aparecer antes do meu, mas eu não ter visto antes de publicar. Entende?
    Desculpa se não consegui ser legal com você. Mas não vai não, eu gosto muito dos seus comentários. Leio todos. Prometo que vou ter mais cuidado. Foi sem querer.

    Um abraço especial para você!!!

  • Rita Porto Alegre diz: 5 de novembro de 2012

    Soní,

    Tu és bem vinda as discussões guria. Não se sentiu parte do grupo, como assim? Porque não se citou seu nome? ” tentar não passar por cima de ninguém”. Aqui as pessoas são livres para expressarem suas opini~es.
    Desde quando participo do blog, os comentários são respeitados, ainda que não haja concordância. Se quiser ir para outros blogs, sim, vá, mas permaneça conosco.
    Alguns nomes que tu cita no finalzinho, passou a se conhecer através de A vida da gente. Haviam trocas de idéias intensas, bem humoradas, outras nem tanto.
    Como a novela foi maravilhosa, os posts interessantes, nos convidavam a debates até ferrenhos de quando em vez…
    Combinamos de nos reencontrar em Lado a Lado, porém acho que a maioria não se sentiram estimuladas a retornar. Também a novela não ajuda…
    Mas tu é bem vinda ao grupo.

  • Apaixonada diz: 5 de novembro de 2012

    Galera sobre as nossas dúvidas sobre o divorcio, direto do site oficial de Lado a Lado:

    Muita gente pode achar estranho que os personagens Laura e Edgar se divorciem em 1904. Afinal, o divórcio só foi permitido no Brasil a partir de 1977, após anos de luta entre os divorcistas e a Igreja Católica.
    Como explicar, assim, a situação do casal mostrada em Lado a Lado? Durante o período colonial, não existia casamento civil no Brasil, e o matrimônio era regulado pelas leis da igreja – o Código de Direito Canônico, que admitia a separação dos casais, mas não lhes dava o direito de se casar novamente.
    Em 1890, após a proclamação da República, foi instituído o casamento civil, que se tornou obrigatório. Mas a situação das pessoas que não estavam felizes em suas relações conjugais permaneceu inalterada. Por força do Decreto 181, os casais tinham direito ao divórcio, mas a indissolubilidade do matrimônio foi mantida, ou seja, o divórcio no período de Lado a Lado existia apenas no papel.
    O termo divórcio foi substituído por desquite, em 1916, quando foi aprovado o Código Civil Brasileiro, para designar a separação dos corpos e bens de um casal como já estava previsto nas leis citadas anteriormente.
    O drama de Laura e Edgar, retratado na novela, irá mostrar a situação vivida por milhares de casais brasileiros, que ao se separar não podiam reconstruir legalmente a sua vida afetiva e familiar em outros relacionamentos. Com destaque para a situação da mulher separada que era ainda mais difícil que a dos homens. O modelo a ser seguido pelas mulheres, que não precisavam trabalhar fora, era o da dona de casa perfeita, cujo dever era cuidar do marido e dos filhos.
    A batalha pelo direito ao divórcio começou a ser travada no final do século XIX quando os deputados Lopes Trovão, Casemiro Jr., Leopoldo Bulhões e Guimarães Natal apresentaram uma emenda ao Decreto 181, que permitia aos separados contraírem um segundo matrimônio, que não foi aprovada.
    Várias mulheres também participaram desse movimento como, por exemplo, as escritoras Andradina Oliveira, que escreveu o livro “Divórcio?”, em 1912, e Francisca Clotilde, que lançou o romance “A Divorciada”, em 1902, em que defendia a causa divorcista, a ousadia a fez perder o cargo de professora na escola em que dava aulas.
    Finalmente, após anos de discussão no Congresso Nacional, em 1977, uma lei apresentada pelo deputado Nélson Carneiro, instituiu o direito ao divórcio no país.
    Por Luciane Reis

  • Soní diz: 6 de novembro de 2012

    Só hoje consegui voltar aqui… para ler os comentarios de voces. Obrigada Anjo Colorado, tu és um dos que mais gosto e nao é só porque tu também és Colorado…rsrs. Apaixonada, Rita, obrigada pela compreensao. O que quiz dizer com “vou tentar nao passar por cima de ninguem”, foi nao deixar de citar os nomes de todos voces, dos que mais passam por aqui. De qualquer forma agradeço a atençao de voces e um grande abraço a todos. PS vou continuar lendo voces.

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