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Último capítulo de Lado a Lado: Edgar homenageia Laura em prêmiação de jornalismo

08 de março de 2013 25

O último capítulo de Lado a Lado, que vai ao ar logo mais, será marcado pela emoção e pelos finais felizes dos casais mais queridos da trama.

Em uma importante premiação de jornalismo, Edgar (Thiago Fragoso) é escolhido o melhor jornalista do ano por seu trabalho como Antônio Ferreira. Porém, ele sabe que o prêmio deveria ser dado a Laura (Marjorie Estiano) e resolve fazer uma bela homenagem à esposa.

Edgar sobe ao palco, recusa o prêmio e revela que o verdadeiro vencedor é Paulo Lima. Ele conta que Laura quem escrevia os textos com um pseudônimo, já que as mulheres escritoras eram mal vistas naquela época.

Emocionada, Laura agradece e faz um belo discurso:

- Esse prêmio… eu aceito, porque fui eu que escrevi cada frase, cada palavra, das matérias do Paulo Lima. Espero que daqui para frente haja mais textos assinados por mulheres e menos Paulos Limas escondendo quem os escreve. E eu quero agradecer ao meu marido, pelo apoio, companheirismo, tudo!

Diante da plateia, os dois se beijam com paixão e são aplaudidos de pé pelo público.


Final feliz também para Zé Maria (Lázaro Ramos) e Isabel (Camila Pitanga). Após muitos desencontros durante a novela, o casal se une em uma bonita cerimônia no Morro da Providência e recebe as bençãos de Tia Jurema (Zezeh Barbosa). Desta vez, ao contrário do que ocorreu nos primeiros capítulos, nada mais pode atrapalhar o enlace dos apaixonados.

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Comentários (25)

  • Soní diz: 8 de março de 2013

    Terminou como supunha, obviamente os casais protagonistas ficariam juntos. Zé Maria e Isabel e Edgar e Laura, felizes para sempre. Achei pouco o castigo de Constancia mas, afinal naquela época uma “baronesa” e mulher de Senador, jamais seria presa.

  • Simone Biagioni diz: 8 de março de 2013

    Adorei esta novela, não assisti todos os capítulos por falta de tempo….
    Precisamos de novelas mais leves como esta.

  • Claudia diz: 8 de março de 2013

    Essa novela inteira foi da Marjorie e da Patrícia Pillar. Mãe e filha com interpretações incríveis. A Laura com sua luta pela emancipação feminina e a baronesa tentando manter o máximo tempo possível as diferenças sociais. Cada embate entre as duas fazia com que eu me apaixonasse mais pela Laura e ficasse com mais raiva da baronesa. Foi uma escolha perfeita de mãe e filha com duas atrizes maravilhosas.

    Adorei o romance fofo de Edgar e Laura. O casal tem uma química incrível e até quando brigavam conseguiam fazer de uma forma leve, com alguma graça. Não existia público contra, só a favor. A escolha do casal foi perfeita não há duvida, mas ao meu ver, o que dominou a novela foram as cenas entre Patrícia Pillar e Marjorie Estiano.

    Gostei muita da Camila Pitanga na primeira fase, mas não segunda, não sei se foi o excesso de rancor, as cenas muito pesadas, mas parecia outra personagem. Não consegui mais me emocionar com a Isabel. Fiquei viúva da Isabel da primeira fase, pois na segunda, até a amizade dela com a Laura ficou pesada. Ela tinha que ficar com o Zé pelo andamento, mas o casal é sem sal, espero que não repitam o par em outras novelas, já não deu certo pela segunda vez.

    Quem diria, a novidade do último dia da novela é como ficará o Albertinho, sozinho ou com a Gilda. O personagem que não era para ter muita importância se destacou e tomou um lugar de protagonista. Não gostei muito dos dois juntos, mas se rolar um fim emocionante, quem sabe…

    Meninas, suas opiniões… Beijos

  • Anjo Colorado – Zé (Em Recife) diz: 8 de março de 2013

    Saudações, pra quem ainda se lembra de mim! Tenho andado meio ocupado e por isso me ausentei do blog, mas sempre acompanhei a novela!

    Só quero destacar esse comentário acima:

    “Terminou como supunha, obviamente os casais protagonistas ficariam juntos. Zé Maria e Isabel e Edgar e Laura, felizes para sempre. Achei pouco o castigo de Constancia mas, afinal naquela época uma “baronesa” e mulher de Senador, jamais seria presa.”

    Concordo com tudo, menos na parte em a Soní diz que naquela época uma “baronesa” e mulher de senador jamais seria presa. Infelizmente não seria diferente nesta época também.

  • Rita Porto Alegre diz: 8 de março de 2013

    Olá!

    Bah, bem no finzinho da novela apareci.
    Tive enfrentando alguns problemas, que me afastaram do lazer. Obrigada pelas lembranças, amigos.
    Mas que finzinho sem graça e previsível, hein?
    Abraços.

  • Soní diz: 8 de março de 2013

    Anjo colorado querido, obrigada pela referencia. Nossas opinioes sobre essa novela sempre foram muito semelhantes. Concordo mais uma vez contigo, provavelmente hoje isso tambem dificilmente aconteceria, tens razao. Saudaçoes coloradas…rsrs

  • Cris diz: 8 de março de 2013

    Fim muito sem graça…
    As cenas de Edgar e Laura muito bonitas, como sempre. É um casal simpático.
    Acho que as únicas surpresas foram o senador enganar a Catarina e fazer com que fosse presa e a Margarida se divorciar do Bonifácio. Tirando isso, quase deu sono, nada de novo.
    Ótimo a Isabel resolver esquecer o passado, mas daí a convidar o Albertinho para o casamento foi demais, o Zé Maria até a pouco nem conseguia olhar pra cara dele, não convenceu. O Elias escolher o Zé como pai preferido também não foi necessário, podia ter dois pais e pronto. Enfim, a baixa audiência se justifica por nunca terem ouvido o público.

  • Apaixonada diz: 9 de março de 2013

    Em primeiro lugar Anjo Colorado e Rita que bom que estão bem, estava preocupada. Mandei mil recadinhos para vocês. kkk Anjo mudou para Recife ou está passeando??

    Pois é, acabei matando o primeiro horário do cursinho para assistir o final da novela visto que amanhã terei plantão e não poderei assistir. Ainda bem que meu professor teve um imprevisto e atrasou, eu não perdi quase nada de aula ou então eu teria arrependido amargamente.

    Gostaria de estar com a mesma emoção do dia do final de A Vida da Gente, que a novela mal terminou eu já estava escrevendo na maior euforia, eu e um monte de gente.

    Mas…
    Que final mais sem graça … tudo muito corrido, histórias que não se encaixavam. Porque as coisas não foram acontecendo durante a semana?? A única cena bonita mas mesmo assim, menos do que prometia foi Edgar e Laura. A morte de Berenice, totalmente desnecessária e a prisão de Catarina por motivo de chantagem achei exagerada. Ela tinha que ter sido presa pelos outros crimes que ela cometeu. E quanto a Gilda a maioria do público não queria ela com o Albertinho, mais até hoje ela só demonstrava amar o Albertinho, pricipalmente pelas suas atitudes. Mas tudo bem… ele terminou curtindo o filho é o que interessa. Sinceramente não gostei do castigo de Constância um tanto quanto exagerado… Não emocionou, para mim nem a surra que ela levou da Isabel.

    Enfim, não vou ficar criticando

    Fica a minha admiração pelos fatos históricos interessantíssimos; o personagem Albertinho (meu xodó) ; O romance gostoso da Laura e do Edgar; A interpretação maravilhosa da Patricia Pillar e da Marjorie Estiano; As personagens fofas da Tia Jurema e da Celinha, o fofucho do Elias e da Madá e o show de humor do Quequé.

    E principalmente os nossos debates que não foram tão calorosos como os de A Vida da Gente, mais valeu muito. Gostaria de citar o nome de cada um agora, mas como corro um sério risco de não lembrar de alguém, fica um abraço a todos os noveleiros do blog dos noveleiros.

    Não vou seguir A Flor do Caribe, parece que ela lembra um pouco Mulheres de Areia, mas estou com outros planos, vou dar um tempo de novela. Quem sabe uma próxima de Licia Manzo?? kkk

    Abraço queridos… depois do concurso apareço de vez em quando para falar um oi com quem tiver por aí pelo blog.

  • Clau diz: 9 de março de 2013

    Não acompanhei esta novela desde seu início. Porém tenho uma mania: adoro acompanhar os finais, mesmo que não veja desde o início. Não faço isso com qualquer novela, mas acompanhei os comentários de muitos de vocês e passei a me interessar pela novela.

    Não vou entrar no quesito quem fica com quem, pois como disse, eu não acompanhei tudo. Mas o que está me chamando atenção é como as pessoas se prendem com coisas poucas. Pode ser que um casal não combinasse, que a personagem má merecesse castigo mais cruel, mas os DETALHES da obra foi o que mais me encantou. E assistindo pela internet, eu via e revia as cenas para pegar cada detalhezinho. Roupas, cenários, objetos domésticos… Tudo bem organizado. Fico imaginando o trabalho da equipe inteira, se esmerando para dar uma novela de altíssima qualidade. E como essa mesma equipe deve ficar triste quando leem críticas ácidas, desta ou de outra novela também.

    O Brasil tem direito a ter a fama que tem no mundo em relação a novelas. uma ocasião, encontrei no youtube capítulos da novela TI-TI-TI em espanhol. Nem estava procurando essa novela e sim uma outra já antiga. Mas vi na opções e resolvi assistir só por curiosidade, para ouvir em outra língua as nossas novelas e poder dizer com orgulho NOSSAS novelas! A gente faz coisa boa na TV! Tirando alguns programas infames, há muita coisa boa e as novelas são boas. Esta de época então… foi um primor!
    Nas cenas do moro, as favelas, os personagens suados, sujos, em trapos…. Mostrando a dura vida do povo do morro. Mostrando as mudanças de um Brasil que até hoje vive uma discriminação racial, embora não seja admitido… Gostei do que vi. E espero que outras novelas de época surjam, com a história do Brasil sendo contada. Parabéns aos autores, diretores, elenco e equipe técnica!!! Belo trabalho!!!

    NOTA: Só lamento que a trama só seja debatida em relação aos personagens principais. Outros atores que fizeram belo trabalho como coadjuvantes nem tiveram a atenção – dos leitores de blogs e sites – que mereciam. Que pena que os brasileiros não assistem novelas como uma grande obra. E sim como um romance de cabeceira. É pena.

  • Grazielle diz: 9 de março de 2013

    Final bem feito em algumas partes mas bem mal feito em outras

    Elogios:A cena final do rio antigo se tornado o rio atual foi linda . Gostei da cena dio casamento de zé e isabel,apesar de não gostar do casal,a cena foi bonita. Constancia roubou a cena no final da novela,nem os protagonistas conseguiram brilhar mais do que ela.Também,não se esperaria menos de uma atriz como Pillar ..

    Críticas:Berenice morre sem sabermos quem é o assassino..ela pagou pelos crimes com uma morte misteriosa e zenaide não pagou de jeito nenhum.Não gostei mesmo.heron menezes ficou toda apagada como vilã nessa novela,só teve um destaque no final e mesmo assim foi esse destaque fraco.

    Albertinho.Nem sei como comentar,final super tosco para um personagem que foi praticamente plano a segunda parte da novela inteira.O cara se redime tudo bem,Mas de repente diz que está apaixonado por Gilda e vira o corno manso da novela,que leva um pé na bunda da mulher,e é obrigado a trabalhar no mesmo bar q ela,vendo ela com o chico pro resto da vida.Se fosse pra ser assim,que ele terminasse sem estar gostando de ninguém.Deu a impressão de que a qualquer momento ele tentaria se aproximar da Gilda,ou então iria gostar da isabel novamente e iria atrapalhar o lance dela com o zé.O albertinho sozinho,na vida de elias ,isabel e zé..coisa boa é que não deve dar.

    Achei que a Esther aceitou muito facilmente o fim do relacionamento com ele.Coisa mais mal feita.

    E em ultimo lugar,foi uma palhaçada para aquela epoca e bem estanho ver que um cara que mal tinha curso superior,termina a novela como administrador da fábrica e um cara que tinha curso de Direito termina a novela trabalhando em um bar lavando copo.Gente,isso não existia naquela época,os autores atropelaram a história,tanto é que em momento algum explicaram como um negro sem faculdade naquela epoca poderia ocupar essa posição de destaque.Não explicaram pq não tinha o que explicar.Jogada de roteirismo para o zé ficar pelo menos a altura da Isabel e não ser o pobretão que estava tendo sorte em casar com a mulher que teve ascenção social na vida.

  • Grazielle diz: 9 de março de 2013

    E como eu esperava,Elias termina anovela sem chamar o albertinho de pai ..q coisa tosca..e pra completar,chama o zé de pai e diz que gosta mais dele..para que isso gente?O zé já tava acostumado,já tinha embuchado a isabel ah vá..precisava disso não..o autpor mais uma vez quiss disfarçar que o zé não era pai do elias,fez a cagada e nunca soube arrumar direito.

  • carmen Luiza Rio grande diz: 9 de março de 2013

    Acompanhei a novela desde o começo…setembro 2012….Gosto muito de novelas de época. Esta particularmente fez sua parte, mostrou como alguns eventos começaram a fazer parte de nossa cultura, por exemplo. O cuidado me pareceu grande!!!! Só que a meu ver…alguns personagens poderiam ter outro fim….a Neuzinha,,,fez maldade a novela toda…nem sequer foi descoberta …feliz para sempre, a Berenice…pior não poderia ser…podre…caiu num barranco….ninguem descobriu nada….a irmã dela tambem …não sei que fim teve….só Caniço foi preso…. Sei que estas coisas acontecem na nossa realidade…mas afinal é uma novela poderia ter o fim que quiséssemos!!! Realmente teve o fim que os autores quiseram…mas acho que se perderam em alguns!!!!No geral gostei da novela!!!! Químicas aconteceram…Edgar e Laura….Laura e Constância…mas a Isabel e o Zé Maria….nada me fazia acreditar em seu amor….o Assunção parecia sempre alheio a todos e a tudo….nem o neto aceito por Albertinho….não apareceu uma cena de avô e neto…..Quem sabe minha opinião ajuda no final de outra novela….Obrigada!!!

  • Apaixonada diz: 9 de março de 2013

    Clau…

    Só concordo em partes com você, novela é sim uma obra complexa e maravilhosa, apesar das criticas que recebemos por gostar de novela.

    Mais justamente por ter tanto cuidado e perfeição com a fotografia, os detalhes, os fatos históricos que não aprendemos na escola sendo relatados e um elenco de primeira, que a gente lamenta a obra não ter sido perfeita.

    A sensação é que eles tinham tudo para fazer a melhor novela dos últimos tempos e não conseguiram porque os autores se perderam em alguns aspectos. Não estou falando da relação de Albertinho/Isabel/ZéMaria , mas outros fatos que deixaram a desejar.

    E sim o Brasil pode se orgulhar de suas novelas, e por isso mesmo nos tornamos mais exigentes com tudo. Queremos sempre o melhor do melhor. A Vida da Gente também já está em Portugal.

  • Kicka- São Paulo diz: 9 de março de 2013

    Boa noite queridos!

    Rita, Anjo Colorado, que bom ter notícias de vocês, e melhor ainda é saber que está tudo bem!

    Queridos.
    Não consegui assistir a novela ontem porque saí tarde do trabalho e não deu tempo
    Mas acabei de assistir pela internet.
    Bom, balanço da novela na minha opinião!

    Previsível, como nós já sabíamos.
    Realmente as únicas surpresas foram a morte meia boca da Berenice (sinceramente quando ela caiu achei que aquele barranco fosse bem mais alto, rsss) já que era pra ela morrer podiam ter sido mais criativos.
    E o pedido de divórcio da Margarida!
    Fora o fato dos casais protagonistas ficarem juntos, o resto foi praticamente cheio de incoerências por exemplo, Catarina manda colocar fogo numa escola, sequestra a própria filha e não vai para a cadeia por isso, e sim por chantagear a ex baronesa, e o Fernando que foi cúmplice de sequestro e sabia do incêndio da escola, vai morar no exterior.
    A Gilda que sempre demonstrou amor pelo Albertinho e até disse que se ele terminasse com a Esther ela ficava com ele, chega no último capítulo da novela dizendo que ama o Chico (vai entender né, rsss).
    O Elias naquela ceninha, como a Grazielle disse muito bem acima, TOOOOSCAAAAA dizendo pro Albertinho (detalhe: pai dele) que estava feliz porque o Zé Maria iria se casar com a mãe dele (até aí, tranquilo) e ser o pai dele, afff e chamar o Alberto de pai, nem pensar.
    Também reparei nisto, a Neusinha aprontou a novela inteira inclusive arrumando aquele fotógrafo pra tirar fotos da Laura para a matéria que dizia que ela estava divorciada e terminou feliz pra sempre!
    A Zenaide terminou no barranco olhando pra corpo inerte da Berenice, sem pagar por nenhuma das maldades que fez, nem digo ir pra cadeia, porque já que não tem mais processo, ela não iria mesmo, mas pelo menos algum castigo pra ela aprender né!
    Como foi dito acima pela Carmen nenhuma cena do Alberto Pai com o neto, nenhuma, isto porque ele disse que queria conhecer o menino.
    A baronesa no fim acabou tendo que enfrentar o que ela mais temia, a solidão, a humilhação e a “pobreza”, nada de novo, pelo menos ela não morreu, como acontece com a maioria dos supervilões da novela, destacado mesmo, como sempre só a atuação da Patrícia e desta vez também do Werner (o olhar de frieza, dele olhando pra ela, foi impressionante você olhava nos olhos dele e dava pra perceber o desprezo, sem que ele tivesse feito qualquer expressão) adorei, pena mesmo ele não ter tido mais destaque na novela.
    Ficou tudo muito pro final, aconteceram coisas nestas 2 semanas finais que poderiam ter acontecido bem antes, pelo menos haveria mais tempo para alguns acontecimentos que ficaram super corridos se desenrolarem de uma forma mais clara e poderiam também ser mais bem trabalhados como o fato do Teodoro ter descoberto que o Ângelo é filho da Sandra, talvez seriam bem mais emocionantes!
    A produção, os fatos históricos,a fotografia, cenário e figurinos, não há o que comentar, foram impecáveis desde o início, uma pena mesmo que em relação a alguns personagens e histórias, os autores foram tão incoerentes, e mais lamentável ainda eles não terem ouvido o público nem uma vez, acredito que se eles fossem um pouco mais maleáveis nossa opinião poderia ter ajudado bastante.

    Apaixonada minha flor!

    Você tirou as palavras da minha boca!
    Falei ontem pra uma amiga minha que esta novela flor do caribe lembrava demais Mulheres de Areia,rssss, tem até uma espécie de “Tonho da Lua” nela, interpretado pelo José Loreto.

    Queridos quero agradecer a todos o espaço e meu acolhimento neste blog
    Foi a primeira vez que participei de um blog sobre novelas e adorei, principalmente a oportunidade de conhecer a todos e trocarmos idéias sobre a novela
    Não vou acompanhar Flor do Caribe, mas de vez em quando apareço por aqui, pra ler vocês.

    Bjo carinhoso no coração de todos vocês
    Boa noite!

  • m_sinistra diz: 9 de março de 2013

    Queridas e queridos Noveleiros
    pois eu gostei da novela toda
    A Neusinha Precisava de um para colocar limites dela.
    no fim a laura foi reconhecida como jornalista
    O edgar conseguiu tira a Judite do sanatòrio
    Os vilões teve seu castigos Merecidos.
    Um abraços para todos

  • Mi diz: 11 de março de 2013

    Independente dos casais protagonistas, um com braça e outro sem graça, o que me decepcionou foi a falta de reconhecimento do filho com o pai. Esperava uma cena bonita entre eles e não aconteceu. Continuou o Albertinho mendigando amor e o Elias chamando o marido da mãe de pai. O Senador sequer chegou perto do neto, acho que esqueceram.
    A prisão da Catarina foi por um motivo ridículo, tendo tantos motivos reais para acontecer. A Gilda, nossa, descobriu que sonhava com o Chico todas as noites após repetir para o Albertinho diversas vezes que se ele abandonasse a noiva ficaria com ele. A novela toda ela esteve à espera de uma decisão do Albertinho e no fim amava o Chico. Não colou.
    Neusinha não levou um puxão de orelha por tudo que fez. Theodoro e Sandra poderiam ter sido melhor aproveitados, o drama se resolveu num tapa como se o irmão ser filho dela fosse uma coisa normal.
    O fim da baronesa tomou a metade da novela e achei um pouco exagerado aquele negócio de trocar as carroças, ter que andar na lama, muito forçado. Contudo, a interpretação da Patrícia Pillar foi um primor e do Werner também.
    Enfim, a novela foi boa, com muitos tropeços e alguns esquecimentos, mas decepcionou porque começou ótima e gerou muita expectativa.

  • Mah diz: 11 de março de 2013

    Apesar dos pesares, gostei muito da novela, pois em forma de entretenimento expôs uma época rica de histórias, um período do Brasil pouco explorado de forma tão detalhada: fotografia linda, cenários, roupas, trejeitos, trilha sonora incrível, enfim, apresentou de forma impecável o pano de fundo para uma trama que poderia ter sido envolvente.
    Não vi nenhum comentário negativo sobre esses quesitos, porém, novela é novela por tentar passar informações, por explicitar assuntos passíveis de debates, bem como, por conduzir o telespectador a sentir as emoções que provêem de relacionamentos, ou seja, no fim o que é permanentemente acompanhado, é o comportamento do personagem.

    Assim, torcemos por alguns, desprezamos outros, sendo que no decorrer da novela essa torcida pode mudar na medida que, em uma novela, outros fatores interferem no seu desfecho, como a interpretação dos atores, a reação do público, etc.

    Também acredito que Lado a Lado poderia ter sido uma novela muito mais envolvente se os conflitos tivessem sido resolvidos com mais agilidade, não nas últimas semanas de forma tão corrida. O último capítulo, então, nem preciso dizer. As cenas da Patrícia Pillar foram excelentes, mas o castigo de Constância, com o plano do marido, o final de Catarina e Fernando, bem como, a superação de Margarida, a revelação de Sandra em relação ao filho, poderiam ter sido trabalhadas com melhor desenvoltura, não tão apressadamente.
    Até a cena final de Isabel e Laura ficou um pouco prejudicada pelas discussões delas na segunda fase, parecia que Isabel ficou se justificando por ter sido tão “impulsiva”. Na verdade ela perdeu um pouco da doçura da primeira fase, que às vezes voltava a aparecer. Só pra ressaltar que a novela foi, além de Patrícia Pillar, de Marjorie Estiano também, ótima atriz, bem no tom do personagem.
    Final feliz para os casais e o oposto para os vilões, bem previsível.

    Só mais um comentário, não gostei do casal Gilda e Albertinho, em um capítulo achava que eles acabariam juntos, em outro que não, bem instável essa relação, ou, bem sem química mesmo, não é Apaixonada! Achei mesmo que o melhor final seria Albertinho sozinho, pois assim, só a partir do seu arrependimento, conseguiria conquistar um amor de verdade. Acredito que ele foi punido pelas suas escolhas, por não ter tido a coragem de lutar por Isabel nem pela Gilda, sendo seu castigo, aquilo que ele deixou de ganhar, até o amor do filho ficou prejudicado (nem de pai ele foi chamado). Agora, vi a cena do Albertinho trabalhando no bar uma vez só, achei constrangedora, não por ele trabalhar no bar, um trabalho digno como qualquer outro, mas achei incoerente com a história. Ora, ele estudou, passou seis anos na escola de oficiais, é filho do senador e acabou lavando copos … última “patada” dos autores no Albertinho.

    Eu também não acompanhei a novela inteira, mas me fez lembrar a novela da Record, Essas Mulheres, muito boa por sinal. Porém achei Lado a Lado superior, por não se privar de ter somente histórias românticas, mas também mostrar fatos históricos, que seja de forma didática, não importa, bem como, por trazer assuntos como o preconceito de todos os tipos, não de forma superficial, mas sim de frente, explicitamente.

    Também gostei muito de ler os comentários daqui, com certeza, são os melhores!! Não me interessei pela próxima novela das seis, mas acredito que tem tudo para ter uma audiência boa … romance, protagonistas tradicionais, praias, paisagens bonitas, enfim, mais do mesmo …

    Abraços a todos!

  • Juju diz: 11 de março de 2013

    Achei a novela do ínicio ao final maravilhosa, não tenho o que criticar. Os autores escreveram o que aconteceu na época, foi uma novela pesquisada, usaram histórias do Brasil, foi uma novela leve, sentirei saudades…

  • Anjo Colorado – Zé (Em Recife) diz: 11 de março de 2013

    Legal nossas opiniões sobre a novela terem sido parecidas, Soní, embora muita gente aqui deu boas opiniões tendo ideias diferentes das nossas. No fim acho que tudo éuma questão de gosto.

    Eu gostei do do final da novela. Tá… foi quase toda previsível e o desrino de Catarina ficou um pouco fraco (na argumentação, é claro), mas considero uma boa sacada colocar o Assunção tramando contra Constância.

    Apaixonada… Eu estou só a passeio mesmo. Ainda neste mês voltarei ao RS. Ninguém gostou do final de entre Gilda e Albertinho porque o ex janota é amado pela maioria de quem acompanhou LADO A LADO. Ele terminou sozinho, mas feliz e amadurecido. Achei mesmo forçado o Elias dizer quem era o pai favorito. Em A VIDA DA GENTE não teve uma mãe favorita

    Eu estou mesmo bem, Kicka. Curtindo essa terra belíssima onde me encontro, especialmente na companhia de gente que estimo.

    A Zenaidade terminou sem pagar pelas maldades, aliás… Eu nem sei se ela teve mesmo um fim.

    Na minha opinião foi uma novela mediana como texto, mas muito boa ao apresentar a História do Brasil. Novelas de época sempre tem essa vantagem.

    Por enquanto nãpo vou acompanhar mais nenhuma. Gosto de assstir apenas uma por ano. Mania minha.

    Até mais, meu povo!

  • Claudia diz: 11 de março de 2013

    Bem pessoal, vamos nos despedir.
    Pelo visto as impressões sobre o final da novela foram bem parecidas. Realmente foi tudo bem previsível com algumas situações forçadas, como a prisão da Catarina.

    Anjo Colorado, dá saudade lembrar da Vida da Gente, realmente a filha acabou com as duas mães, mas era uma situação diferente, ela foi criada pela tia, já havia um amor de mãe e filha ali e as duas eram boas pessoas, não tinha uma heroína. Contudo, seria bonito ver o Elias gostando do pai e do padrasto, mas não aconteceu porque essa novela tinha um texto muito mais simplório e fazia uma diferença bem marcada entre o bom e o ruim, ao contrário da outra que era bem realista.

    Eu nunca curti o casal Gilda e Albertinho, mas a paixão súbita dela pelo Chico me surpreendeu e como a Mi disse acima, não convenceu. Gostei de ver a baronesa penando e tomando um chega pra lá do Bonifácio. Só não entendi porque a Margarida resolveu pedir o divórcio se sempre aceitou os chifres do marido numa boa, sem retrucar, e parecia bem conformada com aquela vida.

    Também acho que ficou muita coisa para o final e aí ficou tudo corrido, mal resolvido. Enfim, foi uma novela que valeu a pena porque poderia ter sido muito melhor, tido mais história, mais realidade, mas perto do que temos disponível hoje foi muito boa.

    Abraços a todos.

  • Mah diz: 11 de março de 2013

    Despedidas são sempre tristes, não é Claudia.
    Normalmente estaria assistindo a novela neste horário pelo site =(
    Agora é só aguardar uma novela melhor do que as que estão no ar, não me interessei por nenhuma …

    Grande abraço a todos!!

  • Apaixonada diz: 12 de março de 2013

    Oi amores… senti saudades

    Mah amei a sua explicação sobre novela. Perfeita!

    Acho que não fui bem clara na minha opinião acima, eu não queria que a Gilda terminasse com o Albertinho, infelizmente eles não tiveram química. Apesar de ter achado fofo ele assumindo para a mãe que estava apaixonado por ela. Porém a Gilda não merecia o Chico, porque ela sempre deixou bem claro que só estava com ele porque o Albertinho não era digno de confiança. E na última hora ela descobre que sempre amou foi o Chico? Ficou sem lógica. O final do Albertinho foi quase o que eu desejei, pena que ele não terminou feliz e nem sendo chamado de pai. Faltou a cena dele fazendo as pazes com a Laura, ficou subentendido na discussão dela com a baronesa, mas cena dos dois eram sempre lindas. A mulher do senador descobrir tudo e resolver ser uma mulher independente, poderia ter acontecido antes. E o que o Fernando estava fazendo na cena? O Edgar não ordenou que ele se despedisse só por carta? E o Fernando terminou bem e vivendo em Portugal. Não gostei. Já o final da Neusinha eu gostei. Ela foi uma vilã meia boca, e terminou “adestrada” pelo Quequé, um castigo com humor.

    Quanto ao Albertinho lavando copos, eu não achei humilhante Mah, eu achei fora da realidade como você mesmo citou. Em um caso assim naquela época, acho que o pai abriria um comércio para ele gerenciar ou qualquer coisa parecida.

    No mais é isso tudo que já foi falado. Foi uma obra bonita principalmente pela qualidade mas… poderia ter sido melhor. A novela foi morna durante todo o tempo e tudo ficou para os últimos capítulos. Alguns atores foram mal aproveitados como o Werner e o André Arteche.

    Será que os “erros”, se é que podem ser chamados assim, foi pela quantidade de autores? KKK Assustei quando vi, parece que eram oito ou nove. É complicado fazer até trabalho de faculdade com tanta gente, imagina escrever uma obra como uma novela.

    Abraço amores!!!

    Alguém sabe quem inventou Direito Orçamentário? Ninguém merece!!!

  • Mah diz: 12 de março de 2013

    Apaixonada, obrigada! Seus comentários que são os melhores, sempre com muita educação e delicadeza!
    Ficou mesmo meio estranho o final do trio Chico/Gilda/Albertinho, eu também não gostei do casal Albertinho e Gilda.
    Agora o foco é nos estudos! Bons estudos para nós, então!
    Abraços!!

  • Mona diz: 22 de junho de 2013

    Demorei tantos meses para comentar o final porque o trauma foi grande e difícil de digerir. Apesar de ser um fim dinâmico, centrado na Baronesa, para mim foi tão frustrante o final de Laura, que cheguei a chorar. Depois de sofrer um aborto sozinha e sem notícias, e ter que suportar a ex amante de seu marido esfregando a filha bastarda na cara dela, na sua própria casa, sem que o marido fizesse nada para preservá-la, Laura ainda terminou cuidando da filha da amante do marido, sem que Catarina fosse responsabilizada pelos crimes que cometeu contra ela, e sem que ela tivesse seu próprio filho (mesmo ela tendo passado quase a novela toda lamentando o filho que perdeu)? Nada contra a menina e seu direito de ter quem a cuidasse, mas tudo contra a situação de terminar como todas as mulheres, cuidando da (suposta) filha do marido, sem ao menos uma frase de impacto que mostrasse por que ela estava assumindo Melissa (como algo do tipo que nem ela nem Melissa tinham responsabilidade por tudo o que aconteceu). Não, Edgar ainda deu a última palavra: Melissa não era só a princesa dele, mas “nossa princesa”. Além disso, depois dela dizer que não queria trabalhar com Edgar porque queria ascender profissionalmente, independente dele, só foi reconhecida e aceita como jornalista (com Guerra e na premiação), porque Edgar interveio, e ele continuou pagando de marido perfeito sem jamais reconhecer diretamente sua parcela de responsabilidade na história do divórcio? Laura era uma heroína feminista, mas o texto da novela teve uma postura bem machista. Pareceu que quiseram dar uma bofetada nela por ter sido tão contestadora e a fizeram voltar para casa sem conquistar nada sozinha profissionalmente, quando algumas mulheres da época, ou de épocas anteriores (como Nísia Floresta, Francisca Clotilde, Chiquinha Gonzaga, George Sand), conquistaram, apesar de divorciadas; o divórcio também ficou só na conta do ciúme de Laura e das armações de Catarina, ou seja, das mulheres, como se Edgar não tivesse nenhuma responsabilidade nessa história – a começar por manter uma noiva no Brasil e uma amante em Portugal, por excluir Laura das decisões (depois de saber da existência de Melissa), por ser negligente com as cartas, por não colocar limites a Catarina; a Laura lhe deram como “prêmio” a filha ilegítima do marido, a fizeram perceber que sem a ajuda do marido ela não chegaria a lugar nenhum profissionalmente, e ainda a fizeram terminar a novela dizendo que “o tempo me mostrou que o casamento vale a pena quando o marido é Edgar”, como se ele não tivesse feito nada para ela tomar uma medida extrema como o divórcio. E Isabel tinha que ficar com Zé mesmo, que era um cara honesto, mas nada a ver Albertinho no casamento ou Elias indicando a Albertinho que Zé seria seu pai. O janota não merecia nenhuma consideração como homem, mas como pai caiu na real. Sem falar que foi muito puxa saquismo com Zé. Outro ponto: A novela como um todo endeusou Zeroi (e sua luta pelos negros) e EdOuro (e sua trajetória como jornalista anônimo). Não deveria ter sido Laura a ter o maior destaque a novela inteira como jornalista anônima e Isabel ser também a representante da luta pelo orgulho negro? Laura ainda lutou pela emancipação feminina e orgulho negro (através de seu discursos e artigos), mas Isabel parecia a típica heroína de Gilberto Braga, que não chegava a ser uma alienada, mas que depois de subir na vida aparecia simplesmente como a personagem glamourosa da história.

  • Mona diz: 22 de junho de 2013

    Ah!!! E concordo… A novela foi de Marjorie Estiano e Patrícia Pillar, que deram um show de interpretação.

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