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Claudia Raia revela: "O que vai destruir a Lívia é o amor"

20 de março de 2013 11

Lívia Marini (Claudia Raia) é uma vilã fria e que aparentemente nunca amou ninguém. Mas uma transformação começou a ocorrer com a bandidona desde que ela conheceu Théo (Rodrigo Lombardi). Pela primeira vez na vida, Lívia está apaixonada e pode colocar tudo a perder por causa desse sentimento.

Em cenas que vão ao ar amanhã, Lívia começa a se envolver com Théo. Depois da primeira noite com o Capitão, a vilã começa a sair do controle e não conseguirá mais ser tão esperta como antes.

Claudia Raia contou ao Extra como será essa mudança de sua personagem:

- É uma virada na história. De uma Lívia fria e racional, passaremos a ver uma Lívia passional e apaixonada. O que a destrói é o amor.

Ao se aproximar de Lívia, Théo começa a desconfiar da ligação dela com a morte de Jéssica (Carolina Dieckmann), já que encontra uma das “seringas assassinas” no quarto. Temendo ser descoberta, a chefona da quadrilha tenta se afastar, mas logo acaba cedendo às novas investidas do rapaz. E o relacionamento deve apimentar a trama, como adianta a atriz:

- O relacionamento dos dois é passional. Théo manda nela, e ela gosta, se excita. É aquela relação que vem do controle, da ordem. Ele por ser militar, Lívia por estar acostumada a comandar. Ela vira refém dele, fica desarmada, sem controle, com toda sua estrutura abalada.  A trama vai pegar fogo em todos os sentidos, inclusive sexualmente. É tudo muito agressivo, animal. Tem o ódio dele e a paixão dela no meio.

Mas Lívia vai perder o controle mesmo quando descobrir que Morena (Nanda Costa) está viva. Sabendo que a jovem é o grande amor de Théo, a vilã fará de tudo para tirá-la de seu caminho.

Fria ou apaixonada, Lívia continuará sendo a mesma vilã surreal e caricata de sempre. Claudia Raia não convenceu no papel e tem perdido espaço para as ótimas Totia Meirelles e Giovanna Antonelli, essas sim defendendo com vontade suas personagens. Se antes da novela estrear Claudia anunciava que Lívia seria muito pior do que Carminha, agora ficou bem claro que a vilã de Salve Jorge não chega nem aos pés da primeira-dama do Divino.

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Comentários (11)

  • Marcos diz: 20 de março de 2013

    Claudia Raia revela: “O que vai destruir a Lívia é o amor”
    Gloria Perez (autora) revela: ” O que vai destruir a Claudia Raia é essa interpretação ridícula e essa personagem mais ridícula ainda da Lívia”.
    E tenho dito.

  • Xuxu Beleza diz: 20 de março de 2013

    Três VIVAS para o Marcos!!!! Concordo plenamente!

  • Llika diz: 20 de março de 2013

    Ha HA HA pra ela neh….”Lívia pior que a Carminha”??nem a pau Juvenal!!!!

  • fernando diz: 20 de março de 2013

    keria ver ela pondo fogo no bordel com td mundo dentro

  • MJ diz: 20 de março de 2013

    Essa Lívia consegue ser mais tosca que a Tereza Cristina em Fina Estampa.

  • luiza ramos diz: 20 de março de 2013

    ah pelo amor d deus…tão tirando os telespectadores por idiotas?
    vão se catar…q falta d criatividade!!

  • Clau diz: 20 de março de 2013

    Eu não assisti a novela Fina Estampa, mas de fato, MJ tem razão. Se pelos comentários na época a tal Tereza Cristina já era ruim, Lívia conseguiu ser pior, pois nem simpatia do público tem. Aliás, a interpretação de Claudia Raia, muitas vezes chega a ser cômica.

    Precisei rever o capítulo da morte de Rachel. E novamente nada me convence. A seringa que foi “enterrada” no pescoço de Rachel, sem nem ejetar líquido. O mesmo ocorreu na cena com Jéssica e ainda não se deram conta. Odiei a cena da morte de Rachel. Primeiro porque Ana Beatriz Nogueira era um bálsamo de interpretação diante de tantos canastrões. Segundo porque foi uma cena ridícula, como se Rachel fosse uma idiota que se expõe para as duas criminosas e se enfia dentro de um elevador para contar a verdade a Helô. Além disso, Lívia tem A SORTE GRANDE de pegar o mesmo elevador que Rachel. E quanto a câmera de vídeo que pode gravar tudo dentro de um elevador, e a desculpa de Glória Perez de que Lívia tem cúmplices no hotel, me pergunto QUANDO ela falou com tais cúmplices para desligarem a câmera de vídeo do elevador que ela SABIA que Rachel pegaria? quando ela teve contato com tal cúmplice? não apareceu essa cena. COMO ela sabia que Rachel estaria no elevador se Lívia estava fugindo do hotel? COMO em poucos segundos ela diante do elevador com portas abertas em seu andar, ela com toda tralha de carrinho com mala, bolsa e sei lá mais o quê, rapidamente ela retira a seringa da bolsa e dá uma seringada com toda força no pescoço da outra que nem jorrar sangue? Lívia provavelmente é um polvo para ter tantos braços e ser assim tão ágil.
    Esses fatos ainda estão me intrigando… E agora será um romance do tipo Amor Bandido???? Quem sabe ela apanha também? E já que vão fazer essa lambança de colocar Theo como o grande amor de Lívia, e ele encontrando as seringas, não seria interessante ele encontrar também o conteúdo das seringas e entregar à Helô? Ou ele não fará nada e vai se divertir entre lençóis com a diaba Lívia? Credo!!! O que será que vem por aí de tais cenas calientes? Manda a Lívia pra morar com Dona Áurea. Uma das duas vai endireitar com a convivência.

    PS: Só uma última pergunta…. A famílai de Rachel vai acreditar que ela usava HEROÍNA?????? Se assim for, meu Deus!!!! que piada!!!

  • MJ diz: 20 de março de 2013

    Clau, creio que no caso de Tereza Cristina, a Christiane Torloni foi até onde pode pra tentar salvar a personagem. O problema foi a insistência do autor em tentar forçar em TC uma nova Nazaré Tedesco, sendo que os contextos das personagens e as suas motivações para cometerem maldades eram completamente diferentes, de uma novela para a outra (creio que, em matéria de contexto e de motivações para as maldades, quem mais se aproximou de Nazaré foi a inesquecível Carminha em “Avenida Brasil”).

    Peguemos então o exemplo de Patrícia Pillar. Recentemente, em “Lado a Lado”, ela foi a megera Constância. Pelo pouco que pude acompanhar da novela, em nada Constância fazia lembrar Flora, a grande vilã que parou o Brasil em “A Favorita”. Ou seja, não houve uma insistência dos autores e nem da atriz em fazer de Constância uma nova Flora. Ponto pra eles!

    Mas voltando à Lívia Marini: creio que a temática que envolve esta vilã é extremamente pertinente. No entanto, Cláudia Raia é uma atriz notória por seus trabalhos cômicos. Creio que Tereza Cristina, se tivesse sido feita pela Cláudia, seria perfeito, pois a história tinha uma leveza que permitia uma intérprete desta estirpe. Já Lívia, por exemplo, poderia ter ficado melhor se caísse em mãos de atrizes com perfil mais voltados para o drama. Dessas, citaria por exemplo Deborah Evelyn. Creio que seria uma Lívia perfeita.

  • Marcelo Machado diz: 21 de março de 2013

    O que ainda me faz assistir as vezes é só a Helo mesmo, to gostando muito da parte policial da novela.

  • fernando diz: 21 de março de 2013

    por pior q claudia esteja se saindo n dá pra negar q tah hilário ela fazendo cara de apaixonada (ou derrame cerebral) tda vez q passa perto do théo

  • Clau diz: 21 de março de 2013

    Tens razão MJ em relação a Christiane Torloni e sua Tereza Cristina. Que aliás, de fato, ficaria bem melhor em Claudia Raia. E aí acontece o que se discute, os vícios dos autores. Agnaldo Silva foi o autor de Senhora do Destino e portanto criou Nazaré Tedesco. E sendo autor de Fina Estampa, ele quis recriar uma nova NT, e não deu certo. Torloni não se deu bem no papel. Talvez se tivesse a volta de Nazaré Tedesco (com Renata Sorrah), que milagrosamente tivesse sobrevivido naquela queda para dentro d’água, Fina Estampa teria uma vilã muito melhor. Mas haja imaginação pra explicar como NT sobreviveu! Embora eu não lembre se encontraram o corpo dela ou não.

    Então, Agnaldo, assim como Manuel Carlos, Gilberto Braga, Sílvio de Abreu… e agora até Glória Perez, estão viciados em seus personagens. Sempre repetirão as mesmas peças, os mesmo trejeitos, com atores diferentes. Mas nem todo ator consegue convencer na pele de vilão ou mocinho. Rodrigo Lombardi foi amado quando fez Caminho das Índias. Hoje está sendo ridicularizado pois não convence na pele de Théo, ‘O CARA É ELE’. Claudia Raia convenceria como Tereza Cristina, até como uma bruxa má de conto de fadas. mas mafiosa, com certeza jamais! Deborah Evelyn é uma boa escolha, já que sempre (ou quase sempre) fez vilãs na telinha e as piores, as mais nojentas. E concordo com Fernando quando ele disse que a cara de apaixonada de Lívia está hilário. Porque uma pessoa como ela, louca, psicopata, maquiavélica mesmo (seja lá qual for o grau de maldade dela), mesmo apaixonada, não faz uma carinha mimosa como ela está fazendo. A criatura má, ainda é má mesmo apaixonada. Ela persegue seu objeto de desejo, azucrina a vida do cara, mas tenta seduzi-lo. Porém não se entrega facilmente, não SE DEIXA seduzir.
    Me lembro de Flora quando se envolveu com o personagem de Carmo Dalla Vechia o Zé Bob, em A Favorita. Ela não se entregava assim de cara. Não fazia cara de apaixonada. E isso que nós nem sabíamos se ela era inocente ou culpada, ainda. Mas apesar dela não fazer uma cara mimosa como de Claudia, sabia-se que Flora arrastava mais de um caminhão por Zé Bob.
    Infelizmente Lívia não foi incorporada por Claudia Raia. Não está convencendo como chefe de uma máfia do tráfico humano. Mesmo porque, como aqui já disseram, uma chefe e pessoa conhecidíssima da sociedade, não mata e sim MANDA MATAR. O papel é de uma modelo, tipo top model mesmo, que a todos encanta, ninguém suspeita de nada, pode tudo, descobre tudo com facilidade e ainda tem uma sorte grande daquelas! Pois mata uma num banheiro público sem ninguém entrar ali naquela hora. E mata outra dentro de um elevador que ela pegou aleatoriamente e que com muita sorte não tinha câmera para filmar o assassinato. Os maus também tem seu dia de azar… É muita confiança eliminar alguém dessa forma. Só sendo muito burro para não se dar conta que a mulher está presente em eventos os quais há assassinatos e ambos da mesma maneira, por uma injeção letal. Está aí porque Helô caiu nas graças do povo. Não é Morena a heroína da novela e sim Helô.

    Só voltando à Flora e Constância, que com o talento inigualável de Patrícia Pilar pareciam duas pessoas diferentes. Acredito que ajudou também o fato de os autores de A Favorita e Lado a Lado não serem os mesmos.

    E de novo vou frisar: A Globo precisa dar mais espaço para os novos talentos de roteiristas, porque os veteranos já não têm mais o mesmo pique para inventar casos, dramas, estórias que prendam nossa atenção.

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