Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Atores veteranos roubam a cena em Flor do Caribe

13 de agosto de 2013 9

Divulgação, TV Globo

Se os jovens protagonistas de Flor do Caribe não empolgaram o público, os veteranos estão roubando todas as cenas. Em uma novela morna e com um núcleo principal fraco, é a experiência que tem feito toda a diferença.

Enquanto a mocinha Ester (Grazi Massafera) sofre nas mãos do ex-marido Alberto (Igor Rickli) e não consegue ficar em paz ao lado de Cassiano (Henri Castelli), são as tramas paralelas que acabam ganhando espaço.

A história dos sobreviventes da Segunda Guerra que enfrentam os fantasmas do passado ao se depararem com um carrasco nazista parecia forte demais para o horário, mas Walther Negrão acertou na abordagem e, principalmente, na escolha dos atores.

Juca de Oliveira é um show à parte como o judeu Samuel, um homem atormentado pela dor de ter perdido os pais durante o Holocausto. Muitos anos depois, ele acaba descobrindo que Dionísio Albuquerque (Sérgio Mamberti), avô de seu genro, é o monstro que entregou sua família para os nazistas.

Na reta final, o cerco contra o velho nazista está se fechando, já que Samuel, Ester e seus amigos estão conseguindo reunir provas contra o vilão. A história ficou ainda melhor com a chegada de Elias Gleizer como o cigano Manolo, outro sobrevivente dos horrores da Guerra.

Nessa altura dos acontecimentos, ninguém mais se importa se a mocinha e o mocinho ficarão juntos e felizes ou se o pilantra Alberto será castigado. O que empolga mesmo é a investigação sobre o passado de Dionísio e a torcida para que o carrasco pague pelos crimes que cometeu.

Bookmark and Share

Comentários (9)

  • espanto diz: 13 de agosto de 2013

    Esta novela é muito chata, não dá pra aguentar a Grazi sempre com aquele bocão de chorona. Viva a tv a cabo!

  • Dani diz: 13 de agosto de 2013

    Mas a história deles não faz sentido. A Segunda Guerra acabou em 1945. Se o Dionísio entregou os pais do Samuel nesse ano e se naquela época ele fosse jovem, tipo uns 20 anos, então hoje ele teria que ter cerca de 90 anos. E o Samuel mais de 70, quase 80, pra lembrar dos acontecimentos. E o Dionísio não comanda a empresa ainda? Não faz sentido.

  • Fabio diz: 13 de agosto de 2013

    A 2ª guerra tende a acabar como recurso artístico, pois em poucos anos será ainda mais inverossímil alguém estar vivo para lembra-la.

  • Paulo diz: 13 de agosto de 2013

    Vão reclamar com os autores… são eles q criam e determinam o destino dos personagens…além disso desde o ínicio a trama central é a que tem dado mais rítmo a novela, o autor apenas diminuiu seu rítmo nesta reta final, para dar continuidade as tramas paralelas, q desde o início veio enchendo linguiça, com uma única história, para só agora ter o seu desfecho desenvolvido…além disso a história central teria mais um pouquinho de emoção, se a personagem cristal fosse vilã e aliada de alberto, não há nenhum problema com os atores protagonistas, pois eles apenas dão vida aos personagens, agora se a crítica se resumir em uma palavra (preconceito) aí a história é outra! …. todo o elenco está afinado

  • Ana diz: 13 de agosto de 2013

    Pois é… A Globo, com essa mania de botar carinhas bonitinhas vazias para serem protagonistas sem ter capacidade para tanto, esquece que beleza não põe mesa!

  • Fernando G. Roos diz: 13 de agosto de 2013

    Uma pergunta: Na vida real… Sergio Mamberti também está preso numa cadeira de rodas?
    E a menina… que fica de colo em colo? Também tem problemas na vida real?

  • Clau diz: 14 de agosto de 2013

    Como emagreceu o Elias Gleizer!!!!! A licença poética pode dizer que os personagens do judeu e do cigano parecem mais velhos pois sofreram mais. Já o nazista viveu muito bem. Pior! nem sentiu sua consciência pesando. Nada mais verdadeiro já que muitos (nem precisam ser nazistas) são assim.

Envie seu Comentário