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Reviravolta em Amor à Vida: Amarilys não engravidou após transa com Eron

11 de setembro de 2013 10

Estevam Avellar, TV Globo

A controversa cena em que Amarilys (Danielle Winits) transa com Eron (Marcello Antony) logo após ter um sangramento deixou muita gente intrigada. Afinal, como a moça (que é médica) tinha certeza de que havia perdido o bebê? E se tivesse mesmo, o normal seria correr pro hospital, não ir pra cama com o marido do amigo.

Mas enfim, o que importa é que a moça não engravidou após a transa com Eron, segundo a colunista Patrícia Kogut. O tal sangramento foi só um alarme falso, portanto, a inseminação artificial deu resultado e ela já estava grávida quando transou com o advogado.

Assim, o filho pode ser tanto de Eron como de Niko (Thiago Fragoso), já que foi utilizado esperma dos dois na inseminação. Portanto, a paternidade da criança só poderá ser confirmada com um exame de DNA.

Independentemente de quem seja o pai, a criança será alvo de uma disputa, já que Amarilys se recusará a entregar o bebê aos amigos como havia combinado. Como todos sabem, ela burlou a ética médica ao utilizar seus próprios óvulos no procedimento, já que o certo seria que ela apenas cedesse a barriga e os óvulos fossem de uma doadora anônima. Complicado e polêmico, não?

E agora, quem será o pai do bebê de Amarilys? Numa disputa judicial, quem teria mais direito sobre a criança?

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Comentários (10)

  • Maria Helena diz: 11 de setembro de 2013

    A má fé da Amarilis deve ser o foco do escritor.
    É descabível a forma como ela entra na vida dos dois e joga com os mesmos.
    Não tenho preconceito quanto a união de pessoas do mesmo sexo, porem sou reservada quando a adoção, afinal nada é tão contagioso como o exemplo.
    Ela deveria ficar com o bebe, ninguém toma filhos de mãe, uma decisão contrária seria falsa, mas perde o Erom que deve terminar o Niko provavelmente em busca de outro bebe para adotar. Vou torcer para o Niko ser o pai.

  • David diz: 11 de setembro de 2013

    Puedo jurar que sabía que eso iba a pasar. Al final el hijo va a terminar siendo de Niko.

  • Celso diz: 11 de setembro de 2013

    O fato dela ter transado com o marido do amigo nem é tão grave quanto ao fato de ter burlado o procedimento. Alguns médicos também cometem delitos, eles são de carne e osso como qualquer ser. O problema é que muita gente pensa que são criaturas perfeitas e confiáveis, o que nem sempre é verdade. A ficção também existe na vida real.

  • Dra. Aline diz: 11 de setembro de 2013

    Juridicamente falando, Amarilys somente terá algum direito sobre essa criança se for fruto de sua transa com Eron. Se for uma concepção através da inseminação artificial, ainda que os óvulos sejam dela (o que significa que a criança carregará os gens da médica traíra), provavelmente será considerado como ela tendo sido doadora, além de barriga solidária. Isso não é permitido. Os óvulos e a barriga têm de ser de mulheres distintas, justamente para evitar este tipo de situação. O ato de Amarilys ter convencido o outro médico a utilizar seus óvulos na inseminação configura uma infração grave à ética médica. Creio que ambos devem sofrer processo no Conselho de Medicina, sendo possível que percam sua licença profissional.
    Quanto a uma futura disputa judicial pela criança, se eu fosse juíza do caso, o máximo que Amarilys iria levar era a permissão para visitar, e isso se houvesse concordância dos verdadeiros pais (Niko e Eron).

  • Dra. Aline diz: 11 de setembro de 2013

    Juridicamente falando, Amarilys somente terá algum direito sobre essa criança se for fruto de sua transa com Eron. Se for uma concepção através da inseminação artificial, ainda que os óvulos sejam dela (o que significa que a criança carregará os gens da médica traíra), provavelmente será considerado como ela tendo sido doadora, além de barriga solidária. Isso não é permitido. Os óvulos e a barriga têm de ser de mulheres distintas, justamente para evitar este tipo de situação. O ato de Amarilys ter convencido o outro médico a utilizar seus óvulos na inseminação configura uma infração grave à ética médica. Creio que ambos devem sofrer processo no Conselho de Medicina, sendo possível que percam sua licença profissional.
    Quanto a uma futura disputa judicial pela criança, se eu fosse juíza do caso, o máximo que Amarilys iria levar era a permissão para visitar, e isso se houvesse concordância dos verdadeiros pais (Niko e Eron).

  • Carlos diz: 11 de setembro de 2013

    Essa mulher precisa de ajuda médica aliás ela e todos daquele hospital. Amarilys quer o Eron não por amor e sim por solidão necessidade de construir uma família destruindo a família alheia, essa história só terá um final feliz por ser novela pois o rumo aponta para algo bem triste.

  • Clau diz: 11 de setembro de 2013

    Já que a criança foi gerada de forma não natural e que tanto Eron quanto Niko podem ser os pais, prefiro que Niko seja o pai biológico do bebe. Pelo menos assim ele tem um ganho, já que foi descaradamente traído por Eron e Amarilys.

  • TV & Cotidiano diz: 19 de setembro de 2013

    Ótimos comentários até o momento.

    Só não entendi o comentário que “ninguém deve tomar o filho de uma mãe”. Concordo, porém ela havia concordado em ser barriga de aluguel. Ela e o médico cometeram um erro, o médico mais ainda em aceitar tal proposta.

  • Maria Helena diz: 19 de setembro de 2013

    Disse que no Brasil ninguém toma filho de uma mãe.
    As leis brasileiras dão total apoio as mães,
    Por mim ela ficaria sem o bebe.

  • Direito de família diz: 30 de outubro de 2013

    De acordo com as leis brasileiras tanto a mãe como o pai tem direito a guarda, embora seja fato que a maioria das mulheres ficam com os filhos.

    Deve-se lembrar que os laços afetivos, em alguns casos, são mais fortes que os sanguíneos, podem procurar na jurisprudência.

    Neste caso, se fosse a juíza da Vara de Família, Nikko ficaria com a guarda da criança.

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