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Polêmica: Seriado "Sexo e as Negas" é acusado de racismo antes de estrear

10 de setembro de 2014 90
Alex Carvalho, TV Globo

Alex Carvalho, TV Globo

Com o fim de O Rebu, esta semana, a programação da Globo volta a passar por mudanças. Nos próximos dias, The Voice Brasil volta em nova temporada, com o mesmo time de jurados e poucas alterações. Entre as estreias, a expectativa é grande em torno de Dupla Identidade, escrita por Gloria Perez e estrelada por Bruno Gagliasso. Miguel Falabella também apresenta seu novo seriado, e é aí que começa a polêmica.

Antes mesmo de estrear, “Sexo e as Negas” já vem recebendo críticas de racismo. Segundo o Uol, a Secretaria Especial da Promoção da Igualdade Racial recebeu três denúncias contra o programa, apenas pelas chamadas que têm sido veiculadas na Globo.

Uma das reclamações é de que o título da série (de péssimo gosto, por sinal) dá a entender que as negras são prostitutas. Na verdade, houve uma tentativa de parodiar o famoso seriado “Sex and the City”, mas o tiro saiu pela culatra… Em plena discussão acalorada sobre racismo no Brasil, a nova criação de Falabella veio em péssima hora.

Na coletiva de imprensa do seriado, o autor tentou se explicar:

Eu já vi as críticas na internet. Só no Brasil as pessoas falam do programa antes de assistir. Eu escolhi esse nome como uma prosódia do jeito carioca de falar, inclusive por isso não tem o ‘r’ em negras. Por esse motivo também tinha que ser eu mesmo falando o nome no final da vinheta. As pessoas precisam encarar com humor. Mas é isso, as pessoas têm que protestar mesmo. Este país precisa de protestos!

A pouco mais de uma semana da estreia de “Sexo e as Negas”, o público já começou um boicote na internet, que conta com mais de 10 mil participantes nas redes sociais. Quanto às denúncias, a Secretaria da Igualdade Racial prometeu tomar providências e deve notificar a Globo se julgar necessário.

Se nada der errado, “Sexo e as Negas” estreia dia 16 de setembro, terça-feira.

E aí, o que vocês acham dessa polêmica? 

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Comentários (90)

  • Nivaldo da Silva diz: 10 de setembro de 2014

    Bom espero que desta vez vocês publiquem o que escrevo.
    Em primeiro lugar, como eu sei e conheço de muitas outras publicações de “NOVELEIROS”, a pessoa que escreve os artigos e comentários sobre o que se passa na TV ODEIA MORTALMENTE o Miguel Falabella e tudo que ele produz, portanto não me admiro que ela sinta prazer em publicar algo que pareça negativo sobre este autor.
    Segundo, acho ridículo criticar algo apenas pelo título, quando sabemos que “negas” é uma expressão corriqueira no cotidiano da linguagem portuguesa, no Brasil. Também sou de pele escura e digo que o preconceito vem dos próprios negros. Que diriam os incomodados se o título fosse “O SEXO E AS BRANCAS”? Certamente iriam dizer que isso é racismo, pois significaria que os NEGROS não tem sexo e são excluídos da sociedade?

  • ELISEU diz: 10 de setembro de 2014

    Tem que punir, multar a Globo, fechar a emissora por um mês, pelo menos..vamos seguir o exemplo dado com o Grêmio para terminar com o racismo no Brasil!

  • Edi2014 diz: 10 de setembro de 2014

    Não sou racista , tenho muitos amigos negros, já namorei uma negra .
    Mas a Secretaria Especial da Promoção da Igualdade Racial, nunca se pronuncia contra as cotas de negros nas universidades – temos que ter igualdade racial em todos os meios.

  • Marcos diz: 10 de setembro de 2014

    Engraçado que não reclamaram do filme “As Branquelas”. Falta um pouco de orgulho próprio a certos grupos no Brasil

  • Bandolero Tricolor diz: 10 de setembro de 2014

    Sugiro submeter o caso a julgamento pelo STJD.

  • Pablo diz: 10 de setembro de 2014

    O Nome por si só já deixa explicíto a conotação racista e se a Secretaria da Igualdade Racial ainda não tomou uma atitude é porque pode estar sendo manipulada…uma menina foi exposta e condenada pela mídia por uma única atitude em um campo de futebol , e quando comparado a este título “sexo e a NEGAS ” mostra a diferença de comportamento da Globo…

  • helena barcellos jacques diz: 10 de setembro de 2014

    Não li nas redes,mas não vou ver,e sim um incentivo so racismo,tão combatido nesse pais. Será que não tem outro assunto para um seriado. Negras prostitutas? E o cumulo.

  • Cacau diz: 10 de setembro de 2014

    Pois então , a menina do Grêmio chamou o aranha de ‘macaco’ no calor do jogo e foi tirada para Cristo , Mas o Miguel Falabella colocar as ‘negas’ pode???? Ah por favor né?! Para eu não tem nada de parodia e sim afirmando o que gringo pensa do RJ , que é só chegar e pegar a ‘neguinha’ para sexo em troca de uns trocados. NÃO TEMOS QUE DAR IBOPE para tal absurdo.
    Sou loira e colorada , mas tenho opinião.

  • Marcos diz: 10 de setembro de 2014

    E a pia está cheia de louça pra lavar. Oh povinho desocupado.

  • Claiton Pazzini Goulart diz: 10 de setembro de 2014

    Concordo com o Nilvaldo que o nome do seriado em si não me parece racista. Porém não concordo com ele, quando afirma que o racismo vem dos “próprios negros”. O racismo vem de uma sociedade racista. E nessas condições ser racismo é uma consequência da educação, da cultura que norteia a sociedade. Quanto as cotas raciais, sou totalmente a favor, pois ela representa um programa de inclusão social de uma parcela discriminada, historicamente, nessa mesma sociedade racista. Aliás existe cotas para outros segmentos sociais, como por exemplo: para portadores de deficientes, para mulheres, para idosos, entre outras. Quanto ao Grêmio, o clube não é racista, mas deve ser punido por ser conivente com atos racistas, pois não foi a primeira vez que isso aconteceu em seus “estádios”.

  • Longinus diz: 10 de setembro de 2014

    Isso aí!
    Não existem negras prostitutas. Dizer o contrário é racismo.
    E, se existem, não podem ser mostradas na TV. Fazer o contrário é racismo.
    E ninguém usa o termo “negas”. Usá-lo é racismo.
    E, se alguém usa, não é pra ficar divulgando. Divulgar é racismo.
    E associar pessoas negras a sexo é errado; pessoas negras não fazem sexo. Dizer que fazem é racismo.
    E se fazem, também não pode ser usado como argumento em algum programa. Usar isso é racismo.
    E meu comentário é racista.
    E quem lê e acha que é racista também é racista. E quem não acha que é racista é porque se nega a ver o racismo e, por consequência, é racista também.
    E assim vamos, alegremente nessa espiral paranoica que gera essa caça às bruxas moderna e o ódio recíproco pelo qual ainda vamos pagar a conta.
    Mas essa última frase aí deve ser racista também.

  • Nicky Gomes diz: 10 de setembro de 2014

    Caramba, tudo hoje eh motivo de preconceito. Que casal hoje em dia que o homem não diz que sua mulher é sua “nega” num sentido de carinho? Eu mesmo sempre chamo minha namorada de nega, e isso que ela eh de sangue alemão. Ela também me chama de neguinho, e realmente sou moreninho mesmo. O programa nem foi ao ar ainda e ja tão bombardeando tudo. Assim como ele disse, tem que encarar com humor algumas coisas, se fosse num tom agressivo até tudo bem, mas não, é humorístico. Sem contar que Miguel Falabella nunca se envolveu em problemas de racismo. A questão é que hoje se tornou muito comodo se ofender com qualquer coisinha pra gerar polêmica.

  • Ananda diz: 10 de setembro de 2014

    Sério?!?! O Brasil ta ficando muito chato com isso, tudo é motivo para polêmica, para censura, para drama….
    Deu né desse estigma de coitadinho do povo!

  • alessandra diz: 10 de setembro de 2014

    ai gente por favor ate qdo vai ser isso, pq tanta polemica sobre o nome, os mais racistas são os proprios negros que qualquer coisa ja dizem que estao sendo alvo de alguma coisa. credo assumam a cor que voces tem pq tanto drama, querem ser iguais como dizem entao cortem os privilegios que voces tem, como cotas enm tudo que e lugar pq estes privilegios se voces sao tao iguais. eu acho todos iguais e meus amigos negros nao se importam qdo dizemos eita coisa de negao, como eles me dizem so pode ser loira mesmo. Pois vou estrar na justiça tbem qdo alguem em disser isso… e o acham ??? eu sou loira e dai aceito piadas e nao me sinto rebaixada por isso.

  • saldnei diz: 10 de setembro de 2014

    pos eu acho ki si fosse so o tiluto tudo ben o prblema e ki di juntár o titulo com a foto xeia de negras ae pego mau, simpes asinm!

  • JEFFERSON DUARTE diz: 10 de setembro de 2014

    bom dia, então se fosse sexo e as loiras alessandra se sentiria feliz, elas nao estão procurando um romance ou um par, no seriado elas querem transar(sexo) ou seja sexo e as negas é preconceituoso , sou branco minha sogra é negra eu me sinto ofendido, então os negros nao podem fazer amor ou buscar seu par eles querem sexo mesmo, os negros nao podem ter papeis bons porque sempre seus papéis sao empregados, motorista ou malandro espertalhão que nem o jairo da ultima novela, ou mesmo o fato de expor as mulheres, fato que se repete a cada novela seriado programa e tudo que sai na midia, a midia acha um absurdo estupro, mas na Tv so passa mulheres peladas, ou famosos que so postam academia, é um padrao de beleza e um padrao de piada sempre ofensivos e vulgares

  • Rafael diz: 10 de setembro de 2014

    Sou branco, e me sinto discriminado pela ampla maioria do povo brasileiro, pois estudei minha vida inteira em escola pública, não consegui cursar uma universidade, mas consegui passar em um concurso público por méritos próprios, por esforço, por estudo… Mas agora tenho que aceitar que, nos próximos desafios que eu resolver enfrentar para melhorar minha qualidade de vida, terei que disputar apenas 80% das vagas, pois 20% já é direito das pessoas ditas “discriminadas”. PÔ!! não tem capacidade de estudar??? me desculpem, mas quando é a favor deles, eles não criam polêmica… E antes que me julguem precipitadamente, afirmo que não sou racista… sou apenas mais um indignado com a proporção que o racismo ganhou na mídia.

  • jose jair da silva diz: 10 de setembro de 2014

    A SOLUÇÃO É FACÍLIMA QUEM NÃO GOSTA DO TITULO NÃO LIGA NA GLOBO ,AFINAL TEM VÁRIOS CANAIS DE TV PARA VERMOS .E NINGUÉM POR ENQUANTO NO BRASIL É OBRIGADO A VER O QUE NÃO QUER. O RESTO É BLA BLA BLA .

  • Douglas Penha diz: 10 de setembro de 2014

    Quanta ignorância! O tal de Nivaldo diz que também é de pele escura! hahahahahahaha.
    Esse é o retrato do Brasil. Ou se é negro ou não é … de pele escura não existe meu amigo. E o problema reside em associar as jovens negras a favela e a trabalhos braçais mal remunerados. NÃO TEM NADA A VER COM O TÍTULO. É o estereótipo que incomoda. Negro no Brasil é sinônimo de sambista e funkeiro e não é assim que estamos dispostos na sociedade.
    Sou negro e advogado. Gosto de samba, mas a minha vida não é batucar e não critico quem o faz!
    Quanto as cotas sempre usadas para defender a igualdade, se os imigrantes Italianos, Alemães e de demais povos europeus que chegaram aqui após a abolição da escravidão devolverem as terras que ganharam do BRASIL eu abro mão das cotas.
    NÃO SOMOS IGUAIS E FOMOS SEMPRE TRATADOS DE FORMA DESIGUAL, agora quer falar em igualdade. HIPOCRESIA é dizer que estamos todos no mesmo nível social e cultural o que é mentira porque o estado sempre negou isso aos menos afortunados, constituídos de 90% de negros e 10% de brancos que não vingaram. Quanto a camada mais abastada e com maior cultura, essa é 100% constituída por pessoas brancas. Quer prova? Olhe para o lado!

  • Fraga diz: 10 de setembro de 2014

    Tinha que ser coisa do Falabella…Depois do Sai de Baixo ele perdeu a mão….Já era…

  • Carla diz: 10 de setembro de 2014

    Apenas mais um lixo de programa (provávelmente)!

  • Silva diz: 10 de setembro de 2014

    “Quanto a camada mais abastada e com maior cultura, essa é 100% constituída por pessoas brancas. Quer prova? Olhe para o lado!”

    Que comentário mais idiota….

  • FERNANDA MATTOSO diz: 10 de setembro de 2014

    Tá um festival de “não me toques” neste país. Haja humor pra aguentar! Na minha opinião, mais um lixo na programação aberta.

  • Wilmar diz: 10 de setembro de 2014

    Prezados isso já está ficando muito chato mesmo.
    A mídia vive disso pra ter audiência, vender e vender, nosso câncer social é a mídia que não tem um limite, não tem conceito e nem um padrão de ética dentro de um limite. Vende a ideia que não pode ser censurada, e eu concordo, mas tem que ter ética, tem que ter!
    Aquela menina gremista foi crucificada em praça pública, agiu como eu e milhões agem num campo de futebol, e saímos dali e vamos beber, fazer festa com pessoas amigas independente da cor, raça, religião todos misturados sem divisões. Somos mais amigos de pessoas diferentes que essa mídia é de si mesma. Se publica um monte de merda forçando uma barra criando divisões. Aí ficam os grupos organizados num conceito de cor, raça, religião se digladiando e dando notícia e/ou criando notícias para um bando de vampiros sem ética do que é bom censo, do que é correto e certo, deveriam ter um limite não imposto, mas do caráter, da dignidade da empresa que está dando o espaço pra eles escreverem. Concordo e muito com o LONGINUS e com a ANANDA, para onde está indo essa situação nos leva a perder a graça de conviver, de se divertir, porque temos que ficar cuidando tudo que escrevemos ou falamos, isso é chato, somos como uma torcida de futebol que agora tem que torcer sentada, como num teatro, e pagar caro, nem se divertir pode…
    Um abraço galera, fiquem na paz, e vamos ser mais humanos e seres humanos, vamos nos divertir, rir, brincar, chorar e viver numa boa, e se passar dos limites ser penalizado é verdade, mas sem o exagero da mídia, com ética de procurar não apagar o fogo com gasolina pra dar notícia mas com bom censo, por favor.

  • Lady hawker diz: 10 de setembro de 2014

    Isso tudo é para tirar o foco do nosso principal objetivo: colocam a mão no nosso bolso descaradamente para sustentar um monte de gente que não faz nada; falta de segurança; falta de educação; falta de saúde. E todo mundo ainda dá trela. muita trela

  • Genizis Vinicius Gonçalves diz: 10 de setembro de 2014

    O racismo é deplorável, apontar racismo onde não existe é mais ainda!

  • Luiz H. S. Valente diz: 10 de setembro de 2014

    Afinal, querem ou não querem acabar de vez com o racismo no Brasil? O Grêmio foi severamente punido por um ato de mesma insignificância! Ou será que foi uma decisão política, apenas para prejudicar a instituição? Cabe à justiça provar que não! Direitos iguais para todos, isto é democracia! Se o Grêmio foi punido acusado de racismo, este título não fica atrás! Tem que haver punição por racismo! Sinto muito, mas não fomos nós que começamos este patrulhamento, mas não vamos deixar barato! O Grêmio e a guria sofreram um verdadeiro linchamento moral, com sérias consequências!!

  • João diz: 10 de setembro de 2014

    A Hipocrisia surge da mídia, da vontade desesperada do povo em fama, em reconhecimento. Os Negros sofreram muito no tempo da escravidão e não há o que discutir quando falamos em compensar esse sofrimento. As cotas em universidades e assunto polêmico. O certo é que o Art. 5º da CF tá criando uma ditadura silenciosa e ninguém vê isso, tchê!. O próprio cidadão fica buscando cada vez mais direitos e isso acaba criando um circulo vicioso: quanto mais direito teu próximo tem menos vc terá. Não posso nem mais chamar meu amigo de “negão” em praça pública, corro o risco de acabar com minha vida. O caso da menina da torcida do grêmio, concordo que deveria ser punida. Enfim, sou o primeiro a ter ensino superior em minha família, meu pai nem casa tinha, morava de favores. Raça, no sentido amplo, diz respeito à todas as pessoas. E olhar para um branco e ter o PRECONCEITO de dizer que pela cor ele é AFORTUNADO também considero como racismo. Os negros merecem respeito assim como os brancos, os índios, os pardos e todas as pessoas.

  • FERNANDA MATTOSO diz: 10 de setembro de 2014

    Não resisti. Tenho que contar…rs.

    Ano passado, a filha de uma amiga, uma criança de 8 anos, foi parar na diretoria da escola e punida disciplinarmente porque chamou sua coleguinha de “macaca Chita”. Chamada para tomar conhecimento dos fatos, a mãe questionou a atitude dela que respondeu, na frente da comissão disciplinar, sem entender nada: “Chamei de macaca porque ela me chama de “BALEIA ORCA”, “BALEIA BRANCA” e “MOBIDIQUE” todos os dias (a menina é branca, loira, de olhos claros e gordinha). Por que ela pode e eu não? Macaco e baleia não são animais?” Perplexa, minha amiga levantou da cadeira e respondeu a filha: “não é correto chamar ninguém de nomes de animais. As pessoas têm nomes para serem chamadas por seus nomes, filha. Isso se chama respeito. Você e sua coleguinha estão erradas. As duas. Vamos combinar que você, minha filha, nunca mais vai fazer isso, ok?” Com cara de tacho, a diretora tentou se desculpar pela iniciativa infeliz, mas já era tarde. A semente da segregação já havia sido plantada, ali, dentro de uma escola. Injuriada, a criança respondeu: “Ok, mãe. Vou aguentar me chamarem de baleia porque não quero ir pra diretora. Só eu fui pra diretoria. Nunca mais chego perto de coleguinhas dessa cor.”

    Acho que não preciso falar mais nada. Tá dado meu recado. Longinus, parabéns pelo seu comentário! Realmente, as coisas deveriam ser mais naturais.

  • luis diz: 10 de setembro de 2014

    racismo? engraçado que as ongs, governo, não se pronunciam sobre cotas, bolsas família, bolsas tudo, vagas reservadas a cor, isso sim se chma descriminação e racismo

  • mariliapoa diz: 10 de setembro de 2014

    é não ter o que fazer, o faustão todo domingo pode chamar as louras de burras, ai fica tudo bem, e o miguel falabella não é racista, podem acreditar, que gente, vão trabalhar

  • Fraga diz: 10 de setembro de 2014

    Grande relato Fernanda Mattoso…é o exemplo do que ocorre diariamente em todos os locais, não só nas escolas.

  • Longinus diz: 10 de setembro de 2014

    “Quanto as cotas sempre usadas para defender a igualdade, se os imigrantes Italianos, Alemães e de demais povos europeus que chegaram aqui após a abolição da escravidão devolverem as terras que ganharam do BRASIL eu abro mão das cotas.”

    É com base nesse tipo de ignorância (ou má-fé) que políticas de Estado estão sendo feitas – e “minorias” sendo beneficiadas;
    A imigração europeia do século XIX no Brasil tinha como objetivo colonizar regiões desabitadas de europeus (várias o eram por indígenas). Os imigrantes eram em regra assentados em condições precárias, sem receber nenhuma infraestrutura. Colônias inteiras se formaram em regiões isoladas. A eles foram prometidos subsídios para iniciar a produção agrícola e, na vasta maioria dos casos, isso nunca foi cumprido. Inúmeros morreram de desnutrição e doenças. Devido aos diversos problemas que surgiram com essa forma de assentamento, já na metade do século XIX a política mudou: agora, o imigrante tinha de PAGAR pela viagem e pela terra. Ou seja: muito antes da abolição da escravatura, os imigrantes já COMPRAVAM as terras, ao contrário do que o ignorante choramingas aí escreveu.
    Mas é de se esperar isso mesmo: tem muita gente ganhando com esse tipo de “discriminação reversa”.
    Fernanda Mattoso, tua história é profundamente ilustrativa. Resume bem o tipo de “política de inclusão” se está fazendo hoje no Brasil.

  • Mario Silveira diz: 10 de setembro de 2014

    Bom dia,

    Vou fazer uma observação desnecessária, eu sou negão eu sei que isso não define o caráter de uma pessoa, mas estou achando demasiado essa discussão em torno do que se pode ou não falar, o que é politicamente correto. acabaram de detonar com a vida de uma menina que falou algo errado na hora errada, só faltaram acender uma fogueira em praça pública. chega disso pessoal, vamos viver cada um a sua vida e respeitar a do outro, sem se importar com sua cor, religião, preferência sexual. é muito ladáia por nada. só para lembrar nós ja estamos em pleno século 21, chega né. valeu, só falei o que eu penso.

  • Diego diz: 10 de setembro de 2014

    LETRA DE UM GRANDE PENSADOR…
    Racismo preconceito e discriminação em geral
    É uma burrice coletiva sem explicação
    Afinal que justificativa você me dá para um povo que precisa de união
    Mas demonstra claramente
    Infelizmente
    Preconceitos mil
    De naturezas diferentes
    Mostrando que essa gente
    Essa gente do Brasil é muito burra
    E não enxerga um palmo à sua frente
    Porque se fosse inteligente esse povo já teria agido de forma mais consciente
    Eliminando da mente todo o preconceito
    E não agindo com a burrice estampada no peito
    A “elite” que devia dar um bom exemplo
    É a primeira a demonstrar esse tipo de sentimento
    Num complexo de superioridade infantil
    Ou justificando um sistema de relação servil
    E o povão vai como um bundão na onda do racismo e da discriminação
    Não tem a união e não vê a solução da questão
    Que por incrível que pareça está em nossas mãos
    Só precisamos de uma reformulação geral
    Uma espécie de lavagem cerebral

    Não seja um imbecil
    Não seja um Paulo Francis
    Não se importe com a origem ou a cor do seu semelhante
    O quê que importa se ele é nordestino e você não?
    O quê que importa se ele é preto e você é branco?
    Aliás branco no Brasil é difícil porque no Brasil somos todos mestiços
    Se você discorda então olhe pra trás
    Olhe a nossa história
    Os nossos ancestrais
    O Brasil colonial não era igual a Portugal
    A raiz do meu país era multirracial
    Tinha índio, branco, amarelo, preto
    Nascemos da mistura então porque o preconceito?
    Barrigas cresceram
    O tempo passou…
    Nasceram os brasileiros cada um com a sua cor
    Uns com a pele clara outros mais escura
    Mas todos viemos da mesma mistura
    Então presta atenção nessa sua babaquice
    Pois como eu já disse racismo é burrice
    Dê a ignorância um ponto final:
    Faça uma lavagem cerebral

    Negro e nordestino constróem seu chão
    Trabalhador da construção civil conhecido como peão
    No Brasil o mesmo negro que constrói o seu apartamento ou quelava o chão de uma delegacia
    É revistado e humilhado por um guarda nojento que ainda recebe osalário e o pão de cada dia graças ao negro ao nordestino e atodos nós
    Pagamos homens que pensam que ser humilhado não dói
    O preconceito é uma coisa sem sentido
    Tire a burrice do peito e me dê ouvidos
    Me responda se você discriminaria
    Um sujeito com a cara do PC Farias
    Não você não faria isso não…
    Você aprendeu que o preto é ladrão
    Muitos negros roubam mas muitos são roubados
    E cuidado com esse branco aí parado do seu lado
    Porque se ele passa fome
    Sabe como é:
    Ele rouba e mata um homem
    Seja você ou seja o Pelé
    Você e o Pelé morreriam igual
    Então que morra o preconceito e viva a união racial
    Quero ver essa musica você aprender e fazer
    A lavagem cerebral

    O racismo é burrice mas o mais burro não é o racista
    É o que pensa que o racismo não existe
    O pior cego é o que não quer ver
    E o racismo está dentro de você
    Porque o racista na verdade é um tremendo babaca
    Que assimila os preconceitos porque tem cabeça fraca
    E desde sempre não para pra pensar
    Nos conceitos que a sociedade insiste em lhe ensinar
    E de pai pra filho o racismo passa
    Em forma de piadas que teriam bem mais graça
    Se não fossem o retrato da nossa ignorância
    Transmitindo a discriminação desde a infância
    E o que as crianças aprendem brincando
    É nada mais nada menos do que a estupidez se propagando
    Qualquer tipo de racismo não se justifica
    Ninguém explica
    Precisamos da lavagem cerebral pra acabar com esse lixo que é uma herança cultural
    Todo mundo é racista mas não sabe a razão
    Então eu digo meu irmão
    Seja do povão ou da “elite”
    Não participe
    Pois como eu já disse racismo é burrice
    Como eu já disse racismo é burrice

    E se você é mais um burro
    Não me leve a mal
    É hora de fazer uma lavagem cerebral
    Mas isso é compromisso seu
    Eu nem vou me meter
    Quem vai lavar a sua mente não sou eu
    É você

  • Douglas Penha diz: 10 de setembro de 2014

    Temos o DEVER DE RESPEITO ao próximo, porque vivemos em sociedade. Porém, não precisamos nos adorar e viver em um conto de fadas. Quando um programa apresenta 4 atrizes negras e um título “Sexo e as negas” e todo o estereótipo agregado. Isso sim é caso de fiscalização por parte dos negros, o nome disso é cidadania. Não gostou, apenas respeita! Porque, não te diz respeito se você não é negro.

  • Ilan diz: 10 de setembro de 2014

    Tá muuuuuuiiiiiiiiito chato esse tipo de coisa, é racismo pra lá, racismo pra cá…
    Em tudo acham racismo. Isso foi criado quando essa Lei idiota que, aí sim, criou o racismo no Brasil porque até então se levava tudo na brincadeira. Agora está virando guerra negros X brancos… CHEGA DISSO…..Somos e sempre seremos exatamentes iguais..
    Qualquer tipo de cotas ou qualquer favorecimento aos negros deveria ser taxado de puro racismo, está se diferenciando pra baixo a pessoa ! Se eu fosse negro acharia muito ofensivo isso, afinal cor da pele não diz exatamtente nada sobre quaquer ser humano.

  • mari diz: 10 de setembro de 2014

    Até quando a globo irá vincular a mullher negra a promiscuidade?

  • Mirny diz: 10 de setembro de 2014

    É incrível que as pessoas não consigam separar o que é racismo/preconceito das gírias utilizadas em qualquer parte deste país. O nome do seriado é o de menos, poderia ser qualquer (QUALQUER) outro a diferença está no comportamento das pessoas, isso sim é importante. Acredito que seja como a expressão: “Nega véia” que não necessariamente esteja falando de uma mulher negra. Infelizmente as pessoas não assumem o que realmente são, quem realmente são. Não é um seriado ou novela que vai determinar o que uso, o que penso, o que eu faço, devemos parar de empurrar as nossas responsabilidades aos outros. É época de eleição DEVEMOS nos preocupar com isso, nos preocupar e discutir o que realmente importa! Boa parte da nação é racista sim, mas mentem que não são, pois não pega bem…

  • paulo jacobus diz: 10 de setembro de 2014

    Que papo é este de terras dadas pelo governo a imigrantes alemães !
    O papel aceita tudo. Estudar antes de escrever faz bem !

  • Jessica Coelho diz: 10 de setembro de 2014

    Bom…sou negra, tenho 23 anos de idade, moro em na região metropolitana e posso dizer com toda a certeza…ISSO TA UMA PALHAÇADA!!!! Tudo é preconceito, tudo, é racismo….Sou estudante de Arquitetura( não possuo nenhum privilégio por ter a melanina mais escura=cotas) e por causa destas benditas cotas a maioria dos meus colegas que possuem Melanina mais clara do que aminha se revoltam…e com razão…Eu sou contra favoretismos por tom de pele…Só gera mais ódio, preconceito e racismo…Queria ver se o sr.Falabella fosse negro, se haveria alguma repercussão…Essas atitudes dessas entidades raciais é só para promover discórdia…Sem esquecer que os negros (as), não aceitam ser chamados de Negão ou Nega…querem ser MORENOS&MORENAS, o que me faz pensar que RACISMO está na cabeça de quem ESCUTA, não de quem FALA!!!Tenho certeza que se o nome do programa fosse ” AS MORENAS& O SEXO, não haveria problema…pois não creio que exista uma ENTIDADE dos MORENOS Sds…

  • fabiana diz: 10 de setembro de 2014

    É um saco……tem branco , tem negro e acabou…e o cumulo do racismo é praguejar o saco de lixo que é preto…hehehe. Se fosse sexo e as branquelas…ninguém reclamava. Mas onde já se viu…as atrizes são NEGAS…dai-me paciência…

  • Gerson diz: 10 de setembro de 2014

    Sou de Santa Catarina. Aqui em Florianópolis tratamos os outros por “querido” “querida”. Tipo “Não vou meu querido”. Também tratamos os outros com “Nego” “Nega”. Tipo “Amanhã passa lá nega”. Formas carinhosas de tratar a todos, indiferentemente de raça. Fico pensando se devo evitar o tratamento, já que talvez alguém se ofenda. Fica a dúvida.

  • MAYER diz: 10 de setembro de 2014

    TUDO É RACISMO AGORA. QUANDO ME CHAMAREM DE ALEMÃO BATATA, IREI
    REGISTRAR OCORRÊNCIA NA DELEGACIA.

  • Rafael Heidrich diz: 10 de setembro de 2014

    Não foi o mesmo falabella que estreou o pé na cova dias após a tragédia da boate Kiss?

    Será ele muito pé frio ou muito oportunista?

  • Farias diz: 10 de setembro de 2014

    Mania de achar “pelo em ovo”. O título não diz ou induz a pensar que as “Negas” são prostitutas, mas a turma do “politicamente correto” (pior que câncer) devem estar querendo que fosse “afrodescendente” do que “nega”.

  • ezio diz: 10 de setembro de 2014

    hj em dia tá dificil criar algo nesse país hein? não assisto a programação da globo, mas no geral não se pode falar mais nada que tudo é racismo.

    Saudade do tempo antigo onde o povo era mais bem humorada e não o dono da verdade como cada um acha q é hj em dia.

  • Francisco diz: 10 de setembro de 2014

    O racismo, no Brasil e no Mundo existe , isto todos nós sabemos e também que ele é “abafado”, “tolerado”. É “políticamente correto”, dizer que não há racismo e homofobia, no Brasil! Estes conceitos estão inseridos na Sociedade, mas o que eu considero mais grave é a falta de educação e, isto, independe de raça ou credo! A nossa Sociedade é muito mal educada, fruto da desagregação familiar. Não se extingue preconceitos com Leis, é preciso um trabalho de base, familiar. E também, não é necessário jovens adolescentes e adultos, do mesmo sexo, ficarem aos beijos, em Shoppings e, Parques, . Vejam, 99% de atletas de futebol, namoram ou casam com mulheres brancas, talvez em busca de visibilidade ou aceitação, não descartando, certamente, a paixão e o amor. É desagradável falar nisso? É, o ser humano é complexo e dissimulado………..vejam o Auditor do STJD, Ricardo Graiche, que julgou o Grêmio e fez um discurso ético, incisivo e moralista: postou fotos de cunho racista no Facebook, inclusive de um bebê……… o que, para mim, foi degradante! Isto indica que, pessoas, cultas e com projeção social, são capazes de atitudes inimagináveis. Disciplinas, como Filosofia, Moral e Civismo e Religião, deveram ter um destaque nas Escolas, incentivando a cultura de base, o respeito em Sociedade e o amor familiar!

  • maria de lourdes diz: 10 de setembro de 2014

    Não gostei muito do título, mas não dá prá julgar antes de ver.
    Até porque sou “negra” e não “nega”.

  • Larissa diz: 10 de setembro de 2014

    Só não pode ser racista no RS, no resto do país pode…

  • HC diz: 10 de setembro de 2014

    esse brasil é uma palhaçada sem tamanho. fazer um seriado em que 4 mulheres negras são independentes e que podem escolher para quem dar é muita chinelagem mesmo…

  • Gabriel diz: 10 de setembro de 2014

    Racismo e sexismo, como bem esclarecem as pesquisas sobre “a objetificação e hipersexualização da mulher negra”. Cláudia Jimenez, uma atriz branca, narrando a história de quatro atrizes negras que protagonizam personagens pobres em “Sexo e as Negas”? Aos que não podem compreender o significado do progresso, desejo que saiam da frente.

  • Thomas diz: 10 de setembro de 2014

    Rafael Heidrich estás enganado. A estreia já havia ocorrido. E na semana da tragédia o programa não foi apresentado, por respeito ao ocorrido.

  • Zozé diz: 10 de setembro de 2014

    Gostaria de ver o seriado mudar a cor das personagens. Trocar as negras por brancas, o nome por “Sexo e as branca” ou algo semelhante, e manter exatamente igual todo o resto.
    Aí veríamos de quem vem o racismo.

  • Fabio diz: 10 de setembro de 2014

    O mundo TÁ MUITO CHATO. Tudo é bullyng, racismo, homofobia. Ninguém mais sabe brincar, tudo é ofensivo. E boa parte da culpa é da internet, onde qualquer babaca pode falar o que quiser sem mostrar a cara.
    Voto por apertar o botão de reset e começar tudo de novo.

  • Dolmy diz: 10 de setembro de 2014

    Só quero ver, no carnaval, a globo chamar o sambista da Beija-Flor de “NEGUINHO DA BEIJA-FLOR”, eheheheheheh, vai ter que responder e ser processada, É RACISMO.

  • Fabio diz: 10 de setembro de 2014

    Não gosto, não assiste. Simples. Vão ler um livro. Ah, não dá né? Gente que reclama na internet em geral é semianalfabeta.

  • Patrícia diz: 10 de setembro de 2014

    Prezado Nivaldo Silva,
    Sua mediocridade me choca. Sua ignorância mais ainda. Não sei o que quer dizer com “tenho pele escura”, mas isso basta pra ver que nada tem de conhecimento sobre movimento negro, lutas sociais, minorias étnicas. Esse discurso vazio e babaca de “o preconceito vem dos próprios negros” é um discursinho feito por elite branca e racista que só cola com a elite branca racista. Se você não é nem branco e nem elite, lamento pela sua burrice.

  • Crístian diz: 10 de setembro de 2014

    Baixaria entrando na sua casa em 3 … 2 … 1

  • Patrícia diz: 10 de setembro de 2014

    Jéssica Coelho, o que serve para Nivaldo serve pra você também.
    Estude, informa-se, seja uma profissional menos mediocre. Ninguém minimamente informado contrataria uma arquiteta ignorante e com preconceito de classe como você.
    Espero que você não precise sofrer preconceito ou ser abusada sexualmente para entender o motivo da luta das mulheres negras no Brasil.

  • Paulo Pennaforte diz: 10 de setembro de 2014

    Acredito que em condições normais, dependendo do teor do programa, não haveria problema com o título, embora eu não tenha gostado do mesmo, mas aí é apenas opinião e gosto pessoal meu.

    Mas aprovo todo o barulho que está sendo feito, já que fizeram um auê infernal contra a torcedora abobadinha mas aproveitaram e por extensão partiram para agredir toda a torcida Gremista e, mais em extensão ainda, o povo do RS.

    Então, agora quem criou o monstro que resolva.
    Querem ser ultra extremamente rigorosos? Então vai ter que valer para todos.

    A única coisa deplorável, lamentável, é que nada disso vai resolver o problema do racismo nem de todas as discriminações.

  • fernando diz: 10 de setembro de 2014

    Gabriel, seu comentário pedante é de uma idiotice desconcertante. Você tira conclusões sobre um seriado – de humor – que nem conhece. Onde diz que elas são pobres? Você acredita que o seriado vá ter apelo sexual? sério? Nada disso, São atrizes maravilhosas, de sucesso, interpretando personagens escritos por Miguel falabella. Tudo para dar certo. Há, entendi, elas fogem da esteriótipo aceito pelos grupelhos racistas, onde os negros, e outras minorias devem ser retratados como uns coitados, feios, oprimidos, rancorosos, ignorantes e claro, pobres, sem esperança, rezando para que pseudo intelectuais e ativistas os salvem das garras da sociedade. Não, realmente não é o caso.

  • volnei diz: 10 de setembro de 2014

    Muito engraçadas e burras algumas interpretações sobre racismo.
    RACISMO é crime, está na Lei e ponto. Explicar o contrário através de gremismo ou coloradismo, através das cotas ou qualquer outra desculpa é completa estupidez e ignorância literária. como DISSE EM ENTREVISTA a “pobre menina inocente(pura) de 23 ANOS” ela “até tem amigos negros”. As pessoas tem que assumir o que realmente são e pensam. É mais honesto!

  • Sil Matos diz: 10 de setembro de 2014

    Infelizmente, estamos vivendo um tempo no qual o politicamente correto está sendo levado às últimas conseqüências, quando tudo o que se diz, o que se pensa e o que se faz é tido como preconceito, homofobia, racismo, nazismo, fascismo. É a vontade de uma minoria prevalecendo sempre sobre o pensamento da maioria. Espero que isso passe logo, porque viver no Brasil está extremamente chato.

  • volnei diz: 10 de setembro de 2014

    Onde está meu comentário?

  • volnei diz: 10 de setembro de 2014

    Felizmente está mudando, aos trancos e barrancos!
    Os INCOMODADOS que se retirem!!!

  • FERNANDA MATTOSO diz: 10 de setembro de 2014

    Sim, Sil Matos. O que você está descrevendo foi o que chamei de “ditadura de minoria” em outra oportunidade aqui no blog. É bem isso. Conceitos como PRECONCEITO, HOMOFOBIA e os outros que você e outros comentaristas colocaram estão sendo reforçados de modo equivocado na cabeça das pessoas, simplesmente porque viraram meio de vida pra muita gente oportunista. Interessa aos meios de comunicação, a muitas associações, ONG’s, poder político (voto, claro) e escritórios de advocacia de “porta de cadeia” que estas questões permaneçam discutidas de modo grotesco na mídia. É lucro puro, pensem bem!

    Enquanto isso, o que assistimos na nossa sociedade é uma polarização, uma divisão e uma intolerância que não é típica da nossa cultura. Ficamos conhecidos mundialmente por sermos um povo unido, tolerante, plural e, de repente, grupos se organizam para provar uns para os outros que estão certos. Por causa destes equívocos, nossa literatura perdeu com isso, nossa dramaturgia perdeu, nosso humor perdeu, nossa espontaneidade perdeu, a criatividade foi tolida. E o mais grave, nossa balança da justiça está pendendo para um lado só.

    Torno a repetir: A AUSÊNCIA DE PRECONCEITO UNE AS PESSOAS. Se deu confusão, pode saber que tem alguma coisa errada.

  • Bruno diz: 10 de setembro de 2014

    Pra mim toda essa popularização do racismo é uma negrice.

  • Jessica Coelho diz: 10 de setembro de 2014

    Cara Patricia (sem sobrenome), é bom saber que atinge a sua atenção rsrsrs porém ninguém precisa colocar o dedo num fio desencapado pra saber que da choque, logo o mesmo tendo corrente elétrica minha cara sabia….Porém é uma forma de pensar sua, e obrigada pela preocupação em relação a abuso sexual…E quanto a PRECONCEITO: todo mundo vai passar (seja ele oculto ou de forma clara) um dia por ser negro, negra, gordo, ,gorda, feio, feia, alta, baixo…. SE O PROGRAMA TIVER NOME DE ” AFRODECENTENDES- FEMININAS INDEPENDENTES EM BUSCA DE SEXO SEGURO SEM COMPROMISSO “MELHORA?! São o que as entidades acham correto?!

  • Enio diz: 10 de setembro de 2014

    Meu Deus! Quanta bobagem e perda de tempo. No meu entendimento, todos deveríamos buscar a igualdade entre as pessoas, independentemente de raça, cor, crença …. Não concordo com privilégios em função da raça ou de religião. Entendo que eles, os privilégios, só deveriam existir para os deficientes físicos e mentais. Os demais têm que “ir a luta”, buscar seu espaço e seus direitos com igualdade de condições. A partir do momento que se dá privilégios, se está criando e incentivando a desigualdade. Os privilegiados passam a ter um “super direito”, um direito superior, que se sobrepõe e diminui o direito dos demais. Não é isto que pregamos e queremos.
    Vejo muito claro esta questão do “super direito” quando um pequeno número de manifestantes interrompem uma vias públicas e impedem um número muito maior de pessoas de passar. Por isso, pessoas chegam atrasadas, perdem seus compromissos e até empregos. Tudo porque os manifestantes têm o direito de se manifestar. Tá certo isso? Também acho que podem e devem se manifestar, mas isso não poderia ser feito em um outro local sem prejudicar quem precisa passar? Neste momento, vejo o direito dos outros cai a zero em favor do “super direito de alguns.
    É aquela velha história: “pimenta nos olhos dos outros não arde”.
    O mais importante de tudo é o respeito. Respeito as pessoas, ao ser humano; respeito a família; respeito ao vizinho; respeito aos professores e alunos; respeito a Lei e as instituições e seus condutores. Se brancos, negros, amarelos, vermelhos, pardos….. se respeitarem como gente, podemos até excluir esta palavra racismos do nosso dicionário e seremos muito mais felizes.

  • Jessica Coelho diz: 10 de setembro de 2014

    E Patricia ( sem sobrenome), ou eu não achei o que você postou…Tens como colocar uma opinião tua ou da entidade que você está representado(ou você não tem essa permissão)? Estou muito pré-disposta a saber qual luta das mulheres afrodecentes do brasil…. Bom uma eu já sei: coibir nomes fora da nomenclatura correta…

  • eliseu diz: 10 de setembro de 2014

    Poderia ser o “sexo e as brancas”, não existe ofensa nenhuma agora de onde saiu essa secretaria especial de promoção da igualdade racial, sentem-se ofendidas por qualquer palavra que envolva a palavra “negro ou negra”. O interessante que tudo relacionado com a raça branca nunca tem racismo e, quanto menos secretaria de igualdade.

  • Claudio diz: 10 de setembro de 2014

    Sexo e as Afro-Descendentes esse deveria ser o nome do seriado? As Nega é uma coisa, chamar e ficar imitando Macaco para uma pessoa negra é outra coisa, tão misturando os assuntos!!!!!!

  • Sergio diz: 10 de setembro de 2014

    Iniciamos uma luta contra os abusos da política e erramos a mão; As ruas acabaram tomadas por anarquistas que nada querem além de bagunça. A discussão sobre racismo há muito também perdeu qualquer possibilidade de atingir seus objetivos iniciais. Basta ler os textos acima: Quando não se não se concorda com algo abre-se um repertório de ofensas ao outro totalmente injustificadas e gratuitas. Não há no título do seriado qualquer conotação racista, mas concordo com a jornalista Michele que este não seria o momento adequado para arriscar um título desses, em um país repleto de ranços e de intelectuais de ocasião. Na verdade é o preconceito combatendo o preconceito com mais preconceito. Que pena !

  • Ronaldo Daniel Bastos diz: 10 de setembro de 2014

    Pior que sempre às questões envolvem a raça negra, será que a nossa gloriosa sociedade não se cansa da mesma temática? Parem de massacrarem os negros, chega de tantas crueldades.

  • Mara diz: 10 de setembro de 2014

    Me desculpe, mas não é exagero, se você é negro no Brasil, tem que sempre que provar que tem valor, ainda mais se for mulher. Ficaria ofendida do mesmo jeito, se a série se chamasse “O sexo e as mulheres”. E outra a imagem que passa da mulher negra só no comercial está bem deturpada.
    A série Sex and the city não passa esse tipo de imagem (não sou fã da série).
    A Globo andou pra trás, depois de colocar uma protagonista negra como jornalista, agora faz isso, muda o nome pelo menos, pois eu sei que não vou assistir.

  • Clau diz: 10 de setembro de 2014

    Olha, vou parabenizar CACAU pelo comentário dela. Verdade! Eu já havia visto e faz alguns meses, que sta série aconteceria e cheguei a comentar o fato com um comunicador de uma rádio. Este achou tudo muito normal. Agora, quando estamos com o patrulhamento do que se fala, que seja feita justiça, pois a guria gremista foi linchada virtualmente e Falabella que se aquiete! A intenção pode até ser engraçadinho, mas eu não ri. Afinal comparar uma coisa com outra é um absurdo! E MAIS!!!! Falo como MULHER. Aqui não tem nada a ver ser negra ou não, e sim ser MULHER.

    Sex and City engloba muitas pessoas. Mas Sexo e as Nêga, já qualifica a quem. Então é sim PRECONCEITUOSO. Espero que não permitam este título. Falabella e bem mais criativo. Que se vire pra criar outro título. Pois se agora não houver um impedimento, vou dizer que é perseguição com os gaúchos, gremistas e por aí vai!

  • Eduardo diz: 10 de setembro de 2014

    E se as negas a que se refere o título fossem brancas, teríamos discussão sobre o assunto? Acho que o termo “nego(a)” se refere muito mais a uma pessoa qualquer, como “cara”, “chapa”, “bro” e tantos outros, do que uma forma pejorativa de denegrir ou ofender uma pessoa da raça negra. Agora, esse papinho de racismo tá ficando chato pacas hein….

  • Luiz H. S. Valente diz: 10 de setembro de 2014

    Isso é uma vergonha! Associar “sexo” com “nega” logo cheira à prostituição! A Globo não vai ser interditada?

  • Maria Rogeria Nunes diz: 10 de setembro de 2014

    Tenho notado que uma grande preocupação da População quanto as cotas?Sou Negra e não uso cotas para nada.Mas acho que é um assunto que a cada comentário que se lê ou escuta torna-se mais forte o que cada pessoa pensa em relação ao Racismo. Quanto a Globo acho apenas que este programa servira para mostrar na mídia que “Não somos Racista”, damos valor ao “Negro”. Pois aos meus 55anos sempre vi o negro na imagem da TV como empregada, escravo, peão, marginal, assassino, bandido etc;;;O racismo,a gente sente,vê e escuta, e algo de pele.E pior ainda quando tentam justificar dizendo: Eu tenho amigo negros.Enquanto as pessoas não agirem normais em situações do dia dia, darão motivo para que esse assunto torne a perturbar algumas pessoa. O mais interessante é que as redes sociais conseguimos a indiguinação das pessoas quando se o debate é Racismo, falam de forma rude e com raiva, se fosse uma noticia sobre animais a fala é doce e harmoniosa.Mas acredito que estamos aqui e que a justiça Divina tarda mas não falha como a justiça do Homem. Amem

  • Franco Ferreira diz: 10 de setembro de 2014

    Prezados,

    Na minha época (e não sou um cara “velho”), chamávamos o colega afro…”E ai negao!”…todos se davam bem, não era pejorativo, não era falta de respeito.
    Numa boa? Vamos acordar e dar foco pro que hoje mata nosso país…roubo, politica podre, leis, criadores e gestores dessa lei pobres…
    ….
    Depois disso, verão que é mais noticia pra chamar a atençao e desviar as pessoas (brancas, negras, loirinhas, escuras, azuis, ET’s, amarelas) do que realmente importa.

    Abraços a todos

  • Carol diz: 11 de setembro de 2014

    Eu Só Gostaria de Entender ,pq todos os seriados ,novelas,que esse Miguel Fallabella faz tem que sempre associar os negros e negras como favelados ,prostitutas,traficantes ,porteiros , motorista ?esse diretor pq não faz um seriado com uma família negra morando no Leblon ,Ipanema ,?com chefe de família sendo um grande empresário ,os filhos e filhas negros e negras ,estudando ,e não sendo mãe solteira ,e rebolando as sexta feira no baile Funk ..?era isso que eu sonho ver na tv ,msm que seja ficção uma negra linda como essas atrizes desse seriado num papel ,q não fosse associado a desigualdade .

  • Vítor diz: 11 de setembro de 2014

    HipocrIsia senhor advogado. Hipocrisia. Só gostaria de parabenizar o cometário da sra. Fernanda Mattoso. Quero acreditar que seja verdade esta pequena história, mas é muito curiosa e remete à reflexão de como cuidamos e orientamos nossos filhos e o mundo cruel, desigual e injusto e em que são “jogados” e têm de conviver. Parabéns à mamãe que não passou a mão na cabeça da filha justificando o seu erro pelo erro de outra criança, ou outros pais.

  • ronaldo diz: 11 de setembro de 2014

    Por favor era só o que estava faltando, estão preocupados com a cor das pessoas que irão aparecer neste programa, mas nem assistiram o mesmo e será que não irá aparecer coisas piores no decorrer do mesmo, tipo sexo, onde vai entrar nos lares e nossos filhos quem sabe irão assistir escancaradamente, a minha opinião é que muitos pessoas de cor negra são muito mais racista que os de cor branca, tenho amigos meus que só namoram se for pessoa de cor branca, quem será mais preconceituoso ou racista?

  • Verônica Barros diz: 11 de setembro de 2014

    Sinceramente acho muito desnecessário esse tipo de polemica, preconceituosos são as pessoas que veem problema em tudo, o preconceito esta na própria pessoa da raça negra, ou branca ou parda, que se ofende com qualquer coisa. Não o racismo não ira acabar com a punição do grêmio isso é pura ilusão de quem acredita nisso….. Agora a série não tem nada haver com racismo fala sério, ”sexo e as negas”.. NEGAS não negras.. Eae que são prostitutas?? Tambem tem Brancas prostitutas.. Acho que o povo tem que mais com que se preocupar, isso já esta virando chacota demais!!!

  • JuliaNoviski diz: 11 de setembro de 2014

    Não considero esse seriado racista: O racismo está na cabeça das pessoas: sobre artigos programas seriados e outras coisas sobre racismo, logo no Brasil? Vão para os estados unidos e vivenciem a realidade deles; onde qualquer um que seja preto é considerado culpado: Lembrem-se que quando o presidente Barack Obama estava concorrendo a presidência? Ele foi estigmatizado de tudo que foi jeito: Quando ele ganhou as eleições então: Os candidatos da oposição e até mesmo o povo quase arrasaram com ele e a família dele. Viraram a vida deles de cabeça pra baixo, até lá na África terra dos antepassados dele foram mexer e ainda hoje procuram alguma coisa para ter um motivo para tentar prejudicar ele e a família dele: Enfim dizer que o seriado aí em questão é racista? Façam o favor gente:

  • FERNANDA MATTOSO diz: 11 de setembro de 2014

    Já li aqui várias citações sobre a torcedora do Grêmio. Cadê os marmanjos, inclusive muitos negros, que estavam urrando a mesma palavra que ela na torcida. Se voltarmos a fita, vamos ver que havia vários homens negros (inclusive) gritando a mesma coisa. Por que não são processados e expostos da mesma forma na mídia? Por que a polícia não os persegue também? Por que não são obrigados a pedir desculpas publicamente ao jogador como fez a moça? Já que estamos falando de justiça, então que sejamos JUSTOS COM TODOS.

    O fato é que a MULHER é o principal alvo de ataques midiáticos neste país. Foi e continua sendo exposta como “pedaços de carne em açougue”, para divertirem a massa de telespectadores estúpidos de forma vulgar. Independente de ser BRANCA, VERDE, AZUL, NEGRA, JAPONESA, CHINESA, INDIA, ALIENÍGENA ou o que for, a mulher brasileira está estigmatizada e leva a fama de “fácil” não é só no Brasil. É no mundo inteiro!

    Desde Sargenteli até hoje, essa imagem infame foi exportada, sobretudo com o apoio intensivo da Rede Globo. A promoção dessa imagem é tão descarada que já chegou até aos desenhos animados infantis. Alguém já assistiu ao filme RIO? A personagem estrangeira é recatada e intelectual, enquanto nossas mulheres exibem a bunda no Carnaval carioca. Sem contar os outros estereótipos absurdos que o filme explora. Na recepção da embaixada brasileira em Tóquio (Japão) há um poster em tamanho gigante exibindo uma mulata semi nua, vestida de pavão no sambódromo. Estrangeiros chegam aqui e acham que podem passar a mão em qualquer uma na rua, na maior, em seus famosos roteiros de turismo sexual. E muitos outros exemplos todas nós temos no nosso dia-a-dia feminino.

    Na verdade, penso que o problema não está no título, muito menos na cor das protagonistas. A questão é desrespeitosa com qualquer mulher. Me soa apelativo e desqualificante. Aliás, estou cansada de ver a programação televisiva aberta no Brasil. Está infame de modo geral! Baixíssima qualidade intelectual, conteúdo fútil, jornalismo barato e sensacionalista, apresentadores que ridicularizam convidados e telespectadores e programas de entrevista que mais parecem shows de palhaços em circo de quinta categoria. Os programas de humor despenacaram o nível em queda livre. Outro dia, tinha um sujeito falando da esposa naquele SBT (Praça é Nossa, eu acho) como se estivesse se referindo a um bagulho descartável que poderia ser jogado no lixo (e recusado pela SLU, naturalmente, porque, segundo o humorista, nem pra reciclagem a mulher serveria). Escandalizada, mudei de canal. Sem falar no “pornô leve” e na “lavação de roupa suja em público” que virou moda nos canais POP. Tudo igual, a diferença da Globo é que tem uma maquiagem mais cara e bem feita. Só isso!

    São muitos os estereótipos bizarros que preenchem o caráter na maioria dos personagens televisivos (não só na Globo). Os ricos são idiotas, inúteis e cafajestes. Os pobres são exploradores, farristas, enganadores e ignorantes (menos o mocinho ou a mocinha da trama, essa (esse) é totalmente perfeita(o)). As gordas são ridicularizadas até estafar os telespectadores e só conseguem emprego em papéis cômicos ou de “gordinha gente-boa que é tolerada no grupo”. O mesmo acontece com os homens gordos. As feias, sem chance! São submetidas a protagonista de humor da pior categoria. As famílias tradicionais são problemáticas e falsas. Os gays precisam ser caricaturados para mostrar sua identidade. Também precisam ser perfeitos, sem deslizes, senão a opinião pública arrebenta em cima. Os homens heteros representam canalhas de marca maior. Para as mulheres sobra: “ser picanha”, submissa ou mal amada. Pode escolher. Será que só os negros têm o que reclamar? Não seria um problema geral? E na teoria do “se não gosta muda de canal”, a televisão brasileira vai entupindo nossas casas com esse lixo de programação, que é mais barato produzir, dá menos trabalho pra eles e mantém o público alienado das questões centrais a serem discutidas no nosso país.

    A comunicação de qualidade é um direito de todos nós, pagantes de impostos. Não temos que mudar o canal. temos que exigir que a programação seja adequada. Devemos, sim, protestar e exigir que uma programação de qualidade seja exibida. O único lado bom desta polêmica aqui é esse: os autores estão vendo que não vão conseguir enfiar qualquer coisa na goela abaixo das pessoas. O que não concordo é politizar uma discussão que é bem mais ampla, para favorecer apenas um grupo (o negro, no caso). Essas coisas deviam acontecer sempre que algum valor de nossa cultura ou sociedade fosse agredido. Desse modo, pra ficar tudo justo, ou refaz tudo ou relaxa e…PLIM, PLIM!

  • zé maria diz: 11 de setembro de 2014

    O maior racismo desse país são as cotas raciais.. simplesmente estão dizendo que as pessoas de cor negra são “burras” e não tem condições de competir de igual para igual com os demais.. mas disso ninguém fala.

  • Carolina Silva diz: 11 de setembro de 2014

    Sempre quando mostra algum seriado com a mulher negra envolvida, só rola sacanagem e pornochanchada . Sem falar que mulher negra neste e fora do país, só é lembrada no Carnaval com poucas roupas.

    Penso que quem é negro e contra este tipo de seriado está corretíssimo.

    Os negros que estão dando duro, fazendo faculdade e tentando mudar o rumo de suas vidas para algo além de um serviço braçal e doméstico, de gravidez na adolescência e de ser só mais um negro vitimado, com certeza não querem se ver retratados num seriado que com certeza tem todo esse contexto que eles querem modificar na realidade brasileira.
    Nem é preciso ver o seriado para saber que o Falabela foi infeliz no título e no assunto. As negras que acham que esse seriado é bacana devem ser as que andam de short curto pelas ruas, namoram qualquer um e não gostam de estudar, geração nemnem. E os brancos que acham que os protestos são frescura deveriam se por no lugar das negras e negros batalhadores e universitários que querem mudar sua condição social e transpor suas dificuldades vividas numa sociedade intolerante a Tudo e a Todos.

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