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Boogie Oogie: Sandra e Vitória se unem para aproximar suas famílias

09 de outubro de 2014 10
Renato Rocha Miranda, TV Globo

Renato Rocha Miranda, TV Globo

As duas grandes rivais de Boogie Oogie juntas por um mesmo objetivo? Difícil de acreditar, né? Pois Sandra (Isis Valverde) e Vitória (Bianca Bin) darão uma trégua, afinal, ambas passam pelo mesmo drama: terem sido trocadas na maternidade.

Segundo o blog Folhetim, quem consegue selar a paz entre as meninas é Madalena (Betty Faria). A vovó mais animada da telinha convencerá Sandra e Vitória a tentarem aproximar seus pais, pelo menos para que a verdade sobre a troca de bebês seja esclarecida.

Assim, as famílias entram em um acordo e todos decidem fazer exames de DNA para comprovar de quem cada jovem é filha. Todos aceitam, menos Beatriz (Heloísa Périssé), que convence Elísio (Daniel Dantas) de que não precisam fazer nenhum teste, já que sempre amarão Sandra como filha. O que ela quer esconder, na verdade, é que o verdadeiro pai de Vitória é Paulo (Caco Ciocler). Mas esse segredo não ficará guardado por muito tempo, como sempre acontece nessa novela…

Sandra começa a desconfiar do relacionamento de Paulo com sua mãe. Pressionado, o jornalista acaba revelando que teve um caso com Beatriz no passado e desconfia que pode ser o pai de Vitória.

Com a ajuda de Rafael (Marco Pigossi), Sandra resolve investigar melhor essa história. Só não entendo por que todo mundo se preocupa tanto com a vida alheia nessa novela. Se o segredo é de outra pessoa, pra que ficar se metendo, gente?

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Comentários (10)

  • Márcio C.M. diz: 9 de outubro de 2014

    Apenas um detalhe a história se passa nos Anos 70. Alguém naquela época não existia essa história de exame de DNA. Ele foi criado em 1985.

  • Mari diz: 9 de outubro de 2014

    DNA nos anos 70??? Licença poética nada, ignorância.

  • Thai diz: 9 de outubro de 2014

    Existe o teste de paternidade comum, feito com exame de sangue. Deve ser esse.

  • Soraya Matheus diz: 10 de outubro de 2014

    O teste de paternidade consiste em exames dos tipos sanguinios. Mãe e pai O+ não podem gerar uma filha A+ ou B+. Este era o exame da decada de 70.

  • Thai diz: 10 de outubro de 2014

    Outra coisa, quem escreveu a notícia que errou, na novela eles nunca disseram teste de DNA, não apedrejem Boogie Oogie kkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • joana diz: 10 de outubro de 2014

    Ontem na novela a Beatriz falou em teste de paternidade, ou seja compatibiliadade de tipos sanguineos..

  • Clau diz: 11 de outubro de 2014

    Gosto desta novelinha. Pode parecer boba para alguns, mas tem movimento, é ágil, leve… Uma época que podia-se viver bem, sem se preocupar com a violência urbana, com agressividade popular, com assaltos à mão armada dentro das casas… O sonho de Ricardo quem criar um telefone móvel, mostrando como se vivia de sonhos naquele tempo… A Barra da Tijuca que na época era uma praia praticamente deserta e hoje um local super populoso e famoso pelos emergentes. Na novela Por Amor de Manoel Carlos, mostrou bem isso, o início desse movimento nas década de 90.

    O fato de um se meter na vida do outro, talvez porque não havia internet e nem celular super mágicos. Se assim fosse, tudo seria como nos dias de hoje em que cada um cuida de si e seus interesses. Hoje tudo é descartável. Filmes e músicas se conseguem pela internet, compras pela internet, contatos e amizades, tudo virtual. Jornais e revistas sendo lidos em computadores portáteis ou não. E por aí vai… Por isso havia mais interatividade entre as pessoas. Umas iam às casas das outras. Se procuravam, se apaixonavam… Mas tem uma coisa que eu não estou gostando na trama, é a maneira como Madalena se porta. Ela é dona da mansão, os empregados são dela, o dinheiro é dela, e no entanto Carlota manda e desmanda, xinga e ofende os empregados, toma todas as atitudes como se fosse super poderosa e ninguém a detém, até Madalena se porta submissa à nora. Isso já exagero.

    E Cláudia, a peste. Já era pra essa guria levar umas palmadas bem dadas. Naquele tempo podia sim. Se pode mostrar Carlota ofendendo a empregada, a chamando de mastodonte – pois a mesma é obesa – por que não podem mostrar Cláudia levando um belo beliscão ou uma surra bem dada? Naquela época, não havia a Lei da Palmada e nem os Direitos Humanos que só defendem bandido e assassinos. Saudade daquele tempo….

  • Clau diz: 11 de outubro de 2014

    Minto! Quem disse para Ricardo criar um telefone portátil foi Vitória, em um dos capítulos. O que Ricardo quer criar agora é um telefone com identificador de chamada, a famosa Bina. E acho bem legal do autor fazer esse tipo de abordagem na trama, para todos observarem como o mundo mudou em mais de 30 anos. Se olharmos bem para tanta inovação, não foram tantos anos assim… E estamos praticamente em outra dimensão.

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