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Império: José Pedro vai parar na cadeia ao tentar vender diamante rosa

29 de dezembro de 2014 8
Paulo Belote, TV Globo

Paulo Belote, TV Globo

Quando José Alfredo (Alexandre Nero) dividiu os quatro pedaços de seu precioso diamante rosa entre os filhos, já era previsível qual deles venderia a pedra primeiro… José Pedro (Caio Blat), é claro, tentará vender não só a sua parte, mas também a dos irmãos.

Segundo a colunista Patrícia Kogut, tudo começa quando Danielle (Maria Ribeiro) começa a chantagear o ex-marido. Ela exige uma grande quantia em dinheiro, caso contrário, contará à polícia que José Pedro atropelou um homem e fugiu sem prestar socorro.

Desesperado, Pedro resolve roubar os pedaços do diamante que estão com João Lucas (Daniel Rocha) e Maria Clara (Andreia Horta). A parte de Cristina (Leandra Leal) será um pouco mais complicada de pegar, mas ele conseguirá permissão para revistar a casa da meia-irmã após tascar um beijão em Cora (Marjorie Estiano).

Após conseguir reunir os quatro pedaços do diamante rosa, José Pedro tentará vender a pedra. Porém, nesse meio tempo, Maurílio (Carmo Dalla Vecchia) ficará sabendo de tudo e denunciará o futuro enteado.

Assim, o filho mais velho do Comendador acaba indo parar atrás das grades, acusado de venda ilegal de pedras preciosas. E agora, como ele vai se safar dessa? Imaginem a reação de Marta ao ver o filho preferido ser preso…

 

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Comentários (8)

  • Fabio diz: 29 de dezembro de 2014

    Cruzes. Cada vez pior isso.

  • Mariah Patchwork diz: 29 de dezembro de 2014

    O que piora as novelas em horário nobre é o tamanho delas.
    Escritores se perdem no enredo enjoativo e viciante, fazendo com que as novelas em si cheias de chatices.
    Não vejo a hora desta lenga lenga terminar.

  • Clau diz: 30 de dezembro de 2014

    Concordo com Mariah. De fato é tudo muito longo. Os capítulos diários são muito longos também, não é pra tanto, não há necessidade dessa lenga-lenga. Muita abobrinha pra se digerir. O que me encanta em Boogie Oogie é justamente os 30 minutos (em média) de duração – assisto via internet. É uma trama muito ágil, sem enrolação, sem dramas. É um vapt-vupt diário. Um “bateu-levou” sem nem um personagem encostar no outro. Não tem pancadaria, não tem gritarias – a não ser as de Carlota. Mostra uma época em que os patrões não tinham respeito para com funcionários, o que hoje JAMAIS aconteceria casos assim, sem que patrões não respondessem na justiça por assédio moral.
    Mostra também o quanto funciona o processo por calúnia e difamação, como Beatriz que poderia (hoje) enquadrar Cristina pelo tanto que a ofendeu e ainda na frente dos filhos, diante do curso de inglês deles. Bah! processo na certa!
    O exame de DNA, e o quanto foi útil para humanidade…. Doenças terminais que jamais ficariam mornas, já que o Brasil evoluiu muito em relação à pesquisas… Que bom ver o quanto nosso país cresceu. E também podemos ver o quanto as pessoas eram limitadas a uma TV. Por isso se preocupavam demais com a vida dos vizinhos. Hoje, podem viver no mesmo prédio que mal se olham. Pois se preocupam mais com a vida do Zezé de Camargo e Zilú, na internet. O Youtube trazendo vídeos caseiros, as redes sociais… Quem vai querer saber da vida da Maria ou das dívidas e traições do João se tem o mundo diante de seus olhos?
    Justiça, saúde e tecnologia avançaram muito nesses últimos 35 anos. Como é bom se olhar a trama e ver isso, esta diferença. Por essas e outras gosto de novelas de época. É muito legal esta comparação toda. Sem falar que só contribui para nossa mente assistir coisas leves e interessantes do que só ver pancadarias, luxúrias, aberrações, ilusionismos, ganância, vaidade exacerbada… Se todo este lixo a gente encontra nos sites, nas redes sociais, nos BBBs da vida. Pra que assistir a uma trama que só repete o que já sabemos existir? Não vejo lógica nisso. Eis a razão pela qual adorei O Rebu, e agora Boogie Oogie. Pouco tempo de duração, tramas intrigantes, acontecimentos rápidos dentro da trama, sem lenga-lenga, sem dramalhões ou baixarias, surras… Mas me divirto muito observando as loucuras do Aguinaldo em manter a novela no ar e dando uma de Mister M. KKKKKKKKKK

    Em tempo! Lília Cabral não ganhou o troféu de melhor atriz no Faustão em Os Melhores do Ano. E é bem feito! Eu cansei de reclamar que ela está irritante com sua Marta. Berra demais, esbofeteia demais, chega a irritar aquela vozinha estridente o tempo todo. Saudade de sua personagem em Viver a Vida, Tereza. Que personagem LINDA ela fez ali! Com presença, com poder sim, se nem ser milionária ou quatrocentona, na trama. Mas sabia se posicionar. Adorava vê-la representar. Aguinaldo destruiu Marta, em favor da chatinha Ísis-Chorona. Que pena… que lástima quando um autor segue as menininhas sonhadoras em vez de seguir a lógica.

  • Carla diz: 1 de janeiro de 2015

    “Mostra uma época em que os patrões não tinham respeito para com funcionários, o que hoje JAMAIS aconteceria casos assim..”
    A sério Clau? Que bom que no Brasil é assim. Aqui em Portugal isto está em retrocesso e cada vez é maior o desrespeito pelo funcionário, o que foi conquistado está a ser derrubado, infelizmente. A apregoada crise justifica tudo, uns ganham (os patrões que podem atropelar à vontade os funcionários e contam com o apoio do governo que nada faz para deter as situações de abuso que proliferam..) outros perdem..
    É triste mas é assim, cada vez se vive pior neste país!

  • Clau diz: 2 de janeiro de 2015

    Olha Carla, aqui os empregados (as) domésticos (as) obtiveram respeito através de leis duras contra patrões. Claro que muitos podem fazer acordos com seus patrões, pra não perderem emprego… Afinal por “baixo dos panos” tudo é possível. Mas me lembro bem que nas décadas passadas, não havia tanto rigor em relação a direitos trabalhista de empregados domésticos. Com carteira de trabalho assinada, obrigatoriedade de pagar o 13º salário no final do ano… Férias, semana de 5 ou 6 dias de trabalho, horário de trabalho… Era um abuso! Os empregados eram quase que escravos, mas com aparência de empregados. Ficavam dormindo nas casas (coisa que hoje existe ainda, mas pouco) não tinham feriados, domingos, nem férias! Era dia e noite servindo os patrões sem descanso. Como se não tivessem vida própria. Mudou muito! Se vai continuar? não sei. Acho que sim. Espero. Mas nunca se sabe.
    No entanto, ainda há autores de novelas, que mesmo criando uma trama na época atual, colocam os empregados ali, parados e a disposição de seus patrões. Vide Manoel Carlos, por exemplo. Na novela Em Família, os empregados sempre estavam ali, em prontidão, mesmo de madrugada, pra servir suquinho pra seus patrões.

  • Carla diz: 2 de janeiro de 2015

    Clau fico mesmo muito feliz que as coisas tenham melhorado tanto no Brasil. Realmente, qualquer cidadão que trabalhe tem direito a descanso e ao justo valor pelo seu trabalho. Acho que poucas coisas me deixam mais feliz que conhecer situações em que o ser humano trata o seu semelhante com humanidade!
    E fico muito triste que as coisas por aqui tenham andado para trás de uma forma assustadora, como a Clau retrata os empregados de novela (=sempre à disposição dos patrões).
    Mas a ficção é isso mesmo histórias inventadas, mais ou menos perto da realidade (por norma “voam” para bem longe :)
    Se por um lado os empregados estão sempre disponíveis, por outro lado eles têm sempre uma opinião, uma consideração a fazer sobre a vida dos patrões – e aí acho que está longe da realidade. Por vezes, o que o funcionário mais quer é que o patrão nem “repare” que ele existe para não “sobrar” para o empregado (porque sendo patrões acham-se no direito de “atirar” com as suas frustrações – como se os empregados não tivessem as suas – para cima deles.
    Um Bom Ano para todos os noveleiros e para a Clau, participante assídua deste blog, com muita esperança, saúde e humanidade!

  • Carla diz: 2 de janeiro de 2015

    Ah, e prefiro “lado a lado” ao “império” sem sombra de dúvidas. Que novela interessante. Tenho pena que seja transmitida tão tarde – 0:00, que é um horário deplorável para uma novela tão rica em história, costumes, modo de falar, literatura, beleza, preconceitos, enfim, adoro “lado a lado”! Pena que “joia rara” “cordel encantado” e “meu pedacinho do chão” não devem passar na tv portuguesa (excepção para quem tv paga..)

  • claudia diz: 10 de janeiro de 2015

    Adoooroooo!! Ver os filhinhos de mamãe se dar mal. De tanto desejar um reinado para o filho, o proprio conseguiu meter os pés pelas mãos. kkkkkkkkkkkk

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