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Império: José Alfredo será preso após denúncia de Maria Marta

21 de janeiro de 2015 13
João Miguel Júnior, TV Globo

João Miguel Júnior, TV Globo

Quanto mais gente fica sabendo que José Alfredo (Alexandre Nero) está vivo, mais a situação dele se complica… Não vai demorar muito para que Maria Marta (Lilia Cabral) reencontre o marido, mas ao contrário dos amigos e das pessoas queridas, que souberam manter segredo, a megera não vai ficar calada.

>>> Marta reencontra José Alfredo no dia de seu casamento com Maurílio

Desesperada com a proximidade de seu casamento com Maurílio (Carmo Dalla Vecchia), Marta resolve contar à polícia que o Comendador está vivo. É o único jeito de evitar a união com o pilantra, afinal, se ela não está viúva, um novo enlace não é permitido.

Assim, Zé Alfredo vai parar na cadeia e terá que ajustar suas contas com a Polícia Federal. Mas segundo o colunista Flávio Ricco, o Homem de Preto não terá muitas cenas na prisão, já que haverá uma passagem de tempo e, em seguida, ele já aparecerá em liberdade.

A farsa de José Alfredo deve ser desmascarada na primeira semana de fevereiro, ou seja, no Carnaval ele já deve estar livre para curtir o desfile da União de Santa Tereza. Porém, o próprio Aguinaldo Silva havia revelado que o Comendador ressurgiria no meio da Sapucaí. Será que o ressurgimento será depois de sair da prisão? Ou há alguma pista falsa aí no meio?

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Comentários (13)

  • FERNANDA MATTOSO diz: 21 de janeiro de 2015

    Adorei a notícia! Se eu estivesse no lugar de Maria Marta faria exatamente a mesma coisa. Iria na polícia na hora. Aliás, como já havia ressaltado aqui: forjar a própria morte é crime previsto na lei. Acho interessante colocar a mulher de megera. Zé Alfredo é o que? Vítima da megera? KKKKKKKK, ridículo o machismo nesse país. É defendido pelas próprias mulheres.

  • Silviane Santos ( S.S. ) diz: 21 de janeiro de 2015

    Esta novela está cada vez mais cheia de mistérios, mas alguns meio perdidos, como o tal de Fabrício Melgaço ser o pai falso de Maurílio, Silviano como primeiro marido de Marta? Não gosta de José Alfredo e só agora vai dar pistas? Merecia o Oscar, Silviano!

  • povo diz: 21 de janeiro de 2015

    Novela horrível, estão brincando com o publico so pode, pilantra e esse sujeito que rouba todo dinheiro da empresa se finge de morto isso sim e pilantra!

  • Silviano Santos ( S.S. ) diz: 21 de janeiro de 2015

    Alguém, lembra da Karina? 3ª mulher do Reginaldo, anda sumida, né?
    Por favor use isso no próximo post.

  • Jamile diz: 21 de janeiro de 2015

    Todo mundo ficou sabendo que ele tá vivo, menos a família! Nem da Mariaa Clara ele teve pena! Ainda fica a Cristina fazendo pouco caso do sofrimento deles, achando que só ela gosta do pai (sendo que ela chegou ontem na vida deles). Que tipo de herói é esse que deixa a família chorando sua morte e não fica com um pingo de peso na consciência? Mas pra cocotinha tudo bem contar, pq afinal ele tava precisando muito “dar umas”… aff, cara egoísta…

  • iara ortega sao joao diz: 21 de janeiro de 2015

    gente , eu não curto novelas mais , porque vi tantas novelas boas do passado ,que as de hje não me chama mais atenção ….. sinto muito , mas cade aqueles autores maravilhosos que escreveram , varias novelas boas na globo!!! nimgeum tem mais imajinação .. tipo novelas ramandaia . viuva porcina etc …. isso que era novela viu .. agora só baixario ..

    o povo que vr coisas alegres já chega o paiz do jeito que esta ..então fique ligados .. quero ver coisa boaaa !!!

  • FAUSTO diz: 21 de janeiro de 2015

    Essa Maria Marta merecia um banquete, com estricnina misturada é claro! Nenhum marido merece uma mulher dessas!

  • Lola diz: 22 de janeiro de 2015

    hahahahaha Adorei!! Quero vê-lo atrás das grades!! Concordo totalmente com o comentário da Fernanda lá em cima. José Alfredo age de forma ridícula e é considerado herói, enquanto Marta é acusada de todos os lados, é a “megera”. Machismo dos piores, principalmente, o machismo feminino. José Alfredo foi covarde se fingindo de morto, não teve a menor consideração com os filhos, tudo bem que ele não tinha uma boa relação com José Pedro, mas com a Maria Clara e o João Lucas era diferente, principalmente Maria Clara, que sempre demonstrou ter devoção pelo pai. Mesmo com suas ambições e defeitos, Marta o ajudou a construir a Império que ele adorava alardear que era só dele. José Alfredo não é melhor do que Marta em NADA. Eles se parecem e muito! E concordo com a Jamile também, Cristina julgando os outros filhos, dizendo que eles sentem mais falta do dinheiro do que do pai foi patético. Fica julgando a família como se ela fosse a perfeita e melhor do que os outros. Fica pagando pau pra um pai que ela conheceu há alguns meses. Digo o mesmo dele em relação a ela. Também não gosto dele com a Ísis, um relacionamento vazio e só baseado em sexo.

  • FERNANDA MATTOSO diz: 22 de janeiro de 2015

    Obrigada, Lola! Fiz o comentário abaixo há mais tempo no blog e acho que vai cair como uma luva agora.

    “Engraçado! Na minha opinião faltou um personagem na lista dos vilões de 2014: o aclamado Comendador Zé Alfredo! Onde ele se encaixa senão ao lado de Maria Marta? O casal perverso não passa de tampa e balaio. Se mantêm juntos por dinheiro (tanto ela quanto ele); demonstram preferências por filhos e humilham as pessoas da mesma forma; ambos são autoritários e arrogantes; se aproximaram para construir um patrimônio por interesse e usufruiram dos benefícios que cada um tinha para oferecer (ela, o acesso e a cultura necessários para conquista do mercado de jóias e ele, a força de trabalho e a ousadia); e mais, ambos adoram uma boa mordomia e a exibição de poder financeiro (cada um a sua maneira).

    Se por um lado, Maria Marta esbanja aristocracia, por outro ele impõe seu jeito grosseiro e petulante, típico de quem viu poder pela primeira vez na vida e não deixa por menos. O comendador levanta a bandeira da ignorância para se fazer de popular, mas, na realidade, é pura hipocrisia. Conquistou em dupla um império, que se arvora ser apenas seu. Concorre com os filhos e desvaloriza qualquer um que o ameace. Traiu a mulher com uma ninfeta ainda adolescente (isso foi sugerido na novela por várias vezes, inclusive). Menina que ele comprou como um bichinho de estimação e mantém sob sua tutela, dispensando à moça uma subestima irritante. E ainda tem a cara de pau de criticar a mulher por arrumar um namorado. Forjou a própria morte para se manter no poder. Mais, usou a “bastarda” que ele desprezava e passou, milagrosamente, a amar da noite pro dia, óbvio que no momento em que viu que ela poderia ser útil em seus planos.

    Porém, me esqueci. Ele é gente do povo! Come sarapatel em bar de periferia para não negar as origens. Me poupe! Para mim, mais uma vez, um personagem machista fruto de uma cultura atrasada que consome, sem perceber, valores que trazem a mulher como alguém que nunca deve ser perdoada, muito menos compreendida ou tratada em igualdade com os homens. As ricas então, pior ainda, viram demônios no cenário atual.

    O fato é que no Brasil, os erros e falhas humanas recaem sobre a mulher de modo muito mais implacável do que sobre os homens. O peso sobre qualquer passo feminino é bem maior. Isso fica muito claro nessa novela. Tomei antipatia disso. A pobre Beatriz, por exemplo, só é maravilhosa porque engole a vida dupla do marido e finge não se incomodar com isso. Queria ver se ela jogasse tudo pro alto e arrumasse alguém também. O que seria? Viraria a traidora do marido gay perfeito? O inverso nem é cogitado. O ideal é a mulher em absoluta devoção, ainda que por alguém que declara amor por outro homem.

    Maria Marta e Zé Alfredo foram e ainda são amantes. Cúmplices na sua gana pelo dinheiro, na disputa de poder. Se Isis o excita como homem, a esposa o leva ao êxtase desafiando diariamente seu posto. A relação dos dois é tão excitante quanto a cama da amante. Não vejo um sem o outro e acredito que o autor também não. Só há uma diferença entre os dois: o gênero. No mais, nenhum dos dois pode atirar a primeira pedra. Me admira que o público o faça.

    Em meio a essas palavras ao vento, não consigo deixar de comentar o que percebo. Mesmo que inócuo, meu comentário é um desabafo diante de uma inversão de valores absurda e da promoção da mentalidade machista que tanto atrasa nossas relações e compromete nosso desenvolvimento social. Fica o texto apenas para uma reflexão.”

    Até as cenas dos próximos capítulos…

  • Lola diz: 26 de janeiro de 2015

    Fernanda, ótimo comentário! Concordo com cada letra e vírgula, vejo da mesma forma que você. Me dá até um alívio em saber que não sou a única que enxerga as coisas desse jeito.

    Maria Marta é sempre alvejada por pedras, a maioria vindas do público feminino da novela, que endeusa Zé Alfredo. Aguinaldo se alimenta justamente desse machismo entranhado no público, que embora não seja unânime, ainda é muito forte. Qualquer coisa que o Zé Alfredo faz sempre é perdoado ou minimamente compreendido, enquanto que Marta e suas atitudes sempre são alvo de rejeição óbvia e maniqueísta.

    Acho o José Alfredo extremamente arrogante, se acha o centro do universo, me irrita todo mundo sempre abaixar a cabeça pra ele, muito acostumado a dar ordens e todos obedecerem. Olho a repercussão da novela no Twitter e em alguns sites, e vejo como Marta é julgada ferozmente por grande parte do público, e ele sempre é enaltecido. Principalmente por mulheres, que geralmente é a maioria do público. Visto que o próprio Aguinaldo já disse que o José Alfredo é ele mesmo, não me admira que ele conduza o personagem se contemplando no espelho.

    Não entendo essa mania que o autor tem de retratar a riqueza ou quem é rico como abutres à procura de dinheiro acima de qualquer coisa. Marta sempre é colocada como vilã da situação, e olhe que eu acho que o Aguinaldo até deu a ela nuances humanizadas nessa falsa morte do Zé. Lília Cabral brilhou absoluta!

    A coisa que você citou de colocar Zé Alfredo como homem do povo porque come sarapatel ou buchada num botequim é mais uma artimanha dele para conferir ao personagem uma “simplicidade” que cative a ponto de que tudo que se coloque contra isso seja tratado como “vilania” contra o herói, o chamado “herói do povo”.

    A relação do Zé Alfredo com a Ísis é a coisa mais vazia que já vi. Ela é um bibelô de cenário que sempre está a postos para “enfeitar” Zé Alfredo, quando ELE quer. Relação horrível e a qual não tenho a menor simpatia. E isso é ruim, porque já acho que a novela é fraca de bons casais.

    Beatriz é praticamente um ser evoluído, uma santa que já deveria ter sido canonizada ou posta num altar! Sempre retratada como a boa esposa submissa e compreensiva. Quase nunca confronta o Cláudio. Eu jamais teria reagido da forma que ela reagiu no caso do Leonardo. Eu jamais aceitaria aquela situação.

    Outra coisa que também concordo em seu comentário é a relação Zé Alfredo e Cristina. Milagrosamente mesmo, ele passou a amá-la, a achar que era a filha perfeita. Não posso nem ver Cristina julgando os Medeiros, se achando a super honesta, defendendo Zé Alfredo como se tivesse sido criada por ele. Acho uma relação mal construída por parte do autor, forçada tanto no texto quanto nas ações. Aguinaldo poderia ter tido mais sensibilidade na hora de tratar essa relação Cristina – Zé, porque ficou nítido pra mim como ele “apequenou” Maria Clara, por exemplo, para Cristina se projetar na relação Pai – Filha. O autor poderia ter lidado com os dois extremos com delicadeza e cuidado, mas preferiu colocar os 3 filhos como “patetas mimadinhos” para Cristina posar de correta e sensata.

    Costumo dizer que a relação de Cristina com o José Alfredo é uma relação de 1 km de largura e 1 cm de profundidade, mal desenvolvida, que se sustenta apenas no argumento dela ser filha da Eliane, grande amor dele do passado.

    Enfim, é incrível mesmo como muitas novelas alimentam concepções machistas nas relações. Indiretamente, inconscientemente, por vezes abertamente, vemos isso e com muita aceitação até! Quando as coisas fogem disso, já viram polêmicas, e são duramente criticadas, principalmente, se forem encabeçadas por mulheres.

    Fernanda, seu comentário foi um dos mais lúcidos que já li por aqui. Na minha opinião, Império é apenas uma novela regular, nada demais. Vejo a novela mas sem assiduidade. Prefiro minhas séries, porque ganho mais. À espera de Babilônia.
    =)

  • Marina diz: 4 de fevereiro de 2015

    Fernanda e Lola, obrigada por me proporcionarem tais comentários! Essa novela me dá engulhos com todas essas coisas que vcs duas mencionaram tão bem. Acho insuportável a relação Zé Alfredo e filhos, principalmente Cristina. A pose dele de superior que empequena todos é nojenta e perigosa, e me assusta que o público feminino fique tão seduzido com todo esse “poder”.

    E o namorico dele com a Ísis então, é totalmente abusiva, ele tomou a jovem pra si só como objeto de escoamento de energia sexual. Quando ele resolveu aparecer pra ela depois de morto pq estava subindo pelas paredes, eu torci tanto p que ela lhe desse o pé na bunda merecido… Mas não deu outra né, o Aguinaldo não pensou duas vezes em fazer a garota se submeter ao todo-poderoso José Alfredo em nome desse suposto “””amor”””.

    Acho que a Ísis é a personagem que mais me incomoda na novela inteira, pq ela é objetificada o tempo inteiro… O autor se aproveitou sobretudo dos cabelos ruivos da Marina Barbosa pra colocar a pobre garota no “pedestal” de ninfeta “boazinha” que pouco faz mais do que amar o personagem principal. Bem sabemos da fetichização que nada rolando das ruivas e tudo o mais. Aquela cena em que aquela personagem pobre (me escapou o nome) fica babando ovo em cima da Ísis pq o cabelo dela é ruivo, cena essa dirigida de maneira cômica, ridicularizando o comportamento da personagem pobre, é repugnante!

    Que bom que não sou a única a pensar assim!

  • FERNANDA MATTOSO diz: 4 de fevereiro de 2015

    Pasmei! Agora já deu, mesmo. Depois das palmas para a bandidagem, ontem, a estória mirabolante de hoje contada por Zé Alfredo ao delegado foi a gota d’água. Se o autor queria ser “inovador” não precisava exagerar, muito menos chamar o público de idiota em nome da fantasia. Poderia ser criativo sem ser ofensivo.

    A prisão do Imperador ontem, regada a aplausos e cortejo popular inflamado, me foi tão nojenta que mudei de canal na hora e não consegui assistir o resto da novela. Fui pro Ratinho de novo, kkkkkk! Sim, parece que aplaudir bandido também virou moda no Brasil. Vários têm sido aclamados publicamente na vida real e como a arte imita a vida…”Ave César, ou melhor, Ave Zé!”.

    Na delegacia, mais engôdo e o “lobo mau” sai de esperto. Uma conversa fiada que afronta a inteligência policial me embrulhou o estômago. Como se não bastasse, uma mulher com o conteúdo de Maria Marta implorando pelo brega prepotente que ELA ajudou a produzir. Aí veio a “Cretina” assumindo a frente do carro abre-alas da Moral e da Fidelidade. Lá fui eu mudar de canal de novo. Não aguentei!

    Porém, o que acho mais triste é ver que o crime no país está tão banalizado que POUCO IMPORTA às pessoas. Passa desapercebido, ou melhor, é colocado em segundo plano na avaliação de caráter dos cidadãos. Não importa ser um criminoso se você for freqüentador de boteco, bom de conversa, tem “sex appeal” e, principalmente, for muito rico. Não importa se você dá o tombo na sua família, finge de morto, foge dos problemas para namorar com a amante o dia todo e pior, empurra sua esposa (com quem dividiu a vida por mais de 20 anos) para o olho do furacão. Melhor, para as garras de um bandido. Não importa se trafica pedras, se falsificou documentos, se fraudou laudos, se privilegiou uma filha em detrimento de outros três. Se roubou o caixa da empresa, deixando trabalhadores na falência. Não importa se traiu a mulher por tempos com uma prostituta colegial, retirando do patrimônio coletivo subsídio para lhe proporcionar mordomia (inclusive à sua família de abutres). Não importa mentir, desprezar quem o amou e escarnecer sobre o sofrimento das pessoas que o ajudaram, com ou sem defeitos, a construir tudo o que tem. Não importa, também, se não reconhece isso. Se você tiver carisma, lábia e manipular gente simples com um discurso hipócrita de humildade, você se dá bem! Você conquista o papel de HERÓI NACIONAL. Se beijar bem, ainda leva de quebra, o troféu de GALÃ DO MOMENTO.

    E as pessoas ainda se perguntam: por que o país não sai do buraco? Sim, Zé Alfredo representa, pra esmagadora maioria, a imagem do atual homem de sucesso no Brasil. Que dizer? Mais uma vez, aplausos para a Globo!

    Obrigada Marina, pelo seu comentário!

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