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Cláudio pede para voltar com Leonardo: "Ainda gosto de você"

25 de fevereiro de 2015 7
Divulgação, TV Globo

Divulgação, TV Globo

Não vai durar muito tempo a “fase hétero” de Cláudio Bolgari (José Mayer). Nos próximos capítulos, ele terá uma recaída e chegará a procurar o ex-amante, Leonardo (Klebber Toledo).

Segundo o Extra, Leo ficará surpreso ao ser abordado por Cláudio. O cerimonialista diz que está muito bem com Beatriz (Suzy Rêgo), mas que sente falta de alguma coisa:

Ainda gosto de você. É isso. Nossa história não acabou. Foi interrompida à nossa revelia.

A surpresa do rapaz é ainda maior quando Cláudio propõe:

Enfim, eu pensei muito e vim aqui porque… não vou florear, Leo, vou ser direto: eu gostaria de retomar nossa história em outros termos.

Leonardo pede um tempo para pensar, mas fica balançado com a conversa do ex. Mas e o Etevaldo (André Gonçalves)? Tudo indicava Leo estava feliz com o novo namorado….

A impressão que dá é que Aguinaldo Silva se perdeu até nas histórias paralelas. Cláudio era bissexual, depois voltou a ser um pai de família respeitável e parecia amar a esposa de verdade. Já Leo, antes de conhecer o novo bofe, estava quase engatando um romance com Amanda (Adriana Birolli). O caso mais confuso é o de Xana (Ailton Graça), que apesar de se vestir de mulher, dorme de conchinha com Naná (Viviane Araújo) e parece apaixonadíssimo pela morena. Alguém me explica, me perdi…

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Comentários (7)

  • sergio diz: 25 de fevereiro de 2015

    pensei que o autor ja tinha dado um jeito nessa relaçao que a globo insiste ficar na midia ate encher o saco das pessoas,por isso que não existe exgay

  • sergio diz: 25 de fevereiro de 2015

    o autor esta doidão do carnaval ainda,ja tinha resolvido isso,vicente com cristina,enrico com maria clara,leo com amanda,jose pedro sozinho e o resto que se exploda

  • Clau diz: 26 de fevereiro de 2015

    Até entendo que o cara fique dividido, que ame a esposa e o amante. Mas depois de tudo o que o casal passou e depois dela ter demonstrado tanta compreensão e amor a Claudio, esta atitude dele é ridícula. Ainda mais porque Léo já estava refazendo sua vida. Por essa se outras que a cada dia fico com mais nojo de Aguinaldo Silva. Simplesmente só tem seu HERÓI Jose´Alfredo e a ninfeta chata e sem tempero Ísis. O resto dos personagens, ele resolveu detonar de vez.

  • Thiago diz: 26 de fevereiro de 2015

    “Eu me perdi aqui. Desculpe… Vamos tentar”.
    Mas ainda tem mais 3 semanas (?) pra concluir a história, não é? Talvez até lá dê pra desenrolar esses nós que se formaram.

  • Yasmin diz: 26 de fevereiro de 2015

    Não tem o que explicar, essa novela é péssima e o autor é o pior da Globo.
    Essa do Claudio foi de doer, do nada ele resolveu voltar com o Léo?? Só falta formar um trio com o bofe novo dele.
    Não vejo a hora desse lixo acabar!

  • FERNANDA MATTOSO diz: 5 de março de 2015

    KKKKKKKKK…foi o que disse e repeti aqui mil vezes (fui muito criticada inclusive), a relação de Cláudio e Beatriz nunca passou de uma farsa! É assim na novela e também na vida real! Já presenciei esse filme na realidade várias vezes e, pessoal, não adianta: o bofe sempre leva a melhor!!! E, claro, a mulher se ferra. Se amizade e companheirismo fosse suficiente para segurar uma relação, não teríamos tantos divórcios no mundo todos os dias. Aliás, a maioia das mulheres preferiria casar com o melhor amigo gay…KKKKKKKKKK!!!

  • FERNANDA MATTOSO diz: 6 de março de 2015

    Brincadeirinha, gente!!! Tenho uma tia que costuma dizer: “cada um com seus cada um”. Há gosto pra tudo! Eu te digo, sinceramente, que não aceitaria essa situação nunca. Não topo dividir meu marido nem com mulher, nem com homem. Sou careta mesmo…kkkkkk. E confesso que, com homem, me doiria mais. Isso é pessoal e não há como mudar. Hoje li aqui no blog alguém (não me lembro quem) que falou uma coisa muito certa: “a palavra homofobia veio para censurar a liberdade de expressão”. Concordo! Se você não aceita seu marido com outro é homofóbico, preconceituoso, ignorante e por aí vai. Tenho tomado muito cuidado com esses termos da moda, porque estão muito mal utilizados. Mas não acho, ao contrário do que muitos devem pensar, que a questão central do casal Cláudio e Beatriz seja a homossexualidade.

    O que mais me chama a atenção nessas personagens de Agnaldo é que a devoção de Beatriz beira a obsessão, ao passo que a covardia de Cláudio é camuflada por uma capa de “bom moço”. A mulher chega a ser pegajosa e o homem meloso. O discurso do casal é politicamente correto em demasia. Me parece que, na tentativa de se mostrarem “família modelo”, dizem tudo que todo mundo espera ouvir de pessoas perfeitas. São equilibrados demais, educados demais, dedicados demais, compreensivos demais, unidos demais, civilizados demais. Que tédio…zzzzzz.

    Adorei quando Enrico apimentou a relação em casa…rs!!! Defeitos de caráter à parte, o rapaz pelo menos foi autêntico. Expressou seus sentimentos sem peneirar o que dizer. Feriu porque se sentiu ferido. Puro instinto de defesa humana, claro! Foi franco e despiu-se da máscara de “menino modelo” que lhe prenderam ao rosto por toda sua vida. Em geral, pessoas que questionam e se expressam contrárias ao senso comum são marginalizadas. Em uma família cujos valores são pautados em um formato pré-fabricado de felicidade, Enrico realmente não acharia espaço. O jeito foi surtar…rs! O que Enrico fez foi dar uma pausa entre o primeiro e o segundo ato da peça teatral protagonizada pelos pais, para dar uma respirada de realidade e agir, por alguns dias, como um ser humano normal. Gente que erra, grita, ofende, pensa, discute, questiona, enche o saco e, sobretudo, tem o direito de opinar. Não estou justificando crimes cometidos pelo rapaz, mas que sua reação foi muito coerente, não tenho dúvidas. E o desfecho da sua estória foi batata! Lembra quando citei que tudo acabaria com uma boa viagem internacional, regada à muita psicanálise e compreensão familiar? A cara da “família modelo”!

    Cláudio e Beatriz são o exemplo, pra mim, do que não se deve apostar em uma relação de amor: na previsibilidade. Essa sim é a principal questão dos dois, que foi mostrada na novela de forma muito clara. Relacionar-se não é previsível, pessoas não são previsíveis, sentimentos não são previsíveis, a vida não é previsível. Felicidade não vem com manual de instruções. O que Cláudio e Beatriz tentaram foi justamente isso. Reproduzir a vida perfeita e feliz assistida nos romances hollywoodianos dos anos 50. Incorporaram identidades românticas e construíram suas vidas em cima de personagens. Mas um dia, a verdade bate na porta, as cortinas se abrem e a fantasia é retirada à força, porque podemos fugir de qualquer um, menos de nós mesmos.

    Agnaldo foi muito competente em lidar com a situação de Cláudio e Beatriz. Embora tenha várias críticas ao exagero e a forma literal de sua abordagem, penso que AUTENTICIDADE foi a grande discussão desses personagens. Achei bem interessante esse assunto e me fez refletir. Não consigo identificar felicidade legítima no casamento dos dois, posso estar errada, mas é o que percebo. Vejo duas pessoas na ânsia de cumprir com expectativas pessoais a qualquer preço, nem que para isso tenham que se reinventar. Acho que ali tudo não passou de um sonho. Foi vivido, cheio de lembranças boas, mas amor…amor é outra coisa. Como diria, para Cláudio e Beatriz “the dream is over”. Lamento por não ter sido Beatriz a primeira a ter acordado.

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