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Na estreia de Sete Vidas, público elege Pedro e Júlia como o melhor casal

10 de março de 2015 11
julia-e-pedro

Reprodução, TV Globo

Depois da trama movimentada e cheia de ação de Boogie Oogie, Sete Vidas trouxe a serenidade de volta ao horário das seis. Mas não se enganem, o texto bem elaborado e intenso de Lícia Manzo promete mexer com muita gente.

Nas redes sociais, a recepção do público foi calorosa. Todos comentaram os belos diálogos, conflitos e romances apresentados na estreia. Sete Vidas figurou entre os assuntos mais comentados na noite de ontem.

O casal protagonista, formado por Débora Bloch e Domingos Montagner, tem uma boa química em cena, mas falta alguma coisa para arrebatar os telespectadores. O aventureiro Miguel e a jornalista Lígia são diferentes demais para que consigamos torcer por eles. Quantas pessoas, na vida real, percebemos que seriam mais felizes separadas?

Ainda não me apeguei a Miguel e Lígia. Ele, que deveria ser um “anti-herói” sedutor e misterioso, apesar de problemático, não mostrou o carisma suficiente de um Alexandre Nero, por exemplo. Débora Bloch está ótima e linda em cena, mas a insistência em discutir a relação me irritou um pouco. Malu Galli e Mariana Lima devem ser as grandes confidentes da protagonista, formando um trio talentoso.

Gisele Fróes, depois da apagada participação em Geração Brasil, ganhou uma megera à sua altura. A mãe da mocinha Júlia promete infernizar bastante nos próximos capítulos.

Antes mesmo da estreia da novela, muita gente já “shippava” (gíria da internet que significa torcer por determinado casal da ficção) os personagens de Jayme Matarazzo e Isabelle Drummond. E logo nas primeiras cenas de Pedro e Júlia a torcida só aumentou, apesar do conflito que esse amor irá trazer para os dois, já que eles pensam serem meio-irmãos.

Trabalhando juntos pela quarta vez (eles já se encontraram em Cordel Encantado, Sangue Bom e Cheias de Charme), Jayme e Isabelle mostram muita sintonia, tanto que mesmo os telespectadores que pensam haver realmente um incesto ali acabam torcendo para os dois ficarem juntos.

Podemos torcer à vontade. Mais adiante, Júlia descobrirá que sua mãe mentiu e que ela não é fruto de uma inseminação artificial, e sim de uma traição.

Só achei meio estranho (e isso também foi muito comentado na internet) a jovem marcar encontro com o suposto irmão em meio a uma manifestação. É claro que não poderia dar certo, né?

Outro assunto bastante comentado nas redes sociais foi a abertura, que trazia belas imagens, ao som de uma nova versão de “What a wonderful world”, na voz de Tiago Iorc.

Lícia Manzo chegou de mansinho, mas já conquistou fãs. Com um texto delicado e cheio de frases de efeito, conflitos familiares e amores impossíveis, não é à toa que ela é considerada sucessora de Manoel Carlos. Merece, em breve, um espacinho no horário nobre.

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Comentários (11)

  • Leila diz: 10 de março de 2015

    Ate que gostei. Foi moda alá Maneco mesmo. Abertura linda.
    Um dos senão foi que o papel Gisele Froes parece quase o mesmo de A vida da gente, e tambem o tio confidente de Rodrigo (esqueci do nome do autor) de A vida da gente, tenho uma preguiça desse ator. Vamos ver o que vem.

  • Andreia-Dreia diz: 10 de março de 2015

    Essa historia é igual a um programa da MTV aqui na Hollanda. Uma menina conhece seus meios- irmaos, sao total 15, e agora andam a procura do pai. Mas nem todos querem conhecer o pai. Ela é a mais obcecada. Bom topico, gostei.

  • Débora diz: 10 de março de 2015

    Achei a novela parecida com ‘A Vida da Gente’, como amei esta novela, sei que irei gostar de Sete Vidas também.

  • Karla diz: 10 de março de 2015

    Gostei da estreia da novela. Lícia Manzo parece ter acertado novamente, suas novelas são cheias de conflitos, mas conflitos que podemos nos reconhecer, estou cansada destas novelas cheias de vilões que passam o tempo todo tentando destruir o mocinho.É engraçado pq quando começa uma novela as pessoas só querem saber das maldades que o vilão vai cometer.Na novelas de Lícia não existem vilões, pq o vilão é a própria vida.Discordo sobre Domingos Montagner ele é um excelente ator e muito carismático, além ter química com Débora Bloch.E chega de comparações com Alexandre Nero(que é lindo e talentoso) mas não não é o único ator da Globo

  • Tina diz: 11 de março de 2015

    Voce tirou as palavras da minha boca Karla. É errado eu adorar Julia e Pedro? Sei pelo que parece sao irmaos, mas no fundo quero que Dna teste do Pedro seja negativo. Drumond ta mais linda aqui do que como Megan.

  • Tina diz: 11 de março de 2015

    Oh, esqueci. Quem tem sorte é Licia Manzo de ter a talentosa Malu Galli no elenco, o idiota de A. Silva não soube aproveitar.

  • Joana diz: 11 de março de 2015

    Lindos os dois, e têm uma química excelente. Sem dúvida é o melhor casal da novela.

  • Clau diz: 11 de março de 2015

    Parabéns KARLA. Nem vou me pronunciar pois disseste tudo.

  • Clau diz: 12 de março de 2015

    Assisti aos 3 primeiros capítulos e adorei, claro. Sim, lembra muito Maneco em seus melhores dias, e outra coisa que gostei muito, é a maneira como é filmado. Há agilidade na trama, não fica só nos lamentos e flash backs intermináveis.
    Jayme Monjardim sabe fazer belas filmagens. Aliás a melhor coisa que havia em Em Família eram as cenas de helicóptero pelas belas praias do Rio e Angra dos Reis. E agora, igualmente dando um show com as cenas na Patagônia (mas faz de conta que é na Antártida)…. Enfim adorei mesmo. Jayme Matarazzo arrasando como sempre. Lembro dele quando surgiu na telinha na minissérie “Maysa”. Ainda verdinho na interpretação. E Isabelle Drummond linda, leve e talentosa. Belo casal de protagonistas. Essas tramas das 18 horas, sempre nos dando momentos de beleza, emoção e bom divertimento.

    Só quero fazer uma reclamação e ao mesmo tempo uma sugestão aos autores de novelas da Globo. Por favor gente! usem um DICIONÁRIO DE NOMES PRÓPRIOS. Sim, porque já está cansando a repetição de nomes. Exemplos? Vai lá!

    MARTA. em Sete Vidas; Marta em Império. Tal nome sempre Maneco usou pra suas vilãs, nem tão vilãs assim. Mas já há uma Marta às 21 horas. Precisava outra?

    VICENTE. Este também! Vicente em Boogie Oogie como pai de Inês. Vicente em Alto Astral como avô de Laura. Agora mais Vicente em Sete Vidas. Haja, né?!

    BEATRIZ. Está bateu o record! Beatriz em Boogie Oogie; Beatriz em Império; Beatriz em Alto Astral. E consta que terá uma também em Babilônia. É mole ou querem mais?

    Fora os nomes em gênero. Tipo Claudio em Império. Claudia em Boogie Oogie. Laura em Alto Astral. Lauro em Sete Vidas.

    PEDRO. em Boogie Oogie; Zé Pedro em Império; e Pedro em Sete Vidas…

    ÔRRRA MEU!! mas tá difícil colocarem novos nomes nos personagens, hein??? Jesus!
    Usem um dicionário de nomes próprios pra terem mais criatividade. As pessoas quando comentam sobre personagens, se disserem um nome, nem saberão de qual novela estão falando. Que horror! É muito mais coerente haver dois personagens em uma mesma trama com o mesmo nome, como existe na vida real. A única novela que teve isso foi “Cobras e Lagartos”, do João Emanuel Carneiro. Mas também, só podia ser dele, um cara antenado.

  • Clau diz: 13 de março de 2015

    Achei mais! Só na nova trama das 21 horas temos: Homero, Tadeu, Rafael, Pedro, Beatriz e até Ivan. Fora as repetições em outras tramas do momento. De fato, é muito falta de originalidade mesmo.

  • Lola diz: 13 de março de 2015

    Adorei a estreia. A abertura ficou linda, a história parece boa, a fotografia é maravilhosa e o texto realmente é bem escrito, com diálogos interessantes. Também achei Pedro e Júlia o melhor casal, Isabelle e Jayme tem química, os personagens são bons, o texto dos dois é muito bem escrito e os dois atores estão excelentes nas cenas que fazem juntos. Apesar de ter gostado da química entre a Débora Bloch e o Domingos Montagner em Cordel Encantado, também senti que faltou alguma coisa no casal, não sei dizer ao certo o que foi exatamente, mas os dois não me fisgaram. Lembro que os atores fizeram sucesso em Cordel também por serem meio “vilões”. A malandragem dela e a contravenção dele tornavam o casal interessante, e lá eles já eram extremamente diferentes, ele era cangaceiro, homem do mato, e ela era mulher nobre e rica, quer contexto mais diferente do que esse? Mas enfim, falta alguma coisa mesmo para arrebatar. O que vi foi apenas um homem atormentado que não consegue obedecer às mínimas convenções sociais, e uma mulher, Lígia, que apesar de madura se apresentou com muita DR e crise sentimental para um primeiro capítulo. Até foi falado que eles tinham 3 anos de relacionamento, mas fiquei com a sensação de que os dois estavam casados há mais de 20 anos. Vamos ver como as coisas se desenrolam. Outra coisa que gostei foram os diálogos entre as irmãs, Débora e Malu Galli estão afiadas e tem muita sintonia. Sigo acompanhando..

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