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Juntas há 35 anos, Estela e Teresa decidem se casar em Babilônia

18 de março de 2015 2
Divulgação, TV Globo

Divulgação, TV Globo

Em Babilônia, os autores Gilberto Braga, João Ximenes Braga e Ricardo Linhares resolveram surpreender o público com um casal gay na terceira idade. Com um beijo logo na estreia, Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg têm movimentado o público nas redes sociais e contribuem muito para o sucesso instantâneo da trama.

No capítulo que vai ao ar nesta quarta-feira, Teresa conta a Estela que as duas poderão oficializar a união.

- Como qualquer casal. Com igualdade. Quantos anos lutando por isso… – comemora Estela.

Ricardo Linhares contou ao Uol que considera importante mostrar a felicidade de Estela e Teresa em pleno horário nobre:

- Existe uma dignidade na relação delas, que acho que é o ponto mais importante: a aceitação e a naturalidade. Não existe ninguém atacando as duas, elas já passaram por isso, mas hoje são um casal como qualquer outro. E vão realizar um casamento oficial, de papel passado. Isso que é importante mostrar.

No segundo capítulo de Babilônia, a novela voltou a ficar no topo dos assuntos mais comentados nas redes sociais. A cena de maior repercussão foi a que Teresa, personagem de Fernanda Montenegro, explica à diretora da escolha por que o pequeno Rafael tem duas mães. Ao final do diálogo, ela diz: “Pessoas como eu e Estela ainda vamos mudar a sociedade”.

A cerimônia de casamento será exibida no dia 24 de abril.

A primeira novela que mostrou uma união civil entre pessoas do mesmo sexo foi Em Família. Na trama de Manoel Carlos, Clara (Giovanna Antonelli) oficializou a relação com a fotógrafa Marina (Tainá Müller).

Beijo de Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg empolga o público na internet

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Comentários (2)

  • Lê diz: 20 de março de 2015

    Realmente, a unica dignidade que existe nessa novela está nesse núcleo!!!

  • Clau diz: 20 de março de 2015

    Na trama do Maneco ficou um marasmo horroroso! Clara suspirando de um lado e Marina chorando de outro. Pra mim, em todos romances gays que apareceram nas novelas, o delas foi o pior! Não pelo tema, mas sim pela maneira que Maneco conduziu a trama e o caso delas. Ficou muito “jardim de infância” e por favor! sabemos que jamais seria assim se se igualasse a realidade. Clara já teria se relacionado com Marina há milênios! mesmo ainda casada com Cadu. Ficou muito chato tudo, muito no nível de fantasia, de “romances pra moças” com bilhetinhos, cartinhas, lembranças, suspiros, olhares… Tipo romance Polyana ou algo assim. Não condizia com a realidade, nem com o século 21.

    Já Estela e Tersa sim, condiz com a realidade. São duas pessoas maduras que se amam, que vivem juntas, compartilhando suas dúvidas, crises pessoais, problemas familiares, como qualquer casal. E pela belíssima interpretação de ambas, tudo fica mais bonito.
    Como não me atenho nas questões de moral, em selinhos, carinhos e coisa e tal, nem me importa saber se oficializarão a relação ou não. O que gosto de ver é a bela condução da trama, interpretações maravilhosas, com profissionais de peso e responsabilidade. Bela direção e bela trama!

    No caso de Em Família, eu jurava que boa parte do fracasso da trama era culpa do Jayme Monjardim, o diretor. Mas agora assistindo à Sete Vidas, percebo que todo fracasso de Em Família foi por obra e graça de Manoel Carlos mesmo. O autor que tinha uma pedra preciosa na mão e não soube lapidá-la. Se nota isso comparando com Babilônia, com Setes Vidas, com Império (até sua metade)… e outras.

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