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Posts na categoria "Minha novela inesquecível"

Minha novela inesquecível: Senhora do Destino

23 de novembro de 2013 4

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Sabe aquela novela que você pensa: “nunca mais vai ter outra tão boa como essa”? Algumas são inesquecíveis e realmente fica difícil aparecer algo igual…

Senhora do Destino reúne vários elementos que a tornam uma novela inesquecível. Confiram a nossa listinha:

- Nunca haverá uma vilã como Nazaré Tedesco (Renata Sorrah). Carminha (Adriana Esteves) chegou bem perto, mas não conseguiu superar o carisma da loira má que roubava criancinhas. Cruel, assassina, mas também divertida e dona de tiradas sarcásticas, ela roubou todas as cenas e até hoje é amada pelo público. Duvidam? Então procurem no youtube, há vários vídeos homenageando a vilã.

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- Susana Vieira arrasou como a sofredora Maria do Carmo, nunca mais teve momentos tão bons na telinha como na época da nordestina arretada. Desde então, ela colecionou alguns fiascos como Duas Caras, Cinquentinha e Lara com Z, momentos de pura vergonha alheia. Susana está bem como a Pilar de Amor à Vida, mas a arretada Maria do Carmo ainda é insuperável, só perde para a terrível Branca, de Por Amor.

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- Como esquecer das pérolas de Giovanni Improtta (José Wilker)? Nas ruas, todo mundo repetia bordões como “felomenal” e “o tempo ruge e a Sapucaí é grande”. O sucesso do bicheiro foi tanto, que o autor mudou o final e o fez ganhar o coração de Maria do Carmo. O personagem fez tanto sucesso que ganhou vida própria na telona, com filme que foi lançado este ano.

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- Senhora do Destino foi o último trabalho do inesquecível Raul Cortez. O ator descobriu um câncer na época em que interpretava o Barão de Bonsucesso e precisou se afastar da novela. Mas enquanto esteve no ar, ele formou uma dupla maravilhosa com Gloria Menezes.

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- O casal gay Eleonora (Mylla Christie) e Jenifer (Bárbara Borges) quebrou tabus ao protagonizar cenas de bastante intimidade, com direito a selinhos. Pena que a ousadia de Aguinaldo Silva tenha passado praticamente batida, já que pouco se falou disso na época.

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Apesar do sucesso, Senhora do Destino também teve algumas “derrapadas”. Confiram os pontos negativos da trama:

- Casal sem química prejudica qualquer novela, por melhor que ela seja. No caso, Dan Stulbach e Carolina Dieckmann chegavam a dar sono como os pombinhos Edgar e Isabel. Por mais bonitinhos que fossem juntos, não havia “aquela pegada” necessária a todo casal de novela.

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- Marília Gabriela debutou como atriz em Senhora do Destino, vivendo dois papéis, Josefa e Guilhermina. Deu pra perceber que como atriz ela é uma ótima apresentadora, teve um desempenho sofrível em cena. Mesmo assim, acabou ganhando um certo destaque e até arrebatou o coração do jornalista Dirceu (José Mayer).

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- A cronologia da novela deixou o público confuso e foi alvo de muitas críticas. A primeira fase se passava em 1968, época em que foi decretado o Ato Institucional número 5. Foi em meio a esse conflito entre o povo e os militares que a pequena Lindalva foi sequestrada por Nazaré. Houve uma passagem de tempo de vinte anos, portanto, a segunda fase deveria se passar em 1988. Porém, os personagens usavam celulares modernos, notebooks, carros dos anos 2000, figurino moderno… Nem Aguinaldo Silva conseguiu explicar essa confusão de datas!

- O final do vilão Reginaldo (Eduardo Moscovis) foi ridículo. Ninguém morreria após levar uma pedrinha daquele tamanho na testa, né? Apesar disso, foi uma grande atuação de Du Moscovis, em uma dobradinha perfeita com Letícia Spiller, a periguete Viviane.

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- Senhora do Destino foi reexibida no Vale a Pena Ver de Novo em 2009, apenas quatro anos após o final da trama. Foi um grande sucesso e alavancou o horário, mas poderiam ter esperado um pouco mais, já que ainda estava muito “fresquinha” na memória do público.

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Minha novela inesquecível: Um Anjo Caiu do Céu

05 de outubro de 2013 7

Divulgação, TV Globo

Anos depois do sucesso de Vamp, Antonio Calmon voltou a abordar um tema sobrenatural na telinha. Desta vez, um anjo era o protagonista da história, com direito a muito romance, aventura e algumas trapalhadas.

Um Anjo Caiu do Céu estreou em janeiro de 2001 e ficou no ar até agosto do mesmo ano. Na trama, Tarcísio Meira era João Medeiros, um fotógrafo acostumado a rodar o mundo inteiro, mas que nunca teve muito tempo para a família. Em Praga, ao ser salvo da morte pelo anjo Rafael (Caio Blat), João descobre que ganhou uma nova chance de consertar os erros do passado.

Divulgação, TV Globo

De volta ao Brasil, o fotógrafo reencontra sua amada Naná (Renata Sorrah), uma mulher generosa e sempre disposta a ajudar os outros.

Divulgação, TV Globo

Já a irmã dela, Laila (Christiane Torloni), era uma verdadeira megera e vivia infernizando a vida de todo mundo.

Divulgação, TV Globo

Além de tentar ajudar a ex-mulher, João se reaproxima das filhas Duda (Patrícia Pillar) e Virgínia (Deborah Evelyn), ambas cheias de traumas do passado.

Duda sofre pelo sequestro do filho, raptado quando era bem pequeno. Com a ajuda do pai, ela reencontra Kiko (Jonatas Faro) e tentará se aproximar do menino.

Divulgação, TV Globo

A doce Virgínia culpa João pelo acidente que a deixou com um problema na perna. Por conta disso, ela teve que deixar a carreira de bailarina e guarda uma grande mágoa do pai. Aos poucos, eles se reaproximam e conseguem reconstruir sua relação.

Divulgação, TV Globo

João descobre que tem ainda uma terceira filha, Cuca (Débora Falabella), fruto de um caso com Laila. A jovem rebelde vive às turras com a mãe e acaba fugindo de casa vestida como um garoto.

Divulgação, TV Globo

Ao tentar ajudar Cuca, o anjo Rafael acaba se apaixonando pela garota. Confuso, ele terá que decidir se irá se transformar em um mortal para viver esse amor. Rafa decide deixar de ser anjo, mas perde o amor de Cuca para o bonitão Breno (Henri Castelli).

Divulgação, TV Globo

No núcleo cômico, destaque para Cássio Gabus Mendes como o picareta Paulinho, que acaba assumindo a identidade de Selmo de Windsor (Daniel Dantas) após a morte do estilista. Enquanto finge ser gay, o malandro se apaixona por Virgínia e provoca muitas situações inusitadas para viver esse amor.

Divulgação, TV Globo

A novela marcou a estreia de Sthefany Brito, Jonatas Faro e Débora Falabella na Globo. Débora brilhou como a rebelde Cuca e de lá pra cá conquistou personagens de grande destaque em várias novelas.

Divulgação, TV Globo

Quem também fez sua primeira aparição em novelas foi a apresentadora Angélica, divertidíssima como a “anja Angelina”.

Divulgação, TV Globo

Inesquecível também foi a abertura, uma animação muito bonitinha do anjo Rafael e suas trapalhadas.

 

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Minha novela inesquecível: Barriga de Aluguel

14 de setembro de 2013 1

Divulgação, TV Globo

Voltamos a revirar nosso baú de novelas inesquecíveis. Hoje a trama homenageada é Barriga de Aluguel, história de Gloria Perez que foi ao ar de agosto de 1990 a junho de 1991.

Em uma época em que não se falava muito no assunto, Gloria levantou a polêmica da inseminação artifical e de mulheres que se dispunham a gerar o filho de outras pessoas. Hoje em dia isso pode ser natural, mas há mais de vinte anos, o assunto era novidade na telinha.

Divulgação, TV Globo

Em seu primeiro papel de destaque, Claudia Abreu emocionou o público na pele de Clara, uma jovem ambiciosa, que topava ceder seu ventre para um casal que não podia ter filhos. Após fazer um acordo com Ana (Cassia Kis Magro) e Zeca (Victor Fasano), a jovem passou a gerar um bebê que não era seu. Ou será que era?

Divulgação, TV Globo

Foi essa a grande discussão da trama: afinal, quem tinha mais direito sobre a criança? A mulher que o carregou na barriga por nove meses? Ou o casal que cedeu seu material genético para a inseminação?

Pra piorar a situação, Clara acaba se envolvendo com Zeca. Assim, Ana tem que disputar o filho e o marido…

Divulgação, TV Globo

Gloria Perez contou com uma assessoria jurídica para escrever o final dessa história. No primeiro julgamento, Clara ganhou a guarda do bebê. Mas Ana recorreu e em seguida foi considerada a mãe biológica da criança. Porém, o fim da novela mostra que as duas mães acabaram entrando em um acordo longe dos tribunais, dispostas a se revezarem na criação do menino.

Divulgação, TV Globo

Em meio a esse debate científico e jurídico, destacaram-se as atuações de dois veteranos. Mário Lago interpretou o doutor Molina e Beatriz Segall foi miss Penelope Brown, ambos médicos do Centro de Reprodução Humana. Os personagens foram homenageados anos depois, quando reapareceram em participação especial na novela O Clone, em 20012.

Divulgação, TV Globo

Destaque também para Humberto Martins como o caminhoneiro João, ex-namorado de Clara. Na época, o ator jovem galã promissor e ganhou uma legião de fãs.

Divulgação, TV Globo

Apesar de ser uma novela das 18h, Barriga de Aluguel foi uma das tramas mais longas da emissora e chegou a ficar dez meses no ar.

A novela foi reprisada no Vale a Pena Ver de Novo entre julho e novembro de 1993.

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*** Relembre outras novelas inesquecíveis

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Minha novela inesquecível: Uga Uga

24 de agosto de 2013 13

Divulgação, TV Globo

Retomando a série das novelas que marcaram época na telinha, vamos relembrar um grande sucesso do horário das 19h, que muita gente pede para assistir novamente no Vale a Pena Ver de Novo.

Lamento informar que uma reprise da trama é quase impossível, já que o autor, Carlos Lombardi, agora está na Record. Mas o Noveleiros dá uma amostra do que foi essa história eletrizante. Peguem a pipoca e mergulhem nesse baú com a gente!

Divulgação, TV Globo

Um índio loiro, um ex-militar metido a super-herói, uma mocinha masculinizada… Vários tipos inusitados circularam pela trama ao longo de oito meses (de maio de 2000 a janeiro de 2001).

Tatuapú (Cláudio Heinrich) é neto e herdeiro do milionário Nikolas Karabastos (Lima Duarte). Desaparecido desde criança, o rapaz vive em uma tribo indígena e não tem a menor ideia de sua origem. O velho Nikos sonha em reencontrar o neto antes de morrer, para desespero de sua irmã Santa (Vera Holtz) e seu sobrinho Rolando (Heitor Martinez), ambos de olho na herança.

Divulgação, TV Globo

Uma das grandes inovações da novela foi ver Lima Duarte em um papel cômico. Debochado e sempre às turras com a família de sanguessugas, ele proporcionou alguns dos momentos mais divertidos da história.

Divulgação, TV Globo

O sargento Bernardo Baldochi (Humberto Martins) foi obrigado a simular a própria morte para fugir de bandidos que o perseguiam. Ele vive recluso no Amazonas, sob uma nova identidade, até que acaba sendo descoberto por seus inimigos. Em meio à fuga, o herói conhece Tatuapú e os dois se tornam grandes amigos.

Divulgação, TV Globo

Ao descobrir que Tatuapú é herdeiro de Nikos, Baldochi o ajuda a voltar para o Rio de Janeiro e reencontrar o avô. Mas a adaptação de um selvagem na cidade grande não é nada fácil e garante muitas confusões.

Baldochi também volta para sua família e tenta reencontrar seu lugar no coração das pessoas que teve que abandonar. Sua mãe, Pierina (Nair Bello) e seu irmão, Van Damme (Marcos Pasquim) o recebem de braços abertos. O difícil mesmo será reconquistar a noiva, Maria João (Vivianne Pasmanter). Ela mudou radicalmente ao ser abandonada às vésperas do casamento, acabou se tornando uma mulher dura e deixou a doçura e feminilidade de lado. Mas o grande amor acaba falando mais alto.

Divulgação, TV Globo

Destaque para a inesquecível Nair Bello, divertidíssima como dona Pierina. 

Divulgação, TV Globo

Marcos Pasquim, em seu primeiro papel de destaque na Globo, fez sucesso como o pegador Van Damme. No final da trama, o rapaz tinha engravidado metade do elenco e havia filhos espalhados por toda a parte.

Divulgação, TV Globo

O par romântico com a loira burra Tatiana (Danielle Winits) conquistou o público.

Divulgação, TV Globo

A trama também lançou moda, principalmente entre adolescentes e jovens da época. Os acessórios usados por Bionda (Mariana Ximenes) ganharam as ruas e viraram mania nacional. A “noiva em fuga” foi uma das personagens de maior destaque na trama.

Divulgação, TV Globo

Como já era de se esperar em uma trama de Carlos Lombardi, Uga Uga não teve um final certinho e previsível. Tatuapú não se adaptou à cidade e acabou voltando para a tribo onde cresceu. Já Baldochi teve que simular sua morte mais uma vez, deixando Maria João “viúva” novamente. Nas últimas cenas, o sargento reaparece para a amada no meio da floresta e conta suas aventuras enquanto esteve desaparecido.

Divulgação, TV Globo

A trilha sonora de Uga Uga, tanto nacional quanto internacional, foi um grande sucesso e figura entre as mais vendidas dos últimos anos. A música “Se eu não te amasse tanto assim“, de Ivete Sangalo, que embalava o romance de Baldochi e Maria, não parava de tocar nas rádios.

Reprodução

Muita ação, comédia e situações bizarras marcaram a trama, também famosa por seus “descamisados”. Corpos masculinos à mostra, moças com decotes avantajados e cenas calientes eram característica do autor e faziam sucesso principalmente entre os jovens. Tanta ousadia provocou polêmica com o Ministério Público, que chegou a classificar algumas cenas de impróprias para o horário.

Divulgação, TV Globo

>>> QUAL NOVELA INESQUECÍVEL VOCÊ QUER RELEMBRAR NA PRÓXIMA SEMANA? DEIXE SEU VOTO NOS COMENTÁRIOS!

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Minha novela inesquecível: A Próxima Vítima

26 de setembro de 2010 4

A pedido dos internautas Wagner e Thiago e aproveitando os mistérios de Passione, vamos relembrar outra novela que era cercada de crimes e segredos. A novela inesquecível de hoje é…

A PRÓXIMA VÍTIMA

Escrita por Sílvio de Abreu e com direção geral de Jorge Fernando, a novela foi ao ar de março a novembro de 1995.

A trama policial atiçou a curiosidade dos telespectadores, que a cada capítulo esperavam ansiosamente por uma nova pista que ajudasse a desvendar os assassinatos. A história gira em torno da poderosa família Ferreto, comandada pelas mãos de ferro de Filomena (Aracy Balabanian). A milionária controlava o marido, Eliseo (Gianfrancesco Guarnieri) e as irmãs, Francesca (Tereza Rachel), Romana (Rosamaria Murtinho) e Carmela (Yoná Magalhães).

O mau-caráter Marcelo (José Wilker), apesar de ser casado com Francesca, mantém um relacionamento de muitos anos com Ana (Suzana Vieira), com quem teve três filhos. Além disso, ele é amante da sobrinha, Isabela (Cláudia Ohana).

Ana é dona de uma cantina italiana e batalha para criar os filhos praticamente sozinha. Ela conta com a amizade de Juca (Tony Ramos), que guarda por ela uma grande paixão.

Com as misteriosas mortes de Francesca, Hélio (Francisco Cuoco) e Júlia (Glória Menezes), tem início uma trama de suspense e mistério. A estudante de direito Irene (Vivianne Pasmanter) passa a investigar a ligação entre os assassinatos.

Durante as investigações, outros personagens morrem misteriosamente. Antes de morrer, as vítimas recebem uma lista do horóscopo chinês, o que aumenta o mistério. Um opala preto, dirigido pelo suposto assassino, é outra pista de que o criminoso estava prestes a agir.

Entre os jovens atores, estavam Camila Pitanga e Deborah Secco, que na época viviam seus primeiros papéis de destaque em novelas. A personagem Carina caiu na boca do povo graças ao bordão: “Socorro!”

Um dos personagens mais carismáticos era o caminhoneiro Zé Bolacha, vivido por Lima Duarte. O pai de Juca e Marcelo vivia um dilema, pois os filhos se odiavam e disputavam o amor da mesma mulher, Ana. Além disso, sofria com a paixão que senti por Irene, muito mais jovem do que ele.

Outro destaque foi a família de Cleber Noronha (Antônio Pitanga). Foi a primeira vez que uma novela retratou uma família negra de classe média. No núcleo, estavam ainda Zezé Motta, Camila Pitanga, Norton Nascimento e Lui Mendes.

A polêmica ficou por conta do casal gay Jefferson (Lui Mendes) e Sandro (André Gonçalves). Na época, o público não aceitou bem os personagens, tanto que o ator André Gonçalves chegou a ser agredido nas ruas.

Ana e Juca, alheios aos mistérios que rondavam a trama, ganharam um final feliz. O apaixonado verdureiro realizou o sonho de ser feliz ao lado da mulher que amava.

O autor fez tanto segredo quanto ao culpado pelos crimes, que vários finais foram gravados para a novela, cada um desvendando um assassino diferente. No dia 4 de novembro de 1995, o público descobriu que o Adalberto (Cécil Thiré), marido de Carmela, era o serial killer.


A Próxima Vítima foi reprisada a partir de julho de 2000. Outro final foi ao ar, no qual o assassino era Ulisses (Otávio Augusto), irmão de Ana.

Fotos: Divulgação, TV Globo / Fonte: Memória Globo

RELEMBRE OUTRAS NOVELAS INESQUECÍVEIS:

>>> Que Rei Sou Eu?

>>> Pedra Sobre Pedra

>>> Por Amor

>>> Vale Tudo

>>> Tieta

>>> Rainha da Sucata

>>> Vamp

>>> Renascer

>>> A Gata Comeu

>>> O Rei do Gado

>>> Roque Santeiro

>>> A Viagem

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Minha novela inesquecível: Que Rei Sou Eu?

19 de setembro de 2010 15

Atendendo aos pedidos dos internautas Lúcia, Raquel, Kátia, André, Dodi, Andreza, Aline e Sandra, a novela inesquecível de hoje é…

QUE REI SOU EU?

Escrita por Cassiano Gabus Mendes e com direção geral de Jorge Fernando, a novela foi ao ar de fevereiro a setembro de 1989.

A história se passava no fictício reino de Avilan, no século 18, um país que sofria com problemas econômicos e políticos. A trama retratava exatamente o que se passava no Brasil, que na época se preparava para escolher o primeiro presidente após a Ditadura Militar. Através do humor característico, o autor retratava os anseios de uma nação que sofria com inúmeros problemas. Avilan era o retrato fiel do Brasil.

A história tem início com a morte do Rei Petrus II (Gianfrancesco Guarnieri). A partir daí, começa uma disputa acirrada pelo trono, já que o monarca não tinha herdeiros legítimos. Porém, há um filho bastardo, Jean Pierre (Edson Celulari), um revolucionário corajoso e destemido.

Para evitar que o verdadeiro herdeiro chegue ao poder, os conselheiros reais decidem coroar o mendigo Pichot (Tato Gabus Mendes). O fato aumenta ainda mais a revolta do povo contra os poderosos da corte.

Além de brigar pelos direitos do povo, Jean Pierre também vivia grandes romances. O herói vivia dividido entre Aline (Giulia Gam), uma das empregadas do palácio, e Suzanne (Natália do Valle), mulher de um dos conselheiros do rei.

Os vilões roubaram a maioria das cenas. O terrível bruxo Ravengar (Antônio Abujamra) e a rainha Valentine (Tereza Rachel) eram capazes de tudo para evitar que o poder caísse nas mãos do filho bastardo do rei.

A trama ficou ainda mais engraçada com a participação especial de Dercy Gonçalves, que durante seis capítulos viveu a baronesa Eknésia, mãe da rainha Valentine.

No final da novela, o povo invade o palácio e acaba com os poderosos. O trono finalmente chega às mãos de quem tem direito, Jean Pierre, o herdeiro da coroa.

Em uma das últimas cenas, Jean Pierre grita para o povo de Avilan:
- Ninguém vai mais explorar o trabalho do pobre, agora quero que gritem comigo: viva o Brasil!

Sim, Brasil! Pela primeira vez o nome do país é citado na trama, deixando claro que Avilan realmente mostrava a nossa realidade.



Que Rei sou Eu?
foi reprisada um mês após seu término, na faixa Sessão Aventura.

Fotos: Divulgação, TV Globo / Fonte: Memória Globo

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Minha novela inesquecível: Pedra sobre Pedra

12 de setembro de 2010 3

Hoje continuaremos revirando o baú e recordando tramas inesquecíveis da telinha. Desta vez, a novela inesquecível é…


PEDRA SOBRE PEDRA

Escrita por Aguinaldo Silva, Ana Maria Moretzsohn e Ricardo Linhares, a novela foi ao ar de janeiro a agosto de 1992, sob direção geral de Paulo Ubiratan.

A trama gira em torno da rivalidade de duas famílias, na fictícia cidade de Resplendor. Murilo Pontes (Lima Duarte) e Pilar Batista (Renata Sorrah) nutrem um ódio profundo, mas escondem uma grande paixão do passado. Ainda jovens, os dois foram namorados, mas acabaram se separando quando Pilar descobriu que sua melhor amiga esperava um filho de Murilo. A mágoa entre os dois só aumenta com o passar dos anos, mas ainda há um sentimento muito forte que os une.

A filha de Pilar, Marina (Adriana Esteves) acaba se apaixonando por Leonardo (Maurício Mattar), filho de Murilo. Os dois passam por cima do ódio entre suas famílias em nome de um grande amor.

Um dos grandes vilões da história é o inescrupuloso Cândido Alegria (Armando Bógus). Disposto a tornar-se o homem mais poderoso da cidade, ele é capaz de tudo para atingir seus objetivos. No último capítulo, o vilão se transforma em pedra, em uma das cenas mais marcantes da TV. Este foi o último trabalho de Armando Bógus na telinha, já que o ator veio a falecer no ano seguinte.

A cultura cigana esteve presente na trama. No acampamento, Yago (Humberto Martins) liderava o grupo, ao lado da irmã, Vida (Luiza Tomé) e do sobrinho, Tíbor (Eduardo Moscovis). Vida se apaixona por Carlão (Paulo Betti), por quem abandona seu povo e vai morar na cidade.

O lugar mais frequentado da cidade era o Grêmio Recreativo de Resplendor, onde o jogo e belas mulheres eram os maiores atrativos para a população masculina da região. Adamastor (Pedro Paulo Rangel) comandava o estabelecimento ao lado do amigo Carlão, por quem nutria uma paixão secreta.

Outra figura de destaque foi o fotógrafo Jorge Tadeu (Fábio Jr.). Misterioso, ele chegou à cidade e logo conquistou várias mulheres casadas, atraindo a ira dos maridos da região. Com o assassinato do rapaz, uma estranha árvore nasceu no meio da praça, cujas flores faziam com que as moças tivessem sonhos eróticos com Jorge Tadeu.

O realismo fantástico esteve presente durante toda a trama. Um dos personagens mais marcantes foi Sérgio Cabeleira (Osmar Prado), um homem atormentado que sofria com a forte atração da lua sobre ele. Ao final da trama, ele não consegue mais resistir e acaba subindo aos céus.

Após muita rivalidade, as famílias Pontes e Batista chegaram a uma trégua no último capítulo. O nascimento do filho de Marina e Leonardo ajudou a unir os antigos inimigos.

Curiosidades:

Murilo Pontes retornou anos mais tarde, em outra novela de Aguinaldo Silva. O personagem fez uma participação especial em A Indomada, disputando uma partida de pôquer com os habitantes de Greenville.

– O diretor Paulo Ubiratan fez uma aparição no último capítulo, no papel de um pretendente de Pilar Batista.

– A novela marcou a estreia de Eduardo Moscovis, que interpretou o jovem cigano Tíbor.

Pedra sobre Pedra foi reprisada entre abril e agosto de 1995, no Vale a Pena Ver de Novo.

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Minha novela inesquecível: Por Amor

05 de setembro de 2010 22

Os internautas Aline, Dodi, Simone, Johny, Janaína, Lidiane, Dani, Grazi pediram para relembrar um grande sucesso. A novela inesquecível de hoje é…

POR AMOR

A novela de Manoel Carlos foi apresentada pela Rede Globo de 13 de outubro de 1997 a 23 de maio de 1998. A direção geral foi de Ricardo Waddington e Roberto Naar.

A trama é considerada a mais emocionante e polêmica do autor, que abordou o amor extremado de uma mãe, capaz de tudo pela felicidade da filha.

Nos papéis principais, Regina Duarte e Gabriela Duarte, repetiram na ficção os papéis da vida real, de mãe e filha muito unidas e amorosas. Helena e Eduarda emocionaram o público, vivendo cenas marcantes.

As duas casaram-se e engravidaram quase ao mesmo tempo. A possessiva Eduarda uniu-se a Marcelo (Fábio Assunção) e Helena redescobriu o amor nos braços de Atílio (Antônio Fagundes), que conheceu em uma viagem a Veneza. Eduarda sofreu muito até conseguir levar a gravidez adiante, teve um aborto e vários alarmes falsos. Já Helena nem sonhava em ter um filho àquela altura de sua vida, mas acabou se rendendo, pois o marido desejava muito ser pai.

Porém, na noite em que os dois bebês nasceram, uma tragédia acontece. Eduarda tem várias complicações no parto e perde o útero, além disso, seu filho morre logo após o nascimento. Apenas Helena e César (Marcelo Serrado), jovem médico amigo da família, descobrem a morte da criança. Em uma atitude desesperada, Helena coloca seu filho vivo no lugar do neto. Assim, Eduarda passa a criar o irmão como se fosse seu filho.

Enquanto isso, Atílio não se conforma com a perda da criança, sem imaginar que o bebê está vivo. A relação com Helena acaba se deteriorando e os dois passam boa parte da novela separados.

A novela mostrou também o tormento de César, que conviveu durante muito tempo com a culpa pela troca dos bebês, agravada pelo fato de ele ser apaixonado por Eduarda.

Apesar da história girar em torno de Helena e Eduarda, o casal Milena (Carolina Ferraz) e Nando (Eduardo Moscovis) roubou a cena. As cenas quentes entre o piloto e a modelo foram o ponto alto da novela, levando a música-tema dos dois, Palpite, ao topo das paradas.

Suzana Vieira teve um ótimo desempenho na pele de Branca, mãe de Marcelo, Milena e Leonardo (Murilo Benício). A megera deixava explícita a preferência pelo filho mais velho, vivia em atrito com a filha e rejeitava o caçula. Foi revelado ao longo da novela que Leonardo era filho de Atílio, fruto de uma traição de Branca.

O drama do alcoolismo esteve presente com o personagem Orestes (Paulo José). Rejeitado pela filha mais velha, Eduarda, ele só conseguiu superar o vício graças ao carinho da pequena Sandrinha (Cecília Dassi, estreando na TV).



Laura (Vivianne Pasmanter) foi outra grande vilã da trama. A jovem atormentava Eduarda e fazia de tudo para reconquistar o ex-namorado, Marcelo. Após muita insistência, ela conseguiu levar o rapaz para cama e acabou engravidando, de gêmeos. Com a morte da vilã, em um acidente de helicóptero, os bebês foram criados por Marcelo e Eduarda.

O grande segredo de Helena foi descoberto por Eduarda no final da trama, quando a moça leu o diário da mãe. A cena em que as duas ficam frente a frente após a revelação foi uma das mais impactantes da novela. Helena decide então contar a verdade a Atílio, que fica revoltado e decide sair do país. Antes, ele vai ao apartamento de Eduarda ver o filho, mas fica comovido quando a garota pede que ele não tire o menino dela. Na última cena da novela, o pequeno Marcelinho dá os primeiros passos com a ajuda de Marcelo e Eduarda, em seguida, sai correndo e dá as mãos para os verdadeiros pais, Helena e Atílio.



Curiosidades

– Além de Por Amor, Regina Duarte deu vida a outras duas Helenas de Manoel Carlos, em História de Amor (1995) e Páginas da Vida (2006).

– Mimada e egoísta, Eduarda provocou o ódio dos telespectadores, que criaram um site intitulado “Eu odeio a Eduarda”.

Manoel Carlos revelou que a sinopse de Por Amor foi escrita dez anos antes, mas foi adiada por conta de outros projetos.

– O diretor Paulo Ubiratan morreu no decorrer da novela. Assim, Ricardo Waddington assumiu a direção geral.

– A trilha da sonora fez grande sucesso na época. Além de Palpite, na voz de Vanessa Rangel, Só Você (Fábio Jr.), Nem um dia (Djavan) e a canção italiana Per Amore (Zizi Possi) embalaram os romances da trama.

Por Amor foi reexibida no Vale a Pena Ver de Novo entre 1º de julho de 2002 e 10 de janeiro de 2003.

– Atualmente, o canal por assinatura Viva reapresenta a novela, que vai ao ar de segunda a sexta, às 16h30.

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Minha novela inesquecível: Vale Tudo

29 de agosto de 2010 2

Atendendo a pedidos dos internautas Juliana, Rodrigo, Kátia, Simone e Janaína, a novela inesquecível de hoje é…

VALE TUDO

De Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères e com direção geral de Dennis Carvalho, a novela foi ao ar pela Rede Globo entre maio de 1988 e janeiro de 1989.

Na trama, Raquel Accioli (Regina Duarte) era uma mulher humilde e batalhadora, que lutava para sustentar a filha, Maria de Fátima (Glória Pires) após a separação do marido.

Maria de Fátima é muito diferente da mãe. Egoísta e ambiciosa, ela é capaz de tudo para subir na vida. Com a morte do avô, a vilãzinha vende a casa da mãe e foge para o Rio de Janeiro, onde ao lado do amante César (Carlos Alberto Riccelli), arma um golpe do baú para cima de Afonso (Cássio Gabus Mendes).

Raquel vai atrás da filha no Rio, mas é humilhada pela filha, que se recusa a devolver o dinheiro que roubou. Sem um tostão para se sustentar, ela é obrigada a vender sanduíches na beira da praia.

Em meio a tanto sofrimento, Raquel encontra conforto nos braços de Ivan (Antônio Fagundes), com quem vive uma linda história de amor.

A mãe de Afonso, Odete Roitman (Beatriz Segall), sabe do caráter de Maria de Fátima, mas aceita apoiá-la caso ela separe Raquel e Ivan. A megera pretende casar Ivan com sua filha Heleninha (Renata Sorrah). Odete Roitman é até hoje cultuada como uma das piores vilãs da teledramaturgia.

O drama do alcoolismo de Heleninha entrou para a história das novelas. As cenas em que a personagem, bêbada, armava grandes barracos, que consagraram Renata Sorrah e renderam elogios pela sua atuação.

Um dos maiores mistérios da teledramaturgia teve início com o assassinato de Odete Roitman. O Brasil inteiro se perguntava quem dera um fim à vilã. A assassina, descoberta nos momentos finais da trama, era Leila (Cássia Kiss), que atirou por engano na megera, por acreditar que se tratava de Maria de Fátima.

Maria de Fátima e César escaparam ilesos, mesmo após tantas maldades. A dupla conseguiu dar um grande golpe em um príncipe italiano.

Ao som de Brasil, música de Cazuza cantada por Gal Costa, os vilões se deram bem no final. Marco Aurélio (Reginaldo Faria) é um dos que escapa sem punição, e ainda dá uma “banana” ao deixar a bordo de um avião.

Vale Tudo foi reapresentada no Vale a Pena Ver de Novo de maio a novembro de 1992

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Minha novela inesquecível: Tieta

22 de agosto de 2010 8

A novela inesquecível de hoje foi sugerida pelos internautas Daniel, Carmen, Dodi, Andreza, Cris Brandão, Sandra e Leonardo.

TIETA

Tieta, escrita por Aguinaldo Silva, Ana Maria Moretzsohn e Ricardo Linhares e com direção geral de Paulo Ubiratan, foi ao ar na Rede Globo de agosto de 1989 a março de 1990.

A novela foi uma adaptação do romance de Jorge Amado e se passava na fictícia cidade de Santana do Agreste.

Na primeira fase da trama, a personagem-título, vivida por Cláudia Ohana, é expulsa da cidade pelo pai, Zé Esteves (Sebastião Vasconcellos), que não tolerava o comportamento liberal da jovem.

Após um salto no tempo de 25 anos, já vivida por Betty Faria, Tieta volta a sua cidade rica e poderosa, jurando vingança pelas humilhações do passado. Ela faz uma entrada triunfal na igreja da cidade, enquanto todos rezavam pela sua alma.

A partir daí, a vida de muitos moradores muda com a chegada da misteriosa mulher. Para confrontar a família, ela se envolve com o sobrinho, Ricardo (Cássio Gabus Mendes) e deixa todos na cidade chocados e acirra a guerra com sua irmã, Perpétua (Joanna Fomm).

Tieta também reencontra um antigo amor do passado, Osnar (José Mayer), que fica encantado com a mudança da ex-namorada.

Muitos personagens marcantes reinam até hoje na memória do público. Entre eles, estava o bêbado Bafo de Bode (Benvindo Sequeira), que gritava aos quatro ventos as verdades sobre cada morador da cidade era um dos personagens mais queridos da trama.

Outro destaque para os inseparáveis Cavaleiros do apocalipse, grupo de amigos formado por Timóteo (Paulo Betti), Amintas (Roberto Bonfim), Osnar e Ascânio (Reginaldo Faria) se reunia no botequim da cidade, principalmente para discutir sobre a identidade da Mulher de Branco, figura misteriosa que assombrava a região.

O lado romântico da história ficou por conta da sofrida Imaculada (Luciana Braga). A moça era uma das “rolinhas” do prefeito Artur da Tapitanga (Ary Fontoura). Imaculada sonhava com a chegada de um príncipe que a tiraria daquela vida, figura que acabou encontrando em Ricardo, com direito a cavalo branco no resgate da amada.

Entre vários personagens inesquecíveis, o mais lembrado é a beata Perpétua. A vilã entrou para a história da teledramaturgia, com interpretação magistral de Joana Fomm. No final da trama, Tieta desmascara a irmã, revelando a todos que a megera usava peruca para esconder uma reluzente careca. Além disso, toda a cidade ficou sabendo que Perpétua guardava o órgão sexual do falecido marido em uma caixa.

Em março deste ano, o Video Show exibiu uma matéria especial, em comemoração aos 20 anos do último capítulo de Tieta. Confiram:

Em outra reportagem, Betty Faria e Joana Fomm relembram o sucesso da novela:

Expressões e Bordões

- Mistéééério: Dona Milu (Mirian Pires) vivia falando isso, já que em Santana do Agreste muitos acontecimentos não tinham explicação.

- Nos trinquesTimóteo (Paulo Betti), com seu indefectível bigodinho, caiu na boca do bovo com este bordão.

- Techau! – Ao se tornar uma mulher exuberante com a ajuda da enteada Tieta, Tonha (Yoná Magalhões) libertou-se do marido repressor e adotou a expressão.

Teúda e manteúda: Era assim que as fofoqueiras da cidade se referiam a Carol (Luiza Tomé), amante do coronel Modesto Pires (Armando Bógus).

Curiosidades

Betty Faria aproveitou o sucesso da novela para lançar uma grife de roupas inspirada em sua personagem, a Tieta by Betty Faria.

– A relação incestuosa entre Tieta e Ricardo gerou polêmicas com a Igreja Católica, que também criticava a erotização da trama.

– Em 1996, a história foi adaptada para o cinema por Cacá Diegues. Tieta foi vivida por Sônia Braga e Marília Pêra interpretou Perpétua.

- A exemplo de Roque Santeiro, Tieta também ganhou dois volumes de sua trilha sonora nacional. Entre os maiores sucessos, estavam Meia lua inteira (Caetano Veloso), No rancho fundo (Chitãozinho e Xororó), Imaculada (Elba Ramalho) e Coração do agreste (Fafá de Belém), além do tema de abertura, cantado por Luiz Caldas.

Tieta foi reprisada no Vale a Pena Ver de Novo entre setembro de 1994 e abril de 1995.

Fotos: Divulgação, TV Globo

 

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