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Posts na categoria "Minha novela inesquecível"

Minha novela inesquecível: A Próxima Vítima

26 de setembro de 2010 3

A pedido dos internautas Wagner e Thiago e aproveitando os mistérios de Passione, vamos relembrar outra novela que era cercada de crimes e segredos. A novela inesquecível de hoje é...

A PRÓXIMA VÍTIMA

Escrita por Sílvio de Abreu e com direção geral de Jorge Fernando, a novela foi ao ar de março a novembro de 1995.

A trama policial atiçou a curiosidade dos telespectadores, que a cada capítulo esperavam ansiosamente por uma nova pista que ajudasse a desvendar os assassinatos. A história gira em torno da poderosa família Ferreto, comandada pelas mãos de ferro de Filomena (Aracy Balabanian). A milionária controlava o marido, Eliseo (Gianfrancesco Guarnieri) e as irmãs, Francesca (Tereza Rachel), Romana (Rosamaria Murtinho) e Carmela (Yoná Magalhães).

O mau-caráter Marcelo (José Wilker), apesar de ser casado com Francesca, mantém um relacionamento de muitos anos com Ana (Suzana Vieira), com quem teve três filhos. Além disso, ele é amante da sobrinha, Isabela (Cláudia Ohana).

Ana é dona de uma cantina italiana e batalha para criar os filhos praticamente sozinha. Ela conta com a amizade de Juca (Tony Ramos), que guarda por ela uma grande paixão.

Com as misteriosas mortes de Francesca, Hélio (Francisco Cuoco) e Júlia (Glória Menezes), tem início uma trama de suspense e mistério. A estudante de direito Irene (Vivianne Pasmanter) passa a investigar a ligação entre os assassinatos.

Durante as investigações, outros personagens morrem misteriosamente. Antes de morrer, as vítimas recebem uma lista do horóscopo chinês, o que aumenta o mistério. Um opala preto, dirigido pelo suposto assassino, é outra pista de que o criminoso estava prestes a agir.

Entre os jovens atores, estavam Camila Pitanga e Deborah Secco, que na época viviam seus primeiros papéis de destaque em novelas. A personagem Carina caiu na boca do povo graças ao bordão: "Socorro!"

Um dos personagens mais carismáticos era o caminhoneiro Zé Bolacha, vivido por Lima Duarte. O pai de Juca e Marcelo vivia um dilema, pois os filhos se odiavam e disputavam o amor da mesma mulher, Ana. Além disso, sofria com a paixão que senti por Irene, muito mais jovem do que ele.

Outro destaque foi a família de Cleber Noronha (Antônio Pitanga). Foi a primeira vez que uma novela retratou uma família negra de classe média. No núcleo, estavam ainda Zezé Motta, Camila Pitanga, Norton Nascimento e Lui Mendes.

A polêmica ficou por conta do casal gay Jefferson (Lui Mendes) e Sandro (André Gonçalves). Na época, o público não aceitou bem os personagens, tanto que o ator André Gonçalves chegou a ser agredido nas ruas.

Ana e Juca, alheios aos mistérios que rondavam a trama, ganharam um final feliz. O apaixonado verdureiro realizou o sonho de ser feliz ao lado da mulher que amava.

O autor fez tanto segredo quanto ao culpado pelos crimes, que vários finais foram gravados para a novela, cada um desvendando um assassino diferente. No dia 4 de novembro de 1995, o público descobriu que o Adalberto (Cécil Thiré), marido de Carmela, era o serial killer.


A Próxima Vítima foi reprisada a partir de julho de 2000. Outro final foi ao ar, no qual o assassino era Ulisses (Otávio Augusto), irmão de Ana.

Fotos: Divulgação, TV Globo / Fonte: Memória Globo

RELEMBRE OUTRAS NOVELAS INESQUECÍVEIS:

>>> Que Rei Sou Eu?

>>> Pedra Sobre Pedra

>>> Por Amor

>>> Vale Tudo

>>> Tieta

>>> Rainha da Sucata

>>> Vamp

>>> Renascer

>>> A Gata Comeu

>>> O Rei do Gado

>>> Roque Santeiro

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Minha novela inesquecível: Que Rei Sou Eu?

19 de setembro de 2010 16

Atendendo aos pedidos dos internautas Lúcia, Raquel, Kátia, André, Dodi, Andreza, Aline e Sandra, a novela inesquecível de hoje é...

QUE REI SOU EU?

Escrita por Cassiano Gabus Mendes e com direção geral de Jorge Fernando, a novela foi ao ar de fevereiro a setembro de 1989.

A história se passava no fictício reino de Avilan, no século 18, um país que sofria com problemas econômicos e políticos. A trama retratava exatamente o que se passava no Brasil, que na época se preparava para escolher o primeiro presidente após a Ditadura Militar. Através do humor característico, o autor retratava os anseios de uma nação que sofria com inúmeros problemas. Avilan era o retrato fiel do Brasil.

A história tem início com a morte do Rei Petrus II (Gianfrancesco Guarnieri). A partir daí, começa uma disputa acirrada pelo trono, já que o monarca não tinha herdeiros legítimos. Porém, há um filho bastardo, Jean Pierre (Edson Celulari), um revolucionário corajoso e destemido.

Para evitar que o verdadeiro herdeiro chegue ao poder, os conselheiros reais decidem coroar o mendigo Pichot (Tato Gabus Mendes). O fato aumenta ainda mais a revolta do povo contra os poderosos da corte.

Além de brigar pelos direitos do povo, Jean Pierre também vivia grandes romances. O herói vivia dividido entre Aline (Giulia Gam), uma das empregadas do palácio, e Suzanne (Natália do Valle), mulher de um dos conselheiros do rei.

Os vilões roubaram a maioria das cenas. O terrível bruxo Ravengar (Antônio Abujamra) e a rainha Valentine (Tereza Rachel) eram capazes de tudo para evitar que o poder caísse nas mãos do filho bastardo do rei.

A trama ficou ainda mais engraçada com a participação especial de Dercy Gonçalves, que durante seis capítulos viveu a baronesa Eknésia, mãe da rainha Valentine.

No final da novela, o povo invade o palácio e acaba com os poderosos. O trono finalmente chega às mãos de quem tem direito, Jean Pierre, o herdeiro da coroa.

Em uma das últimas cenas, Jean Pierre grita para o povo de Avilan:
- Ninguém vai mais explorar o trabalho do pobre, agora quero que gritem comigo: viva o Brasil!

Sim, Brasil! Pela primeira vez o nome do país é citado na trama, deixando claro que Avilan realmente mostrava a nossa realidade.



Que Rei sou Eu?
foi reprisada um mês após seu término, na faixa Sessão Aventura.

Fotos: Divulgação, TV Globo / Fonte: Memória Globo

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Minha novela inesquecível: Pedra sobre Pedra

12 de setembro de 2010 3

Hoje continuaremos revirando o baú e recordando tramas inesquecíveis da telinha. Desta vez, a novela inesquecível é...


PEDRA SOBRE PEDRA

Escrita por Aguinaldo Silva, Ana Maria Moretzsohn e Ricardo Linhares, a novela foi ao ar de janeiro a agosto de 1992, sob direção geral de Paulo Ubiratan.

A trama gira em torno da rivalidade de duas famílias, na fictícia cidade de Resplendor. Murilo Pontes (Lima Duarte) e Pilar Batista (Renata Sorrah) nutrem um ódio profundo, mas escondem uma grande paixão do passado. Ainda jovens, os dois foram namorados, mas acabaram se separando quando Pilar descobriu que sua melhor amiga esperava um filho de Murilo. A mágoa entre os dois só aumenta com o passar dos anos, mas ainda há um sentimento muito forte que os une.

A filha de Pilar, Marina (Adriana Esteves) acaba se apaixonando por Leonardo (Maurício Mattar), filho de Murilo. Os dois passam por cima do ódio entre suas famílias em nome de um grande amor.

Um dos grandes vilões da história é o inescrupuloso Cândido Alegria (Armando Bógus). Disposto a tornar-se o homem mais poderoso da cidade, ele é capaz de tudo para atingir seus objetivos. No último capítulo, o vilão se transforma em pedra, em uma das cenas mais marcantes da TV. Este foi o último trabalho de Armando Bógus na telinha, já que o ator veio a falecer no ano seguinte.

A cultura cigana esteve presente na trama. No acampamento, Yago (Humberto Martins) liderava o grupo, ao lado da irmã, Vida (Luiza Tomé) e do sobrinho, Tíbor (Eduardo Moscovis). Vida se apaixona por Carlão (Paulo Betti), por quem abandona seu povo e vai morar na cidade.

O lugar mais frequentado da cidade era o Grêmio Recreativo de Resplendor, onde o jogo e belas mulheres eram os maiores atrativos para a população masculina da região. Adamastor (Pedro Paulo Rangel) comandava o estabelecimento ao lado do amigo Carlão, por quem nutria uma paixão secreta.

Outra figura de destaque foi o fotógrafo Jorge Tadeu (Fábio Jr.). Misterioso, ele chegou à cidade e logo conquistou várias mulheres casadas, atraindo a ira dos maridos da região. Com o assassinato do rapaz, uma estranha árvore nasceu no meio da praça, cujas flores faziam com que as moças tivessem sonhos eróticos com Jorge Tadeu.

O realismo fantástico esteve presente durante toda a trama. Um dos personagens mais marcantes foi Sérgio Cabeleira (Osmar Prado), um homem atormentado que sofria com a forte atração da lua sobre ele. Ao final da trama, ele não consegue mais resistir e acaba subindo aos céus.

Após muita rivalidade, as famílias Pontes e Batista chegaram a uma trégua no último capítulo. O nascimento do filho de Marina e Leonardo ajudou a unir os antigos inimigos.

Curiosidades:

- Murilo Pontes retornou anos mais tarde, em outra novela de Aguinaldo Silva. O personagem fez uma participação especial em A Indomada, disputando uma partida de pôquer com os habitantes de Greenville.

- O diretor Paulo Ubiratan fez uma aparição no último capítulo, no papel de um pretendente de Pilar Batista.

- A novela marcou a estreia de Eduardo Moscovis, que interpretou o jovem cigano Tíbor.

- Pedra sobre Pedra foi reprisada entre abril e agosto de 1995, no Vale a Pena Ver de Novo.

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Minha novela inesquecível: Por Amor

05 de setembro de 2010 15

Os internautas Aline, Dodi, Simone, Johny, Janaína, Lidiane, Dani, Grazi pediram para relembrar um grande sucesso. A novela inesquecível de hoje é...

POR AMOR

A novela de Manoel Carlos foi apresentada pela Rede Globo de 13 de outubro de 1997 a 23 de maio de 1998. A direção geral foi de Ricardo Waddington e Roberto Naar.

A trama é considerada a mais emocionante e polêmica do autor, que abordou o amor extremado de uma mãe, capaz de tudo pela felicidade da filha.

Nos papéis principais, Regina Duarte e Gabriela Duarte, repetiram na ficção os papéis da vida real, de mãe e filha muito unidas e amorosas. Helena e Eduarda emocionaram o público, vivendo cenas marcantes.

As duas casaram-se e engravidaram quase ao mesmo tempo. A possessiva Eduarda uniu-se a Marcelo (Fábio Assunção) e Helena redescobriu o amor nos braços de Atílio (Antônio Fagundes), que conheceu em uma viagem a Veneza. Eduarda sofreu muito até conseguir levar a gravidez adiante, teve um aborto e vários alarmes falsos. Já Helena nem sonhava em ter um filho àquela altura de sua vida, mas acabou se rendendo, pois o marido desejava muito ser pai.

Porém, na noite em que os dois bebês nasceram, uma tragédia acontece. Eduarda tem várias complicações no parto e perde o útero, além disso, seu filho morre logo após o nascimento. Apenas Helena e César (Marcelo Serrado), jovem médico amigo da família, descobrem a morte da criança. Em uma atitude desesperada, Helena coloca seu filho vivo no lugar do neto. Assim, Eduarda passa a criar o irmão como se fosse seu filho.

Enquanto isso, Atílio não se conforma com a perda da criança, sem imaginar que o bebê está vivo. A relação com Helena acaba se deteriorando e os dois passam boa parte da novela separados.

A novela mostrou também o tormento de César, que conviveu durante muito tempo com a culpa pela troca dos bebês, agravada pelo fato de ele ser apaixonado por Eduarda.

Apesar da história girar em torno de Helena e Eduarda, o casal Milena (Carolina Ferraz) e Nando (Eduardo Moscovis) roubou a cena. As cenas quentes entre o piloto e a modelo foram o ponto alto da novela, levando a música-tema dos dois, Palpite, ao topo das paradas.

Suzana Vieira teve um ótimo desempenho na pele de Branca, mãe de Marcelo, Milena e Leonardo (Murilo Benício). A megera deixava explícita a preferência pelo filho mais velho, vivia em atrito com a filha e rejeitava o caçula. Foi revelado ao longo da novela que Leonardo era filho de Atílio, fruto de uma traição de Branca.

O drama do alcoolismo esteve presente com o personagem Orestes (Paulo José). Rejeitado pela filha mais velha, Eduarda, ele só conseguiu superar o vício graças ao carinho da pequena Sandrinha (Cecília Dassi, estreando na TV).



Laura (Vivianne Pasmanter) foi outra grande vilã da trama. A jovem atormentava Eduarda e fazia de tudo para reconquistar o ex-namorado, Marcelo. Após muita insistência, ela conseguiu levar o rapaz para cama e acabou engravidando, de gêmeos. Com a morte da vilã, em um acidente de helicóptero, os bebês foram criados por Marcelo e Eduarda.

O grande segredo de Helena foi descoberto por Eduarda no final da trama, quando a moça leu o diário da mãe. A cena em que as duas ficam frente a frente após a revelação foi uma das mais impactantes da novela. Helena decide então contar a verdade a Atílio, que fica revoltado e decide sair do país. Antes, ele vai ao apartamento de Eduarda ver o filho, mas fica comovido quando a garota pede que ele não tire o menino dela. Na última cena da novela, o pequeno Marcelinho dá os primeiros passos com a ajuda de Marcelo e Eduarda, em seguida, sai correndo e dá as mãos para os verdadeiros pais, Helena e Atílio.



Curiosidades

- Além de Por Amor, Regina Duarte deu vida a outras duas Helenas de Manoel Carlos, em História de Amor (1995) e Páginas da Vida (2006).

- Mimada e egoísta, Eduarda provocou o ódio dos telespectadores, que criaram um site intitulado "Eu odeio a Eduarda".

- Manoel Carlos revelou que a sinopse de Por Amor foi escrita dez anos antes, mas foi adiada por conta de outros projetos.

- O diretor Paulo Ubiratan morreu no decorrer da novela. Assim, Ricardo Waddington assumiu a direção geral.

- A trilha da sonora fez grande sucesso na época. Além de Palpite, na voz de Vanessa Rangel, Só Você (Fábio Jr.), Nem um dia (Djavan) e a canção italiana Per Amore (Zizi Possi) embalaram os romances da trama.

- Por Amor foi reexibida no Vale a Pena Ver de Novo entre 1º de julho de 2002 e 10 de janeiro de 2003.

- Atualmente, o canal por assinatura Viva reapresenta a novela, que vai ao ar de segunda a sexta, às 16h30.

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Minha novela inesquecível: Vale Tudo

29 de agosto de 2010 2

Atendendo a pedidos dos internautas Juliana, Rodrigo, Kátia, Simone e Janaína, a novela inesquecível de hoje é...

VALE TUDO

De Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères e com direção geral de Dennis Carvalho, a novela foi ao ar pela Rede Globo entre maio de 1988 e janeiro de 1989.

Na trama, Raquel Accioli (Regina Duarte) era uma mulher humilde e batalhadora, que lutava para sustentar a filha, Maria de Fátima (Glória Pires) após a separação do marido.

Maria de Fátima é muito diferente da mãe. Egoísta e ambiciosa, ela é capaz de tudo para subir na vida. Com a morte do avô, a vilãzinha vende a casa da mãe e foge para o Rio de Janeiro, onde ao lado do amante César (Carlos Alberto Riccelli), arma um golpe do baú para cima de Afonso (Cássio Gabus Mendes).

Raquel vai atrás da filha no Rio, mas é humilhada pela filha, que se recusa a devolver o dinheiro que roubou. Sem um tostão para se sustentar, ela é obrigada a vender sanduíches na beira da praia.

Em meio a tanto sofrimento, Raquel encontra conforto nos braços de Ivan (Antônio Fagundes), com quem vive uma linda história de amor.

A mãe de Afonso, Odete Roitman (Beatriz Segall), sabe do caráter de Maria de Fátima, mas aceita apoiá-la caso ela separe Raquel e Ivan. A megera pretende casar Ivan com sua filha Heleninha (Renata Sorrah). Odete Roitman é até hoje cultuada como uma das piores vilãs da teledramaturgia.

O drama do alcoolismo de Heleninha entrou para a história das novelas. As cenas em que a personagem, bêbada, armava grandes barracos, que consagraram Renata Sorrah e renderam elogios pela sua atuação.

Um dos maiores mistérios da teledramaturgia teve início com o assassinato de Odete Roitman. O Brasil inteiro se perguntava quem dera um fim à vilã. A assassina, descoberta nos momentos finais da trama, era Leila (Cássia Kiss), que atirou por engano na megera, por acreditar que se tratava de Maria de Fátima.

Maria de Fátima e César escaparam ilesos, mesmo após tantas maldades. A dupla conseguiu dar um grande golpe em um príncipe italiano.

Ao som de Brasil, música de Cazuza cantada por Gal Costa, os vilões se deram bem no final. Marco Aurélio (Reginaldo Faria) é um dos que escapa sem punição, e ainda dá uma "banana" ao deixar a bordo de um avião.

Vale Tudo foi reapresentada no Vale a Pena Ver de Novo de maio a novembro de 1992

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Minha novela inesquecível: Tieta

22 de agosto de 2010 7

A novela inesquecível de hoje foi sugerida pelos internautas Daniel, Carmen, Dodi, Andreza, Cris Brandão, Sandra e Leonardo.

TIETA

Tieta, escrita por Aguinaldo Silva, Ana Maria Moretzsohn e Ricardo Linhares e com direção geral de Paulo Ubiratan, foi ao ar na Rede Globo de agosto de 1989 a março de 1990.

A novela foi uma adaptação do romance de Jorge Amado e se passava na fictícia cidade de Santana do Agreste.

Na primeira fase da trama, a personagem-título, vivida por Cláudia Ohana, é expulsa da cidade pelo pai, Zé Esteves (Sebastião Vasconcellos), que não tolerava o comportamento liberal da jovem.

Após um salto no tempo de 25 anos, já vivida por Betty Faria, Tieta volta a sua cidade rica e poderosa, jurando vingança pelas humilhações do passado. Ela faz uma entrada triunfal na igreja da cidade, enquanto todos rezavam pela sua alma.

A partir daí, a vida de muitos moradores muda com a chegada da misteriosa mulher. Para confrontar a família, ela se envolve com o sobrinho, Ricardo (Cássio Gabus Mendes) e deixa todos na cidade chocados e acirra a guerra com sua irmã, Perpétua (Joanna Fomm).

Tieta também reencontra um antigo amor do passado, Osnar (José Mayer), que fica encantado com a mudança da ex-namorada.

Muitos personagens marcantes reinam até hoje na memória do público. Entre eles, estava o bêbado Bafo de Bode (Benvindo Sequeira), que gritava aos quatro ventos as verdades sobre cada morador da cidade era um dos personagens mais queridos da trama.

Outro destaque para os inseparáveis Cavaleiros do apocalipse, grupo de amigos formado por Timóteo (Paulo Betti), Amintas (Roberto Bonfim), Osnar e Ascânio (Reginaldo Faria) se reunia no botequim da cidade, principalmente para discutir sobre a identidade da Mulher de Branco, figura misteriosa que assombrava a região.

O lado romântico da história ficou por conta da sofrida Imaculada (Luciana Braga). A moça era uma das "rolinhas" do prefeito Artur da Tapitanga (Ary Fontoura). Imaculada sonhava com a chegada de um príncipe que a tiraria daquela vida, figura que acabou encontrando em Ricardo, com direito a cavalo branco no resgate da amada.

Entre vários personagens inesquecíveis, o mais lembrado é a beata Perpétua. A vilã entrou para a história da teledramaturgia, com interpretação magistral de Joana Fomm. No final da trama, Tieta desmascara a irmã, revelando a todos que a megera usava peruca para esconder uma reluzente careca. Além disso, toda a cidade ficou sabendo que Perpétua guardava o órgão sexual do falecido marido em uma caixa.

Em março deste ano, o Video Show exibiu uma matéria especial, em comemoração aos 20 anos do último capítulo de Tieta. Confiram:

Em outra reportagem, Betty Faria e Joana Fomm relembram o sucesso da novela:

Expressões e Bordões

- Mistéééério: Dona Milu (Mirian Pires) vivia falando isso, já que em Santana do Agreste muitos acontecimentos não tinham explicação.

- Nos trinquesTimóteo (Paulo Betti), com seu indefectível bigodinho, caiu na boca do bovo com este bordão.

- Techau! – Ao se tornar uma mulher exuberante com a ajuda da enteada Tieta, Tonha (Yoná Magalhões) libertou-se do marido repressor e adotou a expressão.

- Teúda e manteúda: Era assim que as fofoqueiras da cidade se referiam a Carol (Luiza Tomé), amante do coronel Modesto Pires (Armando Bógus).

Curiosidades

- Betty Faria aproveitou o sucesso da novela para lançar uma grife de roupas inspirada em sua personagem, a Tieta by Betty Faria.

- A relação incestuosa entre Tieta e Ricardo gerou polêmicas com a Igreja Católica, que também criticava a erotização da trama.

- Em 1996, a história foi adaptada para o cinema por Cacá Diegues. Tieta foi vivida por Sônia Braga e Marília Pêra interpretou Perpétua.

- A exemplo de Roque Santeiro, Tieta também ganhou dois volumes de sua trilha sonora nacional. Entre os maiores sucessos, estavam Meia lua inteira (Caetano Veloso), No rancho fundo (Chitãozinho e Xororó), Imaculada (Elba Ramalho) e Coração do agreste (Fafá de Belém), além do tema de abertura, cantado por Luiz Caldas.

- Tieta foi reprisada no Vale a Pena Ver de Novo entre setembro de 1994 e abril de 1995.

Fotos: Divulgação, TV Globo

 

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Minha novela inesquecível: Rainha da Sucata

15 de agosto de 2010 9

Atendendo a pedidos dos internautas Marcel, Rodrigo, Dodi e Simone, hoje iremos relembrar mais um grande sucesso da teledramaturgia. A novela inesquecível de hoje é...

RAINHA DA SUCATA

Escrita por Sílvio de Abreu, Rainha da Sucata foi ao ar na Rede Globo de abril a outubro de 1990, com direção de Jorge Fernando.

A trama retratava os emergentes da aristocracia paulista, famílias que vieram de baixo e enriqueceram, formando grandes fortunas. Era o caso de Betinho Figueroa (Paulo Gracindo), que vivia em uma bela mansão com a esposa, Laurinha (Glória Menezes) e o filho, Edu (Tony Ramos).

Na zona norte da cidade, moravam Maria do Carmo (Regina Duarte) e os pais, Onofre (Lima Duarte) e Neiva (Nicette Bruno). Maria do Carmo transformou o ferro-velho do pai em um grande império, assim, jurou se vingar das humilhações que sofrera no passado.

O principal alvo desse acerto de contas é Edu, por quem Maria do Carmo sempre foi apaixonada e que a humilhou no passado. Assim que fica rica, a "sucateira" descobre que seu antigo amor passa por dificuldades financeiras, e propõe um casamento por interesse. Os dois passam a morar na mansão da família Figueroa, onde Maria do Carmo é obrigada a suportar os desaforos de Laurinha, que é apaixonada pelo enteado.

Entre os personagens marcantes, é impossível esquecer Dona Armênia (Aracy Balabanian). Com um sotaque carregado e um modo peculiar de tratar os filhos, ela caiu nas graças do público e entrou para a galeria das figuras mais queridas das telenovelas. Dona Armênia era dona do prédio onde Maria do Carmo mantinha seus negócios, o que acirrou a rivalidade entre as duas.

Outro núcleo engraçadíssimo era formado pela bailarina Adriana Ross (Claudia Raia), o professor gago Caio Szemanski (Antonio Fagundes, em seu primeiro personagem cômico) e a noiva dele, Nicinha (Marisa Orth, estreando em novelas). O triângulo amoroso era responsável por cenas hilárias e muitas confusões na trama.

Ao longo da história, Laurinha Figueroa mata o marido e tenta seduzir Edu, sem sucesso. No último capítulo, a megera vive o derradeiro embate com Maria do Carmo, no alto de um edifício. Disposta a tudo para destruir a rival, Laurinha se joga do prédio, o que faz com que Maria do Carmo seja acusada de homicídio. Após conseguir provar sua inocência, a protagonista chega a um final feliz ao lado de Edu, que se confessa apaixonado de verdade por ela.



Expressões e bordões inesquecíveis

"Eu vai colocar a prédio na chom"
As ameaças de Dona Armênia a Maria do Carmo caíram na boca do povo, marcando até hoje a história da teledramaturgia

"Minhas filhinhas"

Era assim que Dona Armênia chamava os filhos, Gerson (Gerson Brenner), Geraldo (Marcello Novaes) e Gino (Jandir Ferrari).

"Coisas de Laurinha"
Betinho levava com bom humor as loucuras da esposa, repetindo a frase a cada nova artimanha da vilã.

"Bailarina da coxa grossa"
Até hoje, pouca gente deve se lembrar do verdadeiro nome da personagem de Claudia Raia. Já o apelido, virou marca registrada.

"Sucateiraaaaaa"
Bem antes de fazer fortuna, era assim que Maria do Carmo anunciava seu negócio.

Curiosidades

- Quem não se lembra da abertura da novela, em que objetos sucateados davam vida a uma boneca, que saía dançando ao som de Sidney Magal? Clique aqui e mate a saudade da vinheta criada por Hans Donner.

- A polêmica ficou por conta do suicídio de Laurinha, no último capítulo. Foi a primeira vez que uma cena desse tipo foi mostrada em horário nobre.

- A cena em que Maria do Carmo é humilhada no baile da escola foi inspirada no filme Carrie, A Estranha. Na novela, a personagem recebe um banho de lixo no momento em que será coroada rainha da festa.

- Filha de armênios, Aracy Balabanian não teve muito trabalho para construir o sotaque de Dona Armênia.

- Além de Marisa Orth, foi a estreia de Cleyde Yáconis em novelas da Globo.

- A lambada, mania nacional na época, não estava presente apenas na abertura. Uma trilha sonora especial, chamada Lambateria Sucata, trazia sucessos do ritmo, executados à exaustão nas rádios.

- Rainha da Sucata foi reprisada no Vale a Pena Ver de Novo entre fevereiro e setembro de 1994.


Fotos: Divulgação, TV Globo


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Minha novela inesquecível: Vamp

08 de agosto de 2010 6

Andressa, Daniel, Raquel, Andreza, Aline e Grazi pediram para relembrar uma novela divertida e inovadora, que marcou o início dos anos 1990. A novela inesquecível de hoje é...

VAMP

Escrita por Antonio Calmon, a novela foi ao ar no horário das 19h, de 15 de julho de 1991 a 8 de fevereiro de 1992, com direção geral de Jorge Fernando.

Bem antes da febre gerada pela saga Crepúsculo, os vampiros invadiram a telinha da TV, em uma novela cheia de mistério, ação e, principalmente cenas hilárias.

Foto: Divulgação, TV Globo

Tudo ia bem na fictícia cidade de Armação dos Anjos. Lá, o capitão Jonas Rocha (Reginaldo Faria) e a historiadora Carmem Maura (Joana Fomm), ambos viúvos e com seis filhos, se casam e formam uma numerosa e confusa família.

Foto: Reprodução, Memória Globo

Na Europa, Natasha (Cláudia Ohana) é uma cantora de sucesso que esconde um terrível segredo. Ela fez um pacto com o maior dos vampiros, Conde Vladimir Polanski (Ney Latorraca) e carrega por conta disso uma maldição, que só será quebrada com a Cruz de São Sebastião, localizada em Armação dos Anjos.

Foto: Divulgação, TV Globo

É a partir daí que a vida dos moradores da cidade muda radicalmente. Vlad e Natasha deixam um rastro de sangue e muitos vampiros recém-criados. Logo, os caçadores de vampiros Alice Penn (Vera Holtz) e Augusto Sérgio (Marcos Frota) também se mudam para o lugar e tentam acabar com a festa dos vilões.

A divertida família Matoso foi um dos pontos altos da trama. Matoso (Otávio Augusto), Mary (Patricya Travassos) e os filhos dele, Matosão (Flávio Silvino) e Matosinho (André Gonçalves) são vampiros atrapalhados, que nunca conseguem morder ninguém. Detalhe: Matoso tinha apenas um dente, o que deixava o personagem com um jeito de falar muito peculiar.

Foto: Divulgação, TV Globo

O núcleo adolescente conquistou o público da mesma faixa etária. Entre os novatos, estavam Fábio Assunção, Luciana Vendramini, Fernanda Rodrigues e André Gonçalves.

Foto: Divulgação, TV Globo

Em seu papel de maior destaque na TV, Cláudia Ohana conquistou o público e é lembrada até hoje pelas performances de Natasha. A música Simpathy For the Devil fez sucesso na época.

Após muitas perseguições, o capitão Jonas e a caçadora Alice Penn conseguem dar um fim ao Conde Vlad. Livre da maldição, Natasha retoma a carreira de cantora em um belo show de rock.

Curiosidades

- Uma das cenas mais hilária da novela foi quando o conde Vlad encena uma paródia do clipe "Thriller", com direito a zumbis dançarinos e um cenário sombrio.

- Lisboa e Veneza serviram de cenário para as coreografias de Natasha. Algumas canções eram proibidas na Itália e as gravações foram interrompidas diversas vezes.

- O ritmo da trama marcou época, com muitas cenas em formato de videoclipe, ação e suspense. No final de cada capítulo, a última imagem se transformava em uma história em quadrinhos. A inovação foi implementada pelo diretor Jorge Fernando.

Em 2002, o autor Antonio Calmon retomou o tema em O Beijo do Vampiro. Desta vez, Tarcísio MeiraBóris interpretou o vilão, . Ney Latorraca fez uma pequena participação, desta vez na pele de Nosferatu.

- A repercussão da novela entre crianças e adolescentes foi tão forte, que vários produtos referentes à trama foram lançados. O álbum de figurinhas com cenas e personagens da história viraram mania.

- Vamp foi reprisada entre janeiro e julho de 1993, na Sessão Aventura.

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Minha novela inesquecível: Renascer

01 de agosto de 2010 20

Atendendo a pedidos dos internautas Letícia, Daniel, Andreza, Simone, Ani e Leonardo, vamos relembrar a trama inesquecível de...

RENASCER

A trama de Benedito Ruy Barbosa foi ao ar de março a novembro de 1993, com direção geral de Luís Fernando Carvalho.

A temática rural, presente nas novelas do autor, foi abordada com maestria em Renascer, tendo como cenário uma fazenda de cacau no interior da Bahia. As belas imagens, trilha sonora inesquecível e histórias de fantasia e mistério fizeram da história um grande sucesso de público e crítica.

Na primeira fase, Leonardo Vieira e Patrícia França, na época estreando em novelas, viveram o casal José Inocêncio e Maria Santa. A atuação do ator rendeu muitos elogios, graças a cenas memoráveis, como o diálogo entre o personagem e um pé de Jequitibá. Recém chegado ao lugar, José Inocêncio finca seu facão na árvore e faz um juramento, em que diz que enquanto o facão ali estiver, nem ele nem a árvore haverão de morrer "nem de morte matada, nem de morte morrida".

Fernanda Montenegro fez uma pequena, mas brilhante participação, como Jacutinga, dona do bordel da cidade. Lá ela acolhia as moças que foram expulsas de casa por suas famílias, entre elas, Maria Santa.

José Inocêncio e Maria Santa tiveram quatro filhos: José Augusto (Marco Ricca), José Bento (Tarcísio Filho), José Venâncio (Taumaturgo Ferreira) e João Pedro (Marcos Palmeira). No parto do caçula, Maria Santa acaba morrendo, o que faz com que o menino cresça odiado pelo pai.

Anos depois, José Inocêncio, agora vivido por Antônio Fagundes, é um rico fazendeiro, mas ainda guarda muito sofrimento pela morte da esposa. Com a chegada da jovem Mariana (Adriana Esteves) ele acaba se apaixonando. Mas o que o fazendeiro nem imagina é que a moça é neta de seu grande inimigo do passado, o coronel Belarmino (José Wilker), e que tudo faz parte de um plano de vingança.

João Pedro, que sempre se sentiu rejeitado, fica ainda mais revoltado ao perceber que Mariana se envolveu com seu pai, pois também estava apaixonado pela garota. Mas o rapaz acabou se casando com Sandra (Luciana Braga), filha do coronel Teodoro (Herson Capri), outro grande desafeto de José Inocêncio.

Eliane Giardini estava ótima na pele de Dona Patroa. A esposa de Teodoro vivia subjugada pelo marido, mas com o passar do tempo acabou assumindo uma postura independente e corajosa. Era amiga e confidente da filha, Sandra.

Entre os personagens de maior destaque, estavam o turco Rachid (Luiz Carlos Arutin), e o ingênuo TiãoGalinha , vivido por Osmar Prado. Mas quem roubou a cena mesmo foi o "cramulhãozinho" que José Inocêncio guardava em uma garrafa. Na região, todos acreditavam que o diabinho saía da garrafa para assustar os desavisados.

Maria Luísa Mendonça também ganhou o coração do público ao viver a hermafrodita Buba. O tema foi tratado com tanta delicadeza que não gerou polêmica e todos torciam pela personagem.

Outra personagem inesquecível foi a professorinha Lu, que transformou Leila Lopes em símbolo sexual da época.

No último capítulo, foi ao ar uma das cenas mais emocionantes da trama. À beira da morte, José Inocêncio abraça o filho João Pedro, e pede perdão por sempre tê-lo tratado com indiferença.

CURIOSIDADES

- A química entre Leonardo Vieira e Patrícia França deu tão certo que os dois repetiram a dose ainda no mesmo ano, em Sonho Meu.

- A parceria entre Benedito Ruy Barbosa e Antônio Fagundes fez muito sucesso, e se repetiria em O Rei do Gado, Terra Nostra e Esperança.

- O diabinho da garrafa também apareceu em outra novela do autor, Paraíso.

- Além de Leonardo Vieira e Patrícia França, Renascer também marcou a estreia de Jackson Antunes, Maria Luísa Mendonça, Marco Ricca, Paloma Duarte e Isabel Fillardis.

- A novela foi reapresentada no Vale a Pena Ver de Novo entre agosto de 1995 e março de 1996.

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Minha novela inesquecível: A Gata Comeu

25 de julho de 2010 38

Atendendo aos pedidos das internautas Eliete, Raquel, Júlia, Kátia, Andréa e Denise, hoje vamos relembrar...

A GATA COMEU

O sucesso de Ivani Ribeiro foi ao ar na Rede Globo de 15 de abril a 19 de outubro de 1985, com direção de Herval Rossano. A trama era uma releitura de outro sucesso da autora, A Barba Azul, exibida pela TV Tupi em 1974.

A história tinha como protagonistas a mimada Jô Penteado (Christiane Torloni) e o professor Fábio (Nuno Leal Maia). De mundos opostos, o destino faz com que os dois se cruzem em uma ilha deserta e acabem se apaixonando.

Foto: Divulgação, TV Globo

era uma socialite que colecionava noivos. Após sete tentativas de subir ao altar, ela já não acreditava no amor, até descobrir um sentimento verdadeiro ao lado de Fábio.

Foto: Reprodução, Memória Globo

Fábio era o oposto de : era tímido, rude e metódico. Viúvo, ele mantinha um noivado de muitos anos com Paula (Fátima Freire).

Foto: Reprodução, Memória Globo

Tudo começa quando o professor organiza uma excursão, na qual Jô também embarca. Um forte temporal faz com que todos vão parar em uma ilha e fiquem perdidos por dois meses. A convivência faz com que e Fábio se aproximem, e construam uma relação de amor e ódio.

Ao retornarem para suas vidas normais, os dois continuam às turras, mas sentem uma forte atração um pelo outro. Não bastassem as implicâncias, o casal ainda terá que enfrentar a inveja de Gláucia (Bia Seidl), irmã de , e os ciúmes da noiva de Fábio, Paula.

Fotos: Reprodução, Memória Globo



Além do casal protagonista, Gugu (Cláudio Corrêa) e Tetê (Marilu Buena) também chamaram a atenção por suas confusões. Ao ficar grávida de gêmeos, Tetê enlouqueceu o marido com seus desejos por comidas exóticas.

Foto: Reprodução, Memória Globo

O garçom Vitório (Laerte Morrone) foi outro personagem de destaque. O picareta fingia ser o Conde de Parma para ser aceito na alta sociedade.

Foto: Reprodução, Memória Globo

No núcleo infantil, destaque para a Turma do Curumim, que aprontava muitas confusões. Entre os atores mirins, estavam Danton Mello e Juliana Martins, que dez anos depois viriam a ser os primeiros protagonistas de Malhação.

Foto: Divulgação, TV Globo

CURIOSIDADES

- Na primeira adaptação da história, A Barba Azul, Eva Wilma e Carlos Zara viveram os papéis principais.

- A Gata Comeu foi a estreia de Deborah Evelyn na televisão. Na trama, ela vivia a sonhadora Lenita, irmã caçula de . A moça vivia um romance conturbado com Edson (José Mayer).

Foto: Divulgação, TV Globo

- A novela foi reprisada no Vale a Pena Ver de Novo por duas vezes: em 1989 e 2001.

- Na trilha sonora, o destaque foi o tema de abertura, Comeu, interpretado por Caetano Veloso e pelo grupo Magazine. O romantismo de Forever by your side, dos Manhattans, embalava o amor de e Fábio.

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