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Posts na categoria "O melhor da semana"

O melhor da semana: Sangue Bom tem estreia alegre e promissora

04 de maio de 2013 7

Depois do desastre que foi o remake de Guerra dos Sexos, o que viesse era lucro no horário das 19h. Desde as primeiras chamadas de Sangue Bom, já era possível perceber que vinha coisa boa por aí.

E foi isso mesmo que aconteceu. Com um elenco afinado e muitas caras jovens e talentosas, a trama de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari encheu a telinha de flores e luz. Se fosse possível definir em poucas palavras, eu diria que Sangue Bom é uma mistura de Cheias de Charme com Ti-ti-ti, duas novelas de grande sucesso nos últimos anos.

Os seis protagonistas foram muito bem nos primeiros capítulos, com destaque para Humberto Carrão, que surpreendeu como o bad boy Fabinho. Isabelle Drummond é outra que promete roubar a cena como a moleca Giane. Já Sophie Charlotte, Fernanda Vasconcellos, Jayme Matarazzo e Marco Pigossi interpretam tipos aos quais já estão habituados, então não há grandes desafios.

Mas a grande ladra de cena foi Giulia Gam, que vive a deslumbrada atriz Bárbara Ellen. Após algumas novelas interpretando personagens de menor importância, ela finalmente ganhou um papel a sua altura. Exagerada e escandalosa na medida certa, a atriz deve fazer um estrago (no bom sentido) durante toda a novela, não tem pra ninguém.

Ri muito das maluquetes Tina e Damáris, as personagens mais cômicas da trama. Está certo que Ingrid Guimarães e Marisa Orth sempre interpretam da mesma forma, e talvez sejajustamente essa a graça dessas duas grandes comediantes.

Há quem não tenha curtido a novela por achar muito parecida com Malhação, mas é justamente essa a ideia. A Globo pretende atrair a galera jovem para um novo horário, o das 19h, tradicionalmente problemático e que raramente agrada a todos os públicos.

Sangue Bom pode até não se tornar um sucesso estrondoso ou marcar época, mas com certeza é uma boa pedida para aliviar a tensão e se divertir um pouco na frente da TV.

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O melhor da semana: Flor do Caribe reage e consegue prender a atenção do público

13 de abril de 2013 4

Depois de uma estreia morna, Flor do Caribe começa a reagir e já mostra uma melhora significativa na história, que se reflete na audiência.

Após semanas de enrolação, ou sete anos na novela, Cassiano (Henri Castelli) finalmente conseguiu fugir do cativeiro no Caribe e chegou ao Brasil. E a volta do piloto promete grandes reviravoltas na trama. O reencontro dele com Ester (Grazi Massafera) e o acerto de contas com o falso amigo Alberto (Igor Rickli) foram algumas das melhores sequências da semana.

Outras histórias interessantes também começaram a ser melhor exploradas e prometem prender a atenção do público nos próximos capítulos. O conflito do nazista Dionísio (Sérgio Mamberti) e do sobrevivente do Holocausto Samuel (Juca de Oliveira) deve render cenas fortes e eletrizantes.

Juca de Oliveira, aliás, é um show à parte. Apenas com o olhar, ele consegue expressar todo o horror de um sobrevivente da Segunda Guerra Mundial. A abordagem de um período tão assustador da nossa história é um dos grandes acertos do autor Walther Negrão.

Henri Castelli evoluiu bastante do início da novela pra cá e conseguiu emocionar nas cenas do reencontro de Cassiano com sua família. Igor Rickli permanece sem muita expressão, mas ainda tem chances de uma virada quando Alberto finalmente colocar as garrinhas de fora, sem máscaras. Grazi Massafera, que desde o início esteve muito bem como a mocinha Ester, tem tudo para continuar melhorando seu desempenho. O desespero dela com a volta do ex-noivo foi outro ponto alto dos capítulos desta semana.

Flor do Caribe pode não ser a melhor novela dos últimos tempos, mas tem cumprido bem seu papel nos finais de tarde. Dá gosto sentar em frente à TV para conferir uma história gostosa de assistir, com as doses certas de emoção e suspense, tudo coroado pelas belas imagens captadas pelo diretor Jayme Monjardim.

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O melhor da semana: Giovanna Antonelli salva Salve Jorge

23 de março de 2013 8

Quem ainda tem paciência de acompanhar Salve Jorge deve ter percebido que a novela ganhou um novo fôlego nas últimas semanas. Com tantas coisas se resolvendo tão rapidamente, a impressão que temos é de que a novela já está terminando, apesar de ainda faltarem dois meses pro último capítulo.

Se Salve Jorge engrenou, o mérito é todo de Giovanna Antonelli. Nanda Costa, Claudia Raia, Rodrigo Lombardi, todos somem diante do talento da atriz, que faz de sua delegada Helô a personagem mais interessante da trama.

Que Morena, que nada! A grande heroína da história (e a única que raciocina) é mesmo Helô. Foi ela quem, aos poucos, foi montando o quebra-cabeças do tráfico de pessoas e é a única que sempre desconfiou do envolvimento de Lívia Marini. Enquanto isso, metade do elenco faz a vilã de confidente...

Helô, ou melhor, Giovanna Antonelli, rouba todas as cenas. Divertida, atrapalhada, mas também muito generosa, competente e apaixonada pela profissão, a delegada é a única personagem por quem vale a pena torcer até o final da novela. Sem contar que a atriz está linda e estilosa, uma verdadeira "delegata".

Talvez por ter percebido o sucesso da personagem, Gloria Perez praticamente promoveu Giovanna Antonelli ao posto de protagonista e deixou Nanda Costa mais apagadinha. Em Salve Jorge, "esse cara" é a Helô!

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O melhor da semana: Stênio e Helô apimentam Salve Jorge

16 de fevereiro de 2013 6

Quando o casal principal de uma novela não agrada, é normal que histórias de amor secundárias acabem roubando a cena. Nas novelas de Gloria Perez então, isso já virou rotina...

Em Salve Jorge, o público não curtiu o romance de Théo (Rodrigo Lombardi) e Morena (Nanda Costa). O mocinho é indeciso e inseguro demais para a bela do Alemão e não dá pra acreditar no "grande amor" que ele jura sentir por ela, afinal, basta piscarmos e o bonitão já está aos beijos com outra moça.

Assim, foi um outro casal (que na verdade é um ex-casal) que acabou conquistando a preferência dos telespectadores. A relação de "gato e rato" de Stênio (Alexandre Nero) e Helô (Giovanna Antonelli) é uma das poucas coisas que ainda salva a novela. As brigas dos dois são divertidíssimas e dão um "respiro" a uma trama cheia de cenas fortes e violentas.

Separados há 10 anos, tá na cara que eles ainda se amam, mas a delegada faz jogo duro. Gata escaldada, ela teme que o advogado pule a cerca novamente, como costumava fazer quando os dois eram casados.

A criação de Drika (Mariana Rios) é outro ponto de discórdia entre a dupla. Como sempre trabalhou demais, Helô acabou deixando a filha ir morar com o pai após a separação. Stênio sempre fez todas as vontades da garota, transformando-a em uma pessoa que não tem a menor noção do que é certo ou errado.

Ainda assim, com todas as desavenças que os separam, Stênio e Helô muitas vezes deixam a paixão falar mais forte e ensaiam uma reconciliação. A química do casal é explosiva e faz com que o público torça por um final feliz para os dois.

E vocês, curtem esse romance "entre tapas e beijos" de Helô e Stênio?

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O melhor da semana: triângulo amoroso salva Guerra dos Sexos

02 de fevereiro de 2013 3

Guerra dos Sexos é uma novela que já começou errada... Além de ser um remake (o que por si só já perde metade da graça), ainda veio logo depois do grande sucesso Cheias de Charme. Órfãos das Empreguetes, os telespectadores não reagiram bem à nova (velha) trama.

Enfim, o humor de Sílvio de Abreu já não agrada mais como antigamente. Apesar de ter um elenco cheio de grandes atores como Tony Ramos e Irene Ravache, Guerra dos Sexos patina na audiência e não consegue decolar.

O que salva a trama ultimamente é o triângulo amoroso envolvendo Nando (Reynaldo Gianecchini), Roberta (Gloria Pires) e Juliana (Mariana Ximenes). Apaixonado pela patroinha, o motorista acabou conquistando mesmo foi o coração da empresária. Agora, estão as duas caidinhas por ele, deixando-o dividido.

Juliana sempre foi o grande amor da vida de Nando, mas ela vivia às voltas com seu complicado romance com Fábio (Paulo Rocha). Desiludido, o motorista acabou se acertando com Roberta e já pensa até em casamento.

Mas o jogo mudou e agora é Ju quem corre atrás do bonitão. Ele, apesar de estar feliz da vida com as investidas da moça, não quer magoar Roberta e resolveu dispensar a loirinha.

Na primeira versão da novela, Nando acabou ficando com Roberta no final. Mas o autor já avisou que no remake tudo pode acontecer. Eu sou suspeita pra falar, sou apaixonada pelo par romântico formado por Gianecchini e Mariana Ximenes desde que eles viveram os vilões Fred e Clara em Passione. Que química!

Do lado de cá da telinha, o público fica dividido entre Juliana e Roberta. E aí, quem vocês acham que merece ficar com Nando no final?

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O Melhor da Semana: Tapas & Beijos se renova e mantém o humor

10 de novembro de 2012 3

Não é fácil manter um programa de humor no ar por mais de uma temporada. Hoje em dia o telespectador está cada vez mais exigente, tanto que desde a época de Os Normais não tínhamos um seriado de humor bem-sucedido. Emocionar com uma cena de novela, na maioria das vezes, é mais fácil do que arrancar risadas do público.

Quando Tapas & Beijos estreou na grade de programação, há mais de um ano, parecia mais do mesmo. Estavam lá figurinhas carimbadas no humor, como Fernanda Torres e Andréa Beltrão, mas também novatos em fazer graça, como Fernanda de Freitas e o estreante Érico Brás. Logo no primeiro episódio já deu pra ver que algo ali estava dando muito certo. E continua dando, tanto que a produção já garantiu a terceira temporada para 2013.

Nos primeiros episódios ainda foi difícil diferenciar Fátima de Vani, mas aos poucos Fernanda Torres foi criando uma personagem nova, com tiques e trejeitos próprios.

O segredo do sucesso é a renovação. Quando as confusões amorosas de Sueli, Fátima, Armani (Vladimir Brichta) e Jurandir começaram a perder o fôlego, entraram em cena Jorge (um Fábio Assunção surpreendente) e a filha dele, Bia (Malu Rodrigues). Jorge surgiu como um novo amor para Sueli, deixando o caminho livre para um inusitado e divertido casal formado por Jurandir e Bia.

Em pouco tempo, o romance de Jorge e Sueli evoluiu para o casamento. Da mesma forma, Armani largou a esposa e assumiu uma relação séria com Fátima, sua amante há anos. Começou aí uma nova fase para os dois casais, mas sem deixar a confusão de lado. Na mesma época, Orã Figueiredo reforçou o elenco como o hilário Tijolo. Kiko Mascarenhas, que vivia Santo Antônio na primeira temporada, voltou à série na pele do advogado Tavares.

Quando os casamentos caíram na mesmice, a série passou por mais uma renovação. Sueli e Fátima cansaram das mentiras dos maridos e pediram o divórcio. Agora separados, os quatro continuam às turras, mas sem perder a graça.

Sem ter medo de mudar quando é preciso, Tapas & Beijos segue em alta na Globo. E a audiência também é motivo de comemoração. Na Grande Porto Alegre, o seriado figura entre os cinco programas mais assistidos, perdendo apenas para Salve Jorge e A Grande Família. Renovação é a palavra do momento, seja em novelas ou seriados. O público está cansado dos mesmos clichês, do mesmo pastelão, das mesmas piadas. Afinal, o que arranca risos é a surpresa de ouvir/ver algo que não estávamos esperando.

E aí, vocês curtem Tapas & Beijos?

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O pior da semana: Salve Jorge tem boa história, mas não empolga

28 de outubro de 2012 18

Depois do sucesso de Avenida Brasil, seria difícil que outra novela empolgasse o público logo de cara. Ainda mais sendo uma trama de Gloria Perez, que não tem tantos atrativos para prender a atenção do telespectador.

Assim como muita gente, eu já pensava mesmo antes da estreia de Salve Jorge: "Ih, lá vem mais uma trama da Gloria Perez!". É que, por mais que as histórias sejam diferentes, no fundo as novelas da autora têm sempre a mesma fórmula. Tanto que o site da revista Veja criou até um infográfico "Monte sua novela de Gloria Perez". Vale a pena conferir aqui.

Mas voltando à estreia de Salve Jorge... Gloria Perez não fugiu às suas próprias regras. Elenco gigantesco, viagens a países distantes, polêmicas, apelo popular... Eu juro que quando começarem as dancinhas turcas e as expressões estrangeiras repetidas à exaustão, eu paro de assistir.

Alguns nomes do elenco só aparecem na telinha nas tramas da autora. É o caso de Neuza Borges, Walter Breda e Mussunzinho, novamente fazendo parte do "núcleo do boteco da comunidade carente". Cissa Guimarães é outra figurinha carimbada, mais uma vez interpretando a "amiga de alguém".

A presença de atores que há bem pouco tempo estavam em outras novelas também é um ponto negativo. Dira Paes e Alexandre Nero voltam a trabalhar juntos, agora como patrão e empregada, mas é impossível não lembrar de Baltazar e Celeste, de Fina Estampa.

André Gonçalves e Rosi Campos saltaram diretamente de Amor Eterno Amor para Salve Jorge. É incrível, faz pouco mais um mês que a novela das seis acabou e lá estão eles na telinha de novo!

O excesso de personagens acaba prejudicando muitos atores talentosos. Até agora não entendi a função do núcleo de Nicette Bruno, Odilon Wagner, Natália do Vale, Ana Beatriz Nogueira e Dalton Vigh. São apenas "os milionários", que não têm relação nenhuma com o resto da história. O mesmo ocorre com Nivea Maria, Stênio Garcia, Letícia Spiller e Caco Ciocler, "os falidos". É uma pena ver bons atores em papéis tão secundários...

A quantidade de núcleos que não "conversam" entre si prejudica o bom andamento da trama. Há o núcleo da Turquia, o Complexo do Alemão, os ricaços, o pessoal do Exército, as meninas exploradas em Madri, enfim, é tanta coisa que é complicado para o público assimilar.

Talvez estejamos mal-acostumados... Em Avenida Brasil, por exemplo, tudo ficava concentrado no Divino e no lixão. Todos os personagens tinham alguma relação ou a mesma origem, tornando mais fácil o entendimento da história. Até mesmo Cadinho (Alexandre Borges), que a princípio morava na Zona Sul, tinha uma relação de longa data com a família de Tufão (Murilo Benício).

Mas nem tudo são espinhos em Salve Jorge. As imagens da Turquia são belíssimas, as cenas de ocupação no Complexo do Alemão foram ótimas e a abertura é interessante. Destaque para Nanda Costa, estreando como protagonista na pele da barraqueira Morena. Por mais que tenham criticado a escolha da atriz, eu acho bacana ver um rostinho diferente no meio de tantas caras repetidas. Também gostei da química da moça com Rodrigo Lombardi. Se bem que Rodrigão tem química até com uma samambaia, impressionante! O ator nasceu para ser "mocinho da novela das nove".

E vocês, o que acharam de Salve Jorge?


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O melhor da semana: Patrícia Pillar dá um show em Lado a Lado

27 de outubro de 2012 2

Que Patrícia Pillar é uma grande atriz, ninguém duvida. Seja como mocinha ou vilã (ou um pouco das duas, como aconteceu em A Favorita), ela sempre arrasa na telinha.

Quatro anos depois de interpretar a cruel Flora, uma das grandes vilãs da teledramaturgia, Patrícia voltou ao ar em Lado a Lado, na pele de mais uma megera. Mas engana-se quem pensa que vilã é tudo igual e que a atriz faria o mesmo tipo de papel que viveu em A Favorita.

Está aí a grandiosidade do talento de Patrícia Pillar. Constância é sim uma vilã, assim como Flora, mas as duas são muito diferentes. Cada uma, à sua maneira, defende com maestria os motivos que as levam a fazer maldades.

Se Flora era tida como psicopata e enganou muita gente com sua carinha de anjo, Constância é uma mulher fria, com perfeito domínio de sua sanidade mental. Calculista, ela não demonstra a menor emoção ao planejar a morte do próprio neto, o bebê de Isabel (Camila Pitanga) que está para nascer.

Constância se acha a dona da verdade e não vê o menor problema em passar por cima dos outros para conseguir o que quer. Tudo isso escondido sob a máscara de mãe dedicada e esposa amorosa, que faz de tudo pelo bem da família.

São os detalhes, o olhar, os pequenos gestos da personagem que mostram o talento de Patrícia Pillar. Ela construiu, mais uma vez, uma vilã que o público ama odiar.

Isso sem falar que quanto mais os anos passam, mas linda ela fica, né?

Palmas para Patrícia Pillar. E uma grande vaia para Constância, é claro!


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O melhor da semana: Tufão e Leleco, os detetives de Avenida Brasil

07 de outubro de 2012 6

Após meses feito uma samambaia em Avenida Brasil, Tufão (Murilo Benício) finalmente acordou pra vida e começou a agir. O ex-jogador finalmente acordou do feitiço de Carminha (Adriana Esteves) e começou a investigar as falcatruas da megera.

A partir daí, foram várias descoberta. Com a ajuda de Leleco "Watson" (Marcos Caruso), Tufão "Holmes" saiu em busca de provas de que Carminha é a verdadeira bandida da história.

Com algumas pistas dadas por Jorginho (Cauã Reymond) e Nina (Débora Falabella), Tufão fez várias descobertas na última semana. Entre as mais importantes, estão:

- Max (Marcello Novaes) foi responsável pela tentativa de assalto à mansão. Janaína (Cláudia Missura) confessou que Lúcio (Emiliano D'Ávila) invadiu a casa a mando do pilantra.

- O dinheiro que Tufão doava para as obras sociais de Carminha jamais chegou ao seu destino. Com a ajuda de Padre Solano (Márcio Tadeu Lima), a vilã desviou todo o dinheiro doado pelo marido.

- Carminha era prostituta e roubou o bordel onde ela e Neide (Claudia Assumpção) trabalhavam. Quem acabou sendo incriminado foi o filho da cafetina, que na época era menor de idade.

- Carminha vendia as joias que Tufão lhe dava e dava boa parte do dinheiro a Max.

Por fim, no capítulo que vai ao ar hoje à noite, Tufão terá provas da traição de Carminha. Ele vê as fotos da megera com Max e enfim toma coragem de expulsar a mulher de casa.

Chegando na reta final, a novela mostra um novo Tufão. Bem diferente daquele sujeito passivo que acreditava em tudo o que a esposa dizia, surgiu um homem forte e decidido, capaz de tudo para descobrir a verdade. Já estava mais do que na hora, não acham?

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O melhor da semana: a saída triunfal de Cida em Cheias de Charme

23 de junho de 2012 2

Cheias de Charme é uma das poucas novelas que consegue ficar melhor a cada capítulo. Geralmente as tramas dão uma caída após algum tempo, mas a novela das 19h mantém o telespectador grudado na telinha dia após dia.

Entre as várias cenas memoráveis da última semana, o destaque foi a saída triunfal de Cida (Isabelle Drummond), que conseguiu acabar com o casamento de Conrado (Jonatas Faro) e Isadora (Giselle Batista).

A doméstica doce e obediente virou a mesa ao pedir demissão no meio da cerimônia, deixando Sônia (Alexandra Richter) e Sarmento (Tato Gabus Mendes) chocados. Pra completar o show, Penha (Taís Araújo) e Rosário (Leandra Leal) chegaram a bordo de uma limousine rosa para resgatar a terceira Empreguete. Tudo com cobertura da imprensa, obra do empresário Tom Bastos (Bruno Mazzeo).

Antes de deixar a mansão, Cida fez um strip-tease que deixou os marmanjos babando e exibiu um figurino ousado. Após pisar no uniforme de doméstica, ela deu uma rebolada e acenou para os convidados, com direito a uma piscadinha safada. A Gata Borralheira abandonou o emprego em grande estilo e deu a lição que a família Sarmento merecia.

Ponto para Isabelle Drummond, que conseguiu roubar a cena e deu uma virada radical em sua personagem. De filha da empregada que "devia" muitos favores aos patrões, ela se tornou uma mulher decidida, que não deixa barato quando tentam humilhá-la.

Bem feito para Conrado, que só agora viu a garota incrível que perdeu. E vamos torcer para que Elano (Humberto Carrão) deixe a timidez de lado e se declare logo para Cida...

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