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Posts na categoria "O pior da semana"

O pior da semana: Corrida pelo diamante vira comédia pastelão em Império

23 de novembro de 2014 4
Divulgação, TV Globo

Divulgação, TV Globo

Algumas cenas cômicas são importantes em uma novela, afinal, ninguém aguenta ver dramas, intrigas e vilanias o tempo todo. O problema é quando o humor acontece fora de hora…

Foi o caso da patética corrida pelo diamante rosa em Império. A pedra que é o talismã de José Alfredo (Alexandre Nero) foi roubada por Maria Marta (Lilia Cabral), guardada na casa de Silviano (Othon Bastos) e surrupiada por Lorraine (Dani Barros).

A perda desse tesouro marcou o início da derrota do Comendador. Ou seja, deveriam ser momentos dramáticos, de grande tensão, certo? Mas os capítulos exibidos entre sábado e segunda-feira mais pareciam uma comédia pastelão, daquelas bem “vergonha alheia”. Faltou só torta na cara…

Divulgação, TV Globo

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Aliás, se eu não soubesse quem escreve (Aguinaldo Silva) e dirige (Rogério Gomes) essa novela, poderia jurar que era mais uma parceria de Walcyr Carrasco e Jorge Fernando, esses sim acostumados à comédia na telinha.

Depois de roubado por Lorraine, o diamante virou motivo de disputa por todo o povo de Santa Tereza. Antes disso, foi parar até no micro-ondas (oi?), passou de mão em mão feito batata quente, até se espatifar no meio da rua, quebrando em quatro pedaços.

- Dúvida 1: Como é que os dois meninos não enxergaram uma pedra rosa enorme e brilhante dentro do forno? Colocaram a lasanha lá dentro numa boa, sem prestarem atenção?

Divulgação, TV Globo

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- Dúvida 2: Diamante quebra? Bom, vários personagens passaram os capítulos seguintes tentando explicar que a pedra preciosa é dura, mas não inquebrável.

- Dúvida 3: Por que José Alfredo foi pra janela e gritou: “Ninguém toca no meu diamante!”? É claro que todo mundo se estapeou para pegar a pedra, qualquer um sabe o quanto isso é valioso… Seria mais fácil disfarçar e dizer: “Gente, caiu minha pedrinha da sorte ali, me alcancem?”

Divulgação, TV Globo

Divulgação, TV Globo

Pois é, queridos noveleiros, há certas coisas que nem “sabendo voar” é possível levar a sério nas novelas…

 

LEIA TAMBÉM: 

>>> Capítulo 100 de Império: Lorraine rouba o diamante do Comendador

>>> Autor de Império explica polêmica do diamante quebrado

>>> Império: Diamante de José Alfredo é roubado e se quebra aos pés de Cora

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O pior da semana: Luana Piovani tira metade da graça de Dupla Identidade

28 de setembro de 2014 5
Estevam Avellar, TV Globo

Estevam Avellar, TV Globo

Bons atores atraem o público, não importa nem se conhecemos a história que vai ser contada. Um Bruno Gagliasso, um Tony Ramos, uma Patrícia Pillar ou uma Adriana Esteves, por exemplo, são ótimos motivos para se começar a assistir a uma novela, seriado ou minissérie. O contrário, infelizmente, também acontece.

Tenho até um certo medinho quando vejo Luana Piovani no elenco de alguma produção. Fraquíssima, ela até se esforça, mas não consegue convencer em nenhum tipo de personagem. Parece sempre forçada demais, robótica, artificial… Perto dela, Paolla Oliveira merecia um Oscar.

Em Dupla Identidade, Luana é a psicóloga forense Vera. Ao lado de Marcello Novaes, que interpreta o delegado Dias, ela protagonizou momentos constrangedores. Se não fosse pela boa história e pelo talento de Bruno Gagliasso e Débora Falabella, confesso que eu nem teria começado a acompanhar esse seriado.

Luana Piovani tira metade da graça de Dupla Identidade, mas vale a pena fazer um esforço, a série, no geral, é muito boa.

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O pior da semana: Geração Brasil vira um pastelão sem a menor graça

03 de agosto de 2014 7
Divulgação, TV Globo

Divulgação, TV Globo

Como boa noveleira que se preza, morro de pena quando os autores estragam uma trama que tinha condições de ser muito boa. Às vezes a história começa bem, mas parece que resolvem chutar o balde e torná-la cada vez pior.

Foi o que aconteceu com Geração Brasil. Anunciada como uma novela dos mesmos autores de Cheias de Charme, tinha potencial e elenco suficientes para ser um sucesso. E foi legal, até certo ponto. Depois caiu ladeira baixo, e só piora a cada capítulo.

Vejam bem, uma coisa é “gloriaperezar” a novela, criando uma ou outra situação sem sentido. Ok, é novela e “temos que saber voar”. O caso de Geração Brasil é ainda mais grave, já que os autores resolveram “zorratotalizar” a novela. Sim, parece uma mistura de vários quadros do Zorra Total, um mais sem graça do que o outro, sem uma história. Chega a dar um desânimo parar em frente à TV e perceber que a trama não vai chegar a lugar nenhum.

Exagero meu? Tudo bem, vou dar apenas dois exemplos das situações bizarras que foram ao ar esta semana:

- O tal reality show “Geração Nem Nem”, por si só, já é ridículo. Mas a novela se superou ao mostrar a história de Lara (Elisa Pinheiro), a jovem mãe solteira que ficou traumatizada após a morte dos Mamonas Assassinas. Para “curar” a moça, Brian (Lázaro Ramos) fez uma reprogramação cerebral, cantando “Brasília Amarela” no ouvidinho dela. Oi? Se era pra rir, não adiantou, quase tive vontade de chorar depois dessa…

- Pamela (Claudia Abreu) entregou a Megan Lily (Isabelle Drummond) um frasco contendo uma substância mágica, que fará Davi (Humberto Carrão) se apaixonar por ela. Antes, tivemos que aguentar a imaginação da patricinha, que sonhou ser de uma família de bruxas.

Podem até me xingar, dizer que eu não tenho senso de humor, mas oi? Comédia é uma coisa, constrangimento é outra bem diferente. Chego a ficar com vergonha alheia ao ver tantos atores bons em meio a essa palhaçada.

Isso que eu tenho um gosto bem peculiar para novelas e já curti tramas bem absurdas. Pra terem uma ideia, eu era fã de Bang Bang, Kubanacan e Pé na Jaca.

Mas depois do capítulo de terça-feira, Geração Brasil me perdeu de vez. Vou ganhar uma hora do meu dia fazendo algo mais produtivo, pois essa novela não tem mais salvação.

E vai piorar, gente! Ao que tudo indica, Herval (Ricardo Tozzi) se transformará no grande vilão da história. É como se resolvessem tirar um coelho da cartola aos 45 minutos do segundo tempo, pra ver se conseguem salvar a história. Gente, Ricardo Tozzi mal consegue interpretar um mocinho, imaginem um vilão? Desisto, me chamem quando essa novela acabar.

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O pior da semana: Geração Brasil mudou...pra pior!

20 de julho de 2014 46
Ellen Soares, TV Globo

Ellen Soares, TV Globo

Quando os autores de Geração Brasil anunciaram que a novela mudaria bastante depois da Copa do Mundo, a expectativa é de que essa mudança fosse para melhor. Porém, aconteceu justamente o contrário e a trama sofreu uma queda gritante de qualidade.

Até o início do Mundial, Geração Brasil vinha com muito gás e cheia de novidades a cada capítulo. O reality show envolvendo os jovens talentos da tecnologia, o envolvimento de Verônica (Taís Araújo) e Jonas Marra (Murilo Benício) e os mistérios guardados pelo magnata prendiam o público diante da telinha.

Devido aos jogos da Copa, a novela ficou fora do ar por cerca de dez dias. Enquanto isso, um resumão de três minutos diários mostrava o que viria pela frente e apresentava os desafios propostos por Davi (Humberto Carrão) e Manu (Chandelly Braz).

Com o retorno da trama, era como se tudo estivesse começando do zero, só que desta vez sem muitos atrativos. Jonas revelou seus segredos a Verônica, em seguida o casal se separou e continua há vários capítulos sem o menor contato, como se nunca tivessem se conhecido. Davi e Manu ganharam o concurso e continuaram o namoro morno na vida real, com poucas e mal-sucedidas confusões de Megan Lily (Isabelle Drummond) para atrapalhar o casal.

A impressão que dá é de que a novela vem dando voltas e mais voltas, sem sair do lugar. Fiquei dois dias sem assistir à trama, mas quando fui conferir o que rolou pela internet, percebi que continua tudo na mesma. Cenas vazias e sem a menor importância para a história são exibidas apenas para enrolar o público.

Os autores conseguiram estragar uma novela boa, inacreditável. É difícil de acreditar, mas Filipe Miguez e Izabel de Oliveira são os mesmos que criaram Cheias de Charme. Na época, as Empreguetes viraram mania nacional e foram sucesso de audiência. Por que agora a dupla não conseguiu acertar?

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O pior da semana: Com trama absurda e elenco fraco, Além do Horizonte decepciona na estreia

10 de novembro de 2013 28
Divulgação, TV Globo

Divulgação, TV Globo

Antes da estreia de Além do Horizonte, eu sabia pouca coisa sobre a história, já que a Globo preferiu manter o mistério. Com quase uma semana de exibição, continuo na mesma. Gente, não tô entendendo essa novela!

Resumindo, pelo pouco que eu compreendi até agora: Alguns personagens sumiram, deixaram a família pra trás e foram em busca da “verdadeira felicidade”, deixando apenas algumas palavras explicando isso a seus entes queridos.

Lili (Juliana Paiva) está à procura do pai LC (Antonio Calloni). William (Thiago Rodrigues) investiga o sumiço do irmão Marlon (Rodrigo Simas) e da tia Tereza (Carolina Ferraz), Rafa (Vinicius Tardio) está desesperado com o sumiço da namorada Paulinha (Cristiana Ubach). Pois é, todos esses personagens foram não sei pra onde, em busca de não sei o quê.

Corta para a fictícia cidade de Tapiré, que pelo jeito fica no Amazonas. O lugar é comandado pelo vilão Max Kléber (Marcello Novaes) e por Edu Dente de Ouro (Daniel Ribeiro). Uma misteriosa criatura costuma atacar os moradores do lugar. A “besta” dá fim a todos que passam do limite demarcado da floresta. Como foi dito e mostrado no primeiro capítulo, “a besta marca e mata”. Oi? Alguém me explica?

Logo de cara, já antipatizei com a mocinha Lili, que parece ser mimada e teimosa. Juliana Paiva arrasou como a periguete Fatinha em Malhação, mas ainda não estava pronta pra protagonizar uma novela. Thiago Rodrigues nunca me convenceu, não ia ser agora que ele iria me surpreender… Todo o elenco jovem, diga-se de passagem, é fraquíssimo e não consegui ver ninguém se destacar.

No núcleo “adulto”, Alexandre Borges continua sendo Cadinho, não adianta. Maria Luiza Mendonça, pra variar, é a esposa chata e obsessiva. Flávia Alessandra é… Flávia Alessandra. Sim, podem me xingar, mas ela continua tão inexpressiva quanto na época de Salve Jorge.

Outra coisa que me irritou profundamente, que pode parecer bobagem, mas achei péssimo, foi ver Laila Zaid novamente como “melhor amiga da mocinha”. Pra piorar, a ruiva volta a interpretar uma personagem chamada Priscila, exatamente como aconteceu em Amor Eterno Amor.

Não gostei da novela, quase morri de tédio e fiquei torcendo pro capítulo acabar logo. Pode ser implicância minha, já que até li algumas críticas positivas por aí. Mas como dizem que a primeira impressão é a que fica, acho que dificilmente conseguirei mudar de ideia nos próximos capítulos. Não me prendeu e pronto, me perdoem os que curtiram.

Ai, que saudades de Sangue Bom…

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O pior da semana: Walcyr Carrasco exagera no preconceito aos gordinhos

13 de outubro de 2013 30
Foto: Raphael Dias, TV Globo

Foto: Raphael Dias, TV Globo

No início de Amor à Vida, Perséfone era apenas a “gordinha louca pra perder a virgindade” e protagonizou cenas caricatas e cansativas. Mas nas últimas semanas, a personagem finalmente ganhou uma história relevante e Fabiana Karla ganhou espaço para brilhar. Bem longe da linha comédia à qual estava acostumada, a atriz mostrou o drama das mulheres que estão acima do peso. O par romântico com Daniel (Rodrigo Andrade) agradou em cheio e conquistou o público.

Até aí tudo bem,é super válido abordar o preconceito sofrido pelos gordinhos. Na escola, por exemplo, crianças mais fofinhas sofrem bullying dos colegas, afinal, os pequenos sabem ser cruéis em alguns momentos.

O problema é levar esse mesmo tratamento para a vida adulta. Usar termos ofensivos pode até ser normal na infância e adolescência, mas na vida real ninguém fala coisas do tipo “você é uma gorda ridícula” ou “meu filho, você não combina com essa gorda”. As pessoas podem até pensar algo assim, mas nunca vi falar na cara, sem pudor, como acontece na novela. Se vocês já viram ou passaram por esse tipo de situação, sintam-se à vontade para me desmentir.

Se tal comportamento ficasse restrito a Leila (Fernanda Machado), até vá, ela é má e cruel mesmo, a julgar pela forma como sempre tratou a irmã autista. O problema é que TODOS os personagens ao redor de Perséfone a chamam de gorda na maior cara de pau, sem se preocupar com os sentimentos da coitada. Até os que se dizem amigos da enfermeira não hesitam em fazer piadinhas desrespeitosas ou dizer que Daniel está fazendo “caridade”.

Mas no “Mundo Maravilhoso de Walcyr Carrasco” todos são lindos e perfeitos, Perséfone é a única gordinha e por isso acaba servindo de saco de pancadas. Ninguém ali olha pro seu rabo, não? De todo o corpo médico do Hospital San Magno, a “gorda virgem” é a pessoa mais pura e íntegra, incapaz de magoar os outros e disposta a tudo para ajudar seus amigos. São essas qualidades que a tornam diferente, não o fato de estar acima do peso.

Concordem ou não comigo, encarem esse post como um desabafo. As cenas de discriminação a Perséfone me incomodam profundamente e não poderia deixar de dividir isso com vocês. O que salva é o amor verdadeiro que Daniel parece sentir pela moça, o que o fez enfrentar a família e o preconceito dos amigos para subir ao altar com ela.

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O pior da semana: Bento e Amora irritam o público em Sangue Bom

22 de setembro de 2013 17

Divulgação, TV Globo

Sangue Bom é o exemplo clássico de novela que começou muito bem, mas acabou se perdendo no meio do caminho. Nas últimas semanas, a trama vem testando a paciência do público e está difícil ficar em frente à telinha. E a coisa só deve piorar nos próximos capítulos.

Muito dessa queda no interesse do telespectador se deve ao casal Bento (Marco Pigossi) e Amora (Sophie Charlotte). No início, eles mostraram uma ótima química e tinham uma grande torcida a favor. Porém, desde que os autores resolveram transformar a it girl em vilã e o florista em um grande babaca, o ódio do público pelo casal não para de crescer.

Amora tenta justificar suas maldades e armações usando a infância difícil, o fato de ter sido abandonada pela própria irmã e viver descalça até os nove anos… Ok, são muitos traumas, mas nada que explique a falta de caráter da moça.

O amor dela por Bento é verdadeiro, disso ninguém duvida. Mas é um amor limitado e relativo, já que quando o rapaz era pobre Amora não teve coragem de largar tudo para ficar com ele. Ao transformar o rapaz no herdeiro de Plínio (Herson Capri), aí sim ela teve segurança de lutar por esse amor, já que tem esperança de que ele um dia aceite a fortuna do suposto pai. Na riqueza é bem mais fácil amar, né?

Já Bento e sua cegueira irreversível acabou virando motivo de piada entre os telespectadores. Tanto que já o chamamos de “Lento”, pois ninguém consegue fazê-lo acreditar que Amora não vale nada. As pessoas que mais amam Bento na vida insistem em dizer que a moça é uma tremenda bandida, mas ele prefere não enxergar a verdade. Na atual situação, fica impossível torcer para que o mocinho tenha um final feliz. Há muita gente que deseja vê-lo sozinho ou continuar sendo enganado por Amora nos últimos capítulos.

Com a novela do jeito que está, tenho deixado a televisão no “mudo” boa parte dos capítulos. Só assisto com gosto as cenas de Fabinho (Humberto Carrão) e Giane (Isabelle Drummond), esse sim um casal por quem vale a pena torcer.

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O pior da semana: A polêmica em torno dos cabelos de Marina Ruy Barbosa

21 de julho de 2013 5

Amor à Vida começou bem, mas deu uma caída nas últimas semanas. O drama de Paloma (Paolla Oliveira) só irrita o telespectador, Félix (Mateus Solano) repete os mesmos bordões à exaustão e até mesmo as maluquices de Valdirene (Tatá Werneck) perderam a graça.

Em meio a essa fase morna, as atenções acabaram se voltando para os cabelos de uma jovem atriz. Marina Ruy Barbosa, que vive a sofrida Nicole, teve seus fios ruivos como o centro das discussões.

Interpretando uma moça com câncer terminal, Marina já sabia que o roteiro previa que ela raspasse seus lindos cabelos. E segundo o autor Walcyr Carrasco, se comprometeu a fazer isso na época em que aceitou o papel. Porém, quando chegou a hora fatídica, a garota voltou atrás e se recusou a ficar careca. Dizem que o grande motivo foi um contrato milionário (R$ 900 mil) com uma linha de xampus.

Diante da indecisão da atriz, a direção da Globo resolveu poupá-la do drama de perder seus cabelos. Assim, Walcyr Carrasco foi obrigado a mudar toda a história da personagem, que deve morrer e voltará como fantasma para atormentar Thales (Ricardo Tozzi). Seria essa uma forma que o autor encontrou de “castigar” a ruivinha, como já contamos aqui.

Nessa polêmica toda, quem tem razão? Marina errou ao se comprometer com algo que no fundo sabia que não poderia cumprir. Foi imaturidade da moça, que aceitou um trabalho para o qual ainda não tem maturidade suficiente. Porém, com 18 anos recém-completados, é apenas uma adolescente volúvel, como tantas outras. Faltou preparo dela, mas também um apoio maior dos profissionais que a cercam (pais e assessores, inclusive), que deveriam ter discutido mais a questão antes de mergulhá-la no olho do furacão.

Vale lembrar que Carolina Dieckmann, quando passou pelo drama de ficar careca em nome da arte, era um pouco mais velha do que Marina, mas já tinha maturidade suficiente para encarar o desafio. Aos 22 anos, Carol já era casada, mãe de família e tinha uma carreira consolidada. Para ela, interpretar a Camila de Laços de Família foi um marco e serviu para provar seu talento ao Brasil inteiro.

No caso de Marina Ruy Barbosa, ainda é cedo para se prever o impacto que a “polêmica dos cabelos” terá sobre carreira. Com Walcyr Carrasco, é quase certo que ela não voltará a trabalhar, já que o autor tem fama de vingativo. Mas é possível que um dia ela perceba que não poderá manter a vaidade por muito tempo. Outros trabalhos virão e poderão exigir muito mais do que um simples corte de cabelos…

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O pior da semana: A chatice de Paloma em Amor à Vida

30 de junho de 2013 9

Paolla Oliveira parece estar se especializando em interpretar mocinhas chatíssimas no horário nobre. Depois da insuportável Marina em Insensato Coração, a atriz agora tortura o público com o chororô de Paloma, em Amor à Vida.

Está certo que Paloma cresceu em uma família desajustada. Filha biológica apenas de César (Antonio Fagundes), ela sempre foi rejeitada por Pilar (Susana Vieira), que não conseguiu aceitar totalmente a filha do marido com outra. Pra piorar, ainda há a inveja e o veneno de Félix (Mateus Solano), que mesmo por debaixo dos panos sempre fez de tudo para destruir a vida da irmã. Com uma família dessas, Paloma não poderia ser muito normal, né?

O sofrimento de Paloma com o sequestro da filha comoveu o público. Mas agora, ao reencontrar a Paulinha (Klara Castanho), a médica se mostrou mais uma vez egoísta e intransigente. Sem querer ouvir a explicação de Bruno (Malvino Salvador), ela colocou na cabeça que o noivo roubou seu bebê e não vai descansar enquanto não recuperar a menina.

É claro que Paloma tem todo o direito de lutar pela guarda da filha, mas que faça isso de forma mais sensata. Ela está pouco se importando com os sentimentos da menina e nem leva em consideração o amor que Bruno sente pela filha. É só aquela ladainha de “ele roubou minha filha, eu quero minha filha…” Haja paciência!

Com tanta chatice, quase dá vontade de torcer para que Félix mate a irmã…

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O pior da semana: Malu Mader se esforça, mas não convence em Sangue Bom

02 de junho de 2013 22

Ao longo de sua carreira, Malu Mader se especializou em interpretar mulheres ricas, elegantes e sofisticadas. Por isso, achei interessante quando divulgaram que ela seria uma garçonete pobre e barraqueira e Sangue Bom, afinal, era a chance para a atriz fugir bastante de sua “zona de conforto” e surpreender.

Apesar de se esforçar e até tentar fazer um sotaque paulistano, Malu não convence como a garçonete Rosemere. Desde suas primeiras cenas, ela está pouco à vontade com o papel e causa estranheza ao público.

A personagem é forçada e não consegue passar a emoção exigida das cenas de mãe batalhadora. Pra piorar, a atriz contracena com o péssimo Josafá Filho (Felipinho) e o fraquíssimo Felipe Camargo (Perácio). O núcleo não ajuda, por isso, as cenas de Rosemere são ideais para aquela pausa pra ir ao banheiro ou fazer um lanchinho. Não se perde nada.

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