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Ângela Beatriz Rillo da Silva Santos

30 de maio de 2017 0

Ângela Beatriz Rillo da Silva Santos

 

 

 

 

 

 

 

Ângela Beatriz Rillo da Silva Santos morreu em 25 de maio, dia de seu aniversário de 56 anos, no Hospital São Francisco da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, em decorrência de uma infecção. Natural de São Borja, a chef de cozinha havia se submetido, no início do mês, a um transplante de coração, último recurso de uma longa trajetória de consultas médicas e internações por conta de uma insuficiência ca rdíaca grave diagnosticada na infância. Em outubro de 2016, ela foi personagem de reportagem especial publicada no caderno DOC de Zero Hora que narrava sua espera pelo órgão.
Dois anos atrás, Ângela se mudou para a Capital para aguardar pela cirurgia. Não se afastava do celular, na expectativa de receber o telefonema do médico avisando do surgimento de um possível doador. Mantinha a mala que levaria para o hospital sempre pronta, com toalhas engomadas e uma caixinha com medalhas de santos para distribuir a outros pacientes. Apesar das limitações físicas – vestir-se, tomar banho e escovar os dentes eram desafios cada vez mais cansativos, provocando falta de ar – , apreciava estar com as amigas e frequentar restaurantes. Mostrava-se confiante e fazia planos para o futuro com o coração novo.
— Quero fazer tudo que eu não fiz. Acho que vai ser uma nova chance, vou estar começando uma nova vida. O mundo vai ser pequeno para mim — disse na entrevista a ZH.
Descrita por amigos e familiares como amorosa, zelosa e leal, Ângela se empenhava em conscientizar quem cruzasse seu caminho sobre a importância da doação de órgãos.
— Eu me impressionava com a capacidade dela de cativar as pessoas e de se tornar importante na vida delas — conta a irmã Adriana da Silva Matas.
Ângela foi velada na cidade natal, com uma trilha sonora escolhida por ela, composta principalmente de canções do cantor britânico Rod Stewart, um de seus favoritos. A seu pedido, as cinzas serão jogadas no Rio Uruguai, entre Brasil e Argentina, país pelo qual era apaixonada. Ela deixa a mãe, Alzira, o marido, Patrício, os filhos, Otaviano Augusto e Trajano Augusto, os irmãos, José Antônio, Assis, Ana Carmen, Adriana e Marciano, e a tia Nice, além de sobrinhos e sobrinhos-netos. Na quarta-feira, dia 31, serão celebradas duas missas de sétimo dia: às 17h, na Igreja Nossa Senhora Auxiliadora, na Capital, e às 19h, na Igreja Matriz São Francisco de Borja, em São Borja.

Ivan Tomasi

10 de março de 2017 0

 

O professor Ivan Tomasi morreu aos 49 anos, após sofrer um infarto, em 27 de fevereiro, em Caxias do Sul.

Segundo amigos, ele impressionava alunos pela voz marcante, era gentil, generoso, sério e profissional. Era um professor dedicado e sempre disposto a ajudar os colegas. A professora Patrícia Noll lembra:

 

– Se a gente chegasse cedo no trabalho, o Ivan já estava lá. Ele era assim. Tinha oportunidades para atuar na parte administrativa do Direito, mas fazia questão de fazer suas horas como professor, que mais gostava – conta.

 

Ivan era casado com Cláudia Moreira Tomasi, 47 anos, e pai de Luisa, 12 anos. De acordo com a família, além de passar o tempo com a esposa e a filha, o professor aproveitava as horas de folga para cuidar de vacas leiteiras e animais que criava junto com o sogro em uma fazenda em São Francisco de Paula.

Santa Silvestre Peciar morre aos 81 anos

10 de março de 2017 0

Peciar Apresenta 30 + 3

 

 

 

 

 

 

 

ARTISTA VISUAL E ESCULTOR foi figura expressiva e incentivador da cena cultural de Santa Maria

 

Amantes da arte receberam uma inesperada e triste notícia. Morreu, no domingo, o artista visual e escultor Silvestre Peciar, em Montevidéu, no Uruguai. Segundo amigos, Peciar tinha 81 anos e havia descoberto um tumor no intestino, que foi operado, mas voltou recentemente.

 

Uruguaio naturalizado brasileiro, Peciar é descrito pelo diretor do Museu de Arte de Santa Maria ( Masm), Marcio Flores, como “ um dos artistas mais expressivos que passou pela cidade”.

 

– É difícil falar somente da obra ou da pessoa dele. A arte do Peciar tinha uma mensagem forte, de extremo requinte, ia além da estética. Era politizado e isso se refletia nas criações – afirma Marcio.

 

Peciar foi professor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) por 25 anos no curso de Desenho e Plástica ( hoje chamado Artes Visuais). Antes de se aposentar e voltar ao Uruguai, onde continuou dando aulas, ele doou parte das obras que tinha, de autoria própria e de outros artistas.

 

Amigo e colega, o professor do departamento de Artes Visuais da UFSM Alfonso Benetti, lembra o conhecimento de Peciar em diversas esferas artísticas.

 

– Era muito preparado. Começou no meio ainda jovem, no Uruguai. Atuava mais como escultor, mas trabalhava também com pinturas, desenhos, gravuras. Era um artista completo – conta Benetti.

Paula Fox

10 de março de 2017 0

A romancista americana Paula Fox, ganhadora do mais importante prêmio de literatura infantil e conhecida por explorar temas delicados como perda e abandono de maneira aberta, morreu em Nova York, aos 93 anos, informou sua filha no domingo.

Em 1974, a escritora ganhou a medalha Newbery, a maior recompensa no gênero de literatura infantil, por seu livro The Slave Dancer, que conta a história de um garoto sequestrado por traficantes de escravos.

Ao todo, Fox escreveu mais de 20 livros para jovens e seis destinados a adultos. Ela passou sua vida entre Estados Unidos e Cuba, terra de sua mãe.

Ela deixa o marido, dois filhos e vários netos, incluindo Courtney Love, de 52 anos.

Álvaro Lima da Silva

10 de março de 2017 0

Foto Alvaro Lima da Silva

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Morreu o produtor rural e líder cooperativista Álvaro Lima da Silva, aos 80 anos, em 20 de fevereiro, no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre. O engenheiro enfrentava um câncer havia pelo menos um ano.

Natural de Santa Vitória do Palmar, Álvaro mudou- se para a capital gaúcha e formouse em Agronomia na UFRGS, em 1961. Ao longo da trajetória, foi presidente da Federação das Coperativas de Lã do Brasil ( Fecolã), função que exerceu até os últimos dias.

Presidiu ainda a Cooperativa de Lã de Santa Vitória do Palmar ( Covilã) e atuou na Fecotrigo e Fecoagro e representou o país em conferências sobre lã em locais como Rio de Janeiro, Austrália, Inglaterra, França, Argentina e Uruguai. Expointer desde 1973.

O engenheiro agrônomo deixa a esposa, Yeda, com quem foi casado por mais de 50 anos, os filhos Ricardo, Cesar, Sandra e Carla, além dos netos Tiago e Gonçalo.
Conforme a família, Álvaro foi exemplar como pai, avô, pecuarista e líder cooperativista, tendo focado seu trabalho na promoção da ovinocultura no Estado.

Velório e enterro ocorreram em Santa Vitória do Palmar. Uma missa de 7 º dia ocorre hoje, às 17h, na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, em Porto Alegre.

Carmen Feijó

10 de março de 2017 0

Carmen Feijo

 

 

 

 

 

 

 

Morreu, na tarde do dia 2, Carmen Feijó, aos 95 anos, de causas naturais, em Porto Alegre.
Ela estava internada no Hospital de Beneficência Portuguesa havia quase um mês.
Natural de Santa Cruz do Sul, Carmen era a quinta dos sete filhos de Roberto e Camila Schroeder (ambos falecidos). Carmen foi professora de educação física em escolas estaduais, tendo trabalhado na Escola Normal João Neves da Fontoura, em Cachoeira do Sul, entre os anos 1950 e 1970. Carmen morava na capital gaúcha havia mais de 30 anos.

Carmen era divorciada de Petry Funck Feijó (falecido), com quem teve quatro filhos, Flávio, Elizabeth, Fábio e Margareth. A aposentada deixa também sete netos e duas bisnetas.

Segundo familiares, ao longo da vida, Carmen fez diversas amizades, que mantinha com carinho. Nas últimas décadas, colaborou ativamente com as obras sociais de igrejas, tecendo roupinhas de tricô e crochê para crianças pobres.

Conforme amigos, era referência ética para a família, especialmente para os filhos, que se espalharam pelo país, mas, sempre que podiam, visitavam a mãe em Porto Alegre.

O enterro ocorreu no Memorial Martim Lutero, em Porto Alegre, no dia 3. A missa de 7 º dia ocorre hoje, às 18h, na Igreja São Sebastião, na Capital.

José Humberto Tischler

10 de março de 2017 0

Morreu na manhã de ontem o diretor conselheiro da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) José Humberto Tischler, aos 82 anos, vítima de infarto. Ele tratava uma infecção e estava internado desde dezembro no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.
Conforme o sobrinho Paulo Tischler, 56 anos, sempre atuou no ramo de supermercados e era também diretor da rede Tischler, que possui oito filiais e um armazém, em Cachoeira do Sul, onde residia. José Humberto deixa a esposa Nalda e os filhos Matheus e Larissa.

Ao longo das últimas décadas, José Humberto contribuiu para o desenvolvimento das atividades da Agas e do setor supermercadista do Estado, tendo ocupado diferentes postos na diretoria da associação, inclusive a vice-presidência.
Em nota, a Agas manifestou pesar com a perda e condolências à família e aos colaboradores e clientes da rede Tischler, “uma das mais antigas e respeitadas companhias supermercadistas do Brasil”.

- A trajetória de trabalho de José Humberto confunde-se com a história do setor supermercadista gaúcho. Umas das grandes lideranças do setor, o líder da rede Tischler ensinou muito a todos nós, contribuindo decisivamente para o crescimento do ramo no RS e para a consolidação das atividades da AGAS – afirmou o presidente Antônio Cesa Longo.

O velório ocorreu ontem na Capela A da Funerária Madre Teresa, em Cachoeira do Sul. O sepultamento será realizado às 10 horas de hoje, no Cemitério Irmandades, também no município.

José Cassiano Braga

10 de março de 2017 0

José Cassiano Braga

 

 

 

 

 

 

 

 

O professor e ex-vice-prefeito de Venâncio Aires José Cassiano Braga morreu em 21 de fevereiro. Vítima de câncer, ele estava hospitalizado desde o início do mês passado no Hospital Ana Nery, em Santa Cruz do Sul.

Cassiano Braga era conhecido na região pelo envolvimento politico e esportivo. Conforme os familiares, o professor era engajado em causas educacionais, deixando um legado nas salas de aula. Era também poeta, comentarista e radialista.
No município, esteve à frente das secretarias de Educação e Indústria e Comércio (hoje denominada como Secretária de Desenvolvimento Econômico e Turismo), foi vereador, dirigente da Assoeva e vice-prefeito entre os anos de 1989 a 1992 aonde chegou a assumir a cadeira de prefeito, durante as férias do Gestor Glauco Scherer.

Após a morte, o prefeito de Venâncio Aires Giovane Wickert decretou luto oficial de três dias para “homenagear a história de um homem público honrado e que deixou uma grande contribuição para a cidade”.

- Cassiano Braga é um professor. Por onde passou deixou sua marca de dividir conhecimento, de trocar experiências e de proporcionar crescimento. Venâncio Aires perdeu um grande líder – disse Wickert.

Claudio Albuquerque Pires

23 de janeiro de 2017 0

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O advogado Claudio Albuquerque Pires morreu em 21 de janeiro, aos 83 anos, no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, em decorrência de um acidente vascular cerebral (AVC). Ele estava internado havia duas semanas.

Natural de Passo Fundo, nasceu em 25 de janeiro de 1933. Aos 16 anos, mudou-se para Porto Alegre. Estudou no Colégio Anchieta e, posteriormente, formou-se em Direito na PUCRS.

Referência na área de Direito Cível, foi professor na PUCRS, na UFRGS e na Ajuris. A família conta que ele participou da formação de grandes advogados, juízes e desembargadores.

Além de manter um escritório particular, foi diretor e presidente interino da CEEE e participou da criação e desenvolvimento da diretoria jurídica e do setor de RH do Grupo RBS.

Conforme familiares, Pires dedicou grande parte da vida ao trabalho, mas, de acordo com o que ele mesmo dizia, seu maior feito foi “cuidar das suas meninas”, referindo-se à mulher, Dirce Carrion Pires, com quem era casado havia 54 anos, e às filhas Ana Paula, Luciana e Barbara. Segundo elas, ele era um homem inteligente, que ensinou muito e amou sua família em cada minuto da vida.

– Ele ensinava que você não precisava ser o melhor, mas que deveria estar entre os melhores – diz o genro Julio Giron.

A cerimônia de cremação ocorreu em 21 de janeiro, no Crematório Metropolitano, em Porto Alegre.

Flavio Maestri

22 de janeiro de 2017 0

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O engenheiro e economista Flavio Maestri morreu em 20 de dezembro, aos 91 anos, em casa, em consequência de um ataque cardíaco. Porto-alegrense, nasceu em 4 de setembro de 1925. Na infância, morou em Flores da Cunha e Caxias do Sul, na serra gaúcha. Já adolescente, voltou para a Capital para cursar a faculdade de Engenharia, na qual se formou em 1949. Posteriormente, fez uma segunda graduação e formou-se em Economia, em 1966. Ambas na UFRGS.

Enquanto era estudante, trabalhou como aluno assistente da Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec). Como engenheiro, atuou no Departamento Autônomo de Estradas e Rodagem (Daer), no gabinete de planejamento do governador Brizola (1959 e 1960) e, cedido pelo Estado, na prefeitura de Porto Alegre nas gestões de Telmo Thompson Flores (1969-1975), Guilherme Socias Vilela (1975-1983), João Antônio Dib (1983-1986) e Alceu Collares (1986-1989).

Além disso, lecionou na Escola Técnica Estadual Parobé, na Unisinos, na PUCRS e na UFRGS, onde se aposentou. Conforme a família, Flavio era muito brincalhão. Nas horas vagas, costumava escrever textos humorísticos e sobre economia.
Casado com Neide Freitas Maestri por 65 anos, teve os filhos Lizete, Pércio (in memoriam) e Breno. Além de mulher e filhos, Flavio deixa os netos Enzo, Franco e Gianna.