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Alvaro Tasso Gomes Peres

12 de janeiro de 2017 0

Alvaro Tasso Gomes Peres

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Alvaro Tasso Gomes Peres morreu no sábado, aos 77 anos, por complicações decorrentes de um câncer no pâncreas. Ele estava internado havia 15 dias no Hospital da Restinga, em Porto Alegre, para
tratar uma pneumonia. Natural de Jaguarão, na região sul do Estado, mudou-se ainda criança para a Capital. Nascido em 1º de janeiro de 1940, era o sexto filho de Norberto Lacassagne Peres
(in memoriam) e Elvira Gomes Peres (in memoriam). Profissionalmente, prestou serviços administrativos na empresa Diários Associados e Zero Hora, e fez carreira na área de seguros.
Tasso Peres, como era conhecido pelos familiares e amigos, deixa os filhos Rossana, Alessandra e Rodrigo, do primeiro casamento, os netos Iran, Luísa, Helena e Alice, e a mulher Maria Paraguassu
Rodrigues, com quem era casado havia 21 anos.

Osvaldo Mendes Carvalho

12 de janeiro de 2017 0

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O coronel do Exército Osvaldo Mendes Carvalho morreu em 30 de dezembro, aos 87 anos, no Hospital Militar de Porto Alegre, vítima de uma parada cardíaca. Natural de Dom Pedrito, na Campanha,
mudou-se para a Capital aos 18 anos para estudar na antiga Escola Preparatória de Cadetes do Exército. Em 1955, concluiu o curso de oficiais da Academia Militar das Agulhas Negras, sendo classificado para a Arma da Intendência, unidade na qual permaneceu por toda a trajetória militar.
Carvalho prestou serviço em Santiago, Santo Ângelo, Bagé e Porto Alegre. Conforme a família, foi um oficial íntegro e respeitado. Nas horas vagas, gostava de ler jornal e assistir a filmes de faroeste.
Ele deixa a mulher, Ieda de Carvalho, com quem foi casado por 61 anos, os filhos Elizabeth, Denise e Alexandre, além de netos e bisnetos.
Carvalho foi cremado em 31 de dezembro no Cemitério Ecumênico João XXIII, em Porto Alegre.

Jorge Augusto Justo Difini

12 de janeiro de 2017 0

Jorge Augusto Justo Difini

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O porto-alegrense Jorge Augusto Justo Difini morreu em 1º de janeiro, aos 59 anos, por complicações relacionadas ao diabetes, no Hospital Ernesto Dornelles. Ele estava internado desde 30 de
dezembro. Nascido em 13 de novembro de 1957, era filho de Telmo (in memoriam) e Maria da Glória Difini (in memoriam), mas foi criado pelos avós Joaquim (in memoriam) e Ester Montano Difini (in
memoriam), e pela tia Yedda Montano Difini.
Conforme a família, era uma pessoa afetiva, prestativa e comunicativa. Era muito ligado à tia, pois foi ela quem passou a cuida-lo depois que os avós morreram. Era um sobrinho amoroso e companheiro.
Na infância, gostava de ajudar a cuidar dos colegas mais novos. Ativo, desde jovem começou a trabalhar na escola de artes e decoração de Yedda, prestando serviços administrativos.
Familiares contam que Jorge era bem quisto em seu círculo de amigos e se relacionava bem com todos. Religioso, todos os dias às 17h convidava a tia para rezar o terço com ele. Nas horas vagas, gostava de ouvir música tradicionalista e acompanhar as notícias do Brasil e do mundo pela internet e pela TV. Apreciava política e estava sempre bem informado.
Jorge, que tinha problemas de saúde desde criança, sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) em 2003. Mesmo com a saúde abalada, tinha um temperamento alegre e gentil, e estava sempre disposto a ajudar. Além da tia, Difini deixa cinco irmãos. Ele foi enterrado no dia 2 de janeiro no Cemitério da Santa Casa, em Porto Alegre.

Junto há mais de 55 anos, Darci e Elma Schmaltz morreram no mesmo dia

12 de janeiro de 2017 0

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Darci e Elma Schmaltz, ambos de 76 anos, dividiram angústias, sacrifícios e conquistas durante mais de cinco décadas e, em 4 de dezembro, partiram juntos. O casal, natural do Rio Grande do Sul – ele de Ijuí e ela de Três Passos – morreu com uma diferença de poucas horas. Eles viviam em Joinville desde 1979, para onde se mudaram com os quatro filhos e construíram boa parte da vida.
– Eles se casaram quando ele tinha 20 anos, e ela, 19. Batalharam de sol a sol, trabalharam muito e sempre unidos – recorda a filha, Lourdes Schmaltz.
Na primeira vez em que Darci encontrou a morte, conseguiu fugir: sofreu um atentado quando tentava vender o salão de festas em Três Barras para fazer a vida
em outro lugar. Com a tentativa de homicídio, Elma o convenceu a partir depressa, e o salão foi trocado pelo valor do aluguel do caminhão de mudanças, que primeiro os levou ao Paraná para, alguns anos depois, a família adotar Joinville como lar.
Darci trabalhou como varredor de rua até uma herança permitir que Elma realizasse um sonho: comprar uma máquina de fazer picolés. Com ela, o casal montou a Sorveteria Scarolo, também chamada de Sorveteria do Darci, que existiu por 25 anos.
Elma foi diagnosticada com Mal de Alzheimer e Parkinson há cerca de 12 anos, e Darci descobriu que sofria com as mesmas doenças há cinco anos. Há pouco
mais de dois anos, passaram a precisar de cadeiras de rodas. Eles viviam com Lourdes, que buscou um lar de idosos para que eles ficassem por 15 dias enquanto
a família viajava.
Na manhã de 3 de deze,bro, no entanto, Darci precisou ser internado, e os filhos voltaram correndo para Joinville. Quando a tarde chegou, Elma estava ardendo
de febre e também foi levada para o hospital. O susto dos filhos se repetiu dois dias depois: Darci morreu de madrugada, e Elma, algumas horas depois. Segundo
os médicos, ambos tiveram pneumonia.

Angelita Trápaga Caprio Salimen

12 de janeiro de 2017 0

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Filha de Odette Trápaga Cáprio e Antônio Cáprio, Angelita Trápaga Caprio Salimen morreu em 31 de dezembro, vítima de câncer. Ela estava internada há alguns dias no Hospital Santa Rita, na Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. Natural de Pelotas, nasceu em 1° de novembro de 1932. Dedicou a vida à família, aos sobrinhos e aos irmãos Vitor Hugo (in memoriam), Heloisa Dóris e, em

especial, à irmã mais nova, Maria da Graça.
Conforme a família, ela sempre pregou a união e o bem em sua trajetória. Nos anos de 1950, conheceu José Salimen, com quem foi casada durante 28 anos. Juntos, tiveram os filhos José Salimen Junior (in memoriam), Vera Maria, Luiz Henrique, Samir e o filho de criação e sobrinho, José Luiz. Angelita foi presidente do Clube de Mães da Vila Assunção, em Porto Alegre, durante os anos 1970, e
trabalhou na área de bazar das lojas Alfred na década seguinte. Ainda nos anos 1980, tornou-se avó. Nasceram os netos Paola e Antônio, filhos de Luiz Henrique e Virginia Bergamaschi Guimaraens e, posteriormente, Laura e Lucio, filhos de Samir e Márcia Erig, e Luiza e Rafael, filhos de Vera Maria e Anésio Luis Cristófoli.
Viu os primeiros netos crescerem, mas nunca superou a perda do filho mais velho, Junior, em abril de 1996. Nos anos 2000, nasceram os netos Carolina, filhade Luiz Henrique e Sandra Regina Oliveira de Lima e Pedro e Manuela, filhos de Samir e Maria Fernanda Greca Moraes Salimen. Já próximo dos 80 anos, teve a graça de conviver com os bisnetos Ravi, filho de Laura Salimen e Eduardo Pires Riter, e Sophie, filha de Carolina Salimen e Douglas Azevedo.
Foi frequentadora do centro espírita Sebastião Leão, no qual participava ativamente das reuniões e sessões. Com personalidade agregadora e cuidadosa, adorava receber os amigos e familiares em sua casa. Suas mãos habilidosas de tricoteira faziam diversas delícias da culinária árabe como quibe e o doce rei alberto.
A cerimônia de cremação ocorreu em 1º de janeiro no Crematório Metropolitano de Porto Alegre.

Joubert Schuch Pinto

11 de janeiro de 2017 0

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Natural de Camaquã, Joubert Schuch Pinto morreu em 22 de dezembro, aos 89 anos, por falência múltipla dos órgãos. Ele estava internado havia três meses no hospital Divina Providência, em Porto Alegre. Nascido em 7 de novembro de 1927, mudou-se para a Capital em 1944, aos 17 anos, e ingressou como voluntário no 6º Batalhão de Engenharia do Exército. Em 1952, foi transferido para o 3º Batalhão Rodoviário de Vacaria, onde permaneceu por 13 anos. Encerrou sua carreira no Quartel General de Porto Alegre.
Conforme a família, reformado como capitão do Exército desde a década de 1970, passou a trabalhar como gerente de recursos humanos do GBOEX nadécada seguinte. Nas horas vagas, gostava de ler e praticar esportes. Amava música e dança. Era um dos mais antigos integrantes do Grêmio Sargento Expedicionário Geraldo Santana. O alto astral era uma de suas características.
Ele deixa a mulher, Terezinha, com quem foi casado por 64 anos, os filhos Mauro, Marisa e Célia, além de netos e bisnetos.

Maximino Stefanello Librelotto

11 de janeiro de 2017 0

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Sobrevivente de um acidente aéreo aos 18 anos, Maximino Stefanello Librelotto morreu em 24 de dezembro, aos 83 anos, por complicações relacionadas a um traumatismo craniano decorrente de um tombo. Ele estava internado havia cem dias na UTI do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital São Vicente de Paulo, em Passo Fundo.
Natural de Nova Palma, região central do Estado, nasceu em 10 de dezembro de 1933. Era o quarto filho de uma família de 14 irmãos. Aos seis anos, mudou-se para o distrito de Sede Aurora, na localidade de Quinze de Novembro, noroeste do Estado.
Conforme a família, em 1952, aos 18 anos, Maximino era aluno de pilotagem civil em Cruz Alta. Em uma das aulas práticas, resolveu entregar um bilhete a sua namorada, Lucília, em Sede Aurora. A manobra não deu certo e ele acabou colidindo. O avião ficou destruído, mas o piloto sofreu apenas um corte na cabeça. Depois disso, ele abandonou a aviação, casou-se com Lucília e passou a trabalhar como agricultor e pecuarista, ofício que exerceu até o dia em que sofreu a queda em casa.
Nas horas vagas, gostava de ler e de acompanhar as notícias na TV.
– Era um exemplo de amor e de honestidade. Nos ensinou que devemos saber amar, perdoar, sermos compreensivos e humildes – conta a filha Maria Cristina.
Ele deixa a mulher, Lucília Scarsi Librelotto, com quem foi casado por 62 anos, os filhos Jorge Luis, Rejane Maria, Maria Cristina, Flavio (in memoriam), Júlio Cezar, Eduardo e Estelamaris, além de
17 netos, três bisnetos, quatro noras e três genros.

Tatiana Martimiano do Nascimento Rodrigues

11 de janeiro de 2017 0

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A advogada Tatiana Martimiano do Nascimento Rodrigues morreu em 31 de dezembro, aos 41 anos, no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, por complicações pós-parto. Ela estava internada
havia quatro dias. A filha, Manuela, morreu alguns minutos depois de nascer.
Filha de Jairo Bastos do Nascimento (in memoriam) e Nádia Cecília Martimiano, a portoalegrense nasceu em 4 de junho de 1975. Formada em Magistério no Colégio Nossa Senhora da Glória, não chegou a exercer a profissão. Segundo familiares, seu desejo em defender causas justas a levou a estudar Direito, curso no qual se formou em 1997. Trabalhava na Defensoria Pública do Rio Grande do Sul desde 2014.
Além da advocacia, tinha paixão pelo Inter e por duas escolas de samba: Imperadores, em Porto Alegre, e Beija-Flor, no Rio de Janeiro. Todos os anos participava do desfile do Carnaval carioca. Tati, como era chamada, orgulhava-se de sua etnia e era engajada no movimento negro. Fazia parte do Curso Acredite, um projeto de afirmação da raça negra voltado a bacharéis em Direito.
Nas horas vagas, a advogada gostava de passar momentos com o filho, ir a shows, viajar e encontrar os amigos. Também frequentavaa Sociedade Espírita Amor e Caridade e a Sociedade Beneficente
Floresta Aurora.
Tatiana deixa o marido, Rodrigo, com quem era casada havia 11 anos, o filho João Pedro, os irmãos Jonatan, Wagner e Winicius, a avó Idalina, os sogros Jesus e Sônia, o cunhado Eduardo, além do padrasto Marco Antonio Leal.
Ela foi enterrada em 1º de janeiro no Cemitério João XXIII, em Porto Alegre.

Otelo Ribeiro

11 de janeiro de 2017 0

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O artista plástico Otelo Ribeiro morreu no dia 27 de dezembro, aos 85 anos, por conta de um câncer no pulmão. Ele estava internado no Hospital de Caridade deSantiago havia dois dias. Há dois anos, lutava contra a doença. Filho de Epaminondas Ribeiro e Brasilícia Bitencourt Ribeiro (falecida), nasceu em 31 de janeiro de 1931, em Santiago, na região central do Estado. Aos 14 anos, começou a trabalhar nos Correios. Morou em Santa Maria e em Passo Fundo, onde estudou Belas Artes e morou até a aposentadoria. Retornou a Santiago no início da década de 1990 para cuidar da mãe, que já estava idosa.
Conforme a família, desde jovem demonstrou habilidade artística. Criou diversos projetos para Passo Fundo, entre eles o pórtico do Parque de Rodeio Roselândia. Mas foi como ilustrador que Otelo se tornou conhecido. Seus desenhos ilustraram diversos livros e revistas, inclusive alguns do poeta Luiz Coronel. As ilustrações quase sempre tinham como tema o gaúcho. Em 2014, Otelo recebeu o título
de Cidadão Passo-fundense. Em 2015, foi homenageado e convidado a deixar a marca de suas mãos na calçada da fama de Santiago.
Nas horas vagas, gostava de jogar xadrez, pescar e viajar. Otelo deixa a mulher, Dinorá Campello, três enteados, um neto, cinco irmãos, 20 sobrinhos, um tio e 18 primos.

Haroldo Russomanno Estrella

11 de janeiro de 2017 0

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Cirurgião-dentista aposentado, Haroldo Russomanno Estrella morreu em 23 de dezembro, aos 86 anos, no Hospital Beneficência Portuguesa, em Porto Alegre, em decorrência de uma pneumonia. Ele sofria da doença de Alzheimer havia quatro anos. Natural de Santa Vitória do Palmar, nasceu em 27 de novembro de 1930. Formou-se em Odontologia em 1958, em Florianópolis (SC). Funcionário da Secretaria da Educação do Rio Grande do Sul, aposentou-se em 1987, mas seguiu trabalhando como autônomo até 2008. Manteve consultório particular no bairro Glória, na Capital, e trabalhou em um posto de saúde em Canoas.
Torcedor do Inter e do Vitoriense, nas horas vagas gostava de assistir aos jogos, tomar cafezinho conversando com amigos e caminhar pelas ruas do centro de Porto Alegre e do bairro Santana. Conforme a família, era brincalhão e tinha sempre uma piada para contar. Simpático e de hábitos simples, estava sempre disposto a auxiliar quem necessitasse de ajuda.
Ele deixa a mulher, Berenice, com quem completou 54 anos de casamento no dia 21 de dezembro, os filhos Marcia e Eduardo, a neta Maria Eduarda e a nora Fernanda.