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A cultura brasileira de festas – e beijos

25 de June de 2014 169

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Tenho de admitir: estou mesmo chocada com a cultura de beijos e pegação no Brasil, especialmente em festas. É claro que não se pode generalizar: estou escrevendo a partir do que observei nas festas a que fui por aqui.

Minha primeira impressão: é muito fácil – até demais – ficar nas festas. Os homens andam pelas boates como animais à procura de uma presa fácil. Na noite, os brasileiros têm um jeito de chegar agressivo e direto. Há aqueles que te pegam pelo braço, ou colocam seus braços em torno de você, ou ainda vão direto beijar. E isso acontece em todas as festas, não importa em qual faixa etária.

Em comparação, os alemães são muito tímidos. Homens alemães em geral têm de juntar muita coragem só para falar com uma garota. Por isso é normal ficar bêbado nas festas para conseguir chegar em meninas – não que seja uma boa solução. O jeito mais normal de conhecer um cara ou uma garota na Alemanha é, por exemplo, um amigo em comum te apresentar alguém.

Leia a visão feminina sobre a noite de Porto Alegre tomada por estrangeiros

Leia a visão masculina sobre a noite de Porto Alegre tomada por estrangeiros

Em festas brasileiras com um grupo mais jovem do que eu, presenciei um comportamento totalmente novo: um guri começa a falar com uma guria, se apresenta ou só diz algo como “oi, tudo bem?” e, se ela continua falando e sorrindo, eles começam a ficar. Fiquei pasma com esse jeito de agir, e não entendo como as garotas aceitam participar disso tudo. É claro que tem gente que faz isso na Alemanha, mas lá isso é mal visto. Aqui, parece ser normal e não rebaixa ninguém, de forma alguma.

Em festas com um grupo mais velho, não vi tanto a situação de muitos parceiros na mesma noite, mas algo diferente. O cara e a menina que passam a noite juntos agem como se estivessem realmente a sério e apaixonados. Eles se conhecem por apenas alguns minutos e já estão agindo como um casal romântico e apaixonado. O amor brasileiro é ágil, mas não duradouro… O menino com quem você ficou pode desaparecer na noite seguinte. Por aqui há até verbos para isso: “ficar” ou “pegar”. E aqui é absolutamente normal se agarrar de uma forma que não se faria em público. Na Alemanha não é comum ficar na primeira vez em que um casal se conhece – e quando você o faz, é de um jeito mais contido. Ao contrário de lá, aqui você vê muitos beijos nas festas, na pista de dança, nos shoppings, simplesmente por toda a parte.

Para os solteiros no Brasil, é normal ter mais de um parceiro. Você não está namorando, está só “ficando”. Só de existir um verbo para diferenciar as situações já me surpreendeu. Entendi assim: quando você está ficando, age como se estivesse em um relacionamento, em algumas coisas. Parece sério em alguns momentos com aquela pessoa – e talvez no dia seguinte esteja fazendo o mesmo com outra. Na verdade, você está livre para fazer o que quiser com quem quiser.

Para mim, isso é uma grande mentira, e uma perda de tempo. Na Alemanha, também há situações parecidas com essa. Quando você não está em uma relação e não está apaixonada, em geral tem apenas um caso com alguém. A diferença é que ninguém age como um casal.

E quando você conhece alguém, e imagina que pode se transformar em um relacionamento, por um tempo também temos lá a situação do “ficando” – muita conversa para se conhecer melhor – mas em geral há exclusividade. Ou seja: não pode beijar mais outras pessoas. É claro que isso não é uma regra pétrea, mas em geral a gente para de sair com alguém se descobre que não é a única pessoa naquele momento.

Falei sobre isso com brasileiros. Perguntei para meninas como elas topam essa situação – não consigo imaginar como é gostar de um cara, passar tempo com ele, saber que ele também fica com outras meninas e achar isso ok. Elas concordaram comigo e, disseram que em geral não gostam dessa situação, mas que é algo com que têm de se acostumar. Mas talvez possa mudar um dia, não?

Read it in English!

Comentários (169)

  • Alexandry Mazoni diz: 25 de June de 2014

    Comentário com base num povo (alemães) que em geral são reprimidos emocionalmente. E o tom do “como as garotas se submetem a isso” é um tanto quanto machista.

  • Rubens Moreira diz: 25 de June de 2014

    1) Há um ditado dos anos 70 no Brasil que diz: “quem não está acostumado com isso, estranha”;
    2) A Alemanha é um lugar muito chato;
    3) Quem disse que os meninos comandam?? Francamente, você – ou as meninas com quem você conversou – não entendeu nada…
    4) Antes de falar do Brasil, passe na vizinha Holanda, onde pode tudo…

  • Rossano diz: 25 de June de 2014

    Faltou comentar que na Alemanha, quando se beija; vai-se ao sexo…já no BR costuma demorar muito mais. As duas situações podem chocar.

  • Karla Regina de Souza diz: 25 de June de 2014

    O que você escreveu é exatamente o que eu penso.
    Tenho 36 anos, sou brasileira e não entendo “ficar”, “pegar”.
    Tenho certeza que nasci no lugar errado ;)

  • Lilian Corso diz: 25 de June de 2014

    texto perfeito…, olhar peculiar e certeiro sobre o comportamento do brasileiro na noite, com certeza Nina ficou ‘chocada’..

  • Jonas diz: 25 de June de 2014

    Eu estava pensando nisso quando vi em outra reportagem as meninas dizendo que os estrangeiros “são uns fofos”, porque são mais gentis que os brasileiros… Em um pensamento direto: são mais gentis porque não sabem como é fácil. Isso é responsabilidade delas, que facilitam, nossa, que valorizamos mais a facilidade que a profundidade (em AMBOS os casos estou mencionando a maioria) mascarando isso como “liberdade”, sou livre pra fazer o que quiser etc. Somos, todos, mas tem consequencia.

  • Rodrigo diz: 25 de June de 2014

    O Brasil é um país em que se leva ao extremo a ideia de que “os fins justificam os meios”. Se o objetivo é sexo, pode-se agir dessa forma descrita pela autora do texto: vale trair, enganar, desprezar o sentimento alheio. Se é chegar cedo em casa, corta-se o sinal vermelho. Se é assistir a um seriado/filme, baixa-se no torrent. Se é estacionar, vale usar vaga de deficiente/gestante/idoso. Se é economizar, compra-se produto pirata, rouba-se sinal de TV a cabo, sonega-se imposto, ou coisas ainda piores. Se é fazer festa, o barulho não tem limite ou horário, mesmo que isso perturbe os vizinhos. Uma sociedade desprovida de cultura, educação, respeito ao próximo, com valores familiares cada vez menos considerados, mas que, com a recente ascensão econômica das classes mais pobres, acha que tudo pode, sem dever satisfação a ninguém. O país sem limites.

  • Eduardo diz: 25 de June de 2014

    A alemã está chocada com esta cultura?…Será que ela já visitou Berlim?

  • André diz: 25 de June de 2014

    Isso é vulgar! Se a mulher deixa é porque é vulgar (pra não dizer outra coisa) e usa a desculpa de isso ser normal. O errado sempre será errado mesmo que todo mundo esteja fazendo, então esta história de ser normal pode até explicar, mas não justifica.

  • Renata diz: 25 de June de 2014

    Tenho 28 anos e realmente estou decepcionada com a noite e com as pessoas brasileiras. Hoje em dia não existe mais consideração e respeito com o próximo. Tudo ficou banalizado. Seja o beijo, o amor… Vejo que as pessoas se tornaram vazias e que no fundo todo mundo gostaria de encontrar alguém legal, mas por esta cultura “fácil” deixou de ser algo relevante. Sempre me pergunto, onde a realidade e a modernidade vai parar?! Sem contar o sexo fácil e as doenças infecto-contagiosas, como a AIDS.

  • Edu diz: 25 de June de 2014

    Tua percepção está correta, é exatamente isso que acontece. Qdo eu tinha 18 anos era diferente, não era assim. Hoje eu tenho 35 anos e qdo saio nas festas não pego ninguém se não qser, é mto fácil. As mulheres de 15 a 40 anos tem o mesmo comportamento na noite, ficar tá valendo, faz parte do jogo (e acredite, isso é um jogo). Porto Alegre é uma cidade conhecida pelas mulheres lindas e em quantidade, tem mto mais mulher do que homem, isso é fato. Se elas não entrarem nessa “vibe” elas estão fora do contexto, pelo menos na night. Existem aquelas que não curtem e saem somente pra se divertir com as amigas, tb tá valendo, é bastante aceitável. A mulher que determina o que ela vai qrer da noite. Pra mim, como homem, é o paraíso na terra. Eu sou um cara bonito, inteligente e solteiro, pego qm eu qser, mas te confesso que isso cansa. O problema é mais profundo que o teu post, está dentro das pessoas, que cada dia mais estão mais afastadas umas das outras por medo de se envolver. Escreve ai, as pessoas não querem se envolver, elas tem medo, homens e mulheres. Isso tem uma explicação na psicologia (que não é o meu oficio) mas que nota-se com bastante facilidade só conversando com as pessoas. Parabéns pelo teu texto, entendeu bem o comportamento jovem dos portoalegrenses. Ahhh, e não fique chocada, o comportamento humano muda a medida que a cultura se altera, e essa é a beleza da vida, imagina se todos se comportassem da mesma maneira, que chato seria. Morei na Europa e sempre achei muito babaca o comportamento dos ingleses, de beber até cair. Eu ficava pensando “pq esses caras não vão pegar umas mulheres, não é mais saudável? eu pegaria”…kkkk…Abraços!

  • Ricardo diz: 25 de June de 2014

    Esta estudante alemã não deve sair muito de casa… E as festas nos EUA? México? Canadá? Inglaterra (que além de ficarem, as meninas ficam com várias meninas…).. Preconceito de quem se acha dono do mundo

  • Mariano diz: 25 de June de 2014

    Se a garota alemã resolver analisar as letras das músicas da moda (sertanejo universitário, pagode, funk, blargh!!) vai entender melhor o porquê desse comportamento típico da juventude brasileira.

  • Waleska Bruno diz: 25 de June de 2014

    Nina, concordo totalmente com você. Sou brasileira e não me sujeito a isso. Prefiro ficar só. Nós mulheres precisamos impor limites, se não nos tornamos alguém sem valor. O fato que está cheio de mulher que se presta a esse papel que muitos homens querem e gostam.Detesto quando estou em festas e chega algum rapaz querendo beijar ou chamando de meu amor! Pura falsidade! É nauseante! Mas é bom lembrar, Nina, que nem todos os rapazes são iguais, tenho amigos que querem uma namorada de verdade e não gostam desse comportamento “pegador”, nem todas as meninas são iguais também. :)

  • José Roberto diz: 25 de June de 2014

    Sabe cachorros ? Eles se cruzam na rua, se cheiram e logo transam. Qualquer semelhança com o comportamento do brasileiro nas festas não é mera coincidência. É por isso que estamos nos reproduzindo (proliferando) como animais. É que somos animais.

  • GKHelfer diz: 25 de June de 2014

    Guten Tag Nina. Concordo contigo, a mulher se desvaloriza ou menospreza com esse comportamento. O homem “se acha um predador” e “pega” tudo que puder. Só que na hora de escolher uma para namorar “sério” ele não escolherá a mais “rodada” entre os amigos.
    Lamento também esse comportamento de ambos.

  • Augusto diz: 25 de June de 2014

    Não querendo polemizar, mas quando estive na Alemanha achei ainda “pior”. E não só na Alemanha: na Suécia e Holanda as coisas eram bem mais liberais que aqui.

    Na verdade, o único problema pra mim é a questão dos critérios ainda serem diferentes entre homens e mulheres. No mais, é besteira, viva o beijo!

    Minha avó já fazia “footing”, minha gente!

  • Edu diz: 25 de June de 2014

    Pra fechar…

    Concordo com UM comentário do Rubens Moreira (pô Rubens, a Alemanha não é um lugar chato, é um lugar mto legal!!!)…”quem disse que os meninos comandam”…ele está 100% certo! Quem comanda são ELAS. Elas determinam quem vai beijá-las, quem vai abraçá-las, se vão beijá-las e abraçá-las, com quem elas vão pra cama, com quem elas vão sair, etc…Vivemos num Estado católico e matriarcal (sabe a Itália? aqui no RS é igual, com direito a milhares de descendentes, eu incluso) e as ELAS determinam tudo que ocorre aqui nesse Estado em relação a comportamento.

  • Fernanda Fontoura diz: 25 de June de 2014

    Concordo em número, gênero e grau… Definitivamente acredito que nasci no país errado… Se as mulheres brasileiras se valorizassem mais, talvez os homens não agiriam desta forma (e vice-versa), mas hoje está banalizado, todo mundo acha que tem o direito de fazer o que quer, porém acho pior os que se submetem a aceitar este tipo de situação. Mas enfim…

  • Bruna diz: 25 de June de 2014

    Não acredito que o clicrbs publicou um texto ridculo como esse! Puro machismo e sem pensar no RELATIVISMO CULTURAL que existe entre culturas diferentes! Legal mesmo é a alemanha com o seu histórico da maior crueldade feita ate hoje no mundo todo (holocausto)! Péssio texto, observaçoes MACHISTAS e embasadas no pensamento de uma pessoa de uma cultura conservadora e sem graça!

  • marcelo diz: 25 de June de 2014

    Pelo jeito a menina do texto acima esta em outra sintonia!!! estive recentemente em Berlin e fui em algumas casas noturnas e não vi nada de diferente das daqui!!! muita pegação, muita bebedeira e muita droga…ou seja, putaria total! mulheres e homens oferecidos, tem em qualquer parte do mundo. É uma visão distorcida dos fatos, pois vivemos em uma das sociedades mais preconceituosa do planeta!!!!

  • Marina diz: 25 de June de 2014

    Concordo com ela plenamente. Hoje em dia tudo é sublimavel.. Muitas pessoas esqueceram o valor da palavra respeito e amor e substituiram por números e qualidade física. Se os extrangeiros partem para o sexo rapidinho .. Me diga, no Brasil é diferente? Acho que cresci nesta transição de conceitos e hoje vejo que tem muita coisa que não faz sentido e muito está se perdendo com isso, infelizmente..

  • Elisa Wachter diz: 25 de June de 2014

    Morei na Alemanha, lá também existe pegação, e principalemente os homens são meros tímidos, as gurias que chegam nos guris! Há muita pegação de gays e lésbicas, há mais liberdade e respeito quanto isso na Alemanha. Lá as pessoas tem mais liberdade.

  • João Alfredo diz: 25 de June de 2014

    BORING, BORING, BORING!!! VOLTA PARA A ALEMANHA!

  • João Alfredo diz: 25 de June de 2014

    BORING, BORING, BORING! Volta para a Alemanha bonitinha

  • Rafael diz: 25 de June de 2014

    Se tu observar pelos comentários, são uns babacas, falando o que não sabe obre a cultura do exterior prezando pela nossa onde cada festa é um show pornô e mulheres cada vez mais se submetendo a esse comportamento ridículo de “putas”.

    e amigão, Holanda não “pode tudo” e eles são bem mais educados que qualquer pessoa que tenha esse pensamento retrógrado igual ao teu

  • Nicoly diz: 25 de June de 2014

    Falou tudo. Raros os homens que respeitam as mulheres na noite, pois elas mesmas não se dão o respeito. Saio na noite e vejo como está dificil encontrar homens que queiram conversar, te conhecer primeiro para depois tentar um beijo. Sexo então na primeira noite é algo normal. Infelizmente o mundo está virado mesmo.

  • Juliana diz: 25 de June de 2014

    “O amor brasileiro é ágil, mas não duradouro…”

    Falou tudo o que eu sempre pensei.

  • Daniel dias da silva diz: 25 de June de 2014

    Você relatou a cultura alemão com a do brasil.pois a nossa cultura de relacionamentos realmente é assim um pouco a “bangu”,pois acredito que os alemães sendo um pouco mais reservados,não sofram tantas desilusões amorosas quanto os brasileiros em geral sofrem.

  • Clarice Daudt diz: 25 de June de 2014

    Concordo com o que a menina escreveu. Para nossa juventude, não há critérios. Ficam por ficar , beijam por beijar… Ninguém se valoriza! E não adianta justificar “nosso” comportamento com o comportamento dos outros!!!!!

  • Maria Helena L. diz: 25 de June de 2014

    Hallo, Nina!
    Parabéns pela forma direta e honesta como descreves e percebes esta realidade, a partir das tuas vivências e observações lá e cá.
    Para isto também é preciso coragem! Obviamente, não é concordância e retrato geral de todo/a brasileiro/a. Abraço!

  • Patricia Lima diz: 25 de June de 2014

    Achei um comentário estremamente machista: “como as garotas se submetem a isso”, ficam porque gostam, porque curtem também o momento. Viva a nossa liberdade. Tenho pena de quem tem uma visão tão bitolada da vida.

  • joao diz: 25 de June de 2014

    ESTA ALEMA NAO VIU QUE QUEM CRIA ESTA SITUAÇÃO SAO AS PROPRIAS MULHERES BRASILEIRAS, QUE NAO SE DAO AO RESPEITO. OS HOMENS SÓ CHEGAM ATACANDO PORQUE SE PORTAM DESTA MANEIRA. DEPOIS ELAS RECLAMAM DO “TURISMO DO SEXO’ VENDIDO NO EXTERIOR. A CIDADE BAIXA ERA O VERDADEIRO ” SEXO PARA ESTRANGEIROS”. QUE VERGONHA DAS GAUCHAS.!!

  • Gabi diz: 25 de June de 2014

    Na balada isso realmente acontece, mas se for a um barzinho, ou lugar mais aconchegante pode-se conhecer pessoas interessantes, conversar, etc. Mas já ouvi falar que as baladas da Europa são muito mais avançadas, se é que vcs me entendem. Também já ouvi comentários de uma amiga que foi à Cancun nessas viagens All Inclusive, onde as Européias ficavam de top less na piscina “ficando” como todos os demais, so que de Top Less. Ela também ficou chocada com essa cultura diferente. É o mundo, cheio de diversidades!

  • Clarissa diz: 25 de June de 2014

    As meninas como os meninos só querem se divertir por poucas horas. Trocar beijos, amassos e seguir adiante. Achei extremamente machista a coluna, estilo, meninos querem curtir e meninas querem namorar. Péssimo!

  • Murilo diz: 25 de June de 2014

    O mundo ainda tem muito daquela falsa moralidade cristã, onde tudo relacionado ao sexo, à libido, aos relacionamentos (etc) é sujo, pecado, ruim…

  • antoine diz: 25 de June de 2014

    mais do que um olhar sobre a noite.. é o retrato atual das relação entre as pessoas e da sua transitoriedade

  • Fabio Nogueira diz: 25 de June de 2014

    Como sempre, tem os limitados intelectualmente que não entendem que isso é um olhar de um estrangeiro sobre o Brasil e não um veredito de vida e morte sobre a nossa cultura. O mesmo individuo que a critica por ter um olhar próprio sobre o brasileiro afirma que o alemão é frio, é mecanicista, chato, etc. Ou seja, o brasileiro pode ter opinião sobre o alemão. O alemão não pode ter opinião sobre o brasileiro.

  • Guacira Ferreira da Silva diz: 25 de June de 2014

    Parece que ela quis dizer que elas lá são quase santas e os homens uns frouxos??? Veio de lá a teoria ” a mata é virgem pq o vento é fresco”, ela já fez essa pesquisa nos seus vizinhos europeus? E ainda vai receber salário para falar deste jeito da nossa gente? Alemão sempre com essa mania de raça superior….

  • Elusa Rodrigues diz: 25 de June de 2014

    O comentário do Rodrigo é perfeito, entendo que é exatamente o retrato de um país que está perdendo os valores mais básicos de respeito ao próximo e da família.
    Pois, cada vez menos estamos procurando conhecer e estabelecer vínculos duradouros uns com os outros.

  • Arthur diz: 25 de June de 2014

    Cada lugar tem sua cultura… Na Alemanha pode ser que tenha algum costume, que para nós, brasileiros, seja impactante também!!! E tem gente que se faz de inocente, dizendo que acha vulgar essa mania de “ficar” ou “pegar”, mas duvido que não tenha dado uns beijinhos nas festinhas da escola!

  • Jaumir diz: 25 de June de 2014

    Isso é coisa de recalcada e mal amada!
    Cada um é livre pra fazer o que quiser!

  • Laís M. diz: 25 de June de 2014

    fIA VOCÊ TÁ MUUITO FORA DA CASINHA ALIÁS ELA E QUEM AINDA FORTALECE ESSE E=PENSAMENTO MACHIHSTA QUE É O QUE A MULHER TEM QUE SER ” COMPORTADA” SENÃO É MACHISTA E NÃO VAI CASAR, QUE BOBAGEM SINCERAMENTE. OU OUTRA” ELES VÃO ESCOLHER AS CERTINHAS PRA CASAR ” EM OUTRAS PALAVRAS AS CERTINHAS VÃO SER CHIFRUDAS NEH MAS É CADA PENSAMENTO IDIOTA QUE FICA SEPARANDO HOMENM DE UM JEITO MULHER TEM QUE AGIR DE OUTRO JEITO ANTES DE TUDOS SÃO PESSOAS E CADA UM FAZ A ESCOLHA QUE LHE AGRADA E JULGAR COM UM MORALISMO IDIOTA É UM BERÇO PRO PRECONCEITO POR FAVOR BRASILEIROS DEFENDAM SEU PAÍS

  • RicTed diz: 25 de June de 2014

    Cara Nina… Não entendi teu comentario meio nazista de ser perfeitinha…
    Você acha que na Alemanha é melhor?
    Ficar bêbado para chegar numa mulher? Gostaria de ser beijada com bafo de alcool e depois ser levada pelo mesmo cara bebado “sã e salva” pra casa?
    Não tá acostumada com a “chegada” dos homens, acha que melhor ser conhecida pelo Facebook ou por um perfil fake?
    Sinto muito.. acho que tu não sai de casa… Devia estudar sobre a cultura dos povos.
    Acho que eu ficaria chocado ao ver pessoas ficando bêbadas na balada pra chegar nas pessoas.
    Isso é falta de autoconfiança.
    As baladas em épocas de festas como agora e no carnaval sempre tem “pegadas” mais fortes pois ninguem quer compromisso sério.
    Te convido pra conhecer o RS num mês mais calmo e verás que aqui é um lugar que você pode conhecer pessoas nas festas e não precisa ficar bêbado ou bêbada para ser autoconfiante e te garanto que não acabará numa cama de motel.
    Boa sorte para o proximo comentário. Pesquise e saia mais!

  • JD diz: 25 de June de 2014

    Sou homem, moro na Inglaterra ha mais de 11 anos e posso dizer que os Ingleses (principalmente os que vao de ferias para Ibiza) tenho uma fama medonha! Mas tenho que confessar que depois de tanto tempo aqui vou ter que concordar com a Alema. A pegacao ai no Brasil eh uma coisa que nao se ve em nehum outro pais. Ninguem quer mais saber de comprimisso serio, pois a oferta eh muito grande. Nao to reclamando hehehe

  • Ricardo diz: 25 de June de 2014

    Lamentávelmente apenas nós, brasileiros, cremos que nosso comportamento é “normal”. Somos um país cuja cultura prega tudo que no restante do mundo é sinônimo de mau-gosto, e até inaceitável, como podemos observar no comentário da alemã. Ao pedir a qualquer pessoa ao redor do mundo que descreva o Brasil, certamente irá dizer: Carnaval, caipirinha, samba, futebol. Ou seja, tudo que realmente demonstra uma cultura podre, ou melhor dizendo, a falta dela.

  • Antônio diz: 25 de June de 2014

    Vivi na Alemanha e as mulheres me agarravam nas festas. Por ser meio moreno e ter os cabelos encaracolados elas ficavam bem curiosas. Minha primeira experiências de relações a 3 foi com 2 alemas, na Alemanha. Então, o que me leva a concluir que esta alemã é bem bem caretinha e não sabe de nada. Se solta querida, aproveita a vida.

  • Cracatoa diz: 25 de June de 2014

    Isso é Brasil, corrupção e putaria essa é a cultura brasileira. Isso tudo começou com a chegada do fank, agora é tarde, as pessoas ficarão cada vez mais burras (não querendo ofender o animal burro).

    Adios putedo e ladrões

    voltando para caverna.呤

  • Mara diz: 25 de June de 2014

    Boring! E se ela procura um príncipe, devia saber que outras pessoas, homens e mulheres, querem e podem se divertir… Melhor aproveitar do que reprimir instintos e sentimentos…

  • Roberto diz: 25 de June de 2014

    Excelente reportagem, oque a estudante Nina relata sobre a “pegação” aqui no Brasil x a cultura do respeito, educação dos jovens na Alemanha.
    Eu que vivi as baladas dos anos 80 posso dizer: já fomos jovens educados, tímidos para convidar uma menina para conversar, dançar, eram tempos onde não existia este dizer ridículo “FICAR”, os jovens passavam por toda uma etapa normal: se conheciam, paqueravam, o beijo rolava depois de muita conversa.
    Tenho filho adolescente e acompanho oque acontece no dia dia, dentro da escola, infelizmente a falta de valores, educação, carinho, respeito, predominam.
    As meninas por sua vez, não quero parecer machista é só uma questão de ponto de vista, perderam aquela vaidade toda, digo, em dificultar ao máximo uma relação e que isto na minha época era uma ingrediente que atraía o homem, hoje elas dão em cima deles e eles que digam não, são taxados pelos colegas como babacas.
    Isto tudo gera uma consequência, esta facilidade, faz com que o jovem (homem), parta para cima da jovem (mulher) sem nenhum pudor, pois sabe que vai ser mais uma presa de muitas outras que vai conseguir durante uma balada.
    Para concluir penso que a mudança deste quadro só acontecerá quando nós (pais) tomarmos a consciência de que nosso filhos tem que ter limites a palavra NÃO tem que estar inserida dentro da educação; o tudo pode, o tudo quero tem que ser banidos e principalmente os valores: RESPEITO, EDUCAÇÃO, AMOR, CARINHO tem que estarem muito presentes dentro do nosso LAR. Se hoje nossa juventude esta assim é porque nós pais estamos falhando, não podemos passar a responsabilidade que é nossa, para os professores, para a tia da creche, esquecer um pouco desta loucura desenfreada pelos bens materiais e curtir os momentos em família, filhos são eternos dependentes de um colo, de um chamego, de um afago, de atenção e o principal precisamos ter fé, nosso filhos tem que saber que Deus é nosso pai maior e não só nos momento de dificuldades devemos recorrer a ele.

  • Bruna diz: 25 de June de 2014

    Adorei o comentário do Jonas, os homens já não precisam mais ser gentis ou “uns fofos”, pois hoje em dia é facil “pegar” qualquer uma. Se formos analisar, os homens são assim porque as mulheres (ou menininhas) permitem! São elas que criaram esses monstros. E como o Jonas falou realmente, essa pegação, se mascara como “liberdade”. Eu acredito, que as pessoas tem a liberdade de agirem como quiserem, mas com certeza boa parte das meninas que estão em festa, na pegação, não fazem a mínima idéia do que estão fazendo, e também as conquencias das escolhas que fazem.

  • JOAO diz: 25 de June de 2014

    LI VARIOS COMENTARIOS DE MULHERES USANDO O TERMO “MACHISTA”, JA CANSOU ESTA ESTORIA DE MACHISMO, TUDO É MACHISMO PARA ALGUMAS MULHERES, QUE TEXTO ELAS LERAM?? AS MULHERES QUE SE DEEM AO RESPEITO PARA SER RESPEITADAS.

  • vera diz: 25 de June de 2014

    Realmente ,existe certo exagêro em alguns casos,mas não dá para comparar Brasil e Alemanha.Olhem nosso passado sem guerra ,sem os efeitos nocivos que elas trazem
    ás pessoas e ao inconsciente coletivo dos povos As relações livres entre pessoas que não prejudiquem aos outros são aceitáveis no geral.Dignas de críticas são às contrá-
    rias ao respeitoà liberdade dos outros.

  • Cláudia diz: 25 de June de 2014

    Olha, quanto moralismo! Vivemos sim numa sociedade machista, onde a mulher será julgada se fizer algo ou deixar de fazer. Sou da opinião que cada um é responsável pelos próprios atos, arcando com as devias consequências, e ponto final.

  • marcelo diz: 25 de June de 2014

    foi na minha geração que começou o ” fiquismo”….aliás naquela época inicio dos anos 90 era também uma contestação a repessão, incomfomidade com ausencia de libedade nas escolhas, a intromição religiosa pesada, ao fofoquismo imperante na época, onde nada se podia e quem pensasse diferente logo era taxado de algo, com certeza vulgar seia o mínimo era algo muito pior.
    Tristes tempos….uma cerveja e vc viava um bêbado, um Beijo e a garora era um puta, um cigarro e era boleteiro..rsrss, era até cômico.
    Mas infelizmente, nossos sucessores as próximas gerações enteram mal e usam mal, isso virou uma necessidade de auto afirmação, como nós em beber bastante quem aguentava mais, viou uma fuga da elaizdade onde se usa a beleza e o carisma para sentir-se melhor ou a sensação de ter uma vida melhor..
    A balada mereçe estudo, é como se a noite viesse e as pessoas viram-se outras, que no escuro nas sombras na balada tudo pode…
    Infelizmente eles não percebem a promiscuidade e a banalização dos sentimentos, isso terá consequências, uso de bebidas forte também, (vodka)..
    O eduardo não entendeu, a alemã mostou que isso é geral e pior… nomal, na alemanha tem seus guetos de liberação até bem mais pesados, mas não é GERAL, não é CULTURAL, assim como timidez não é repreensão, ningume reprime você beijar, namorar, transar na alemanha, isso é ridículo, o texto é clao se repirme a promiscuidade o comportamento de risco.
    Outra beijo é sexo na alimanha….o quê? está fora da realidade quem agumentou isso, não é como no cimnema a banalização de hollywood, que é apenas para demonstrar que lá SAIR já é compomisso( você está assumindo uma relação) aqui a gente saí para jantar, para conhecer , etc…
    Claro que diferente dela não fico chocado, fico entristecido por terem coompreendido errado e usado o “ficar” como consumo, mas concordo com ela que é perda de tempo, de ser feliz e encontar a pessoa certa…
    Grande sacada dela, falta a galera acordar.
    ps: ainda bem que ela não discutiu ainda as FICADAS pela INTERNET e por telefones com programas de caçação….a promiscuidade e o sexo a nivel extratosféríco de traição e de consumo.

  • Jeff diz: 25 de June de 2014

    Gostei do relato das impressões, contudo não concordo que essa atitude seja uma característica do povo brasileiro. As pessoas que buscam esses locais para se divertir, predispõem-se a essa situação em total consentimento. As mulheres não se encontram em uma situação de vulnerabilidade que sejam obrigadas a submeter-se, mas sim, são predadoras tanto quanto os homens. No entanto esse comportamento não é comum em outras situações do dia a dia e quando ocorre também não é bem visto pelos demais.

  • Julio Duarte diz: 25 de June de 2014

    Engraçado um comentário de quem só conhece um lado da moeda.
    Mais engraçado a partir desta visão limitada, visto que aqui ainda existe
    sentimento, visto que na Europa e US basicamente essas coisas visam o sexo
    por si só.
    Pior é ver as moças concordando e comentando como era a vida 20 anos atrás,
    visto que faz 20 anos que permanecem “sem ter achado alguem” e julgando os homens.
    Será neste e em muitos casos o homem?
    Hoje as mulheres (meninas, muitas com menos de 18 anos)
    agridem. E muitas, não são poucas, que se submetem a relacionamento com homens casados.

  • Ana Luísa Böes diz: 25 de June de 2014

    I’m 35 years old, and I think this very strange situation. In the middle of my 20, did not happen like that. The girls were more reserved. And the boys had to try harder. I think this will still change.

  • Bárbara N. diz: 25 de June de 2014

    Os estrangeiros só estão a fim de generalizar o brasileiro, engrandecer os próprios países e falar mal do Brasil. Bem ninguém fala. Posso até concordar com os pontos colocados pela Alemã, mas tenho certeza que lá não é assim, tão romantizado. Tanto que o povo alemão é considerado o povo mais frio e calculista pelo mundo.
    Falar coisas boas do nosso país, da gentileza, da receptividade, do bom-humor, que o povo é trabalhador e etc, isso nenhum estrangeiro fala! Só querem denegrir a nossa imagem.
    E volto a dizer, concordo com os pontos colocados por ela, mas cada um sabe o que faz, e arca com as consequências do que faz! Julgar assim da maneira como ela fez, não foi legal. Cada país uma cultura!

  • cristina diz: 25 de June de 2014

    João, muito tosco seu comentario, deves ser muito infeliz.

  • Jegue diz: 25 de June de 2014

    A RBS é muito cara de pau. A própria escrita denuncia: esses textos do “olhar estrangeiro” são TODOS escritos por brasileiros mesmos. Inventam que foram “estrangeiros” para chamar a atenção, mas tá na cara que isso é mentira. Tanto que nunca mostraram nenhum desses “estrangeiros escritores” aí.

  • Camila diz: 25 de June de 2014

    A real MESMO é que todo mundo tem que se dar ao respeito – homens e mulheres, oras! Homem galinha também dá nojo, e uma mulher com um cerébro mínimo não se relaciona seriamente com um cara assim. Da mesma forma com que agem os homens… a desrespeito próprio e alheio é em ambos os sexos. Pouco viajei para o exterior, mas independentemente do que acontece lá ou acolá, aqui a coisa tá feia. Pouco deveria a nós importar como é na Alemanha, Holanda etc, e sim como os padrões morais e comportamentais andam aqui no Brasil.

  • Leonardo diz: 25 de June de 2014

    Essa cultura de pegação é nojenta.

  • eduardo diz: 25 de June de 2014

    É A ERA PÓS LULA, ONDE AS MUSICAS DE FUNK, PAGODE E SERTANEJO INCENTIVAM ESSA PROMISCUIDADE E BANALIZAÇÃO DA P….. INCENTIVAM ESTA PRÁTICA DE PEGAR, FICAR, BEIJAR SEM PARAR. A BAGACERADA TÁ SOLTA.
    REFLITAM PORQUE O GOVERNO VACINA MENINAS DE 12 ANOS CONTRA O HPV?
    PARABÉNS PARA ESTA ALEMÃ. CORAJOSA E OBJETIVA NO ASSUNTO FAZENDO COM ATÉ MESMO BRASILEIRAS FIQUEM CONTRÁRIAS A ESTE COMPORTAMENTO VULGAR DAS PORTO ALEGRENSES. NA FRENTE DO PAPAI E MAMA~E ELAS SÃO COMPORTADAS…
    AH OS ALEMÃES, NÃO SÃO REPRIMIDOS , SÃO SIM CONSCIENTES E TEM VISÃO DE MUNDO E NÃO VENDEM O CORPO PARA QUALQUER UM.

  • Paulo diz: 25 de June de 2014

    Apesar do texto parecer correto, as gaúchas são muito mais recatadas do que meninas de vários estados do Brasil. Mesmo assim, esse pudor todo no texto é de um machismo absurdo.

  • Nein diz: 25 de June de 2014

    Gostaria de saber se seus conterrâneos irão concorda contigo já que provavelmente a Alemanha ira jogar em Porto Alegre nas oitavas de final

  • Camila diz: 25 de June de 2014

    A real MESMO é que todo mundo tem que se dar ao respeito – homens e mulheres, oras! Homem galinha também dá nojo, e uma mulher com um cérebro mínimo não se relaciona seriamente com um cara assim. Da mesma forma como agem os homens… o desrespeito próprio e alheio é em ambos os sexos. Pouco viajei para o exterior, mas independentemente do que acontece lá ou acolá, aqui a coisa tá feia. Pouco deveria a nós importar como é na Alemanha, Holanda etc, e sim como os padrões morais e comportamentais andam aqui no Brasil.

  • Rickie diz: 25 de June de 2014

    Love Parede em Berlim é uma putaria maior que Carnaval! Verão na Espanha ou Itália também é pegação… De que planeta ela vem?

  • Tássia M. diz: 25 de June de 2014

    Concordo plenamente com você Nina.
    Esse tipo de comportamento tornou-se típico nas festas brasileiras e infelizmente a sociedade está aceitando normalmente!
    É uma inversão de valores e princípios que tentam por livre e espontânea pressão, tornar comportamentos como esses “normais” perante todos.
    Também acredito ter nascido na época errada!

  • Marilia diz: 25 de June de 2014

    Concordo com o Edu…em todos os pontos.
    É exatamente isso que acontece…e cansa…cansa demais sair na noite e achar que vai ser diferente…está cada vez pior.

  • André Souza diz: 25 de June de 2014

    Na verdade, o comportamento sexual promíscuo tem sido básico para as espécies neste planeta, desde, provavelmente, o início da vida na Terra. Se não houver biodiversidade em nível de espécie, esta estará condenada a desaparecer, mais cedo ou mais tarde. O comportamento monogâmico é basicamente de natureza social, não tem base na genética, para a imensa maioria das espécies. Ao longo de sua história, porém, a espécie humana introduziu o comportamento monogâmico para limitar, acima de tudo, a divisão de posses materiais familiares. E, como a carne sempre foi fraca, vinculou esse comportamento a pretensos e incomprováveis ordenamentos de natureza divina, o qual tem seu apogeu na tradição judaica, transferida por assimilação para a cultura cristã. Com a liberalização dos costumes no ocidente, em especial, a partir dos anos 60, passou a existir, em meios sociais menos fechados, a tendência à aceitação do retorno a comportamentos promíscuos (em especial, no hemisfério norte, na década de 70). Imediatamente após, porém, esse comportamente acabou sendo refreado pelo afloramento de doenças graves que encontraram nesse comportamento liberal a possibilidade de rápido espalhamento (AIDS e hepatites, em especial). Com o desenvolvimento de meios de relativo controle dessas pestilências, porém, esse comportamento voltou a se disseminar, mas agora temperado pelo grau com que a sociedade é permissiva à ocorrência dessas doenças transmissíveis. Este é o momento em que nos encontramos hoje: ainda balizados pela formação de natureza judaico-cristã ocidental, por um lado, e pelo assombramento com a possibilidade da perda da vida pelas opções de comportamento sexual, de outro. E, diante disso tudo, aparece ainda uma questão ainda fundamental: o que um comportamento liberal pode trazer como consequências para quem busca estabilidade emocional numa relação com um par a longo prazo? Será que o tempo dedicado às festas ficantes não é o mesmo que poderia estar sendo investido em procurar alguém com quem estabelecer uma relação mais profunda e duradoura? E haveria vantagem em termos pessoais ao se optar por esta última? Como saber sem ter bola de cristal? E, na dúvida, uns “ficam”, outros se questionam, outros se decepcionam, outros se insurgem contra esse modus vivendi… e por aí vai… Certo mesmo é que a vida está passando bem diante de cada um de nós… e logo já será tarde demais para fazer qualquer opção!

  • DMD diz: 25 de June de 2014

    Prezada jornalista, devo enfatizar que para toda regra existe uma exceção. A minha como a sua também aconteceu nesse final de semana. Conheci a minha alma gêmea. Talvez eu deveria também escrever um texto para a zero hora.

  • Lilica diz: 25 de June de 2014

    Também achei um pouco de exagero, como se no resto do mundo não fizessem o mesmo, só que também dependo do local que se vai, o público é que define que tipo de comportamento é aceitável ali. E tem mais é que aproveitar mesmo enquanto é jovem e solteiro e não depois de casado querer experimentar o que não fez quando podia. Mania de ficar falando mal do país tchê, nenhum lugar é perfeito!

  • Everton diz: 25 de June de 2014

    Nina, moro em Munique e aqui nao é muito diferente de Porto Alegre…..mas aqui em munique os homens andam de maozinhas dadas e se beijam na boca em pleno centro da cidade e isso às 14:00, na frente de criancas!!!! Nao tenho nada contra o homossexualismo, mas tb fiquei chocado com a “abertura” por aqui e com a quantidade de “homos” alemaes. Até parece que tem mais gay que hétero no teu país. Mas o teu comentário é típico de um alemao. Gosta de pregar Moral na “casa” dos outros enquanto na própria casa nao é nada diferente. Espero que na tua estada no Brasil tu tenhas aprendido como se trata um estrangeiro. Die Ausländer sind gar keine Affen! Os estrangeiros nao sao macacos, como já fui chamado algumas vezes e olha que nao sou negro….para tu ver o preconceito dos teus conterraneos.

  • Felipe diz: 25 de June de 2014

    Só confirmou o que o mundo pensa, sobre a PUTARIA que virou a sociedade brasileira.
    é trepação total dentro de boates, que mais parecem puteiros de sodoma e gomorra.

  • Jota Pacheco diz: 25 de June de 2014

    Procedente o comentário da alemãnzinha! Tenho 57 anos, dois filhos, sendo um de 37 e o outro de 25 anos, ambos solteiros, além de um neto de 12 anos. Converso mto com ambos e há unanimidade com relação ao comportamento de algumas mulheres, principalmente no tocante ao primeiro contato, e consequentemente o sexo.. As facilidades colocadas a disposição dos homens, faz com que o vulgar se torne lugar comum. Infelizmente a falta da efetiva participação dos pais na educação, impondo limites e orientando com relação as armadilhas do dia-a-dia, e a auto-desvalorização, são parte integrante desta decadência, além é claro, das más companhias e o deslumbramento por conta de um modismo exarcebado e efêmero. Não esqueçamos que vivemos num país sem limites, onde tudo pode e ninguém é responsabilizado. De qualquer forma, nada como o ramantismo de um belo sarro, com muitos beijos e fundamentalmente o respeito à pessoa com quem você esta. A alemãnzinha tem razão em muito do que viu e ficou espantada, sim!

  • JAQUELINE diz: 25 de June de 2014

    Concordo com a Bruna que não acredita que o CLIPRBS publicou um comentário tão machista, esta NINA deve ter ficado morrendo de inveja de ver pessoas adultas, desimpedidas e vacinadas cuidando da própria vida. Muito feio sair falando mal das casa dos outros, fique a vontade para não voltar.

  • Rolf Büneker diz: 25 de June de 2014

    O MAIS INTERESSANTE É VER OS COMENTÁRIOS DOS “PATRIOTAS” DE PLANTÃO.
    DAQUELES TIPO “IRMÃO MAIS VELHO”.
    SÓ ELE QUEM PODE “BATER” NO IRMÃO MAIS NOVO, NO CASO O BRASIL.
    AOS OUTROS NÃO É PERMITIDO QUE O FAÇAM.
    HIPOCRISIA É POUCA QUANDO SE FALA NUMA BOA PARTE DO POVO BRASILEIRO.

  • Reisson diz: 25 de June de 2014

    Já começou errado. Não é o amor que é ágil e pouco duradouro, é outro sentimento. Ela, como muitos brasileiros, ainda não aprendeu o que é amor, confunde não só o que sente, como também o lugar em que busca tal sentimento.

  • Leonardo diz: 25 de June de 2014

    Podem pensar o que quiserem, mas considero nossa cultura muito machista, pelo que foi descrito pela alemã.
    Se ela, como mulher, não entende como as meninas daqui topam a forma como os homens agem – e as próprias daqui, de acordo com o texto, não gostam – está claro que as mulheres se sujeitam, sem gostar, ao que os homens preferem.

    Acho triste a desvalorização da mulher brasileira, a desvalorização do cérebro, do respeito mútuo e a redução da auto-estima das mulheres daqui, que provavelmente acham que precisam se sujeitar ao que os homens querem para conseguir alguém.

  • Aldrei Juliana diz: 25 de June de 2014

    Conheci meu marido numa festa, nos olhamos e aí começou a sedução, jogos de olhares que diziam sim. Ficamos. Ficamos que nem dois loucos na balada, uma delícia, indecente até para os nossos padrões. E ficamos mais vezes até que casamos e agora temos uma filha de quase dois anos.
    Realmente esse é um padrão muito indecente.
    Alteridade, alguém aqui já ouviu falar nisso?

  • Pedro diz: 25 de June de 2014

    Acho que ela não conhece a Alemanha, nas festas as mulheres tiram a roupa e sobem em cima da mesa, tudo normal. Fora as festas mais underground, onde rola de tudo.

  • Liz diz: 25 de June de 2014

    Nao aceito esta de “pegar ou “ficar”. A mulher que facilita uma situacao dessas nao pensa nas consequencias. Se a mulher continuar sendo facil e deixando tudo ou tomando a iniciativa logo acabara pegando gravidez e se nao pior, uma doenca venerea. Boa sorte pra ela.

  • Julio diz: 25 de June de 2014

    Eu penso que nasci no lugar errado. Acho um absurdo a banalidade com que são tratadas as relações atualmente. Ficar com vários em uma mesma festa? Qual a diferença disto para uma orgia? Parecemos animais. Aliás, desculpas aos animais, eles são bem menos promíscuos.

  • Marcelo diz: 25 de June de 2014

    As feministas sofrem de sérios problemas. Um deles, sem nenhuma dúvida, é essa vitimização exacerbada que reflete um sentimento de inferioridade. Além disso, fica claro que elas se utilizam do discurso de vítimas – o que não são – para acusar qualquer pensamento contrário de machismo, e tudo mais que elas decoraram da cartilha. Dizem que ninguém tem o direito de julgar, mas julgam os outros por possuírem opiniões distintas. Enfim, é cada vez mais explicito que o que desejam não é dar mais liberdade para as mulheres, é, sim, calar qualquer opinião contrária, assim como qualquer grupo fascista o faz. Servem apenas como objetos sexuais, seja de gringos ou do próprio povo. Mas claro, isso é papo de machista, opressor…rsrsrsrs

    São vítimas da própria ignorância. Ainda bem!!! Pois eu adoro sexo fácil e sem compromisso. Obrigado feministas. Continuem com suas incoerências, que nós, homens de verdade, continuaremos nos fartando de parceiras que desejam mostrar para sociedade machista que não seguem as suas regras opressoras.

  • Leonardo diz: 25 de June de 2014

    Acho que a escritora saiu de um Dorf (vila) ou de um Loch (buraco literalmente) ou melhor um Hintertupfing (lugar bem caipira) e nem sequer conhece Berlin, que foi capaz de uma chocar com algumas coisas que vejo lá.

  • Nilton diz: 25 de June de 2014

    já estive 4 vzs na Alemanha e os Alemães são fechados, só q droga corre solta por lá, com conivência dos policiais, eu vi !
    Aqui no Brasil são mais soltos/fáceis, nem todos, tive um relacionamento a algum tempo com uma mulher de POA, quando a conheci melhor …………..meu Deus, tinha 2 filhos um com cada pai, e já tinha passado por mais de 20 relacionamentos, cai fora logo…..

  • So diz: 25 de June de 2014

    Concordo em Gênero, número e caso!Tudo está banalizado e se tu não faz como todos (as) é porque tu é careta. Eu prefiro ser taxada de careta a me submeter a essas banalidades!Os homens reclamam da facilidade, mas preferm-na!

  • Ruiva diz: 25 de June de 2014

    Ela foi em que buraco de lugar??? hahaha Nos lugares que eu frequento não é assim…
    claro que existe, e muito, por aí, mas tudo é questão de “classe social” do local em que se está, na minha opinião.

  • Neuza diz: 25 de June de 2014

    Barbara N, onde o povo brasileiro é trabalhador?o País mais preguiçoso e barriga pra cima não existe!Alemão é não é frio ne calculista, tu fala isso pq não conhece nenhum, senão teria outro conceito!

  • Vinicius diz: 25 de June de 2014

    Um amigo colocou uma frase no Facebook que eu acredito que caberia bem para o momento: “Antigamente usava-se os objetos e amava-se as pessoas, hoje amam-se os objetos e usam-se as pessoas.”

    E não é que se tem razão! Concordo com a Nina, está tudo muito fácil, muito superficial hoje em dia. Também concordo que existam exceções, mas a maioria trata do assunto exatamente desta forma onde tudo pode. Acabamos banalizando nossos sentimentos.

    Eu prefiro qualidade a quantidade e gostaria de conhecer uma guria legal que valesse a pena o esforço. Pena que está cada vez mais difícil encontrar alguém assim.

  • Andrea farias diz: 25 de June de 2014

    O que deu na redação da zh?
    Série de reportagens machistas, preconceituosas,… Todas as reportagens sobre relacionamentos na copa com o mesmo tom.
    Até minha avó é mais moderna que as últimas reportagens sobre relacionamento de vocês. Estão exagerando!
    Por favor, não vamos retroceder 100 anos né???

  • Ezio diz: 25 de June de 2014

    Um pouco mais de respeito com a Nina. A guria só está expondo o seu ponto de vista e isso é válido. Não é pq não concordam com a Nina que se pode-se se julgá-la como “alemão metido a superior”. Não repara nas grosserias Nina. Não posso opinar pq infelizmente não conheço teu país natal(tenho mta vontade de conhecer) mas já conheci alemães e eles me contam que na Alemanha não há mto a cultura do “xaveco” e que as pessoas são mais determinadas e diretas em quem elas querem ou não. Talvez por isso tenhas estranhado um pouco o que rola nas baladas brasileiras. Bjo

  • Edison diz: 25 de June de 2014

    Parabéns !
    Gostei do potencial provocativo e fértil do texto.
    Acho que vale uma matéria mais ampla,e não só sobre PEGAÇÃO!
    Após era de repressão política no Brasil,a turma que sucedeu a ditadura,ao que parece,divagou (extrapolou) exageradamente com sentimentos de transgressão,a tal ponto,que levou a perda de parâmetros “BÁSICOS” de família,educação,hierarquia,politica,segurança,drogas,educação,consequentemente no relacionamento humano. Julgamentos a parte,oque “choca” cada um parece ser a visão cultural própria,ou que sabe seu calcanhar de aquiles,assim machismo,cordialidade,religiosidade,diversão ou vulgaridade, em todos os graus, brota da própria casa e se amplifica no meio onde se circula,dependendo dos limites impostos,internos e externos.O estágio atual é definitivamente ruim.
    O resto pode ter a profundidade de uma poça dágua.

  • LDC diz: 25 de June de 2014

    A velha hipocrisia européia, vivi 15 anos fora, inclusive na Alemanha…menos minha amiga, bem menos…No Brasil é sim bem comum ficar, pegar, dar uns beijos e acabou. Na Alemanha é sexo direto, sem esta naturalidade. Aliás esta repressão que existe nos países mais ao norte da Europa acaba logo com alguns canecos de cerveja, aí a baixaria é total, inimaginável em qualquer discoteca brasileira. Então nem vem com este papinho de sonsa…na Inglaterra então, pergunta as figuras que a gringalhada faz quando passam o verão no sul europeu. Vergonha alheia! Agora fica “horrorizada” com uns beijinhos…

  • Jessica diz: 25 de June de 2014

    Isso vai muito da perspectiva da garota alemã, não dá pra generalizar e dizer que isso é uma cultura do povo brasileiro porque nem todos agem dessa forma numa festa. E também dizer que as meninas deveriam pensar mais antes de se submeter a esse tipo de comportamento é desnecessário, se faz o que quiser, não há nada que diga que é errado. As mulheres podem agir da mesma forma que homens e é errado julgá-las.
    A reportagem serve mais pra mostrar a visão dela em Porto Alegre OK, isso não é via de regra e sim um comentário de quem não nasceu aqui.

    O que realmente me deixa indignada é o fato dos homens falarem que é tudo culpa das mulheres, que se fazem fáceis demais, pelo amor de Deus, mulher não é objeto, e se se fazem de fáceis é apenas porque querem o que vocês tem a oferecer, ou seja, o objeto é você e falar que por causa disso nós mulheres estamos agindo como vagabundas só ressalta que vocês realmente são seres inferiores pois não aceitam que podemos agir da mesma forma que vocês.

  • Luiz Fernando Garrido diz: 25 de June de 2014

    Ela deveria estar chocada é com as atrocidades que o povo alemão fez durante a 2ª Guerra Mundial. Um saco esses estrangeiros virem ao Brasil e nos encher de defeitos…

  • Laís Benetti diz: 25 de June de 2014

    A cultura brasileira de festas – Nina, o título da tua redação já explica tuas dúvidas.
    Cada país, tem sua cultura, assim como no Brasil, EUA, Alemanha, e entre outros é tudo diferente. Por mais que na Alemanha, os rapazes são menos encorajados para chegar nas meninas, no fim das contas a maioria deles não querem compromisso. Aqui somos criados por nossos pais de uma forma, nos relacionamos de uma forma completamente diferente das pessoas que moram na Alemanha. Se eu for pra Alemanha fazer um intercâmbio, com certeza vou me horrorizar com alguma coisa! Posso citar o comportamento dos brasileiros a respeito da simpatia do nosso povo, da demonstração de amor, carinho e afeto que se vê. E que lá na Índia não se ve, jamais conseguiria ficar um mês num lugar assim, completamente limitado.

  • Janaina Pires diz: 25 de June de 2014

    Discordo com boa parte do texto. Primeiro porque não consigo definir quem são brasileiros, já que o Brasil foi descoberto por Portugal, e desde então vários tipos de nações e etnias tem colonizado o Brasil inteiro (antes dele haviam apenas índios, dos quais pouco se ouve falar por aqui). Moro no Brasil, no Rio Grande do Sul, em uma região que tem cerca de 10 cidades que foram praticamente totalmente colonizadas por alemães. E garanto, nenhum alemão acha essa “CULTURA” brasileira diferente. A maioria faz igual, e as mulheres não são OBRIGADAS ou ACOSTUMADAS a “ficar” com os homens. A maioria delas pede pra “ficar” da mesma forma que eles.. Então acho mais certo primeiro definir o que pra ti é “brasileiro” antes de dizer que isso é uma cultura “brasileira”.

  • O comediante diz: 25 de June de 2014

    “Eterno em amor tem o mesmo sentido que permanente no cabelo.” Millor Fernandes

  • Guilherme W R diz: 25 de June de 2014

    Concordo veementemente com a Nina. E pelo que li nos comentários de quem não discorda, creio que está faltando embasamento teórico ou prático… chamar a menina de machista, antiquada ou até mesmo nazista? Que tipo de apelação é essa?
    Infelizmente ela tá a par da realidade das “noitadas”, não apenas no RS, mas no Brasil… é assim que funciona mesmo, sem exageros. Para o brasileiro é comum, afinal é a nossa cultura… para ela foi um choque, pois difere do senso comum dela… reforçando o que o Ezio falou, as pessoas na Alemanha são sim mais determinadas… não costumam ficar por ficar. Se tu vai te relacionar com uma pessoa, é por que tu realmente gosta dela, e não apenas para dizer “bah, peguei 3 guria essa noite”.
    É cultural, não tem por que reclamar do ponto de vista dela… ah… e ficar xingando a guria aqui não vai adiantar de nada também! Vamo cresce piazada!

  • MARCIA GONÇALVES diz: 25 de June de 2014

    Acho que esta menina veiod e alguma cidade no interior da Alemanha, pois estive no ano passado em Berlim, Frankfurt e Munique e não vi nada desse respeito todo.
    Muito pelo contrário, os alemães de Berlim são extremamente tarados, bebem e vem para cima das mulheres e mesmo que vc tente explicar que é casada e está com seu marido continuam tentando te passar a mão. Teve um cara que chegou eu disse que estava com meu esposo e ele chamou uma mulher que disse ser sua namorada e chamou para uma suruba, sem nem nos conhecer. Saimos da boate meio chocados com as investidas. Em alguns parques vimos pessoas transando a noite feito bichos…a desculpa é que são os drogados, mas enfim. Essa menina é uma maluca, ou não conhece seu pais!!!!

  • Elisa diz: 25 de June de 2014

    Lendo os comentários é fácil entender porque as noites de festas no Brasil estão desse jeito. As MULHERES na maioria só apoiam o texto como se o mesmo não estivesse referindo-se à todas elas (nós). Alguns homens até tentam defendê-las e outros por sua vez são machistas e jogam a culpa toda nas mulheres. Comentários são tipicamente brasileiros.
    Ah, vou deixar o meu. Particularmente não acho que somos todas mulheres fáceis. Tem ALGUMAS que preferem ser solteiras e elas sabem exatamente o que estão fazendo e quando resolvem deixar de ser simplesmente conseguem, pois são mulheres interessantes, diferente de pessoas reservadas (Alemães), que ao meu ver são reservadas por ter pouco conteúdo. (Tah vou amenizar para os estrangeiros…é uma questão cultural, pois sabemos que em determinados países não é comum nem um pai abraçar um filho diariamente, brasileiro é muito próximo….hehehe, mas é verdade).
    Ah e para as mulheres aqui presentes saberem que estou realmente nós defendendo. Sou mulher, brasileira, não frequento festas e namoro há mais de 5 anos. E sempre quando houver um idiota para falar mal do povo brasileiro (gaúcho) vou defender. Pessoas que apoiam e até reforçam estes tipos de comentários sobre nosso pais, estado, cidade…merecem uma passagem de ida sem volta para fora do Brasil…Ai eles vão entender a tal frase “Ruim com ele, pior sem ele”. Muito “bobinho” e moralista o texto. Podia viver sem ler isso!!!

  • Viviane Morbach diz: 25 de June de 2014

    Sabe de nada inocente! #voltapralá
    A opinião dessa guria não vale a poeira dos sapatos de um brasileiro!
    Comentário hipócrita e machista…
    Essa foi boa pro povo brasileiro ter a chance de ver que a mente suja que condenamos tanto, também existe num país considerado de primeiro mundo!
    Provinciana abobada!

  • Falcão Branco diz: 25 de June de 2014

    Também acho que são as próprias mulheres que permitem isso, se começarem a dar carão em todos os caras e não derem chance, na verdade não estão nem aí se ficam com um cara ou não, as coisas mudariam. Realmente tá tudo virado num puteiro.

  • Bruno diz: 25 de June de 2014

    Tá certa a menina alemã, é isso mesmo oque acontece. As mulheres são tratadas como objetos ou gado e aceitam e depois vão pras redes sociais reclamarem. Ela que veio de uma cultura mais respeitosa e conservadora viu o quanto é animal o comportamento das meninas brasileiras e ainda são chamadas de reprimidas.
    O choro é livre. Podem reclamar o quanto quiserem, Mas que é verdade é.

  • kátia diz: 25 de June de 2014

    infelizmente as mulheres de hj perderam seus valores, se contentam em serem apenas momentos, entre homens e mulheres hj é assim, amam e desamam como trocassem de roupas! re sumindo hj em dia ninguém sabe o que é AMOR! (existem exceções, muito poucas mas existem!)

  • Alex diz: 25 de June de 2014

    esta alemã precisa passar por berlim… lá tem muitas festas loucas e rola muita coisa pesada

  • Dante diz: 25 de June de 2014

    A Natureza é assim. Num encontro animal, por exemplo, uma fêmea é copulada, o macho em instantes sai para “pegar” outra fêmea. A fêmea, por sua vez, por sua natureza, passará por um período de gestação, sofrerá, enquanto o macho sairá para “se divertir” por aí. Onde lê-se macho, entenda-se homem. Essa é verdade nua e crua, o homem sempre será uma garanhão e a mulher uma vadia. Na cabeça do homem a quem tu resolve te entregar na primeira baladinha, ele mesmo não externa, não fala, mas te acha uma vagaba. Cabe as mulheres se valorizarem mais.

  • Mário diz: 25 de June de 2014

    mas nós somos o país da prostituição infantil, do turismo sexual, da corrupção de adultos e menores, da exposição, da libertinagem, da pornochanchada no cinema e na novela, da libertinagem, do consumo de álcool e drogas, do analfabetismo e da evasão escolar; do mais alto índice de Marias pelos pares de chuteiras, da gravidez na adolescência, de mães solteiras, etc, etc, etc… então tá tudo certo e pegação é mais que normal

  • luiza diz: 25 de June de 2014

    Nina, só um detalhe, Looking ou Sex and The City não foram feitos no Brasil. A pegação é UNIVERSAL!

    PS: REDAÇÃO DA ZERO HORA TRABALHA NA BANCADA EVANGÉLICA CERTO. 99% DAS PUBLICAÇÕES REPRIMEM SEXUALIDADE

  • patricia diz: 25 de June de 2014

    Eu tenho namorado ha 5 anos, não temos o costume de sair na balada, mas em poucas vezes que saimos, realmente ficamos chocados, é bem isso mesmo que a Nina narrou, as pessoas perderam o respeito, tenho varias amigas que continuam solteiras e a reclamação é unanime, as pessoas se tornaram vazias e fúteis, também percebi que a ostentação é grande de ambos os lados, onde quem ” tem mais” é mais interessante. Hoje em dia recorrem as redes sociais para encontrar namorado, olha o ponto que chegam. Cadê o cavalheirismo? Cadê os valores? E as mulheres , por favor se deem o valor.

  • Carlos diz: 25 de June de 2014

    Recentemente estava lendo o depoimento de uma mulher jovem que conheceu um cara legal, se apaixonou e casou, passado um tempo, começou a se desinteressar pelo sexo, sentia falta das variações, dos beijos em vários da época de solteira, começou a trair o marido na qual amava, acabaram terminando, sofrimento por todos os lados. Não sou puritano mas, vejo que o futuro desta geração será cruel, a geração descartável, tudo é descartável, até os amores, sinto pena dos filhos desta geração e dos afastamentos dos pais, talvez vcs não pensem nisto agora, mas posso garantir, isto vai acabar com você.

  • Bárbara N. diz: 25 de June de 2014

    Neusa, morei durante 10 anos na Alemanha. Conheço mais do que imagina o povo Alemão, e quando digo que são frios e calculistas, sei exatamente do que estou falando! Acontece, que se você conhece 2/3 alemães afetivos , cria essa imagem (incorreta) deles. E respondendo ao teu argumento de que o povo brasileiro não é trabalhador: Por todos os lugares por qual já passei, nunca vi um povo que trabalhasse tanto para driblar os impostos, as corrupções e (tentar) se dar bem na vida. Graças a Deus, só conheci brasileiros trabalhadores como ótimos exemplos, e minha educação sempre foi voltada para o esforço! Ou seja, tive exemplos em casa e fora de casa de como o nosso povo tem de trabalhar para ser alguém e conseguir algo! Caso esteja lhe faltando exemplos, sugiro que procure conhecer mais pessoas, talvez o problema dos “não trabalhadores” esteja no seu círculo de conhecidos. E acredito que quem deveria rever os conceitos, seria tu.
    Continuo achando machista e incorreta essa imagem que a Alemã quer passar dos brasileiros, enquanto em qualquer balada, festa, ou casa noturna que se entra na Alemanha, chega a ser 10x pior. Em qualquer parte do mundo existe esse tipo de coisa, existe orgia, existe prostituição, existe falta de respeito e etc.
    O estrangeiro tem que deixar de pegar no pé do brasileiro. Vão olhar para os próprios umbigos! E você Neusa, procure conhecer e valorizar a sua cultura, é a única que você tem, e apesar do que dizem, e sei por experiências que tenho em outros países, a nossa cultura é uma das mais bem vistas, e ricas do mundo! Tirando as exceções, que existem em todas os lugares do Planeta.

  • Brum diz: 25 de June de 2014

    Como disse alguém:
    O Brasil é ruim, mas um lugar muito legal.
    A Alemanha é legal, mas um lugar muito ruim.
    Já passei um tempo lá e a relação mais calorosa foi com um cubo de gelo.

  • Josue diz: 25 de June de 2014

    Nina

    Concordo contigo.
    Esta cultura da pegação no Brasil foi basicamente colocado pelas novelas em que ninguem é de ninguem. Não entendo como umas gurias lindas ficam com uns caras que as fazem de capacho. Bom para você que é alemã capacho é um tapete que a gente usa para limpar os pes. Admiro a cultura alemã aonde a seriedade não significa reprimido mas ter uma vida normal porque o anormal e beijar quem você mal conhece e em qualquer lugar. No Brasil a cultura da bunda é muito forte. E as gurias sabem disto. Quanto mais bunda tiver melhor para os caretas.

  • JOAO diz: 25 de June de 2014

    QUANTA BOBAGENS, JESSICA. SE NOS SOMO SERES INFERIORES E VCS QUEREM AGIR DA MESMA FORMA QUE NOS VOÇES SAO SERES INFERIORES TAMBEM, RSRSRSRSR

  • Felipe diz: 25 de June de 2014

    O grande problema é o interesse, as mulheres estão escolhendo homens por interesse($$$),imaginam que pegando um cara rico vão viver como a Bruna Marquezine ou uma sub celebridade, e isso está criando esse monte de babacas que está estourando champanhe nas festas dizendo que são ricos pra pega mulher! Na realidade falta um pouco de bom senso pros 2 lados!

  • Helen Lopes diz: 25 de June de 2014

    É extremamente desconfortável a noite por aqui…
    Ao mesmo tempo que você se diverte, você treina o “não” o tempo inteiro…
    Ficar em balada tornou-se algo quase que obrigatório… Se você sorri na festa, você é “vazada”, se o cara chega em você e você não aceita beijá-lo, você é “fazida”, se o cara não der bola para a gostosa da festa, ele é “viado”.
    Beijar na noite é muito fácil, basta estar afim e pronto! Não existe mais “olhar”, “Paquera” ou algo do tipo.. é simplesmente sair pra “Caçar” e ser feliz… por algumas horas é claro…

  • Eder diz: 25 de June de 2014

    Bem-vinda ao país da promiscuidade

  • Marcelo diz: 25 de June de 2014

    Engraçado a nossa reação defensiva quando ouvimos alguém de fora falar de nós mesmos…

    Nos comentários percebemos os homens machistas que se justificam chamando a autora de preconceituosa, em atitude mais preconceituosa ainda; xenofóbica. Criticam os outros países, sem provavelmente num terem pisado fora do Brasil. Já as mulheres na maioria concordam com ela, apesar de serem os próprios sujeitos dos comportamentos criticados.

    Concordo com alguns comentários que realmente vivemos no Brasil uma banalização generalizada de valores. E ao invés de usarmos uma visão externa para refletir sobre a nossa realidade, reagimos de forma agressiva criticando o autor, como se o texto não falasse a mais pura verdade.

    Ainda precisamos amadurecer muito como nação para aprender a ouvir críticas e fazer um uso positivo delas…

  • Felipe diz: 25 de June de 2014

    Só pra constar pois estou vendo muito a palavra generalizar, numa discução democrática pode se generalizar, pois a idéia da democracia pravalece o mairo número, então pode ser considerado sim unanimidade, mesmo que não seja todos!

  • Cristiano diz: 25 de June de 2014

    A mlher brasileira gosta de tomar ferro e nao tem vergonha de dizer isso.

  • Andre diz: 25 de June de 2014

    Isso depende muito dos lugares que ela frequenta la e dos que ela frequentou aqui, mas de uma forma geral e assim mesmo. Se esta certo ou errado depende da cultura de cada um mas isso vai formando a imagem do comportamento povo perante as outras nacoes. No exterior o brasileiro e visto como bagunceiro, mal educado, chato e as mulheres se vestem de uma forma apelativa. Nao estou dizendo que um esta certo e o outro errado, e so uma questao de choque cultural. Quer ser feliz? Viva na Europa ate os 20 anos, no Brasil dos 20 aos 30 e de 30 em diante nos EUA

  • pietra diz: 25 de June de 2014

    Quanta besteira, porque uma matéria dessas ganha tanta enfase?
    A guria escreve um texto sob o ponto de vista dela e isso vira matéria?
    Sei que ela trabalha na RBS, mas acho que deveriam explorar outras coisas de sua vinda ao Brasil até porque ponto de vista é que nem C* e cada um tem o seu.
    E se o objetivo é mostrar o que os estrangeiros pensam a respeito dos nossos costumes, só está mostrando o quanto ela não conhece da própria cultura alemã.

  • Deborah Edelmann diz: 25 de June de 2014

    Muito bem,Bárbara N! Disse tudo! Eu que sou alemã e que estou aqui há 20 anos, por amor a um brasileiro com quem me casei, posso confirmar o que vc escreveu! Esta estudante de Nuremberg fala como uma caipira de uma cidade alemã com apenas 500 mil habitantes, sendo que 18% deles são imigrantes, principalment turcos e iugoslávios. Isto faz com que as relações humanas havidas por lá sejam ressabiadas, sejam estanques. O que há de muito diferente entre alemães e brasileiros é que os alemães são – como eu – gente que respeita seu país e jamais o menospreza, principalmente perante um estrangeiro qualquer. Se a Nina fosse de Berlim, de Hamburgo, de Munique, de Colônia, de Frankfurt, de Stuttgart, de Dortmund, de Dusseldorf, de Essen, como exemplos, teria uma visão dos dias de hoje muito diferente da que tem. E, sinceramente, eu lamento que ela tenha tido a má sorte de fazer estágio na redação de Zero Hora, pois o jornalismo daqui é o mais caipira e limitado do Brasil. Ela não ampliará seus horizontes e tomara que não saia daqui mais bitolada ainda!

  • vander cesar fortuna diz: 25 de June de 2014

    Tenho 44 anos, e sempre foi assim… palavra ficar é sem o compromisso, e por isso que AMO O BRASIL kkkkk

  • Tarzan diz: 25 de June de 2014

    WELCOME TO THE JUNGLE BABE!
    UAAAAAAAAAHRRRRRRRRRRRR

    Send me your phone number!

  • Marcelo diz: 25 de June de 2014

    Sinceramente, pouco importa se a alemã do texto está com razão ou não, se na alemanha é pior do que aqui ou não, o que realmente importa é que tudo que ali está escrito é a realidade dos dias de hoje, seja no Brasil ou em outros lugares do mundo.
    As pessoas, em sua maioria, perderam-se no caminho e já não sabem mais quais são os verdadeiros valores a serem buscados na vida.
    Existem sim, muitas pessoas que buscam tais valores, mas que sentem-se perdidas em meio a nossa triste realidade atual. Muitas fecham-se para o mundo, para o amor, justamente pelo medo e espanto desta nossa realidade, onde muitos buscam a fama (nem que seja por 15 minutos), dinheiro, poder e o belo é o corpo esculpido e não mais o caráter.
    Li algumas pessoas aqui inclusive dizendo que tem mais é que aproveitar enquanto jovens, para terem certeza do que querem… E me pergunto, para querermos estar em paz e vivenciarmos o paraíso, precisamos primeiro viver no inferno? Me perdoe, mas acredito que este pensamento seja justamente de uma pessoa perdida em seus próprios valores.
    Mas como acredito que todos estamos aqui justamente para evoluirmos, portanto não vejo motivo para julgarmos este ou aquele. Sigamos nós certos de quem somos e cedo ou tarde atrairemos aqueles que buscam e nutrem nossos mesmos valores e ideais…

    Não há distinção de homem, mulher ou nacionalidade, o que existem são seres humanos, todos com seus próprios medos, defeitos e qualidades.
    Existem homens perdidos, bem como existem mulheres perdidas.
    E se quisermos realmente mudar o mundo, que mudemos primeiro nosso próprio lar.

  • Romênio diz: 25 de June de 2014

    Teor do que foi escrito: homens brasileiros são animais que caçam mulheres, e as “santas e inocentes coitadinhas” tem que “aceitar” essa condição.

    Será que a colunista é ingênua, ou mal intencionada, mesmo?

    Já disse o famoso poeta contemporâneo brasileiro: “Sabe de nada, inocente” – Washington, Cumpade (2014)

  • Lê diz: 25 de June de 2014

    Parabéns Walesca Bruno, Renata, Fernanda Fontoura, Nicoly, Camila, Tássia M, Marília e Vinícius!!! Disseram TUDO!!!

  • Gerson diz: 25 de June de 2014

    Eu até concordo com o relato da moça, pois os fatos narrados são realmente o cotidiando brasileiro. Porém, descordo profundamente de que na Alemanha seja muito diferente, exceto talvez pelo comportamento masculino por lá ser um pouco mais tímido. Estive com amigos na alemanha e nas baladas em que fomos, a maioria ficarou com alguma alemã. Não me pareceu que elas tenham esboçado qualquer tipo de indignação por terem beijado (ficado) com alguém e a abordagem, senão idêntica a realizada aqui, foi muito parecida, até porque nenhum de nós falávamos alemão fluentemente. Isso aliás se repetiu na inglaterra. Na república tcheca e em barcelona, quem ficou chocado fui eu, não exatamente pela questão do “ficar” que não ocorreu, mas pelo fato de nas baladas eletrônicas as mulheres se esfregarem insinuosamente nos homens. Acho que o comentário dessa moça poderia se aplicar a várias nações européias.

  • Edson diz: 25 de June de 2014

    Perfeito o comentario apresentado nesta reportagem.
    Com certeza os interessados vão defender seu ponto de vista e conveniencias e criticas são naturais.

    Contudo penso:

    Valores, morais, etica ;onde toda esta liberdade sem controle se encaixa ?

    Entendo que aqui ,as pessoas olham para fora(la fora) tentam colocar aqui dentro do cotidiano somente aquilo que reflete seu interesse proprio ou comum, huhuuuu ;não todo o contexto/conteudo social para aquilo que deveria ser ou refletir sobre aquilo que é correto e etico socialmente.

    Será que quando alguma destas pessoas por exemplo ,for se casa não vai querem uma pessoa “diretinha” para construir uma familia. Ou tanto faz !!! Ou nem familia teremos mais ???

    Precismos evoluir como sociedade.

  • Junior diz: 25 de June de 2014

    a Alemoa ficou com um cara que não ligou no outro dia!!!!!

    crise do dia seguinte detectada

  • sonja diz: 25 de June de 2014

    Embora haja um pouco de promiscuidade nesse tipo de comportamento, o relato da alemã é extremamente moralista e típico de quem se julga superior, bem ao modo da ideologia nazista, não é à toa que aquele país com sua rigidez deu origem a duas guerras mundiais. Não julgues para não seres julgado.

  • nina diz: 25 de June de 2014

    por isso as DSTs e HIV estão batendo recorde no Brasil, é o AMOOOORRRR…..

  • Jose diz: 25 de June de 2014

    O texto é fake, a alemoa já escreve guri e guria.. dá pra desconfiar. Totalmente tendenciosa, vai ver ninguem quis ficar com ela. Ela já foi a algum pub em Londres? É muuuuito pior.

  • Eu diz: 25 de June de 2014

    A Nina falou tudo isso por quê ela não me conhece, caso tivesse a oportunidade tava me beijando até agora.

    kkkkkk.

  • Felipe diz: 25 de June de 2014

    Se as gurias acham nossa sociedade machista, e adoram criticar , mudem se pra Austrália ou para Holanda, e vão ser feliz lá. Dessas ninguém vai sentir falta mesmo…
    E digo denovo, o problema é dos 2 lados homem e mulher.
    E o RS tem muita guria chata pra caralho!!

  • Cristina diz: 25 de June de 2014

    Saio desde os meus 18 anos nas festas de Porto Alegre, principalmente pela Cidade Baixa e a conclusão que eu tiro do seu texto Nina é de que você não sai muito de casa, pois, após eu começar a frequentar festas/bares porto alegrenses fiz muitas amizades não só pra festa, mas pra vida mesmo, acredito também que a tua visão daqui se deu pelo fato de você ter ido numa boate que não reflete a realidade da grande maioria que existe por aqui. O respeito, por mais que haja excessos de alcool sempre esteve presente por onde estive e os flertes e ficadas (pra mim um beijo é normal em festas) são apenas consequências da noite que por finalidade é se divertir e não necessariamente encontrar alguém.
    Eu não entendi essa relação muito próxima que você expôs de que ir pra festa é sinonimo pra encontrar alguém, creio eu que esse pensamento esteja ultrapassado. Varios amigos e conhecidos que eu tenho, frequentam festas com seus pares ou até mesmo os solteiros pelo simples fato de curtir uma noite entre amigos, não existe essa obrigatoriedade de “acasalamento”, por mais que na maioria das vezes, acabamos ficando com alguém.

    Apesar de você ter iniciado teu texto informando que não ia generalizar, você acabou incluindo todos os brasileiros no mesmo nivel de retardo mental que descreveu como sendo “a mania dos brasileiros”. Eu acredito que da parte dos homens, vão para uma noite para “cassar”, porém, isso não quer dizer que todas mulheres se submetem de fato e sim que suas conhecidas com quem você conversou para escrever essa matéria, são idiotas.

    Concluo que, o que você descreveu como mania de brasileiro, não basta de uma característica global, passei alguns meses em Munique e em relação às festas e o comportamento de cada um nelas, não há diferença nenhuma, apenas o fato de que lá se bebe muito mais que aqui.

    2 bjs, qualquer coisa se quiser curtir uma festa decente entra em contato

  • Tamires diz: 25 de June de 2014

    Artigo machista de uma machista que pelo jeito não conhece seu próprio povo. ;)

  • MARCELO diz: 25 de June de 2014

    NOSSA O TRECO EXPLODIU….RSRSRS
    vamos lá mais uma vez….
    bem acho que alguns acima realmente não entenderam ou leram direito o texto)
    vc não entenderam que ela não acha natural o comportamento dos bem jovens, o famoso “‘quantas pegou” que ela define como completamente novo.assim descrito ….”Em festas brasileiras com um grupo mais jovem do que eu, presenciei um comportamento totalmente novo: um guri começa a falar com uma guria, se apresenta ou só diz algo como “oi, e já se agarram…..
    eh …eh…. o que acontece
    ela esta errada..????ela é machista…putz… parabens… sensacional essa (delirante seria mais correto MAS …. achei que jovens incluia os dois..NOOSSSAAA SENHORA)
    ela é hipócrita(BEM ELA DIZ QUE LÁ TEM PEGAÇÃO) MAS HIPÓCRITA IGUAL e que na alemanha é pior… …são uns bebados.. drogados.. doidaços… frios e calculistas … o povo alemão fez atrocidades na segunda guerra (TUDO HAVER com texto….A ZH É MACHISTA…parem as máquinas….QUAQUAQUA… o que que tem haver a zh com a opinião da guria…liberdade de expressão PÔ….que gente doida meu …uma ruiva e um leonardo preconceituosamente taxam o lugar que ela foi ou saiu de buraco que ela é de vila camponesa e fala de classe social ou falta dela e de onde elá está PUTZ …..

    bem acho que alguns acima REALMENTE não entenderam ou leram direito o texto)
    n essa frase ” Na Alemanha, também há situações parecidas com essa”(OLHA O BAIRRISMO GENTE – bárbara ela não tenta passar imagem nenhuma… existe isso na alemanha mas não é tido como NORMAL.. ela está chocada com isso..que aqui é normal, é em tudo, é cultural, ela está pasma com isso ser cultural ). “Quando você não está em uma relação e não está apaixonada, em geral tem apenas um caso com alguém”(FICA ENTENDIDO o descompromisso mas há relação e já se conhecem etc…etc. eles definem como um caso…

    OUTRA a partir do ficar fingem que são namoradosc ela diz “agem como se estivesse em um relacionamento, em algumas coisas. Parece sério em alguns momentos com aquela pessoa “…uma farsinha que a gente tanto conheçe, interessante e é assim mesmo, nunca tinha me percebido do rídiculo do nosso agir..ela definiu como mentira e perda de tempo … ela… na opinião dela …na nossa ela está errada……….NOOOOSSSSAAAAA SENHORA…..

    estou começando achar que relamente existe o analfabetismo funcional……..

    é como alguém ter sido alertado por alguém de algo não natural(todo momento) do tipo cuspir no chão e ……….bem …..uma enxurrada de comentários irados… sobre …machismo..liberalismo…nacionalismo…feminismo….hipocrisia..segregação..lutas de classe…colonialismo…racismo…..homofobia..

    estranho…… o que isso tem haver…. era algo comportamental…..

    mais estranho é a galera já sair com quatro pedras na mão ..porquê? não concorda ok..diga por que não….mas o que foi argumentado contra está quase tudo horrivel..os bons argumentos é de quem concorda com ela…

    é estranho a menina em sua opinião está chocada e com razão na minha opinião, sem falso puritanismo aqui, pois minha geração começou isso, como argumentei acima – está chocada com o enraizamento de um comportamento para lá de PROMÍSCUO – VAZIO – IDIOTA (na parte do ficar em que agimos como compromissados, parecendo o que não é….. é realmente trágico- “finge que namora e ela finge que acredita”- nada.. nada pode ser mais patético) infelizmente gente.. ela está certa..

    isso não é liberalismo é insegurança ou compulsão sexual (mas ai poderia se fazer várias vezes com a mesma parceira né)seria uma compulsão quantitativo sexual …sei lá..mas de novo parece ser ela que está correta e não o nosso “ficar”….
    E ela não está chocada com o “fiquismo” , o ficar em sí ….isso já é surpresa… o verbo já a surpreende …..
    o choque dela vem da banalidade ‘oi tudo bom e….. basta….” é mundano né…isso é banal quase bestial …isso é insegurança(?)…isso é vida vazia( parece que é para não ficar para trás).
    É PARA POSTAR NO FACEBOOK …GURIAS fiquei com tres… ontem um holandes, um gato argentino e um argh brasileiro que falava inglês….pelo menos tem descendência européia…TSC..TSC…)
    BÁH VÉIO beijei várias gatas…tipo… até nem lembro quantas… mas tão tudo ali no celular…vou marcar uma ponte com cada uma delas semana que vem uma cada dia é claro….show????,,, não .não é show….sinto muito véio…
    BEBA MENOS, POST NO FACE MENOS, VARIE BEM MENOS …E SINTA MAIS…..

    ENFIM….

    ps: dei boas gargalhadas….mas essa é mundial é sobre um soldado de suas opniões que atira no próprio pé…
    o internauta ARGUMENTA que ela é CARETA (quem lê o argumento percebe que ele NÃO éh careta e o que aqui no sul pressupõem uma liberdade sexual mas é uma expressão usada principalmente para definir quem usa ou não usa certas substâncias ilícitas) e chama o povo dela de DROGADÕES….AHAHAHAHAHAHA….muito boa

  • Pedro diz: 25 de June de 2014

    Acho cômico isso. Mulheres reclamando que homens são tudo iguais, que só querem saber de pegar, que são diretos demais e que mulher não pode se sujeitar a isso. Por favor, não querendo generalizar, mas o que a maioria de vcs mulheres fazem quando um cara legal chega pra conversar com vcs? Quando o cara vai no tempo dele, se preocupando com vcs, sendo carinhoso e tudo mais? Vcs tiram o cara pra amigo. Ou então saem por ai falando pra todo mundo que conheceram o fulano, que ele é legal, mas não dá, é muito grudento, só pq o cara procura, liga, corre atrás, enfim, mostra interesse. Então não adianta nos culparem, muito do nosso comportamento é culpa de vocês mesmo.

  • Racine diz: 25 de June de 2014

    Olha… faz tempo que não moro no Brasil mas ja conheci umas alemas bem safadas… Essa menina tá me parecendo uma daquelas pessoas com o classico sintoma de recalque porque ninguem quis pegar ela! lol

  • enderson diz: 25 de June de 2014

    gostei do comentário da cristina ! cada pessoa tem o direito de fazer o que bem entende importante é que se sinta bem assim ….

  • Elienai diz: 25 de June de 2014

    Que triste, por isso que asmulheres brasileiras são sempre vistas como prostitutas pelos estrangeiros. Não sei onde vamos parar. Cada dia tenho mais vergonha de ser uma mulher no Brasil!

  • Consoni diz: 25 de June de 2014

    Não esquecendo que a matéria fala apenas de diferenças. Não quer dizer que os costumes alemães são melhores, ou vice versa. No entanto acho que muita gente está interpretando desta forma, como se a matéria estivesse falando das “barbaridades” do comportamento brasileiro em comparação com o comportamento “certo” alemão. Comparações culturais sempre vão causar “choque” em indivíduos que não vivem a cultura em questão, isso é normal. O comportamento brasileiro é naturalmente “desenvolvido/criado” de acordo com o que as pessoas pensam, sentem, sobre determinados assuntos e de forma alguma deveríamos nos sentir “errados” por sermos mais liberais que outros povos. Na verdade acho que isso mostra que nossa cultura tem menos preconceito, maior liberdade e evolução de pensamento com relação ao assunto “relacionamentos” do que os alemães. Me parece meio sem noção pegar um cultura de um povo distante e considerar a nossa errada simplesmente por que não agimos igual estes outros, como muita gente pensa. Não temos que ser igual a ninguém, e nenhuma cultura é melhor que a outra. Até por que se um tipo de comportamento faz parte da cultura de um lugar, em geral é por que é este comportamento que “funciona” e que representa o pensamento da maioria dos indivíduos de uma sociedade. Então é um assunto até meio sem sentido de ser discutido… É relatividade pura…

  • Paulo diz: 25 de June de 2014

    … “Mas talvez possa mudar um dia, não?” … Realmente talvez mude algum dia. Porem creio que mudará para melhor, e não para uma visão enrijecida cheia de “regras sociais sem nexo” como o comportamento alemão que foi citado. O que me incomoda neste tipo de matéria é que a Nina Hechtel parece que se colocou em uma posição superior com relação a nossa cultura. Como se a cultura brasileira fosse pior e intrinsecamente “errada” em relação a alemã. Esse tipo de visão parece ser comum em habitantes de países de primeiro mundo. Isso reflete certa ignorância, falta de viajem mesmo, inteligência ou bom senso da pessoa. Quando não conseguem intender outra cultura sem acha-la errada ou inferior. Esse tipo de matéria e pensamento é tão manjado, tão batido, e tão ignorante que não dá para intender como veículos de comunicação ainda dão espaço e divulgam essas coisas. A gringa deve ter achado que fez um “puta comentário”, que falou uma grande novidade, ou algo inteligente. Essa galera do “primeiro mundo”…

  • Joyce R. diz: 25 de June de 2014

    Infelizmente aqui no brasil é bem diferente, não só da Alemanha, mais de varios paises.
    Lembro da minha pré-adolescencia, era tudo tão inocente sem segundas intenções, ou pelomenos comigo era assim.
    Rolava a paquera, a gente ficava naquela vontade… Mais a coragem era pouca, dias e dias pra se falar, lembro dos recadinhos, bilhetinhos, era incrivel, (lembrando e rindo).
    Hoje tenho 23 anos e é tudo completamente diferente.. não sei onde vai parar, e as vezes tenho vergonha de certas coisas que só acontecem aqui no nosso país.

  • Leandro diz: 25 de June de 2014

    Pode ser por isso que o índice de suicídio na Alemanha é mais que o dobro do brasil (http://www.dw.de/leste-europeu-lidera-%C3%ADndice-de-suic%C3%ADdios/a-605532).
    São muito reprimidos.

    Concordo com muito aspectos do que ela relatou, mas do jeito que ela fala parece que os Brasileiros ficam com varias pessoas ao mesmo tempo.
    Ficar está subentendido que ninguém pertence a ninguém e que está se aproveitando o momento. Dificilmente se espera que uma “ficada” se tornará um namoro.

    Ficar significa dividir um bom momento a 2.

  • JCKprime diz: 25 de June de 2014

    Quem sabe a Alemã vai numa balada à procura de casamento, festa e curtir ,encontrar amigos e nisso existe sim atrações momentâneas e por que não aproveita , e ao contrário de demonstrar o lado negativo ela tinha aprender que aqui no Brasil demonstramos nossos sentimentos em qualquer momento e em qualquer lugar, ainda mais no Sul,
    abço..

  • volnei Monteiro diz: 25 de June de 2014

    pra comecar nao acho que so as COITADAS das meninas aceitam…
    se a situacao existe os dois lados tem culpa no cartorio… e talvez se os MENINOS ficam com mais de uma menina e porque tiveram seus motivos, e talvez la no inicio a situacao era que os meninos ficavam com uma meninas e a menina com varios meninos que agora reverteram situacao? ou nao?
    enfim as meninas aceitam porque tambem fazem e DE JEITO NENHUM SAO AS VITIMAS NESSE CASO.
    e a Alemanha deve ser um saco.

  • nathalia diz: 26 de June de 2014

    Post mais escrito que jah li. Antes de escrever, a jornalista devia primeiro estudar para tirar esse machismo que exala em cada palavra dela.

  • Gus diz: 26 de June de 2014

    A Cristina aí acima falou tudo e falou bem. Desculpa Nina meu seu texto é generalista e equivocado. Saia mais, passeie mais, converse com mais pessoas! “Solte a franga” de vez em quando, faz bem!

  • Natyh diz: 26 de June de 2014

    Faz é tempo, que as mulheres acham isso certo. Não concordo com essas atitudes que elas tomam de se deixar “aproveitar” a facilidade que tem, hoje em dia, de “pegar” um e outro. Mas a Alemã tem que entender que isso é escolha delas, e elas querem viver assim, elas tem autonomia e independência para agir da forma que querem, não concordo, mas é assim. Mas as que não querem viver dessa forma não estão nessas festas, pode ter certeza!

  • Milla diz: 26 de June de 2014

    Banalização do amor? Minha cara alemã, morei na europa e vi, eu digo, vi, a banalização de qualquer tipo de sentimento vindo dos europeus. Na noite bebem feito alcoólatras, escandalizam nas ruas, agarram as mulheres, e não possuem a miníma delicadeza ao conversar. Sei muito bem como funciona a noite em Berlim, e recomendo alguns filmes clássicos, como Cristiane F. Digo isso, pq, além das drogas rolarem solta no teu país, – drogas pesadas, tipo a heroína – e em boa parte da europa, eu iria além nos cuidados, pois nas relações sexuais é que se vê o quanto vocês são “evoluídos”: onde os homens tem o mal hábito de não usarem camisinhas.
    E finalizando, não me venha com lição de moral em cima de um país que possue suas culturas, e sim, eu particularmente, não vejo nenhum problema em se envolver com alguém por uma noite, desde que haja cuidado e que te faça feliz, para ambas as partes. Conheci meu namorado numa festa onde ficamos e estamos namorando até hoje…e já se passaram 6 anos.

  • Jonas Spinn diz: 26 de June de 2014

    A pobre da Nina não tem culpa de ser tão fora do ar! Vive numa cidade pequena alemã, azarada e azarenta igual a Porto Alegre. E veio parar na redação de ZH, lugar infestado de gente desprovida de inteligência , turminha de colonizados matutos e boçais! Puxa-sacos de estrangeiros, gente servil e bairrista. Os que vieram das colônias alemãs do RS devem levar a Nina a uma cidade que pensa que sabe falar o alemão culto de hoje. A Nina ñ vai entender nada! E nem será entendida! E Nina, meine süße liebe, quando na Alemanha os nomes de portugueses forem pronunciados corretamente, aqui no Brasil os nomes dos alemães serão também! Não seja metida a besta! Seja apenas uma alemã tola e caipira!

  • vitor hugo pereira diz: 26 de June de 2014

    Concordo plenamente com tudo , vivemos no Brasil um período uma certa promiscuidade , ou seja : relações frágeis , perigosas . Os jovens demonstram o afeto de uma maneira bem distante daquilo que significa afetividade . Sinal dos tempos , não ! Acredito que seja uma perda de valores em uma cultura perdida em seu próprio tempo. Acho a cultura alemã mais consistente , real , verdadeira e , culturalmente os alemães estão bem mais resolvidos , logo , afetivamente as relações são duradouras e buscam o caminho onde o amor prevaleça com afeto , carinho , compreensão , fidelidade e muito conhecimento um do outro . Se não nos conhecermos bem como poderemos já ir para a cama direto , afeto não é ” ficar ” não é ” pegar ” , é muito mais mesmo !!!

  • Joao Pedro diz: 26 de June de 2014

    Em primeiro lugar, esse texto dela e’ de uma tremenda caretice e ingenuidade.

    Em segundo lugar, alemao adora farra tambem, assim como qualquer povo do mundo, mas tem que beber pra por em pratica. Eu ja’ estive em Mallorca (Espanha) e Ibiza (Espanha) e vi muito alemao, ingles, finlandes, italiano, espanhol enchendo a cara de vodka, tomando ectasy, fazendo sexo na praia…que horror…sexo sem amor!!!

    Ou vamos la’ na Tailandia ver quanto alemao e italiano esta’ em busca das “faceis” tailandesas. Ou na Turquia e Cuba ver mulheres alemas (cougars) em busca de um rapaz turco jovem e potente.

    So’ na fazem isso na Alemanha porque tem vergonha de assumir seus desejos, suas taras.

    Povo reprimido, que gerou coisas terriveis como nazismo, agora quer dar licao de moral.

    Alemazinha, voce ta’ precisando ficar mais, beijar mais, pra ser mais feliz!

  • raquel navarro diz: 26 de June de 2014

    Nossa, a guria brasileira falar que tem se acostumar com a situacao de ficar, mesmo sem gostar disso, é fortalecer a facilidade de pegação para os meninos!
    Se nao gosta, nao aceite, nao se acostume! Muito comodo para os guris terem qtas meninas quiserem e quando quiserem. valorizem-se, meninas! se voce se acha especial, nao perca tempo com esses guris desrespeitosos e galinhas, e de certa forma, bem sujos!

    respeite-se e de tempo p encontrar um gatinho que queira voce!

  • Patricia K diz: 26 de June de 2014

    Tô abismada com a falta de respeito pela opinião da moça. Cadê a liberdade de expressão? Ela é estrangeira, vivendo em um lugar diferente e tem todo direito de ter a opinião DELA sobre os costumes brasileiros. Chamar de bitolada, tola, caipira, hipócrita, provinciana abobada!.. fora os incontáveis nazista e machista… credo, isso é de uma falta de educação abominável. Ela não precisa pensar como nós, e não é porque é alemã que deveria pressupor-se ser uma cosmopolita moderna e vanguardista. Mesmo que não concordemos , seu olhar é único e deve ser respeitado. Essa falta de tolerância com a opinião divergente e supostamente intransigente dela já demonstra a falta de limites que a modernidade impôs às últimas gerações.

    Ainda bem que várias pessoas manifestaram inconformidade com essa situação, vejo que não sou a única a sentir-se deslocada com o excesso , com a liberalidade, com o vazio e a superficialidade ..ainda há esperança! Bjos, Nina!

  • Julio Cezar Guilhon Stangherlini diz: 27 de June de 2014

    Nina, tu tem razão em falar sobre a banalidade sexual dos jovens brasileiros, não só em festas, mas nos colégios, nas redes sociais etc… tudo tem o seu tempo e as crianças de hoje em dia mal saem das fraldas e já estão soltando a franga. Mas tu já esta bem crescidinha, deveria olhar mais pra dentro de si, conhecer mais o país nasceu antes de falar do que está e ter mais orgasmos e menos dedo pra pontar, fica a dica.

  • Modesto Fortuna diz: 28 de June de 2014

    Die Deutschen selbst schauen nicht so zufrieden mit ihre Situation: http://letras.mus.br/wir-sind-helden/263740/traducao.html

  • João Carlos diz: 29 de June de 2014

    Primeiramente: já estive na Alemanha e países vizinhos e achei MUITOOOOO pior.
    Segundo: se na Alemanha é de um determinado jeito, isso não significa que lá está certo e aqui está errado. Isso se chama diferença cultural.
    Terceiro: as relações aqui são consensuais. Quem quiser participa, quem quiser não participa.
    Quarto: não foi à toa que a teoria psicanalítica surgiu em terras germânicas. A repressão sexual é muito forte por lá.

  • Rubens Moreira diz: 9 de July de 2014

    Rafael, retrógrado é você, que pensa desta maneira machista. Venha para o século XXI…

  • Caroline diz: 10 de July de 2014

    Nossa, estou pasma com este texto. Totalmente preconceituoso. Vários julgamentos desnecessários. Espero que nunca mude nossa forma de ver as relações; acho “ficar” muito saudável e com certeza “não é algo que temos que aceitar”. Sugiro que autora reveja seus comentários e julgamentos e aprenda a aceitar a cultura de outras nações.

  • Francisco diz: 16 de July de 2014

    A Nina tem toda razão, e não tem nada de machismo no que ela falou, que burrice quem disse isso!
    Machismo é o que a maioria das gurias fazem no Brasil: se desvalorizam e deixam que os homens façam elas de gato e sapato! E depois ficam reclamando dos caras, que obviamente agiram errado, mas quem deu a liberdade foram elas! E não é à toa que se proliferam vídeos íntimos na internet… porque as gurias tão sendo muito burras, isso que é! Machistas, que não se põe em igualdade, e sim se deixam dominar pelos “machões”, mentirosos, babacas, otários, verdadeiros animais!
    E como alguém comentou acima, realmente a maioria dos brasileiros são animais mesmo, sem cultura, sem coerência, sem eduação, sem caráter, que só usam a inteligência pra ganhar dinheiro e ficar inventando artimanhas pra pegar o máximo de pessoas possíveis… uma tristeza esse país, com certeza nasci no lugar errado.
    Claro, tem muitas coisas boas, mas até animais podem ser GENTIS, como a Nina bem observou sobre o nosso povo. Gentil e querido, mas um bando de animais sedentos por sexo, se proliferando como vira-latas e deixando a sociedade cada vez mais retardada.
    Óbvio que sexo é bom, mas sexocentrismo é pra quem não sabe valorizar outras coisas da vida! Crescimento pessoal, inteligência e sentimento, criar laços de amizade, conhecer o mundo como ele é e não superficialmente, cultura, música feita com qualidade (técnica, feeling, letras com algum significado, não lixo feito somente pra vender), etc…

  • Francisco diz: 16 de July de 2014

    Milla, conheceu teu namorado numa festa há 6 anos?! Coitada… deve tá com a cabeça feito uma árvore de Natal, hauhahuahuahuahu. Abre o olho guria. Tá criticando a Nina mas ela tem TODA RAZÃO no que tá falando. Eu sou brasileiro e mesmo assim me apavoro com a falta de valores do nosso povo.
    E pros idiotas que falaram no holocausto, os alemães até hoje se envergonham disso, e ninguém lá concorda com o que aconteceu, então calem a boca, palhaços. Que apelação típica de gente ignorante.

  • Paulo diz: 23 de July de 2014

    Fico impressionado com a ignorância, a imaturidade, a indelicadeza, a rispidez, a petulância, o desprezo, a vulgaridade dos comentários contrários ao texto da Nina. Alguém pode apontar uma única frase no artigo dela que justifique tal azedume?
    Como se vê, a apregoada hospitalidade gaúcha tem limites muito estreitos, os limites dos horizontes de cada um. Ao que parece, tem muita gente aí achando que estrangeiro pode falar apenas se achar tudo bonito aqui. Só. Ponto final. Se emitir qualquer outra opinião, se fizer alguma outra observação, é melhor preparar o escudo anti-míssil porque vai levar pedrada! Esse gênio colérico e irascível tão a nosso gosto, que simplesmente não tolera qualquer ponto de vista além do seu próprio, expressa um provincianismo barraqueiro e um desdém que se esperaria de um bando de moleques insolentes.
    Mas esta é, no fundo, a chave interpretativa para os comentários estridentes: a birra infantil apresentada como argumento. Passem os olhos pelos exemplares mais ácidos acima e confiram: nenhum apresenta qualquer tipo de fundamentação sólida, bem estruturada. Nenhum sequer é bem escrito. O que se ouve atrás de cada um deles não é mais do que um(a) imbecil ultrajado(a), um(a) adolescente fazendo cara de mau, batendo o pé e a porta e esperneando: “Eu tô no meu direito!”, “Ninguém tem nada a ver com isso!”, “Eu faço o que bem entendo!”, “Ninguém manda em mim!”
    O mais engraçado é quando a grosseria se esconde atrás de noções moderninhas e libertárias, supostamente sofisticadas. Assim, por exemplo, feminista de verdade pelo jeito é aquela que “conquistou” o direito de copiar os comportamentos mais ignorantes dos homens. Afinal, se eles podem, nós também podemos! Oras, isso faz tão pouco sentido quanto políticos recém-eleitos optando pela corrupção porque “todos fazem assim” (qualquer semelhança com qualquer partido que em algum momento se apresentou como puro e imaculado é mera coincidência). Faz tão pouco sentido quanto pixadores emporcalhando a cidade sob a alegação de que o muro, o viaduto ou o edifício já estavam pixados antes. Faz tão pouco sentido quanto comportar-se como uma besta no trânsito porque um outro “animal” qualquer fez o mesmo antes de você. Faz tão pouco sentido quanto alegar que “em Berlim, na Holanda, na Inglaterra, etc eles fazem igual ou pior, então nós podemos também”. Faz tão pouco sentido quanto estigmatizar uma alemã como “nazista”, uma visão sensata como “sonsa”, um olhar assombrado como “ingênuo”,“reprimido”, “reflexo de um país e seu inconsciente coletivo marcado pela guerra”(essa aí foi uma pérola da estultice). Faz tão pouco sentido quanto ressuscitar o espírito do velho bordão da ditadura, “Brasil, ame-o ou deixe-o” para constranger estrangeiros a sair do país. Tudo muito moderninho, libertário, supostamente sofisticado.
    Nina, já morei em muitos países e lá convivi com pessoas que sabiam apreciar o valor das observações que eu trazia do Brasil e das que eu tecia sobre suas próprias culturas, tanto aquilo que me impressionava nelas quanto o que me causava estranhamento. Gostaria de te pedir desculpas por alguns dos comentários que aqui foram postados. Não é assim que se trata uma visitante. Ainda mais alguém que se dispõe a compartilhar as suas observações de forma tão aberta, espontânea e eloquente. Es tut mir echt leid für einige dieser Kommentare. Wir sind nicht alle Vollidioten in diesem Staat, aber manchmal hat man schon dieser Eindruck. Ich lese deine Texte mit großem Interesse und wünsche dir alles Gute auf deinen weiteren Aufenthalt.

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