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Um certo capitão Ron Johnson

17 de agosto de 2014 2

No sábado, oito dias depois do início da maior onda de violência racial dos últimos 23 anos nos Estados Unidos, alguém na cúpula da polícia de Ferguson, Missouri, parece ter tido uma grande ideia. As autoridades tinham em mãos as imagens da câmera de segurança da loja de conveniência por onde Michael Brown, 18 anos, havia passado cerca de 10 minutos antes de morrer baleado por um policial local. A gravação mostrava dois jovens agredindo o proprietário e levando uma caixa de charutos de US$ 49 (R$ 110). O delito flagrado pela câmera não justificava o assassinato de Brown, e sequer havia prova de que os dois episódios estavam relacionados. Ainda assim, os policiais ouviram a voz da arrogância e divulgaram o vídeo. Resultado: mais saques e depredações, um homem morto e sete presos.

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Ontem, a voz da razão começou a se fazer ouvir em Ferguson. Dirigindo-se a 1,3 mil pessoas na igreja Grace, o capitão Ron Johnson, novo chefe de polícia, fez o que nem o Prêmio Nobel da Paz Barack Obama havia tido a delicadeza de fazer: pediu desculpas aos negros de Ferguson pela conduta do policial branco que atirou em Brown. Disse Johnson:

– E todos nós devemos agradecer aos Brown por Michael. Porque Michael vai tornar melhor para nossos filhos serem negros. Melhor para nossas filhas serem negras. Melhor para mim poder ser um pai negro melhor. E a nossas mães, para que elas possam ser ainda melhores do que são hoje. Vamos continuar a mostrar à nação quem nós somos.

Capitão Ron Johnson: não será esta a última vez que você ouvirá falar nele.

 

O capitão Ron Johnson, novo chefe da polícia de Ferguson (foto Scott Olson, Getty Images/AFP)

O capitão Ron Johnson, novo chefe da polícia de Ferguson (foto Scott Olson, Getty Images/AFP)

Ferguson é lá e aqui

14 de agosto de 2014 0
Topo da home page do Huffington Post hoje.

Topo da home page do Huffington Post hoje.

 

Ferguson, Missouri, entrou definitivamente no mapa da história.

> Leia mais: Morte de jovem negro abala os Estados Unidos

> Leia mais: Olhar Global: Protesto nos EUA se aproxima dos distúrbios no Brasil e na Turquia

 

 

Fagulhas sob a cinza

05 de agosto de 2014 0

O atual cessar-fogo, previsto para vigorar até esta sexta-feira, é a oitava tentativa de colocar fim à Terceira Guerra de Gaza. Observar as atitudes de Israel e do Hamas é o melhor termômetro para se medir as chances de um acordo duradouro de paz daqui para frente. A retirada das Forças de Defesa de Israel (FDI) do território palestino coloca fim a uma invasão terrestre de 19 dias. Na tentativa anterior de trégua, na sexta-feira, as forças israelenses haviam permanecido no perímetro apelidado de “terra de ninguém”, uma faixa de cerca de três quilômetros entre a fronteira israelense e o coração da faixa palestina. A luta voltou a irromper ao sul, perto de Rafah.

Família palestina volta para o bairro de origem em Gaza (foto Mahmud Ams, AFP)

Família palestina volta para o bairro de origem em Gaza (foto Mahmud Ams, AFP)

A saída, que começou a se ensaiar na terça-feira, indica que, do ponto de vista do governo israelense, a missão foi cumprida. Mas em que, exatamente, consistia essa missão? No início, o gabinete de Binyamin Netanyahu falava genericamente em restaurar a tranquilidade e a segurança, especialmente na fronteira com Gaza. Depois, pregou “desmilitarização” e desmantelamento da rede de túneis. No gabinete, ministros como Naftali Bennett (Economia) e Avigdor Liberman (Relações Exteriores) chegaram a propor a reocupação de Gaza, uma das teses mais caras à extrema direita israelense. O objetivo no qual Israel foi mais longe foi a destruição dos túneis, ainda que não se saiba exatamente quantos existem (as FDI falaram em 32 escavações destruídas, mas a inteligência americana chegou a contar cerca de 60).

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O Hamas sonhava com o fim do bloqueio israelense. Não há indício de que será possível obtê-lo. A reconstrução custará US$ 4 a 6 bilhões, que terão de ser obtidos mediante condições junto aos países ricos e às petromonarquias do Golfo. Seja qual for a fonte dos recursos, seu gerenciamento caberá ao próprio Hamas, que segue no poder.

Por baixo das cinzas de Gaza, as fagulhas da guerra ainda crepitam. Como em 2009 e 2012.

Carta aberta a Gustavo Ioschpe

03 de agosto de 2014 15

Prezado Gustavo:

Seu artigo no site da revista Veja, intitulado Reflexões de um Pai Judeu sobre Gaza, é um marco na história do debate público sobre o conflito israelense-palestino no Brasil. Não porque seu diagnóstico seja novo. Outros já disseram, como você, que Israel não pode conquistar uma vitória militar estratégica sobre os palestinos “sem que se torne um pária entre as nações”. Ou que “não haverá paz enquanto todos os territórios (ocupados por Israel depois de 1967) não forem devolvidos”. Ou ainda que, se Israel persistir no caminho atual, haverá “mais conflito, mais mortes, mais isolamento externo e rupturas internas” (deixo de lado seu prognóstico mais sombrio, o de risco de um “segundo Holocausto”, porque o considero impensável do ponto de vista da espécie humana).

Como solução, você cogita dois tipos de acordos de paz: um, imposto “pelos inimigos de Israel” (entre os quais você situa os palestinos e os demais países árabes), e outro, pelos “amigos de Israel, notadamente os Estados Unidos e a comunidade judaica internacional”. Muitos de nós já lemos ou ouvimos isso antes, e você fornece uma lista abundante de fontes que tratam do assunto.

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Dois aspectos, em minha opinião, tornam o seu texto singular. O primeiro é o fato de ter sido escrito ao mesmo tempo que uma parcela significativa dos intelectuais por assim dizer estabelecidos prefere evitar o assunto. Alguns dos que assim procedem merecem louvores pelo conjunto da obra. Mas o silêncio sobre essa questão específica não lhes cai bem.

O segundo é algo que talvez esteja implícito em seu artigo: que atitude adotar diante da atual guerra, que completará um mês na quinta-feira? Faz algum sentido prolongar a invasão de Gaza se, ao fim e ao cabo, essa decisão apenas cobrará mais vidas de civis palestinos e de soldados israelenses e terá impacto ainda mais desastroso nas decisões de curto, médio e longo prazo que precisam ser tomadas? Se o “caminho do entendimento e da justiça”, na sua apropriada expressão, deve prevalecer, nada mais necessário do que interromper já a escalada da morte na terra extinta de Gaza.

Crianças palestinas afetadas pela guerra assistem a aula com especialistas em escola no bairro de Jabalyia, na Faixa de Gaza (foto Mohammed Abed, AFP)

Crianças palestinas afetadas pela guerra assistem a aula com especialistas em escola no bairro de Jabalyia, na Faixa de Gaza (foto Mohammed Abed, AFP)

Anões

28 de julho de 2014 0

O primeiro anão que conheci chamava-se Paulo Neron Rodrigues. Toda Santa Maria o tratava simplesmente por Paulinho Bilheteiro. Guardo dele uma lembrança precisa: sorridente, trajado com apuro, vendendo bilhetes de loteria em frente à Galeria do Comércio, na primeira quadra da Rua Dr. Bozzano. A popularidade levou-o a atuar em peças de teatro (pelas mãos de Edmundo Cardoso, o Paschoal Carlos Magno santa-mariense) e aparecer em pelo menos um comercial de TV. Todos o estimavam. Quando morreu, no ano passado, aos 74 anos, o Diário de Santa Maria afirmou, citando um amigo, que Paulinho “(…) era uma pessoa especial, trabalhadora e honesta” e que “cultivava um grande círculo de amizades na cidade”.

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Na política, no ensino, na arte e em muitas outras áreas, indivíduos como Paulinho obtiveram notoriedade no mundo inteiro. O exemplo mais notável no Brasil talvez seja o de Nelson Ned, o cantor brasileiro que morreu em janeiro. O prestígio de Ned era tanto que, diante de seu desaparecimento, o jornal Granma, órgão oficial do Partido Comunista de Cuba, assinalou: “Morreu o Pequeno Gigante da Canção“. O cantor era crítico acerbo do regime cubano.

Os Ovitz: de músicos e atores de sucesso a vítimas do nazismo

Os Ovitz: de músicos e atores de sucesso a vítimas do nazismo

A história está cheia de exemplos em que anões foram vítimas de preconceito, discriminação, maus tratos e extermínio. O caso mais conhecido é o dos Ovitz, família de renomados artistas romenos que alcançou grande sucesso no teatro de vaudeville da Europa Central antes de cair presa na fábrica da morte de Auschwitz. Um dos focos do programa de eutanásia nazista, surgido antes da Solução Final, era dar cabo dos chamados disformes (“vidas indignas de serem vividas”) com o fim de aprimoramento de uma suposta “raça ariana”. Havia nos Ovitz uma dupla condição que atraía a sanha nazista: eram judeus e anões. Livres das câmaras de gás por decisão do próprio Jozef Mengele, viram-se submetidos a infames experiências raciais.

Ser anão não é para qualquer um.

 

 

 

Guerra de Gaza, 18º e 19º dias

25 de julho de 2014 0

Alguns dos últimos desdobramentos do conflito:

O secretário de Estado americano, John Kerry, fala ao telefone com o chanceler do Catar, Khaled al-Attiya, em corredor de hotel no Cairo (foto AFP, pool)

O secretário de Estado americano, John Kerry, fala ao telefone com o chanceler do Catar, Khaled al-Attiya, em corredor de hotel no Cairo (foto AFP, pool)

 

Israel e Hamas rejeitam proposta de cessar-fogo de Kerry

CNN e AFP informam que o governo israelense e o grupo islâmico Hamas rejeitaram nesta sexta-feira os termos do cessar-fogo proposto pelo secretário de Estado americano, John Kerry.

A decisão israelense foi unânime no gabinete, segundo a CNN.

Segundo a TV pública israelense, uma das exigências de Israel seria de que o exército pudesse permanecer na Faixa de Gaza para destruir a rede de túneis utilizada pelo Hamas.

 

Lufthansa retomará voos no sábado

As companhias aéreas Air FranceLufthansa retomarão os voos para Tel Aviv a partir desta sexta-feira e deste sábado, respectivamente, informa a AP nesta sexta-feira.

A Agência Federal de Aviação (FAA), órgão americano que regulamenta a aviação civil, havia suspendido na quinta-feira a proibição de voos para Tel Aviv, justificada pelo governo americano por motivos de segurança.

 

Chegam a seis as mortes de palestinos na Cisjordânia
Dois palestinos morreram nesta sexta-feira na Cisjordânia, informa a AFP, aumentando para seis o total de palestinos mortos no território ocupado por Israel nos últimos dias.

Uma das mortes desta sexta-feira teria ocorrido por disparo do exército israelense, e outra por tiros de colonos.

Guerra afasta Netanyahu e Liberman
A relação entre o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanhyahu, e o chanceler Avigdor Liberman esfriou desde o início da guerra em Gaza, informa o israelense Maariv. Segundo o jornal, os contatos entre os dois limitam-se ao estritamente necessário em termos de questões militares e de decisões do gabinete.

– Com todos os altos e baixos que os dois conheceram ao longo dos anos, o relacionamento entre eles hoje é o pior já registrado – afirma um alto dirigente do Likud (direita), partido de Netanyahu, citado pelo Maariv.

 

Questionamentos sobre inteligência
Em artigo no site Al-Monitor, o colunista Ben Caspit considera que “aparentemente não há meio de evitar” a instalação de uma comissão de inquérito para investigar as falhas de inteligência da Operação Margem Protetora ao final da guerra em Gaza.

Citando avaliações de ministros, o analista diz que a comissão terá de responder a três perguntas: “Por que Israel não enfatizou a ameaça representada pelos túneis do Hamas como uma ameaça estratégica, como agora é tão óbvio? Por que não devotou pensamento, esforço, orçamentos e atenção para essa ameaça, como fez em relação à ameaça dos foguetes, que receberam uma resposta apropriada por meio do sistema de defesa antiaérea Domo de Ferro?”, questiona Caspit.

 

Conflito entra na pauta de Cúpula do Mercosul
A guerra em Gaza será um dos temas em discussão na 46ª Cúpula do Mercosul, na terça-feira, em Caracas, com a presença de líderes dos cinco países que compõem o bloco, informa a Empresa Brasileira de Notícias.

O vice-secretário-geral da América do Sul, Central e do Caribe do Ministério das Relações Exteriores, Antonio Simões, o Fórum de Concertação Política da cúpula tratará de todos os temas internacionais do momento.

Governo Netanyahu responde ao inquérito de Genebra

23 de julho de 2014 0

Em sua página no Facebook, o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, postou o seguinte texto sobre a decisão do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (CDHNU) de investigar a invasão de Gaza:

“A decisão de hoje pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (CDHNU) é uma farsa e deveria ser rejeitada pelas pessoas decentes em qualquer lugar. Em vez de investigar o Hamas, que está cometendo um duplo crime de guerra ao lançar foguetes contra civis israelenses enquanto se esconde atrás de civis palestinos, o CDHNU chama uma investigação de Israel, que tomou medidas sem precedentes para manter civis palestinos a salvo, incluindo o lançamento de panfletos, a realização de ligações telefônicas e o envio de mensagens de texto.

O CDHNU deveria estar promovendo uma investigação da decisão do Hamas de transformar hospitais em centros militares de comando, usar escolas como depósitos de armas e posicionar baterias de mísseis perto de playgrounds, casas residenciais e mesquitas.

Ao deixar de condenar o sistemático uso de escudos humanos pelo Hamas e culpar Israel pelas mortes que são causadas por essa grotesca política de escudos humanos, o CDHNU está enviando uma mensagem ao Hamas e às organizações terroristas em todos os lugares de que usar civis como escudos humanos é uma estratégia efetiva.

Como a investigação que levou ao infame relatório Goldstone, um relatório que foi afinal repudiado por seu próprio autor, esta investigação por um tribunal canguru é uma conclusão a priori.

O resultado previsível será a difamação de Israel e um ainda maior uso de escudos humanos no futuro pelo Hamas.

Aqueles que pagarão o preço não serão apenas os israelenses, mas também os palestinos a quem o Hamas redobrará seus esforços para usar como escudos humanos no futuro.”

Bibi: decisão do CDHNU "deveria ser rejeitada pelas pessoas decentes em qualquer lugar" (foto Gali Tibbon, AFP)

Bibi: decisão do CDHNU “deveria ser rejeitada pelas pessoas decentes em qualquer lugar” (foto Gali Tibbon, AFP)

 

Brasil vota a favor de inquérito sobre invasão de Gaza

23 de julho de 2014 1

O Brasil foi um dos países a votar a favor da investigação da invasão israelense da Faixa de Gaza aprovada pelo Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) nesta terça-feira, em Genebra, Suíça.

A resolução foi aprovada por 29 votos a favor (incluindo os de outros países latino-americanos, africanos, Rússia e China), um voto contrário (dos Estados Unidos) e 17 abstenções (na maioria, de países europeus).

Confira o placar:

A favor: África do Sul, Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Brasil, Cazaquistão, Chile, China, Congo, Costa Rica, Costa do Marfim, Cuba, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Filipinas, Índia, Indonésia, Kuweit, Ilhas Maldivas, México, Marrocos, Namíbia, Paquistão, Peru, Quênia, Rússia, Serra Leoa, Venezuela, Vietnã

Contra: Estados Unidos

Abstenções: Alemanha, Áustria, Benin, Botsuana, Burkina Faso, Coreia do Sul, Estônia, França, Gabão, Grã-Bretanha, Irlanda, Itália, Japão, Montenegro, República Checa, Romênia, Macedônia

 

Painel de votação no Conselho de Direitos Humanos da ONU nesta quarta-feira em Genebra

Painel de votação no Conselho de Direitos Humanos da ONU nesta quarta-feira em Genebra

Guerra de Gaza, 17º dia

23 de julho de 2014 0

Algumas das últimas notícias sobre a invasão de Gaza pelas forças israelenses:

Cruz Vermelha anuncia trégua para passagem de ajuda humanitária
Israel e o Hamas suspenderam combates nos bairros de Shejaya, no leste da Faixa de Gaza, e de Khuzaa, no sul, para evacuação de feridos e passagem de comboios humanitários.

Segundo Cécilia Goin, porta-voz do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, em Beit Hanun, perto da fronteira israelense.

Crianças palestinas abrigam-se em escola da ONU em Beit Hanoun (foto Marco Longari, AFP)

Crianças palestinas abrigam-se em escola da ONU em Beit Hanoun (foto Marco Longari, AFP)

Comissária da ONU denuncia “alta possibilidade” de violação do direito humanitário
A alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, pediu uma investigação sobre possíveis crimes de guerra cometidos por Israel e denunciou os ataques indiscriminados do Hamas contra zonas civis em território israelense em uma reunião extraordinária do Conselho dos Direitos Humanos, em Genebra.

— Existe uma alta possibilidade de que o direito humanitário internacional tenha sido violado, o que pode constituir crimes de guerra — declarou Pillay, citando como exemplo a destruição de casas e os civis mortos, entre eles muitas crianças, como resultado da invasão israelense de Gaza.

Trabalhador estrangeiro morre em Israel atingido por projétil lançado de Gaza
Um trabalhador estrangeiro morreu no sul de Israel pelo impacto de um projétil lançado a partir da Faixa de Gaza, indicou a polícia nesta quarta-feira.

Trata-se do terceiro civil morto em Israel desde o início da ofensiva em Gaza, no dia 8 de julho. A Agence France Presse (AFP) não informou a nacionalidade do trabalhador.

Bloomberg desafia proibição americana e voa para Israel
O ex-prefeito de Nova York Michael Bloomberg anunciou nesta terça-feira que voará para Tel Aviv em solidariedade a Israel, depois da decisão do governo americano de proibir companhias dos EUA de operar no Aeroporto Internacional Ben Gurion, na cidade litorânea.

No Twitter, Bloomberg disse que embarcou num voo da companhia israelense El Al “como prova de solidariedade aos israelenses e para mostrar que é seguro voar para Israel”.

Segundo os EUA, a decisão de proibir voos foi tomada por motivos de segurança.

 

França impõe vigilância severa sobre manifestações pró-palestinos
Manifestações pró-palestinas previstas para esta quarta-feira em Paris, Lyon (leste), Toulouse (sul) e Lille (norte) serão submetidas a rigorosa vigilância policial pelo governo francês.

A oposição à ofensiva israelense na França deu margem para a ocorrência de distúrbios de caráter antissemita. Manifestações com slogans antissemitas também ocorreram na Alemanha.

 

 

Trens

22 de julho de 2014 0
O trem que leva restos de 280 passageiros e tripulantes do voo MH17 de Donetsk a Kharkov nesta terça-feira (foto Genya Savilov, AFP)

O trem que leva restos de 280 passageiros e tripulantes do voo MH17 de Donetsk a Kharkov nesta terça-feira (foto Genya Savilov, AFP)

 

O trem em que viajei de Donetsk a Kiev em 7 de março deste ano (foto Marina Yaremenko, arquivo pessoal)

O trem em que viajei de Donetsk a Kiev em 7 de março deste ano (foto Marina Yaremenko, arquivo pessoal)