Gremista, você já chorou no Olímpico? Já comemorou títulos? Compartilhe com a Gaúcha as lembranças que te marcaram dentro deste estádio que estará para sempre nos corações tricolores. Conte o que te emocionou, envie fotos e vídeos de momentos que já deixam saudade. Participe pelo olimpicoimortal@rdgaucha.com.br
Confira aqui algumas histórias que marcaram nossos ouvintes:
"Filha de colorados, até hoje não se sabe de onde saiu gremista. Apesar da pouca idade, parece que carrega na memória a trajetória do tricolor. Lembra dos ídolos Renato e Paulo Nunes e também de quando era muito pequena e o pai lhe deu uma camisa do Inter e outra do Grêmio, ela decidida e com apenas 4 anos escolheu o manto azul que até hoje não abandona! Se mudou para a capital em busca de estudo e então pode ficar perto do Imortal. Já foi da Geral, da Social e das Arquibancadas. Já foi sozinha nos jogos, Já fez promessa para Santo Expedito pela Libertadores e acendeu vela...E quando resume tudo isso em palavras lhe vem na mente o ruído do portão 10, a entrada da banda, os cantos, o grito de gol e a avalanche (que infelizmente querem nos tirar). Não tem como resumir a história da tua vida em algumas palavras e não tem como explicar esse sentimento incomparável que é ser gremista, na boa e na ruim! Eu te sigo desde pequena, Já não posso mais parar...Da Azenha a Arena eu vou te apoiar!"
Raphaella Narvaes
Idade: 21 anos
Natural de Uruguaiana, Mora em Porto Alegre
"Já fui em dezenas de decisões, ganhei vários títulos, chorei, esbravejei e me diverti neste estádio maravilhoso. Conto uma história que ocorreu no tempo da faculdade de odontologia da Ulbra. Eu e mais alguns colegas saímos de Canoas para o estádio assistir Grêmio x Portuguesa, não a final de 96, a qual também vi no estádio, mas o último jogo da fase classificatória de 98. Para se classificar a fase final e pegar o Corinthians, o Grêmio precisava vencer o jogo e ainda torcer por uma gama de resultados a seu favor. Após povoar a zona de rebaixamento e ficar 14 jogos sem vencer, o tricolor de Cacalo e com gol de Itaqui venceu vários jogos consecutivos e poderia quase por um milagre, legítimo do Imortal, classificar-se a fase final. O jogo, como não poderia deixar de ser, foi emocionante. Saímos ganhando e tomamos a virada, os outros resultados eram positivos. Aos o 2 a 1 para a Lusa, a torcida mostrou sua força e empurrou o Grêmio a uma vitoria mágica ( 4 a 2 ).
Como em um legítimo milagre, como num roteiro de filme americano, todos os resultados necessários a nosso favor aconteceram, foram noventa minutos de torcida, olho no campo e ouvido no rádio, comemoramos muitos gols a mais do que os 4 do tricolor. Enfim, são estas emoções que só quem é Gremista conhece, ir aí fundo do poço e renascer de forma inusitada. É muito bom ser Tricolor gaúcho e ter passado todos estes anos no Estádio Olímpico Monumental."
Alexandre B.
"Nos idos de 83, 84, 85, tinha um tio muito querido Tio Édio Ranghetti (in memoriam) que morava num bloco de apartamentos bem na entrada do Monumental... Na época eu tinha meus 9, 10 anos... Nas minhas férias de inverno e de final de ano, era sagrado eu ir passar na casa dele em Porto Alegre e nossa diversão, minha e de meus primos Rodrigo Ranghetti e Evandro Ranghetti, era ir ver os treinos no campo suplementar e também às vezes no campo principal. Era muito bom ver Mazzaropi, De Leon, Baidek, Renato e os outros, ali pertinho da gente... Nossa muito bom relembrar isso e muita saudade, principalmente de meu tio querido. Minhas homenagens a ele e também ao Monumental... Grande abraço."
Jacson Vieira Pinto
As fotos ficarão de lembrança do Monumental:
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Gremistas contam suas lembranças marcantes do Olímpico