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Posts com a tag "avenida"

Avenida Rio Branco e a estética da repressão

27 de fevereiro de 2014 0

Queria escrever sobre flores, aromas, pássaros e a harmonia estética que esse conjunto forma com o rodopiar manso da lua cheia. Teria prazer e minha tarefa seria a descrição lírica da vida. Os acontecimentos históricos de nossa Santa Maria, no ontem, remetem-me a uma análise crítica dos acontecimentos. Em lugar da lua, polícia, e, em vez do lirismo, repressão. Falarei da Avenida Rio Branco e, na estética do medo que se materializou em nossa polis.
De um lado, a repressão do Estado, a defesa radical do sistema do capital com balas de borracha, cassetetes, bombas de efeito moral, armas de fogo, coletes à prova de bala e, por outro, cidadão de bem algemado, subjugado e jogado ao chão como persona non grata à vida e à via pública. Cena patética! Agentes da segurança pública, com um imenso arsenal bélico, reprimindo e agredindo estudantes e trabalhadores que estão na rua em luta pela defesa, apaixonada, de seus direitos políticos e cíveis.
Na vida egoísta do capitalismo, o empresariado do transporte coletivo pode, de forma descarada, engordar suas contas bancárias com a exploração do trabalhador. O poder público municipal monta uma panaceia política ao divulgar planilhas dos custos para o empresário, com a frota do transporte coletivo. Para os movimentos sociais de Santa Maria, o engodo começa com a formação do Conselho Municipal de Transporte Urbano, no qual sua constituição se dá com maioria absoluta de representantes do poder executivo e dos empresários.
Historicamente, as planilhas dos custos do transporte urbano têm se constituído como verdadeiras caixas pretas, em que a ATU, que é uma instituição empresarial, e a Secretaria de Mobilidade Urbana conhecem e manipulam. Nosso exercício político, através dos movimentos sociais, exige qualidade no transporte coletivo, transparência e controle social das planilhas dos gastos. O comandante da “operação” foi infeliz quando afirmou: “as balas de borracha e a bomba de gás são para esses casos, para preservar ao máximo a integridade física das pessoas”.
Triste, truculento e nefasto tempo em nossa história. Razões econômicas justificam opressão e injustiça. Essa é a estética da vida no capital. Sobre um caixote nas esquinas de Paris nos anos 70, Jean Paul Sartre afirmava: “Cada homem traz dentro de si toda uma época, do mesmo modo que cada onda traz dentro de si todo mar”.

Luiz Carlos Nascimento da Rosa,
professor do departamento de Metodologia do Ensino da UFSM e filiado à Seção Sindical dos Docentes (Sedufsm)

Carnaval na Liberdade

26 de fevereiro de 2014 0

Li o artigo da professora Silvia Lopes da Luz no Diário de 15 e 16 de fevereiro e concordo com a opinião dela sobre o Carnaval na Avenida Liberdade. Além da poluição sonora em lugar onde existe um hospital, o trânsito fica um caos. Sugiro que o Carnaval seja realizado na nova Avenida Hélvio Basso, onde todos os problemas seriam minimizados, pois a mesma é uma via comercial e, nesses dias, não haveria grandes prejuízos aos comerciantes.

Renato B. dos Santos,
representante comercial

Carnaval na Avenida Liberdade

17 de fevereiro de 2014 0

O som do samba irá inundar a Liberdade. Os preparativos já estão começando e, novamente, o desfile ocorrerá perto do Hospital da Guarnição. Os pacientes terão de ter muita paciência ante o desrespeito pelas suas dores e o silêncio que deveria existir nas proximidades de um local que abriga pessoas em recuperação por terem a saúde debilitada. Sufoquem suas ansiedades, uma vez que passarão noites e, talvez, madrugadas escutando tambores, batucadas e a folia, bailarina da alegria (dos outros).
Espero, sinceramente, que repensem o local onde se realiza o desfile das escolas de samba e a construção temporária do sambódromo. Há alguns anos, já havia alertado sobre a existência do HGU, mas parece que doentes militares são diferentes dos civis. Uma lástima se pensam de tal forma.
Possuo uma sugestão, a qual poderá agradar alguns e causar furor em outros, mas sempre visando o bem-estar e a igualdade de tratamento de todos os cidadãos, sendo civis ou militares. O desfile de 7 de Setembro se realiza na Avenida Medianeira, no entanto, os quartéis ficam mais próximos da Avenida Liberdade.
Em todos os anos, há transtornos com o trânsito para a circulação de viaturas e pessoal militar, escolas etc. Por que não alterarem os locais do Carnaval e desfiles alusivos à Semana da Pátria? Não seria mais lógico e humanitário?
Reafirmo: há um hospital nas proximidades da Liberdade, e seus pacientes merecem tanto respeito quanto os civis dos demais hospitais da região e do país. Almejo que repensem o local dos desfiles carnavalescos, talvez na Medianeira, Camobi, longe dos hospitais, onde muitos dão o primeiro sopro da existência e outros fazem a partida. Todos são dignos de respeito e silêncio ante a felicidade da chegada e a tristeza da despedida.

Silvia Lopes da Luz,
professora e advogada

Parada de ônibus

07 de novembro de 2013 0

No final da Avenida Maurício Sirotsky Sobrinho, existe uma parada de ônibus, mas, infelizmente, não existe sinalização alguma. Não tem guarita, as condições são precárias para subir no ônibus, pois existe um barranco, não tem acostamento, enfim, é um caos, tanto faz de um lado ou de outro da faixa. Precisa ser feito algo urgente, pois pagamos impostos e precisamos de soluções.

M. Luiza Possobom,
aposentada

Avenida Walter Jobim

25 de outubro de 2013 0

Não sou contra a instalação de controladores de velocidade na Avenida Walter Jobim, por onde passo todos os dias, no entanto, lembro aos responsáveis pela mobilidade urbana que o asfalto nessa avenida sequer foi concluído, pois ainda falta a última camada de asfalto. Prova disso é que ainda aparece a marca da faixa central, de quando era uma via só. Portanto, nem mesmo as divisórias e as faixas de segurança poderiam ter sido pintadas, pois é preciso primeiro terminar o asfalto.

Paulino Tassi,
gráfico

Avenida Hélvio Basso

21 de outubro de 2013 0

Sugiro que sejam adotadas duas mãos na Avenida Hélvio Basso, entre a Avenida Medianeira e a BR-287 (trevo da Uglione), na pista que já está pronta. Isso foi adotado e muito na BR-101, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, durante a construção. Bastaria estipular velocidade máxima de 50 km/h, além da pintura de faixas amarelas no meio, proibindo ultrapassagens, proibindo parada e estacionamento nessa pista e preparando locais para as paradas de ônibus.

Carlos Viana Retore,
engenheiro mecânico aposentado

Avenida Hélvio Basso

06 de setembro de 2013 0

Gostaria de manifestar minha opinião sobre a carta publicada no Diário na edição do dia 18 de julho, enviada pelo senhor Artur P. Gomes. Sou morador da Rua Miguel Macedo, no bairro Uglione, nas proximidades da Avenida Hélvio Basso, e, ao contrário de sua postura, venho aqui agradecer a prefeitura pela obra que está realizando naquela avenida, pois, há muitos anos, aquilo ali era um lugar abandonado, e, hoje, começamos a ver como uma entrada de cidade grande. Como assinante do jornal Diário, sei e acompanho o andamento das obras ali e sei bem por que estão paralisadas. Entendo e concordo em liberar a trânsito até que as obras retornem. Tão logo vamos ver nosso bairro de cara nova, porém, devemos ter paciência, pois nada cai do céu.

Geraldo Martins,
empresário

Hélvio Basso

26 de agosto de 2013 0

Chamou-me a atenção os vereadores verificarem a situação das obras na Avenida Hélvio Basso. A empresa que parou os serviços à espera de um aditivo ao contrato é a mesma que ganhou a licitação para as obras da Faixa Velha de Camobi. Não sei o valor pleiteado, mas é um absurdo lançar um preço baixo para ganhar a licitação e, depois, aditar um valor que poderá tornar o valor da obra igual ou mais alto que o da segunda colocada no certame. Isso está se tornando rotina por parte das empresas, é só olhar as obras da Copa, que foram orçadas num valor e já estão quase dobrando. Os mesmos “empresários” que criticam o mau uso do dinheiro público são os mesmos que  emparedam os governos chantageando-os com valores adicionais para conclusão das referidas obras. As obras da Avenida Liberdade foram entregues e, depois, paralisadas porque obras deveriam ter sido previstas tanto pela empreiteira quanto pelos engenheiros da prefeitura, e lá vai “barão”. Precisamos de uma resposta do prefeito, que foi eleito com o bordão de crítica ao antecessor que fazia tudo “malfeito”.

Jermino Martins da Costa,
aposentado

Hélvio Basso

16 de agosto de 2013 0

Hélvio Basso
Lendo a reportagem da última terça-feira sobre as obras de duplicação da Av. Hélvio Basso, pergunto: 1) Houve algum acréscimo sobre o que foi contratado? 2) A empresa não tinha conhecimento do projeto básico e do edital da obra? 3) A fiscalização está sendo exercida como deve? É inadmissível a alegação da empresa em querer aditivar o contrato sem que tenha havido qualquer fato relevante que o justifique. Ao participar da licitação e dar o seu preço, certamente a empresa estudou minuciosamente o edital para saber quais serviços deveriam ser executados. Não foi o ente público que estabeleceu o valor da obra, portanto, se não houve nenhum acréscimo ao que foi contratado, querem aditivo de quê? Não estaria na hora de o Ministério Público entrar nesse jogo? Agora, com a obra inconclusa, vem a pressão por mais dinheiro?

Hamilton Pereira,
funcionário público federal aposentado

Avenida Hélvio Basso

18 de julho de 2013 0

Gostaria, se possível, de agradecer à prefeitura de Santa Maria, pois trabalho em frente ao Maxxi Atacado e vejo todos os dias o caos que ela transformou a Hélvio Basso. Liberou a outra faixa que ainda está em obras, cheia de brita, os carros derrapam, levanta uma poeira infernal que, no final da tarde, na penumbra, você só enxerga o outro carro quando ele está em cima. Sem calçadas, os pedestres caminham no meio da faixa, as paradas de ônibus estão sem lugar fixo, e os ônibus param no meio da faixa. Nossa! Um serviço com o padrão de qualidade Brasil, é uma questão de tempo até dar um acidente… Caso alguém duvide, faça algumas imagens da Hélvio Basso das 17h30min às 18h30min. Ela está ali e, com certeza, estará por muito tempo ainda…

Artur Pereira Gomes,
contador