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Editorial| Agenda positiva

31 de julho de 2012 1

Na semana em que começa o julgamento do mensalão, o governo da presidente Dilma Rousseff aposta num novo pacote econômico com duplo objetivo: reativar a economia num momento de ameaça da crise internacional e blindar o Planalto de um eventual contágio das malfeitorias registradas na administração anterior. São bem-vindas e oportunas as medidas de redução do custo do crédito, corte de impostos e parceria com o setor privado para a manutenção de empregos, mas não podem ser usadas para deixar em segundo plano o processo de moralização da administração pública. As duas questões têm que ser tratadas na devida dimensão, pois ambas são importantes para o país.
Se o objetivo do Planalto, de fato, é se empenhar para que um momento tão importante para a reafirmação do papel das instituições no país não prejudique o andamento dos trabalhos do Executivo e do Legislativo, um dos caminhos é fazer com que essa pretendida agenda positiva resulte em mudanças concretas para o país. As pretensões iniciais, a serem confirmadas dia 7 de agosto, são promissoras. Além de reduzir a taxação da energia elétrica, permitindo uma queda importante no custo final para os consumidores, o governo pretende intensificar a política de concessões, visando a estimular o investimento privado em áreas como rodovias, ferrovias, portos e aeroportos.
Todas essas ações têm potencial para atenuar o nível de retração da atividade econômica. E poderiam contribuir de forma mais efetiva para evitar a continuidade de resultados tão frustrantes no Produto Interno Bruto (PIB) se pudessem ser reforçadas por reformas estruturais. Mas essa é uma hipótese menos provável num ano eleitoral.
Cabe aos brasileiros, nesse momento de definições tão importantes para o país, discernir até que ponto as ações previstas têm mesmo a pretensão de fazer a economia andar melhor e mais depressa. Seria inadmissível que houvesse nelas qualquer intenção de encobrir possíveis consequências indesejáveis de um marco da ética na política como o julgamento do mensalão.

Comentários (1)

  • jefferson diz: 31 de julho de 2012

    Sou caminhoneiro á 26 anos,nascido e criado encima de um caminhão,e nunca vi tamanha descriminação pela nossa classe,pois esta ficando cada dia pior,ninguém mais aguenta este arrocho nos combustíveis,pedágios,etc…sem falar dos fretes que á muitos anos não temos reajustes,já chega de tanta humilhação,nossos governantes precisão olhar para este lado de maneira justa,e fazer alguma coisa á respeito,pois somos nós os caminhoneiros que levamos o BRASIL nas costas,não adianta navio,trem e aviões, pois eles assim como um todo dependem dos caminhões para efetuarem o transporte terrestre,ou sera que eles iram fazer as entregas aonde os caminhões vão? sou motorista profissional e me orgulho muito do que faço,também sou Delegado sindical e vou atras daquilo que é de nosso direito,sou á favor do horário,mas contra os valores absurdos os quais já citei anteriormente,e ressalto novamente;diesel,pedágio e tudo oque se deriva do petróleo,contra também ao vandalismo,pois todos tem o direito de ir e vir,greve se faz passivamente sem afetar os demais usuários das rodovias,caminhão parado, significa BRASIL sem produção e BRASIL sem produção significa divida externa e interna,então senhores governantes analisem com bastante atenção e olhem para os caminhoneiros como se fossem a maquina da casa da moeda que fabrica o nosso REAL,pois sem nós é como diz aquela famosa frase de para-choque,SEM CAMINHÃO O BRASIL PARA, ou seja já parou.Meu muito obrigado a OPINIÃO ZH pelo espaço e espero que a solução venha á cavalo e num galopão de campanha como diz o GAUCHO.Sem mais atenciosamente.

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