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Editorial| NOSSAS POSIÇÕES EM 2014

30 de dezembro de 2014 2

 

editorial conjunto
Vai ter Copa, sim! – afirmou incisivamente o editorial publicado em 27 de janeiro, no auge dos protestos contra as obras do Mundial.
E argumentou: “Suspendê-la seria uma rendição à atitude fascista de grupos que tentam impor suas visões com gritos e ameaças.”
A posição do Grupo RBS sobre esse que foi um dos grandes temas do ano ficou registrada com clareza: respeito ao direito de manifestação, repúdio às depredações e cumprimento dos acordos assumidos pelo país.
Teve Copa em 2014 e muitos outros fatos polêmicos que receberam cobertura objetiva e plural dos nossos veículos. Sempre que julgou oportuno, porém, a RBS se posicionou em seus espaços editoriais, com opiniões transparentes, sem a pretensão de transformá-las em única verdade. Alguns exemplos:

Eleições - Defendemos o voto responsável, o acompanhamento dos eleitos pelos cidadãos, a união do país pela presidente reconduzida e o enfrentamento da dívida pelo novo governador gaúcho.

Democracia – Passada a eleição presidencial, fomos enfáticos em condenar manifestações golpistas e em afirmar que a democracia tem mecanismos para corrigir suas próprias deformações, sem rupturas institucionais.

Corrupção - Desde que estourou o escândalo da Petrobras, os editoriais da RBS vêm pedindo punição exemplar para corruptos e corruptores, além de providências do Planalto para conter os desmandos na estatal.

Racismo – Episódio envolvendo o goleiro Aranha, do Santos, num jogo contra o Grêmio, suscitou uma série de posições da RBS condenando inflexivelmente as manifestações racistas, mas considerando injusto rotular o Estado e o clube como símbolos do preconceito.

Casamento gay – Sob o título “O fogo da intolerância”, editorial de 12 de setembro repudiou com veemência o atentado contra o CTG de Livramento que sediaria um casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Comissão da Verdade – Editorial renovou a visão de que a tortura é um crime contra a humanidade e reconheceu o trabalho da Comissão como contribuição valiosa para o país, embora sem legitimidade para anular os efeitos da Lei da Anistia que também foi uma conquista nacional.

Infanticídio – O assassinato do menino Bernardo, em Três Passos, gerou indignação coletiva no Estado. Os editoriais da RBS não apenas contemplaram este sentimento, como também denunciaram as falhas da rede de proteção à infância.

Feminicídio – Editorial de 10 de agosto apoiou proposta do Ministério Público de São Paulo para incluir no Código Penal a figura do feminicídio, que caracteriza o assassinato de mulheres e fortalece a Lei Maria da Penha.

Crise econômica – O mau momento da economia brasileiro tem sido abordado com frequência pelos editoriais da RBS, que pedem a manutenção da estabilidade, o controle da inflação e planos factíveis de crescimento.

Governo Dilma – Criticamos fortemente a leniência com a corrupção, o aparelhamento político da máquina pública, os equívocos na condução da economia e a visão radical de setores governistas favoráveis à censura da imprensa, felizmente desautorizados pela própria presidente.

Governo Tarso - Editoriais registraram que o Estado chegou ao caos nas finanças públicas sob o comando de um governador que optou pela manutenção de uma máquina pública demasiada,  concedeu reajustes generosos aos servidores e esgotou o recurso dos depósitos judiciais.

Terrorismo - “A estupidez não tem ideologia”, afirma no título o editorial de 19 de julho, que aborda a derrubada do Boeing da Malaysia Airlines por separatistas ucraniano.

Contrapontos – Pelo quinto ano consecutivo, Zero Hora publicou na edição impressa dominical editoriais interativos, que são postados no site do jornal às quintas-feiras para que os leitores manifestem concordância ou discordância.

Comentários (2)

  • Milton Ubiratan Rodrigues Jardim diz: 31 de dezembro de 2014

    Tudo muito arrumadinho, muito abotoadinho, mas eu nunca vi um editorial condenando a urna eletrônica sabidamente passível de maracutaias, e quanto a Comissão da Verdade, paira dúvidas quanto a sua real importância!

  • Luis Silva diz: 1 de janeiro de 2015

    Quem muito se explica, se justifica, na real está com dores na consciência. Vociferaram contra censura à imprensa… De que censura hablas, chê? Nunca antes na história deste país a imprensa esteve e está livre como nestes dias. Muita cara de pau, esse editorial.

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