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Ô festinha animada, esse Prêmio TIM

30 de maio de 2008 0

Luciano (D) teve que dar explicações depois de cantar/Factoria Comunicação, divulgação

Opa, tem alguém ainda aí? Desculpem a ligeira ausência, mas o Rio de Janeiro não é logo ali e nem sempre tem um laptop a mão pra atualizar o blog (pra piorar, deu pau no meu computador de casa). Bom, o assunto ainda é o Prêmio TIM de Música. Fiquei matutando: trata-se do mais amplo panorama da música brasileira hoje, é um estande de luxo pras gravadoras exibirem seus produtores ou um sub-Grammy pra massagear egos já inflados? Sei lá, mas o fato é que este parece ser o único momento em que majors e independentes, veteranos e novatos, medalhões e desconhecidos surgem em pé de igualdade sob um mesmo e abrangente guarda-chuva: a música brasileira.

Beleza, mas não é pra discutir os nobres objetivos do prêmio que estamos aqui. O resultado você já leu no Anexo, portanto, falta falar daqueles detalhes curiosos, cômicos às vezes, que as revistas de fofocas não tem coragem de comentar. Então, lá vai o momento Caras/Contigo do Orelhada:

* O Felipe Dylon está deixando o cabelo crescer. Hummm… sei, e daí? Falando em couro capilar, o corte moicano do Júnior (da Sandy) o deixou parecido com o Paulinho Vilhena. De longe.

* Não sei se havia mais músicos ou atores no Theatro Municipal do Rio. De Patricia Pillar a Tarcisio Filho, tinha globais para todos os gostos. Desses, ninguém chamou mais a atenção que Vera Fischer de vestido dourado. Na chegada da musa, alguns jornalistas quase tiveram uma síncope.

* Outra que provocou comoção foram as plumas de Elza Soares. Nem o papa seria alvo de tantos flashes e microfones. Não sei o que perguntaram a ela, talvez sobre os perigos da cirurgia plástica pra quem passou dos 70.

* A (cantora) Marina Elali, de vermelho e sem Roberto Carminatti do lado, merecia um prêmio só pra ela. Dizer mais do que isso é arrumar encrenca com a patroa.

* Quem apareceu na maior estica foi Zeca Pagodinho, imediatamente cercado pela imprensa mesmo só disputando uma única categoria (com mais um 15 artistas). Surpresa: não tinha latinha na mão dele.

* Vocês não imaginam como a Vanessa da Mata é alta, e como a Sandy é baixinha. E como a Alcione… bom, deixa pra lá.

* Quando Martinho da Vila deu as caras no hall de entrada, uma senhora atrás de mim viu o bolinho de gente e perguntou: “É o Jorge Aragão?”. Informada do sambista certo, mandou: “Ele é metidinho, mas é legal.”

* Zezé di Camargo e Luciano subiram ao palco pra cantar com o homenageado da festa, Dominguinhos. Finalizado o número, Luciano se desculpou com a platéia pelos erros, dizendo que levou toda a música sem retorno de palco. Um maldoso não se conteve e comentou: “Tu não canta nada mesmo, meu filho!”.

* Um silêncio mortal se abateu sobre o teatro quando Victor e Léo foram anunciados os vencedores de Fulltracks, que premia o ringtone de celular mais baixado do ano. Acho que o pessoal torcia pro Sorriso Maroto. Se fosse pra escolher, eu jogava o celular fora.

Postado por rubensherbst

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