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Posts de outubro 2008

Neo funkeira reconhece: "Minha Música É Ruim"

31 de outubro de 2008 4

Não é nem o caso de comentar esse tipo de notícia neste espaço, porque quanto mais corda damos pra essa gente mais ela aparece. Mas é que a coisa é mesmo tragicômica. Diz o jornal carioca “O Dia” que Yani de Simone, mais conhecida como Mulher Filé, vai se lançar como cantora – de funk, é claro – com dois shows neste final de semana. Pra estrear na carreira (que há de ser bem curta), a neo funkeira resolveu fazer piada de si mesma com o batidão “Minha Música É Ruim”, que diz “Minha música é ruim / E eu não sei cantar / Mas muito beijo na boca eu vou te dar”. Tá rindo, é? Espere isso começar a tocar em tudo quanto é lugar no verão e tente achar graça ainda…

Sugestão do Orelhada: reúnam uma turma de funkeiros, pagodeiros, sertanejos, bandas de axé e umas estrelinhas do pop nacional e façam algo na linha “USA for Africa”. O tema do projeto seria, claro, “Minha Música É Ruim”.

Postado por rubensherbst

Música com cinema lá na Cidadela Cultural

31 de outubro de 2008 2

Acredite: de alguma forma, essas são as faces de Bob Dylan em

Vou me meter rapidamente no metier cinematográfico do meu colega Edson Burg, mas é que a ocasião pede a intromissão. Pra quem vai ignorar solenemente lixos como “Jogos Mortais 5″ e “High School Musical 3″ e já assistiu a “Última Parada: 174″, mas tá a fim de ver algo que presta na telona, eu indico uma pernada até a Cidadela Cultural Antarctica neste sábado (1º). Pra começar bem mais um Ciclo de Cinema – desta vez com filmes que têm a música como eixo principal -, “Não Estou Lá”, o excêntrico longa de Todd Haynes que se divide em seis janelas por onde vemos diferentes passagens da vida e da obra de Bob Dylan. Nem de longe é uma biografia sobre o bardo, e muito menos tenta explicar algo sobre ele. Está mais pra ser um tabuleiro de peças que nunca se encaixam, mas mesmo assim acabam formando esse quebra-cabeça de mitos, contradições, desatinos, revoluções, verdades e meias verdades chamado Bob Dylan. Mas é bom que se diga: é preciso ser iniciado na história do mestre pra entender muitas das sacadas do filme.

Os Ciclos de Cinema seguem na mesma toada musical nos próximos finais de semana, sempre às 19 horas. Tem muita coisa boa pra ver de graça. Saca só:

 

07/11 – “Últimos Dias”, de Gus Van Sant – EUA – 2005 – 97 min. – 18 anos

 

08/11 – “Cazuza – O tempo não pára”, de Sandra Werneck e Walter Carvalho – Brasil – 2004 – 98 min. – 18 anos

 

14/11 – “O segredo de Beethoven”, de Agnieszka Holland – EUA/Alemanha – 2006 – 104 min. – 10 anos

 

15/11 – “8 Mile – Rua das Ilusões”, de Curtis Hanson – EUA/Alemanha – 2002 – 111 min. – 16 anos

 

21/11 – “Johnny and June”, de James Mangold – EUA – 2005 – 136 min. – 16 anos

 

22/11 – “Ray”, de Taylor Hackford – EUA – 2004 – 153 min. – 16 anos

 

28/11 – “Stoned – A História Secreta dos Rolling Stones”, de Stephen Woolley – Reino Unido – 2005 – 102 min. – 18 anos

 

29/11 – “Mozart – O Gênio da Música”, de Karl Hartl – Alemanha/Áustria – 1942 – 111 min. – Livre

Postado por rubensherbst

Cuidado: Rick Bonadio vai produzir os Titãs

31 de outubro de 2008 1

Só alegria: Titãs comemoram com Bonadio (de jaqueta clara) o contrato com a Arsenal/Divulgação
A cara de felicidade dos Titãs na foto aí do lado é porque eles haviam acabado de assinar contrato com a Arsenal, selo ligado à Universal Music que pertence ao megaprodutor Rick Bonadio. Aos fãs, o que interessa mesmo é que a banda já prepara um CD de inéditas na nova casa, que será lançado por volta de março e terá Branco Mello assumindo o baixo. Na produção, claro, Rick Bonadio, o que é sempre motivo de apreensão, afinal, esse é o homem que descobriu o Charlie Brown Jr. e é acostumado a trabalhar com tranqueiras como NX Zero, CPM22 e Strike. Pensando bem, que diferença isso fará pros Titãs nessa altura do campeonato?

Postado por rubensherbst

Radiohead e Coldplay no Brasil em 2009? Será?

30 de outubro de 2008 1

Radiohead ameaça há tempos fazer uma visita pros fãs brasileiros/Divulgação
Diz o jornalista mui bem informado Lucio Ribeiro em seu blog que Radiohead e Coldplay estão com passagem marcada pro Brasil em 2009. A turma de Thom Yorke deve deserbarcar na América no Sul no final de março, pra shows também na Argentina e no Chile. Na mesma época, Chris Martin vem com sua banda pra uma turnê um pouco mais extensa. Data, cidades, ingressos? Se os shows nem oficiais ainda são… Quem não seja mais um alarme falso, já que essa vinda do Radiohead pro Brasil periga virar novela igual ao “Chinese Democracy” do Guns.

Postado por rubensherbst

O baterista mais azarado da história está de volta

30 de outubro de 2008 2

Aos 66 anos, Pete Best presta homenagem ao seu período com os Beatles num disco honesto/Divulgação

Pete Best é considerado o baterista mais “azarado” da história. O cara ralou pra diabo nos muquifos fedorentos de Liverpool e Hamburgo ao lado de John, Paul e George e na hora de curtir a glória, foi substituído pelo simpático Ringo Starr, hoje um feliz senhor biliardário que tocou em alguns dos mais importantes discos da história. As aspas no azarado são porque essa coisa de má sorte é relativa – muitos vão dizer que o cara é um baita sortudo por ter participado do lendário período inicial da trajetória dos Beatles.

Best esteve lá, mas continua por aí. Aos 66 anos, ele acaba de lançar um novo disco ao lado de sua banda, “Hayman`s Green”, nome de uma rua de Liverpool onde fica o Casbah Coffee Club, bar que pertence a sua mãe e onde os Beatles tocaram no começo da carreira. O álbum cheira a nostalgia, claro, e já começa pela capa, na qual Pete aparece jovenzinho, topetudo e vestindo jaqueta de couro. O som, obviamente, remete a Beatles de diferentes fases – do rock ingênuo de “Round and Round” à psicodelia de “Come With Me” -, mas muita coisa parece com o que McCartney fez na carreira solo (culpa, talvez, do timbre do vocalista), caso de “Red Light” e da faixa-título.

De cara, dá pra dizer que é um trabalho que só interessará aos beatlemaníacos, mas isso seria um desperdício. É, sim, um tributo de Pete Best a uma época marcante, mas feito com honestidade e boas canções. Corram atrás que está fácil na rede. Mas antes, um registro ao vivo de “Gone”, uma das faixas de “Hayman`s Green”.

Postado por rubensherbst

Perda lastimável nos eventos do Curupira Rock Club

29 de outubro de 2008 6

Kélson está se desligando do Curupira e terá mais tempo pra sua cervejinha/Divulgação

 

Eis um post que Orelhada não gostaria de publicar, mas…

 

Nota oficial: Kélson ex-produtor do Curupira Rock Club

Não estarei mais à frente das produções dos shows do Curupira Rock Club que virão a acontecer de hoje em diante, nem minha equipe que me acompanhava em todos os shows e que eu a considerava extremamente competente, eficiente e profissional, deixando os eventos bem organizados e seguros Inclusive o tradicional e famoso cachorro-quente não será mais o mesmo. Infelizmente, estou me desligando, hoje, segunda-feira, 13 de outubro.

Não poderia deixar de colocar esta nota oficial do meu desligamento e dar uma satisfação à todas as bandas, amigos que fiz, público em geral e imprensa.

A nota circulará, também, através de mainlist e de veículos de comunicação que criei para divulgar os eventos e toda história deste lendário lugar, casos do 1º fotolog oficial do Curupira Rock Club criado em 2004, a 1ª comunidade oficial do Curupira Rock Club, myspace, relatando tudo sobre meu afastamento definitivo das produções do Curupira Rock Club e meu descontentamento com o que vinha acontecendo. 

 Foram anos de luta, dedicação e comprometimento com a música independente, coloquei-me à frente de inúmeros shows, “milhares” de bandas e eventos grandiosos que entraram para a história do Curupira, todos os recordes de público, experiências incríveis trocadas com muita gente bacana que passou por aqui, inúmeras ótimas bandas, várias delas novas, tendo a oportunidade de tocar pela primeira vez, outras com mais experiência e tempo de estrada, diversas grandes do cenário alternativo Brasileiro, outras internacionais. Enfim…

Abaixo, alguns dos shows que tive oportunidade de produzir entre inúmeras outras bandas do Brasil inteiro e ÓTIMAS bandas CATARINENSES!!!

 

 - Rotting Christ [Grécia] * maior público da história do curupira rock club.

- Rattus [Finlândia]

- See You In Hell [República Tcheca]

- Kuolema [Finlândia]

- Força Macabra [Finlândia]

- Vomit For Breakfast [França]

- Kaeng! [Alemanha]

- Dog Soldier [USA]

- Os Replicantes [RS]

- Garotos Podres [SP]

- Matanza [RJ]

- Autoramas [RJ]

- Cansei de Ser Sexy [SP]

- Wry [SP]

- Rock Rocket [SP]

- Wander Wildner [RS]

- Walverdes [RS]

- Relespública [RS]

- Grenade [PR]

- Motorocker [PR] * parceria c/ evento skate rock

- Magaivers [PR]

- Mukeka Di Rato [ES]

- Carbona [RJ]

- Monno [MG]

- Claustrofobia [SP]

- Bandanos [SP]

- Zefirina Bomba [PB]

- Garage Fuzz [SP]

- Dead Fish [ES]

- Nitrominds [SP]

- Moptop [RJ]

 

 Sinto muito, mesmo, mas, fugiu-me o clima para continuar. O encanto de continuar batalhando e me dedicando 100% foi se esgotando com muitas coisas que me deixaram triste. Falta de reconhecimento por parte do proprietário do local foi a principal causa para que eu jogasse a toalha. Por mais dura que seja a decisão, prefiro sair, agora, a continuar insatisfeito com os projetos futuros que a casa terá conforme planejamento, também do proprietário. Antes que se perca toda a mística, lenda da qual o local possui e que foi construído desde o início de suas atividades, retiro-me, porém, continuarei como produtor de shows como faço desde 1998, mas, em outros locais. 

Particularmente, acredito que o Curupira Rock Club é lugar de ROCK e, assim, deverá ser para sempre. Ele surgiu de uma idéia brilhante, lá, em 1992 e foi tornando-se algo grande ao longo dos anos, com a ajuda e esforço de várias pessoas que se dedicaram ao máximo para que ele fosse o que é hoje. Caso do Edson Luís, do Tito, Pierre, entre outros. É muito importante que se diga isso. Não se pode em hipótese alguma esquecer trabalhos magníficos anteriores que foram feitos, lá, nos primórdios, onde a dificuldade era bem maior.

Torço para que continue firme e forte e crescendo cada vez mais. O público vem mudando e ganhando caras novas constantemente e isso é bom.

Penso ter contribuído nestes anos. Deixamos benfeitorias. Um exemplo: construção do grande galpão externo, bar e reformas gerais, em conjunto com meu amigo Pierre, onde não contamos com patrocínios, nem ajuda de nenhum órgão governamental. Produzi shows eventuais de 1998 à 2004 e 4 anos assíduos de outubro de 2004 até o último que foi o “ Tributo Black Sabbath “ no dia 10 de outubro e o festival punk intitulado “ 1º Pânico SC! “ que aconteceu no dia 11 de outubro.

                       

Quero agradecer muito a todos aqueles que, sempre, acreditaram no meu trabalho e me ajudaram de alguma forma. Obrigado!

 

O Curupira Rock Club não morrerá jamais, ele é maior do que tudo isso.

 

Rock!

Kélson  Marcelo Mendes [29 de outubro de 2008]

Bom, não tem muito o que explicar, só esclarecer. Houve desentendimentos entre o Kélson e o dono do Curupira, o Ivair, sobre os rumos do clube em Guaramirim, marco da música underground catarinense e sul-brasileiro. Kélson – que, como ele disse, tocava com extrema competência a agenda da casa desde 2004 – entendeu que os projetos do proprietário não combinam com os seus e achou por bem sair. O abacaxi está agora mãos do Ivair. Orelhada vai atrás do proprietário pra saber o lado dele e seus planos pro Curupira daqui por diante.

Da minha parte, lamento muitíssimo a saída do Kélson, grande sujeito, grande parceiro, antenado, que foi um guerreiro nestes anos todos – e sabemos que o cara enfrentou paradas sinistras, sendo obrigado inclusive a fechar o Curupira e reabrí-lo tirando dinheiro do próprio bolso -, proporcionando vários e vários shows sensacionais pra roqueirada catarinense, basta ver a senhora lista de atrações aí de cima. Como se não bastasse, ele ainda toca numa banda muito legal (o Fly-X).

Vamos aguardar os próximos passos do Curupira, assim como os do Kélson, que confidenciou não ter a intenção de parar com a promoção de shows. Essa, pelo menos, é uma boa notícia. De qualquer forma, acredito, todas questões que ficarão pra 2009.

 

Postado por rubensherbst

Joinville Jazz Festival já tem data

29 de outubro de 2008 0

Putz, já ia quase esquecendo que anos do ano acabar – e do festival pop prometido pra dezembro, com Orelhada noticiou lá embaixo – ainda teremos o Joinville Jazz Festival, que nesta edição contará com o patrocínio poderoso da TIM. A data: 14 a 16 de novembro; o local: a Sociedade Harmonya-Lira; as atrações: não sei. A programação será anunciada no próximo dia 3, num evento pra imprensa. Mas depois da vinda do Stanley Jordan no ano passado, o povo da música instrumental deve estar roendo as unhas alguém no mesmo nível (ou quase).

Postado por rubensherbst

É boa a briga no rock britânico neste final de ano

29 de outubro de 2008 1

Com novo disco, The Cure mostra que não vale a pena subestimar a velha guarda/Divulgação

Mas que belo campo de batalha que virou o rock britânico neste final de ano, hein? A impressão que dá é que algumas das maiores bandas da terra da rainha combinaram de entrar no ringue com novos discos quase ao mesmo tempo só pra ver quem tem mais moral nas listas e prêmios de melhores do ano. Começou lá em junho, com o Coldplay, mas virou congestionamento estelar de setembro pra cá. Claro que o Oasis leva vantagem, tanto por ainda serem reis no Reino Unido quanto por saírem na frente com o seu mediano “Dig out Your Soul”. No mesmo dia (29 de setembro) saiu “Ode to J. Smith”, álbum que promove uma volta do Travis à eletricidade. Cheio de bons momentos, os melhores ainda são aqueles de ternura acústica.

Na seqüência veio o terceiro disco do Keane, “Perfect Symmetry”, pouco diferente dos dois anteriores – ou seja, quem é fã vai continuar sendo. Já os antigos admiradores do Kaiser Chiefs são capazes de voltar correndo depois de “Off Their Heads”, que saiu em 20 de outubro. A banda de Leeds voltou a ser aquela banda divertida do primeiro disco, caprichando nos refrões e acelerando em direção à pista de dança. Os tons oitentistas aparecem fortes, como em “You Want History”, “Good Days Bad Doys” e no single “Never Miss a Beat”, se misturam a bons riffs (“Cant’ Say What I Mean”, “Half the Truth”) e ainda rendem momentos tranqüilos como “Tomato in the Rain” e “Remember You’re a Girl”.

Agora há pouco, apareceu “A Hundred Million Suns”, do Snow Patrol, disco que tem na belíssima capa o seu ponto alto. Pois é, o quinteto escocês/irlandês virou mesmo uma banda de baladas soporíferas, como seu disco anterior, o bombado “Eyes Open”, já indicava – “Lifeboats”, “Disaster Button” e “Engines” são as tradicionais faixas de exceção.

E chegamos ao The Cure, que na segunda (27) botou na praça seu primeiro disco em quatro anos. Confesso que o trabalho de Robert Smith nunca me agradou muito, mas nem por isso ignoro sua relevância. Mas esse “4:13 Dreams” é empolgante. Um disco consistente, aguerrido, que impõe climas enquanto chuta o que vier pela frente. Começa com a longa e gótica “Underneath the Stars” e pula para o pop de “Only One” e “Reasons Why”; “Freakshow” é meio brincalhona, mas a semi-balada “Siren Song” dá a virada para o fatalismo que corrói as músicas de Smith. Há faixas como “Hungry Ghost” e “Perfect Boy”, que atualizam o que o Cure fez na década de 80, enquanto “Switch”, “Scream” e “It’s Over” sintonizam a banda nos anos 00 à base de peso, distorção e raiva. E assim, com um discaço em mãos, o Cure vence a concorrência e é mais um a mostrar que nunca é uma boa idéia subestimar a velha guarda.

Aí embaixo temos os vídeos de “Sleep When I’m Dead”, do Cure, e “Something Anything”, do Travis.

Postado por rubensherbst

E assim foi Celso Blues Boy e Os Depira em Joaçaba

28 de outubro de 2008 4

Esse Youtube faz coisa… Olhem só o que eu achei: um registro do primeiro show dos três instrumentistas d’Os Depira com Celso Blues Boy, sexta passada (24), em Joaçaba. A faixa em questão é “Marginal”, executada com aquela técnica tirada das entranhas por Celso, mas prestem atenção no “momento Cazuza” de Marcelo Rizzatti. O guitarrista, aliás, comentou com Orelhada que a casa – ou melhor, uma tenda armada ao lado do Café Pinhão – lotou e que sobraram elogios pro trio de Piracity. Tirando a tempestade que desabou no momento em que Celso pisou no palco, a ida ao Meio-oeste foi plenamente proveitosa.

E não dá pra não perguntar: em Joinville, a casa dos caras, vai imperar o silêncio?

Postado por rubensherbst

Joinville + dezembro = grande festival de música

28 de outubro de 2008 1

 

Não sei se todo mundo percebeu, mas guardaram todas as grandes atrações em Joinville pro segundo semestre. E a maior concentração ficou tudo pra saideira. Pra fechar 2008, vai rolar um grande festival de música na Expoville em dezembro. Fiquei sabendo agorinha que serão duas noites de shows, com DJs, bandas locais e figuras de peso do cenário pop, sertanejo e pagode. A escalação da mini-maratona está sendo mantida a sete chaves (se alguém quiser arriscar nomes, fique à vontade), e só será anunciada no começo de novembro, junto com datas e venda de ingressos. Conversas sobre um evento de porte rolavam há algum tempo na cidade, mas eram tão desencontradas que tinham cara de boato. Pois é, não eram.

Postado por rubensherbst