Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Conceitos estranhos, gente medonha, capas bizarras

26 de novembro de 2008 0

Desde que inventaram o pop, ou melhor, desde que começaram a prestar mais atenção naquele invólucro no qual a bolacha é inserida, que salta aos olhos a criatividade, os conceitos, o diálogo entre arte e música que existe nas capas de disco. A pilha cresce a cada dia, e ainda que os exemplares mais lembrados sejam aqueles dos anos 60 (“Sgt Peppers”, “Beggars Banquet”, “Electric Ladyland”, “Disraeli Gears”, “Pet Sounds”…) e 70 (“Sticky Fingers”, “Never Mind the Bollocks…”, “London Calling”, “Dark Side of the Moon”, “Houses of the Holy”…), o que não falta são belas artes produzidas em favor da música nas últimas duas décadas, com uma bem-vinda ajuda da tecnologia (vide o “Nevermind”).

Mas a gente não está aqui pra falar de beleza,não. O caso é que eu queria dividir com vocês, leitores do Orelhada, o presente que eu recebi: algumas das mais horrosas capas de disco que eu já vi na vida. Presente sim, porque é bacana checar o outro lado da moeda, feita de estética simplória, gosto pelo kitsch, um humor quase sempre involuntário, conceitos (se é que existem) estranhos que envolvem esses álbuns antigos (na maioria) e acabam resultando numa curiosidade bizarra.

Impulsionado pelo assunto, fui atrás de mais alguns exemplares dessa corrente do mau gosto, e o que achei fica entre o hilariante e o inacreditável. Chequem as imagens a seguir, cliquem aqui e aqui e boa sorte. Vocês vão precisar.

Postado por rubensherbst

Envie seu Comentário