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Posts de maio 2011

Choquinho

31 de maio de 2011 0

Eu lembro de uma época em que esperava ansiosamente por um novo single/vídeo do Kaiser Chiefs. Três anos de quase completo silêncio e o quarteto britânico reaparece com esta Little Shocks, primeira prévia do quarto disco (ainda sem título divulgado), previsto pra sair entre julho e agosto. Mais pesada que de costume, os elementos pop/new wave nos lugares certos, mas falta alegria e inspiração. Taí um título de música que não mente. Bom, vejam vocês mesmos:

Pássaro na mão

30 de maio de 2011 1

Atenção pras boas novas do Bela Infanta. O quarteto joinvilense despejou nesta segunda-feira no seu MySpace três das cinco faixas que irão compor seu segundo EP, que leva o filosófico título Às Vezes, os Pássaros Não Voam Para o Mesmo Lado no Inverno (capa ao lado). O lançamento oficial (físico, inclusive) se dará a partir do próximo show – quando será, nem a banda sabe. Por enquanto, o negócio é aproveitar as canções gravadas no Estúdio Mário Lima, no bairro Bucarein, e perceber mais um sopro de bom gosto na trincheira lcoal do dreampop com toques de Cure e Joy Division. Quando os Muros se Tornam Estradas, uma das novas faixa, é um achado.

Zeppelin industrializado

30 de maio de 2011 5

Trent Reznor (do Nine Inch Nails) vai esticando seu currículo no cinema, geralmente com resultados positivos. Veremos o que os fãs do Led Zeppelin dirão sobre esta versão “industrial” de Immigrant Song que ele produziu com os vocais de Karen O, do Yeah Yeah Yeahs, feita pra trilha do filme The Girl with the Dragon Tattoo. Trata-se da versão hollywoodiana da primeira parte da trilogia Millenium, do falecido escritor sueco Stieg Larsson, dirigida por David Fincher e prevista pra estrear em fevereiro do ano que vem. O primeiro trailer taí embaixo. Nervoso como a versão de Reznor.

Weezerhead

30 de maio de 2011 2

Direto do site Rock’n’Beats, o Weezer quebrando a cabeça (e as nossas) pra tocar Paranoid Android, do Radiohead. Tirando um pouco o vocal de Rivers Cuomo, ficou tão bom que é quase uma apropriação…

Três décadas ultrajantes

29 de maio de 2011 3

No rock nacional, longevidade é pra poucos, e os merecedores de uma biografia, menos ainda. Roger Moreira e seu Ultraje a Rigor já figuravam no primeiro panteão, e há poucas semanas ingressaram no restrito clubinho dos que têm a trajetória narrada em livro. Nós Vamos Invadir Sua Praia (Editora Belas Letras), da jornalista Andréa Ascenção – um relato detalhado e muito bem ilustrado -, chega em boa hora. Prestes a completar três décadas de vida, a banda brasileira que melhor soube usar o humor pra radiografar os costumes e a sociedade nos anos 80 e 90 vive a expectativa de figurar no talk show do humorista Danilo Gentili, com estreia marcada pra junho, e de lançar um CD/DVD ao vivo no fim do ano. Pra falar sobre isso tudo e um pouco mais, “Orelhada” ficou meia hora na linha com Roger. Um papo que você lê a partir de agora.

É o momento certo pra lançar a biografia do Ultraje?
Roger Moreira – Eu sou só o biografado, não tenho nada a ver com o lançamento, a escolha da data… Dei várias entrevistas pra Déa, faz anos que ela começou  com isso. Sei lá se é o momento certo ou não (risos). Mas fico contente que tenha saído.

Lendo o livro, olhando pra trás, como você avalia a trajetória da banda?
Roger
– Foi extremamente bem-sucedida. Nossa intenção era só tocar na noite, barzinho, não tinha nenhuma pretensão muito grande. Tinha a vontade, mas só como um sonho, praticamente. A gente foi indo, meio sem querer. Começamos a compor, meio por influência do Edgar (Scandurra). Apesar des ser um banda de cover, a gente não era fiel aos originais, fazíamos dos nosso jeito, um pouco mais pesado, mais rápido e sempre meio avacalhado. Como banda de cover, acabávamos não conseguindo emprego por causo disso. Já tinha, na época, uma certa panela, umas três ou quatro bandas que se revezavam nos bares de cover  aqui em São Paulo. Então a gente partiu pra esse outro lado, de compor. Quando nos demos conta, começamos a conhecer outras bandas, vimos que tinha um movimento.. Enfim, a gente foi só indo e deu no que deu.

Pra uma banda cover, até que vocês foram longe.
Roger
- É verdade (risos). Eu cheguei a dar uma entrevista logo depois de lançarmos o primeiro compacto e perguntaram quanto tempo eu achava que iria durar a banda. Falei: “Ah, uns cinco anos”, que é o quanto duravam as bandas.

Te surpreende ver que o Ultraje tá entrando na quarta década de vida?
Roger
– A gente completa 30 anos no dia 31 de outubro, que consideramos nosso primeiro show. É, surpreende muito. E não só isso, as músicas continuam atuais, a gente continua ganhando fãs, filhos, até netos de fãs antigos. O fato das letras durarem muito não me surpreende tanto porque eu tinha essa preocupação ao fazê-las. As músicas de que gosto são assim, atemporais, então eu não queria falar sobre algo passageiro e escolhi assuntos um pouco mais perenes. Mas, mesmo assim, pô… (risos).

O que você sente quando falam que Nós Vamos Invadir Sua Praia (o disco) é um clássico do rock nacional?
Roger
– Fico muito orgulhoso. Várias vezes, depois desse disco, tive que lutar com isso. É um orgulho tremendo, mas também também é um peso gigantesco. As pessoas esperam algo no mesmo nível. A gente não pensou “vamos fazer o melhor disco de rock”. A gente só foi fazendo as músicas, juntamos as melhores e lançamos o disco. Conseguimos, inclusive, quebrar um tabu com o “Sexo!”, nosso segundo disco. Quando um artista estourava o primeiro disco, normalmente ele fracassava no segundo.

Por quê a formação da banda muda tanto?
Roger
– O pessoa pergunta muito isso. Por mim, teria ficado sempre com a mesma formação, desde o Edgard.

Vi no site da banda fotos em que vocês aparecem como trio…
Roger
– Tem mais um integrante, que entrou faz dois anos, ele já tinha tocado comigo na Fabulosa Orquestra de Rock’n’roll, um projeto paralelo que eu tinha. É um amigo nosso, tá supergostoso agora. O Mingau e o Marcos Kleine têm outra banda, que se chama Vega, o Bacalhau teve outro banda e agora não tem mais… Enfim, cada um tem seus projetos. Eu só tenho o Ultraje e não posso segurar todo mundo na banda. Se o cara quer sair, sai.

Acho que não existe um período do rock brasileiro tão biografiado quanto os anos 80. Ao que se deve isso?
Roger
– Os anos 80 foram pra nós mais ou menos como foram os anos 50 para os americanos. Pra eles o pós-Segunda Guerra foi um período meio sombrio, de recessão, e sentiram essa necessidade de mudar e tal. Pra nós, os anos 80 vieram depois da ditadura. E não foi só na música – foi nos programas de TV, nos cartuns, livros, teatro… Foi muita coisa que tava reprimida e veio à tona. Na parte de música, principalmente, a juventude não tinha ídolos que a representasse. A gente já tinha público, já tinha fãs, e aconteceu de as gravadoras irem atrás da gente. Acho que todos nós eramos muito idealistas. As bandas não tinham parâmetros, não tinha MTV, nadávamos contra  a corrente mesmo. E cada banda tinha o seu estilo. Em comum, tinham essa vontade de falar direto pra nossa geração.

O que você acha que pode render a chegada dessa biografia?
Roger
– Não sei se o livro vai ser comprado por gente mais velha – gente da minha geração que viveu aquilo, que gostaria de saber mais sobre a gente, ou recordar – mais do que por gente mais jovem que tem acesso à internet e pergunta direto pra mim. E como eu te disse, não é um lançamento nosso, não tenho nenhuma estratégia pra isso. A gente tá gravando o programa do Gentili, que provavelmente vai repercutir mais do que a biografia ou até mesmo alavancar as vendas dela.

Em 2009, vocês lançaram um EP virtual. Como você avalia a experiência?
Roger
– Teve bastante gente que baixou as música, mas ainda é um pouco insipiente, e isso vindo de uma pessoa que tem uma carreira, uma história. Acho que se um Luan Santana ou Restart lançasse algo, teria mais respaldo, mas ainda assim porque são populares nas mídias tradicionais. De quqlquer forma, acho que é o futuro. A nossa idéia não era fazer sucesso com esse lançamento, era apenas prover uma demanda que tinha dos fãs e aproveitando essa tecnologia de poder gravar aqui em casa, no iphone, e colocar pra download.

O que vocês estão preparando agora?
Roger
– Este ano vamos lançar um DVD ao vivo, que deve vir acompanhando de um CD. Tem esse programa, que estreia em junho… Acho que tá bom (risos).

Há muito tempo você compôs “Nada a Declarar”, que falava sobre acomodação da juventude e a mediocridade musical. Minha impressão é que o cenário tá ainda pior, em termos de mainstream. Qual a sua opinião?
Roger
– Tem muito isso de buscar a celebridade sem ter um porquê. Tá mais descartável ainda. Tem gente que de repente estoura e some dois, três anos depois. As gravadoras estão, de certa forma, falidas, espremendo o bagaço. Os artistas se revezam na mesma rapidez por causa disso, ou porque simplesmente querem ser famosos e fazem qualquer negócio por isso, o que não garante uma carreira.

Junho vem aí, e a Noite Orelhada também

27 de maio de 2011 1

Saudades da Noite Orelhada? Vamos dizer que sim e preparar o espírito pra volta da trincheira do rock autoral do Norte Catarinense, que se dará no dia 5 de junho no já habitual palco do evento, o Bovary, em Joinville. Fazendo valer uma de suas propostas – servir de plataforma também pra novidades discográficas em Santa Catarina -, a NO receberá duas bandas que acabam de soltar trabalhos fresquinhos. Uma delas é o Hutzpah, boa e inclassificável banda de São Bento que chega com Lost at Last, já destrinchado neste blog. O mesmo ocorre com Homo Chamaeleon Sapiens, segundo álbum dos brusquenses do Etílicos & Sedentos, banda que cresce, e muito, em cima do palco. Pra completar a escalação, uma boa nova nas fileiras do blues joinvilense: o Mr. Máfia, quarteto que raspa com categoria e estilo no rock’n’roll.

Pop etílico

27 de maio de 2011 0

The Asteroids Galaxy Tour, conhece? Pois é, nem eu. Mas a Heineken conheceu e aprovou, tanto que aceitou bancar a tour mundial da banda dinamarquesa, que só tem três anos de estrada, um disco na bagagem (Fruit, de 2009) e uma beleza loura ao microfone, chamada Mette Lindberg. Mais: botou o grupo como trilha sonora e figurante do bacanaço comercial aí na janelinha. Ah, e The Golden Age, a música em questão, tem cara de hit soul pop na linha Duffy.

A Banda Mais Bonita da Vila

27 de maio de 2011 1

O Chapolim alugou uma casa em Cancun, chamou os amigos da vila, montou uma banda e gravou um clipe:

Válvula Rock inaugura selo

27 de maio de 2011 0

O site Válvula Rock, sempre tão empenhado na divulgação da música catarinense, bota mais lenha na fogueira nesta sexta-feira (27). Às 14 horas, quando estiver disponível pra download gratuito Temporal (capa ao lado), novo disco da banda rio-sulense Dramaphones, o portal terá inaugurado oficialmente o selo virtual Válvula Rock Discos. Álbuns completos e EPs de bandas barrigas-verdes estão na mira do pessoal de Itajaí, que desse modo, ofertando arquivos digitais de graça, pretende oxigenar os trabalhos autorais no Estado e disseminar a qualidade e o profissionalismo entre as bandas. “As parcerias com bandas fazem parte da história do Válvula Rock. Já lançamos alguns singles e até criamos sites especiais, como aconteceu com a SC Tour da Cassim & Barbária, no ano passado. Agora, estamos fazendo algo maior, que é lançar discos completos, ampliando o alcance da música catarinense através dos mecanismos de divulgação do Válvula”, acredita Anderson Davi, um dos idealizadores do portal.
Acessa lá: www.valvularock.com.br/discos.

Promo Rodrigo Santos & Os Lenhadores - resultado

26 de maio de 2011 0

Luciano Jr.
Guilherme Guimbala

Vocês fiquem muito à vontade pra passar na recepção do A Notícia até as 18 horas desta sexta-feira (27) pra pegar os ingressos do show do trio Rodrigo Santos & Os Lenhadores no Bovary, em Joinville.