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Posts de março 2012

Angry Bear, by Fly-X

28 de março de 2012 4

Senhoras e senhores, apresento-lhes, em primeiríssima mão, a capa (assinada por Franco Giovanella) do quarto disco da banda guaramirense Fly-X, batizado de Angry Bear. Totalmente produzida pelo trio, a nova bolacha foi finalizada no sábado e já foi pra fábrica, ou seja, a teremos em breve nas mãos. E, pelas prévias apresentadas à coluna, o trio vem, coerente com o título, esfomeado. Alien Life e Motherfucker Disguise mostram uma banda voltando às letras em inglês e pesando a mão mais do que nunca, mas seguindo as lições deixadas por grunges em geral (como Mudhoney e Nirvana), além de ataques de Helmet, Slayer e até Beatles. Um disco nesses moldes vem em boa hora, afinal, o Fly-X completa 15 anos de luta em junho, e uma porrada bem data servirá pra lembrar tudo o que o grupo já fez pelo rock catarinense.

No papel

28 de março de 2012 0

Lembram quando sugeri aqui a versão bacaninha que o Belle & Sebastian fez de Crash, hit oitentista dos Primitives (AQU)? Pois agora saiu o clipe da faixa, animado por bonecos de papel nos moldes de Coffee and TV, do Blur. Ficou assim:

Aí vem...

27 de março de 2012 0

Uma banda por Liverpool

27 de março de 2012 0

Em novembro passado, este blogueiro/colunista empreendeu a viagem de sua vida: foi dar uma banda na Inglaterra e, como fã declarado dos Beatles, não poderia deixar de conhecer Liverpool. Uma vez lá, fez o básico pra qualquer um que visita a terra encantada da beatlemania, que é “perder” algumas horas no Museu dos Beatles, que conta tintim por tintim a trajetória do grupo, reproduzindo obras e fatos marcantes com réplicas, peças originais e instalações extraordinárias. Além disso, claro que embarcou no Magical Mistery Tour, uma excursão de ônibus que percorre os locais da cidade que fazem parte da história do Fab Four (antes e depois da fama) e termina no mundialmente famoso Cavern Club, bem no centro de Liverpool. De lá, e após algumas horas encostado no lendário balcão, o jornalista voltou a pé pro hotel, trançando as pernas e feliz da vida. Eis algumas imagens da viagem – relembrada aqui por inspiração pela vinda de Paul McCartney a Santa Catarina, claaaaro – que, espero, empolguem outros fãs a fazerem o mesmo caminho, porque vale a pena.

Museu dos Beatles, relembrando o início de tudo, com The Quarrymen

Instalação sobre o álbum Sgt. Pepper’s Lonely Heart Club

Painel individual no museu em tributo a Paul McCartney

No final da visita ao museu, há um espaço didático dedicado às crianças

Em anexo ao museu, funciona a muito bem servida Beatles Store

Esperando o ônibus da Magical Mistery Tour zarpar

Em frente à casa onde Macca morou quando criança

A inspiradora Penny Lane, uma tranquila rua no subúrbio de Liverpool

Nos portões de Strawberry Fields, que mais parece um matagal cercado

The Cavern abre cedo, fecha tarde, sempre tem música e fica no centro agitado da cidade

Já em Londres, a travessia obrigatória pela faixa de pedestres mais famosa do mundo, na Abbey Road. Ao fundo, à direita, o estúdio onde os Beatles gravaram sua obra

Somato na briga

27 de março de 2012 3

Formada por jovens universitários e mestres da UFSC, a banda ilhoa Somato tá na briga pela oportunidade de tocar num dos maiores festivais brasileiros, o Abril Pro Rock, em Recife. Nos últimos dias, o quinteto tem superado 250 bandas de de todo o País e figurado em primeiro lugar na votação popular que rola AQUI. Pra permanecer assim, ele pede o seu voto, mas não é de graça, não. Não faltam qualidades, a começar pelas composições ensolaradas que misturam rock, folk, MPB, música latina e francesa e por aí vai, em meio a uma fusão de vozes e instrumentação predominantemente acústica que se vale, também, de escaleta, cajón e violoncelo.  Após fazer alguns shows no Brasil e lançar o primeiro EP (baixe AQUI), o Somatofoi convidado pra tocar em Lille, na  França, que emendeou com uma tour de três meses pela Europa.


Tudo ao mesmo tempo agora

26 de março de 2012 8

Nome de artista ele já tem, Hesséx de Oliveira. Habilidade e ouvido privilegiado, também: “Tenho a grande sorte de pegar qualquer instrumento e conseguir arranhar alguns sons”, garante o rapaz de 25 anos, que se desdobra na guitarra, bateria, no teclado e no baixo. Bom gosto musical, nem se fala. Pra nossa sorte, Hesséx – neto de Heriberto de Oliveira, que acompanhava o saudoso sambista Mestre Bêra – usa seus poderes para o bem, empregados nas bandas Reino Fungi, Sylverdale, Carbonarantes e Mad Mavericks, além de um trabalho solo no qual executa todos os instrumentos. É, sem dúvida, um dos músicos mais versáteis e atuantes da cena roqueira de Joinville, afinal, é um ser quase onipresente nos palcos locais. E ao mesmo tempo em que melhora como frontman aguerrido, Hesséx revela-se um tranquilo professor de iniciação musical. Vale ou não um papo com o cara?

Você é daqueles que passa o tempo todo mergulhado em música?
Hesséx de Oliveira
– É bem isso mesmo. Quando não estou dando aula, estou gravando material próprio ou gravando as últimas linhas do próximo EP do Sylverdale. E se não estou gravando, estou pegando repertório das outras bandas ou estudando mesmo.

O Sylverdale existe desde que o seu irmão era um garoto. Qual a vantagem de ter banda tão cedo?
Hesséx
– Por ser novo, você acaba chamando a atenção das pessoas, e é ótimo pra ter visibilidade na cena local. E quanto mais cedo, mais bagagem vamos acumulando.

Já se meteu numa roubada por ser muito novo? Já foi barrado em algum lugar que a banda tocaria por causa disso?
Hesséx
– Felizmente, comigo não chegou a acontecer. Até porque eu já tinha 17 anos e dava pra enganar. Mas meu irmão Helder, por ser baixinho, quando tocávamos nas extintas Double Phase e Cais 90, tinha que apresentar um termo de responsabilidade assinado pelos nossos pais.

De onde saiu “Avestruz”? Tem jeito de hit engraçadinho…
Hesséx
- Um certo dia, caminhando com o Xan (baixista do Sylverdale), ele cantarolou com seu amigo Vailate: “Estou andando com Vailate, meu cachorro late late, isso não é um cachorro, isso é…”  e finalizou a rima com “avestruz”. Isso acabou virando a letra da música. Só nossos amigos mais antigos conheciam essa música, porque nunca a gravamos e só tocamos ela em alguns shows de zoação.

Você é um conhecido “homem-banda”. Não consegue se contentar só com uma?
Hesséx
- Infelizmente, não. Acredite, se o dia tivesse 40 horas, eu com certeza teria mais bandas. Me sinto muito realizado tocando com amigos e instrumentos diferentes. Isso me completa de forma única.

Você também dá aulas de iniciação musical. Curte ou é só ganha-pão?
Hesséx
- Dou aulas de instrumentos musicais a crianças partir de sete anos. Ensinar as pessoas e vê-las tocar é o melhor retorno que um professor pode ter. Quando a música atravessa obstáculos e se desenvolve com quem estiver disposto a aprender, é algo que vale muito. É bonito ver meus alunos tocando e saber que estou fazendo direito.

Dá pra sobreviver fazendo rock em Joinville?
Hesséx
- Infelizmente, não, ainda mais rock autoral. Hoje, em Joinville, as casas prezam por bandas que fazem tributos ou são covers de outras, e ainda assim o cachê é bem apertado. Se for levar em conta o que se gasta pra manter uma banda, o cachê sai quase elas por elas.

Você já pensou em gravar um disco inteiro sozinho, tocando todos os instrumentos?
Hesséx
- Essa pergunta veio na hora certa. Na semana que vem, estarei lançando meu primeiro EP solo, com oito faixas gravadas por mim em casa e com parceria do Estúdio Mario Lima, onde foram gravadas algumas linhas de bateria.  O que pretendo lançar soará bem diferente dos trabalhos que venho seguindo com as bandas. Não será nada grunge, nada anos 60… Será um extrato do que venho consumindo e produzindo.

O que seria um futuro perfeito pra você?
Hesséx
– Venho maquinando para que todos os meus trabalhos, tanto como artista quanto como professor, atinjam o maior número de pessoas. Não digo que pretendo gravar um disco de sucesso e virar um rockstar, isso é um tipo de ilusão e quase impossível de acontecer sem ter muito trabalho por trás. Humildemente falando, se der pra tocar um rock n’roll,  pagar minhas contas e dormir todos os dias até as 10 da manhã, pra mim, está ótimo.

"Télogo"

26 de março de 2012 1

Esse sabe das coisas…

Rock n'roll bem gelado

26 de março de 2012 1

Que rock e cerveja andam juntos, a gente sabe e não é de hoje, mas quando ambos se fundem, aí já abrimos uma pra comemorar. Um brinde, portanto, à ideia da fabricante dos amplificadores Marshall – tidos como os melhores do mercado mundial – , que bolou um frigobar “disfarçado” do equipamento, como vocês veem na foto acima e no vídeo aí embaixo. A frente da geladeirinha é feita com peças originais da Marshall, inclusive com botões de regulagem. Por dentro, ela é “customizada” pra armazenar long necks e latas de cerveja.
Descobriu que não poderá viver sem uma? Então, desembolse US$ 299 e faça a compra AQUI.

* Agradecimentos ao blog Sem Censura.

Macca in Floripa: informações

23 de março de 2012 0

Talvez os leitores do blog ainda tenham dúvidas a respeito do show de Paul McCartney em Floripa, no dia 25 de abril, promovido pela RBS. Então, o quanto antes elas forem dizimadas, melhor. Isso porque segunda-feira (26) inicia a primeira fase da venda de ingressos, e, não sei se você notou, falta um mês pro evento. Então, vamos lá:


Paul McCartney, no Estádio da Ressacada, dia 25 de abril

Abertura dos portões: 17h30min

Início do Show: 21h30min

Duração: cerca de três horas

Capacidade do estádio: 32 mil pessoas

* Dúvidas sobre o show no fone 0800 643-0046 de segunda a sábado, das 7h às 20h, e domingo, das 8h às 15h

:: Vendas de Ingressos:

Ingressos — Pré-venda

Período: a partir das 0h de segunda-feira (26/3) até 23h59 de terça-feira (27/3)

Exclusivamente para assinantes de jornais do Grupo RBS (Zero Hora, O Pioneiro, Diário de Santa Maria, Diário Catarinense, A Notícia e Jornal de Santa Catarina), Sócios adimplentes do Avaí Futebol Clube, integrantes de fã-clubes credenciados pela produção de Paul McCartney. São considerados assinantes dos jornais do Grupo RBS aqueles que integravam a base cadastral até as 23h59min do dia 21 de março.

Limite: 30% do total de ingressos e seis ingressos por CPF

Ingressos — Venda para o público em geral

Período: a partir da 0h de quarta-feira (28/3)

:: Localização na Ressacada:

Gramado Premium R$ 760,00

Gramado Inteira R$ 350,00

Gramado Meia Entrada* R$ 175,00

Cadeiras Cobertas Gold R$ 380,00

Cadeiras Descobertas Inteira R$ 280,00

Cadeiras Descobertas Meia Entrada* R$ 140,00

OBS- Os camarotes ainda não estão à venda. A produção está negociando com os proprietários dos espaços, que são sócios do Clube.

Meia-entrada

Os ingressos de meia-entrada serão vendidos a partir das 9h de quarta-feira, no Estádio da Ressacada. Tem direito a meia entrada estudantes, menores de 18 anos e com idade igual ou superior a 60 anos, portadores de necessidades especiais e professores municipais. Será indispensável a apresentação de documento comprobatório na aquisição do ingresso e na entrada do evento.

Acessibilidade

Será disponibilizado um setor especial para portadores de necessidades especiais, que têm direito à meia-entrada e a um acompanhante, que paga o valor inteiro do ingresso.

Como comprar

Pelo site: www.zetks.com

No ponto de venda: Estádio da Ressacada, a partir das 9h de quarta-feira

Formas de pagamento: no ponto de venda, cartões de crédito, de débito ou dinheiro. Pelo site, apenas com cartão de crédito.

Lenda curitibana em Joinville neste sábado

23 de março de 2012 0

Joinville recebe neste sábado (24) uma parcela significativa do rock sulista na figura da banda Blindagem, de Curitiba. Afinal, ninguém segura as pontas de forma totalmente independente por mais de 30 anos, longe dos grandes centros do País, sem amealhar respeito acima de tudo. Do embrião do grupo, em 1977, até 2010, quando sofreu o duro golpe da morte do vocalista-ícone Ivo Rodrigues, a Blindagem experimentou à exaustão os sabores da estrada e deixou marcas no estúdio – três discos lançados, além do DVD Rock em Concerto _ Banda Blindagem e Orquestra Sinfônica do Paraná, de 2008. Com o legítimo hard setentista correndo nas veias e em músicas como Oração de um Suicida, Cheiro do Mato, Miragem, Loba da Estepe e Malandrinha, o quinteto mantém sua formação clássica intacta, à exceção, claro, do vocalista Rodrigo Vivasz. E é dessa forma, renovada, que a banda toca no Plug Bar, após as locais Charllatones e Aspones.